Aquele desgraçado não havia mentido, a porra do banheiro era realmente escondida.
Rodei um pouco pelo hotel a esmo até que ouvi um grito. Meu coração disparou na hora, as pernas correndo sozinhas pro som da voz da minha esposa.
O banheiro era uma casinha separada no fundo do barzinho, pintada de branco, com uma porta simples e uma janelinha alta, quase no teto, pra ventilação. Eu me aproximei devagar, o sangue pulsando nas orelhas, e ouvi ela de novo, a voz alta mas abafada: "Sai pra lá com essa coisa!"
Diferente das minhas outras aventuras vouyers, daquela vez foi um sacríficio para conseguir ver o que estava acontecendo. Para chegar na janelinha de ventilação, tive que subir num tanque de concreto, o corpo tremendo, com medo de quebrar a porra toda e cair feito um idiota. Tive que me pendurar na borda, os braços doendo, até finalmente conseguir me erguer o suficiente pra espiar pela janela embaçada.
Como sempre, Murilo ria. Só que dessa vez, sua sunga estava baixada até os joelhos, o pauzão dele duro, veias saltadas, a cabeça brilhando. Carol encostada na parede oposta, os olhos verdes arregalados, o rosto vermelho de raivar.
"Essa coisa? Assim você me ofende", ele disse, a voz grave ecoando, a mão já subindo e descendo devagar no pau.
"Você é louco, cara?"
"Acho que somos dois loucos, não? Eu vi o jeito que você tava babando pelo meu pau na piscina."
"Você tá delirando! Estou com meu marido aqui — você consegue respeitar isso?"
Murilo não parou de se masturbar, os olhos cravados nela como se ela fosse uma presa. "Lógico que eu respeitaria... se acreditasse que aquele anão careca satisfaz as necessidades de uma mulher como você."
Carol avançou rápido, erguendo a mão para dar um tapa no rosto dele novamnete. Murilo foi mais rápido: pegou o pulso dela no ar, puxou com força para um beijo forçado, enquanto empurrou a mão dela para seu pau.
Dessa vez, o beijo não foi rápido como na cozinha. Ele invadia minha esposa com sua língua enquanto guiava a mão dela para cima e para baixo no seu pau. Vi os dedos dela apertarem de leve, testando o tamanho e a grossura — como se quisesse confirmar se aquele membro gigantesco era real. O pau pulsou na palma dela, e ela deixou escapar um gemido baixo, antes de empurrá-lo com força para trás.
"Chega disso. Você tá obcecado por mim.", minha esposa gritou, enquanto limpava a boca com as costas da mão, os mamilos já estourando dentro do biquíni.
"Pode ser que eu esteja obcecado mesmo, Carolzinha. Quero ver essa carinha de santa se desfazendo enquanto mama meu pau. Quero te ver engasgando, babando, pedindo mais."
"O que eu faço pra você me deixar em paz de uma vez? Me diz logo, Murilo. Quero voltar pro meu marido e esquecer que você existe.", minha esposa retrucou, cruzando os braços, tentando manter a pose de indiguinada, mas com voz bem baixa, quase resignada.
"Essas unhas... você fez antes de viajar, né?", disse, pegando a mão dela e passando os dedos de leve pelas unhas verdes da minha esposa. Carol ficou confusa com a pergunta e, após um silêncio constrangedor, apenas balançou a cabeça afirmativamente.
"Tô imaginando há dias essa mãozinha branquinha em volta do meu pau. Subindo, descendo, apertando forte...", continuou, revelando sua verdadeira intenção.
Carol permaneceu parada, olhando para o chão como se calculasse a oferta. Eu vi o peito dela subindo e descendo, desesperada, ou excitada. Segundos se passaram, quase eternos para mim que estava ali pendurado, os braços queimando, esperando uma decisão. Ela virou o rosto para o lado, evitando olhar para o pau dele, que balançava pesado na sua mão.
"Tá bom", murmurou ela, a voz rouca, quase inaudível. "Só isso heim? Depois some da minha vida."
"Quase acredito nessa sua rebeldia", Murilo disse com uma voz debochada, os olhos brilhando com sua vitória.
A mão dela o envolveu devagar, os dedos branquinhos contrastando com a pele morena dele, apertando a base antes de ir até a cabeça. Murilo gemeu baixo, os quadris avançando de leve, os olhos cravados nela enquanto ela o masturbava — um movimento firme, mas mecânico —, virando o rosto para o lado como se não quisesse ver o que fazia.
A respiração de Murilo era intensa, claramente adorando toda aquela situação que provocou. Sua mão gigante cobria a da minha esposa, forçando os dedos a apertarem mais, guiando o movimento para ficar mais rápido, mais firme — os quadris fodendo a mãozinha dela como se fosse uma buceta. "Isso, Carