O fim de semana chegou pesado em Cachoeirinha, o calor de março virando uma tempestade que batia nas telhas da casa de Rose, o som da chuva misturado com trovões que ecoavam pelas ruas de paralelepípedos. Era sábado à tarde, Paulo ainda na estrada, o caminhão perdido em algum trecho da BR-116, e Rose estava na sala, o ventilador zumbindo enquanto esfregava o chão, o jeans velho grudando na pele suada, o cu e a buceta ainda sensíveis dos dias na oficina com Sérgio. Amanda estava no quarto, o som abafado do celular dela tocando músicas pop enquanto mexia no WhatsApp, o vestido curto jogado na cama, o corpo jovem relaxado depois de aguentar o pau destruidor de 27 centímetros na quinta-feira.
O silêncio foi quebrado pelo som da porta da frente abrindo com força, o vento da chuva entrando enquanto Larissa aparecia, os cabelos castanhos molhados grudando no rosto, os olhos arregalados de raiva enquanto largava a bolsa no chão, o vestido justo pingando água enquanto olhava pra Rose. "Mãe, tu tem noção do que tu fez?", ela gritou, a voz alta cortando o barulho da chuva enquanto dava um passo pra frente, as mãos tremendo enquanto apontava pra ela. Rose levantou rápido, o pano caindo das mãos dela enquanto franzia a testa, o coração batendo forte enquanto respondia. "Larissa? Que que tá acontecendo? Calma!"
"Calma uma porra!", Larissa berrou, os olhos marejando enquanto avançava, o rosto vermelho de fúria. "Eu sei de tudo, mãe! Tu e a Amanda tão comendo o Sérgio! Meu marido! Eu ouvi no salão, a Janaína viu vocês saindo da oficina, rindo como se nada fosse. Como tu pôde fazer isso comigo?" Rose congelou, o ar saindo dos pulmões dela enquanto tentava falar, o medo subindo pela espinha enquanto Amanda aparecia na escada, os olhos castanhos estreitos enquanto descia, o short jeans subindo nas coxas enquanto cruzava os braços.
"Que gritaria é essa, Larissa?", Amanda disse, a voz firme enquanto parava ao lado da mãe, o tom carregado de desafio enquanto olhava pra irmã. Larissa virou pra ela, os olhos queimando enquanto gritava. "Tu, sua vadia! Tu também, né? Tá chupando o pau do meu marido com a mãe? Vocês duas são um nojo!" Rose deu um passo pra frente, as mãos levantadas enquanto tentava acalmar, a voz tremendo enquanto falava. "Larissa, espera! Eu fiz isso por ti! Tu tava traindo ele com o Valdir, ele ia se separar, e eu... eu prometi servir ele pra ele ficar contigo!"
Larissa riu, o som amargo ecoando na sala enquanto batia as mãos no peito, as lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto respondia. "Por mim? Tu tá fodendo meu marido por mim? E tu, Amanda, o que tu tem a ver com isso?" Amanda deu um passo pra ela, os olhos castanhos brilhando enquanto ria baixo, o tom cortante enquanto falava. "Eu entrei porque quis, Larissa. E sabe o quê? O Sérgio tem um tesouro entre as pernas, 27 centímetros de pau que tu não sabe usar. Tu reclama que é grande demais, mas eu aguento tudo, na buceta e no cu. Tu é fraca, mana."
O silêncio caiu por um segundo, o ventilador zumbindo ao fundo enquanto Larissa arregalava os olhos, o rosto vermelho de raiva enquanto avançava pra Amanda, as mãos dela agarrando o cabelo da irmã enquanto gritava. "Sua piranha! Tu não fala assim comigo!" Amanda revidou, as unhas cravando no braço da Larissa enquanto puxava ela pra baixo, as duas caindo no chão da sala, o som de tapas e gritos enchendo o ar enquanto Rose corria pra separar, o jeans rasgando na coxa enquanto tentava puxar a filha mais velha. "Para, Larissa! Amanda, solta ela!", ela berrou, mas as duas rolaram no chão, o cabelo castanho da Larissa voando enquanto batia na cara da irmã, Amanda rindo enquanto chutava as pernas dela.
A briga durou minutos, o chão molhado da chuva escorregando sob elas enquanto Rose finalmente conseguiu separar, o corpo tremendo enquanto segurava Larissa pelos ombros, os olhos azuis marejando enquanto gritava. "Chega, vocês duas! Isso não resolve nada!" Larissa levantou, o vestido rasgado no ombro enquanto limpava o sangue do lábio, os olhos fixos na mãe e na irmã enquanto falava, a voz rouca de ódio. "Vocês são um lixo. O Sérgio vai saber disso, e eu vou acabar com essa palhaçada." Ela pegou a bolsa e saiu, a porta batendo com força enquanto a chuva engolia o som dos passos dela na rua.
A notícia da briga correu rápido. Naquela noite, Sérgio recebeu um áudio da Janaína no WhatsApp, a voz dela baixa enquanto contava o que tinha visto na casa da Rose — Larissa gritando, Amanda rindo, a confusão virando um escândalo que já rolava nos grupos da cidade. Ele largou o celular na bancada da oficina, o macacão sujo manchado de graxa enquanto respirava fundo, os olhos escuros queimando de raiva enquanto pegava as chaves da moto, o motor rugindo na rua molhada enquanto acelerava pra casa do Valdir, o coroa rico que Larissa tinha escolhido por dinheiro.
Valdir morava numa casa grande na saída da cidade, uma construção de dois andares com portão de ferro e um Honda Civic prata estacionado na garagem, o brilho do carro refletindo as luzes da rua enquanto Sérgio batia no portão, a chuva pingando na barba dele enquanto gritava. "Valdir, sai aí, caralho! Tua hora chegou!" A porta abriu devagar, Valdir aparecendo com um roupão de seda, o cabelo grisalho molhado, os olhos estreitos enquanto franzia a testa. "Que que tu quer, Sérgio? Tá louco?", ele disse, a voz firme mas tremendo nas bordas enquanto dava um passo pra frente.
Sérgio avançou, o corpo grande empurrando Valdir pra dentro da casa, o chão de cerâmica escorregando sob as botas molhadas enquanto agarrava o colarinho do roupão, os olhos escuros fixos nele enquanto falava. "Tu tá comendo minha mulher, seu velho filho da puta. A Larissa. Eu sei de tudo, e tu vai parar com isso agora." Valdir riu, o som seco enquanto tentava se soltar, as mãos dele tremendo enquanto respondia. "Ela veio pra mim porque tu não presta, Sérgio. Aquele pau teu é grande demais, ela não aguenta. Eu dou o que ela quer — dinheiro e um pau que ela suporta."
O som de passos veio da escada, uma mulher descendo devagar, os cabelos grisalhos presos num coque, o rosto marcado pelos 50 anos mas firme enquanto parava, os olhos castanhos arregalando enquanto olhava pra cena. "Valdir, que que tá acontecendo?", ela disse, a voz alta enquanto segurava o corrimão, o robe azul escuro balançando nas pernas dela. Era Telma, a esposa dele, uma dona de casa durona que cuidava da revenda de carros com ele há décadas. Sérgio virou pra ela, os olhos escuros brilhando enquanto soltava Valdir, o corpo tremendo de raiva enquanto falava. "Telma, teu marido tá comendo a minha mulher, Larissa. Há meses. Por dinheiro. Eu vim aqui acabar com isso."
Telma ficou parada, o rosto endurecendo enquanto olhava pra Valdir, os olhos castanhos queimando enquanto dava um passo pra ele, a voz subindo enquanto gritava. "É verdade, Valdir? Tu tá com uma guria casada? Uma mãe de família?" Valdir recuou, as mãos levantadas enquanto gaguejava, o rosto vermelho enquanto tentava explicar. "Telma, eu... ela veio atrás de mim, eu só..." Mas Telma não esperou, o tapa dela acertando a cara dele com força, o som ecoando na sala enquanto ele caía no sofá, o sangue pingando do nariz enquanto ela gritava. "Seu porco! Tu acha que eu sou o quê? Eu te mato, Valdir!"
Sérgio ficou parado, o peito subindo e descendo enquanto via a confusão, o plano dele se desenrolando enquanto Telma avançava pra Valdir de novo, os punhos cerrados enquanto batia no peito dele, o roupão dele rasgando enquanto chorava e xingava. "Eu sabia que tu tava estranho, seu desgraçado! Gastando dinheiro com motel, perfume caro! Tu vai ver o inferno comigo!" Valdir tentou se defender, os braços bloqueando os golpes enquanto gemia, o rosto vermelho de vergonha e dor enquanto Sérgio ria baixo, o som grave cortando o ar enquanto falava. "Tá resolvido, Telma. Cuida dele. Eu cuido da Larissa."
Naquela noite, a chuva parou, o céu preto salpicado de estrelas enquanto Rose e Amanda sentavam no sofá da sala, o ventilador zumbindo enquanto riam baixo, o corpo das duas ainda quente do vício no pau do Sérgio. "Mãe, tu acha que a Larissa vai fazer o quê?", Amanda disse, os olhos castanhos brilhando enquanto tomava um gole de refrigerante, o short jeans subindo nas coxas enquanto ria. Rose respirou fundo, o jeans apertando a pele sensível enquanto respondia. "Ela tá com raiva, Amanda. Mas eu fiz isso por ela. Só não sei como ela vai reagir agora."
O celular da Rose vibrou na mesa, uma mensagem do Sérgio: "Rose, a Larissa brigou com vocês, né? Eu sei de tudo. Fui na casa do Valdir, contei pra mulher dele, a Telma. Ela tá acabando com ele. Isso termina aqui. Nada mais de vocês duas comigo." Rose leu em voz alta, os olhos azuis arregalando enquanto olhava pra Amanda, o coração batendo forte enquanto falava. "Ele terminou, Amanda. Acabou." Amanda riu, o som leve mas amargo enquanto cruzava os braços. "Que pena, mãe. Aquele pau era foda. Mas a Larissa ferrou tudo."
Na casa de Larissa, ela sentava no quarto, o pequeno Pedro dormindo no berço enquanto chorava baixo, o celular na mão mostrando uma ligação perdida do Valdir, o peso da traição dela e da família caindo como uma tempestade. Na casa do Valdir, Telma trancava o marido no quarto de hóspedes, os gritos dela ecoando enquanto jogava as roupas dele na rua, o Honda Civic riscado com uma chave na garagem. Sérgio voltava pra oficina na moto, o vento frio batendo no rosto dele enquanto pensava no fim daquele caos, o pau de 27 centímetros guardado no macacão, o tesouro que tinha virado uma guerra. A chuva parou em Cachoeirinha, mas o ar ainda estava pesado, o céu cinza pairando sobre a cidade como um aviso que ninguém quis ouvir. Era domingo de manhã, uma semana depois do confronto na casa do Valdir, e o caos que Sérgio tinha desencadeado com Telma ainda ecoava pelas ruas de paralelepípedos. Telma, a mulher de 50 anos com cabelos grisalhos e olhos castanhos duros como pedra, não perdeu tempo. Na segunda-feira, ela foi ao cartório com um advogado, o robe azul trocado por um tailleur preto que marcava o corpo firme dela, os documentos na mão provando que a revenda de carros, a casa de dois andares e até o Honda Civic estavam no nome dela — herança da família que Valdir nunca teve direito.
"Tu vai sair com o que veio, Valdir. Nada", ela disse, a voz cortante enquanto jogava as malas dele na rua, o portão de ferro batendo com um clang que ecoou na vizinhança. Valdir ficou parado, o roupão rasgado pendurado nos ombros magros, o cabelo grisalho bagunçado enquanto tentava argumentar, os olhos arregalados de desespero. "Telma, eu te amo, foi um erro! Me dá uma chance!", ele gritou, mas ela riu, o som amargo enchendo o ar enquanto apontava pra rua molhada. "Erro foi eu casar contigo. Some daqui, seu porco." Ele saiu mancando, as malas caindo na calçada enquanto a chuva voltava, o coroa rico agora um homem quebrado, morando num quarto alugado na periferia com o pouco que sobrou — uma aposentadoria minguada e a vergonha que ninguém na cidade esquecia.
Na mesma semana, Sérgio tomou sua decisão. Ele voltou pra casa na moto, o motor rugindo na rua estreita enquanto estacionava na frente do apartamento, o macacão sujo manchado de graxa enquanto entrava, os olhos escuros fixos em Larissa, que estava na sala com Pedro brincando no chão. "Larissa, acabou", ele disse, a voz grave cortando o silêncio enquanto jogava as chaves na mesa, o rosto duro enquanto cruzava os braços. "Eu sei de tudo com o Valdir, tu sabe que eu sei. E tu brigou com tua mãe e tua irmã por causa disso. Não dá mais." Larissa levantou rápido, os cabelos castanhos caindo no rosto enquanto gritava, as lágrimas brilhando nos olhos dela. "Tu tá com elas, né, Sérgio? Minha mãe e minha irmã! Tu prefere elas do que eu?"
Sérgio riu baixo, o som rouco enchendo a sala enquanto dava um passo pra ela, os olhos escuros queimando enquanto falava. "Tu me trocou por um coroa por dinheiro, Larissa. Eu fiz o que fiz pra te segurar, mas tu não vale o esforço. Pega tuas coisas e sai. O Pedro fica comigo até a gente resolver a guarda." Larissa ficou parada, o peito subindo e descendo enquanto chorava, o rosto vermelho de raiva e vergonha enquanto pegava a bolsa, o vestido justo rasgado na bainha enquanto saía, a porta batendo com força enquanto o choro dela ecoava no corredor.
Mas Larissa não ia deixar barato. Naquela noite, ela pegou o celular, as mãos tremendo enquanto discava o número do pai, Paulo, que estava na estrada, o som do caminhão ao fundo enquanto atendia. "Pai, eu preciso te contar uma coisa", ela disse, a voz rouca enquanto segurava as lágrimas, o ódio queimando no peito enquanto falava. "A mãe tá comendo o Sérgio, meu marido. E a Amanda também. As duas tão com ele há semanas, eu descobri tudo. Elas me traíram." O silêncio do outro lado foi pesado, o ronco do caminhão abafado enquanto Paulo respirava fundo, a voz grave tremendo de raiva enquanto respondia. "É verdade, Larissa? Tu tem certeza?" Ela assentiu, as lágrimas escorrendo enquanto falava. "Sim, pai. Eu vi, eu briguei com elas. É tudo verdade."
Paulo desligou, o caminhão voltando pra Cachoeirinha naquela madrugada, o motor rugindo na rua enquanto estacionava na frente da casa, o rosto grisalho endurecido enquanto entrava, as botas molhadas deixando marcas no chão da sala. Rose estava na cozinha, o ventilador zumbindo enquanto lavava a louça, o jeans grudando na pele suada enquanto virava o rosto, os olhos azuis arregalando enquanto via o marido, o peso nos ombros dele como uma tempestade pronta pra explodir. "Rose, a Larissa me contou tudo", ele disse, a voz grave cortando o ar enquanto jogava a mochila no chão, os olhos fixos nela enquanto falava. "Tu e a Amanda com o Sérgio. Como tu pôde fazer isso?"
Rose parou, o prato escorregando das mãos dela na pia enquanto tentava falar, o coração batendo na garganta enquanto dava um passo pra ele. "Paulo, eu fiz pela Larissa! Ela tava traindo ele, eu quis salvar o casamento dela!", ela disse, a voz tremendo enquanto as lágrimas brilhavam nos olhos dela, mas Paulo riu, o som amargo enchendo a sala enquanto batia a mão na mesa. "Salvar o casamento dela comendo o marido dela? E levando a Amanda junto? Tu é um nojo, Rose. Acabou. Pega tuas coisas e sai." Amanda apareceu na escada, os olhos castanhos arregalando enquanto via a cena, o short jeans subindo nas coxas enquanto gritava. "Pai, para! A mãe fez isso por..."
"Calada, Amanda!", Paulo berrou, os olhos vermelhos enquanto apontava pra ela, a voz subindo enquanto falava. "Tu também, sua vadia. As duas fora da minha casa agora!" Rose chorou, o corpo tremendo enquanto subia pro quarto, as mãos trêmulas enquanto jogava roupas numa mala, Amanda ao lado fazendo o mesmo, os olhos castanhos marejando enquanto xingava baixo, o peso da traição caindo sobre elas enquanto saíam, o Palio lotado de malas enquanto a chuva voltava, o motor tossindo na rua escura.
Duas semanas depois, o cenário mudou. Rose e Amanda estavam morando com Sérgio, o apartamento dele agora um refúgio apertado na periferia da cidade, o cheiro de graxa e sexo pairando no ar enquanto os três dividiam o espaço, o pequeno Pedro na creche durante o dia enquanto Sérgio trabalhava na oficina. A cama de casal rangeu naquela noite, o calor do verão voltando enquanto Rose e Amanda se jogavam na rotina que tinham criado, o pau destruidor de 27 centímetros virando o centro das vidas delas, o vício que Rose tinha confessado agora uma realidade que Amanda compartilhava.
Sérgio entrou no quarto, o macacão sujo jogado no canto enquanto tirava o pau pra fora, o monstro grosso e pulsante brilhando com o suor do dia enquanto ria baixo, os olhos escuros fixos nas duas. "Vocês duas hoje de novo, hein?", ele disse, a voz grave enquanto Amanda se abaixava primeiro, os joelhos batendo no chão enquanto chupava, os lábios jovens se abrindo ao máximo enquanto engolia a cabeça, a língua dela deslizando na ponta enquanto gemia baixo, o calor dele enchendo a boca dela enquanto lambia, os olhos castanhos brilhando com prazer. Rose ficou ao lado, o jeans caindo enquanto esfregava a buceta, os olhos azuis fixos na filha enquanto esperava a vez, o desejo queimando no peito enquanto via o pau inteiro desaparecer na boca da Amanda.
"Minha vez, Sérgio", Rose disse, a voz rouca enquanto se deitava na cama, as pernas abertas enquanto ele alinhava o pau na buceta dela, os 27 centímetros forçando entrada inteira enquanto ela gritava, o som alto e rouco enchendo o quarto enquanto agarrava os lençóis, o corpo dela tremendo enquanto ele metia com força, o pau grosso esticando ela até o limite enquanto gemia, o prazer explodindo como uma tempestade. Amanda subiu na cama, o short jeans rasgado enquanto sentava no rosto da mãe, a buceta dela molhada enquanto Rose lambia, os gemidos das duas misturados enquanto Sérgio metia, o pau inteiro entrando e saindo da Rose enquanto ela gozava, o líquido esguichando no pau dele enquanto tremia.
"Agora o cu, Sérgio", Amanda disse, virando de bruço ao lado da mãe, o cu jovem exposto enquanto ele cuspia na mão, esfregando no pau e no buraco dela enquanto ela gemia, o corpo tremendo mas firme enquanto pedia tudo. Ele empurrou, os 27 centímetros abrindo ela inteira enquanto ela gritava, o som rasgando o quarto enquanto agarrava os lençóis, o pau grosso rasgando o cu dela com estocadas brutas enquanto gozava, o líquido escorrendo pela buceta dela enquanto o prazer explodia, o corpo dela balançando na cama. Sérgio gozou, o pau pulsando enquanto despejava uma quantidade absurda de porra no cu da Amanda e na boca da Rose, o líquido quente jorrando enquanto riam baixo, o volume pingando nos lençóis enquanto ele caía ao lado delas, o pau ainda semi-duro brilhando no escuro.
Todos os dias eram assim agora — Sérgio comendo as duas, a buceta e o cu delas virando o playground daquele pau destruidor, o vício delas selado num ciclo de prazer e dor que preenchia o vazio que Paulo e Larissa tinham deixado. Rose ria depois, o corpo quente contra o dele enquanto falava. "Eu não vivo mais sem esse pau, Sérgio." Amanda assentiu, os olhos castanhos brilhando enquanto limpava a boca, o short jeans no chão enquanto respondia. "Nem eu, mãe. É foda demais." Enquanto isso, Larissa vivia com Paulo na casa velha, o silêncio entre eles pesado como chumbo enquanto dividiam o espaço, o pequeno Pedro com Sérgio na guarda provisória até o juiz decidir. Paulo trabalhava na estrada, o rosto grisalho endurecido enquanto dirigia, o ódio pela ex-mulher e pela filha mais nova queimando no peito, a impotência dele agora um segredo que Larissa carregava como um peso. Ela ficava sozinha, o vestido justo jogado no canto enquanto limpava a casa, a pensão do Sérgio — uns poucos reais por mês — sendo o único dinheiro que entrava, o luxo do Valdir perdido, a vida dela reduzida a uma rotina vazia com o pai que mal falava com ela.Sérgio, Rose e Amanda viviam no apartamento, o pau de 27 centímetros unindo os três num pacto de prazer e sobrevivência, o tesouro que Larissa rejeitou agora o trono de uma nova família torta. Larissa olhava pro teto à noite, o ventilador zumbindo enquanto chorava baixo, o peso da vingança dela virando um vazio que ninguém preenchia, a pensão pingando na conta enquanto Paulo roncava no quarto ao lado, o fim de tudo selado na chuva que nunca parava de cair.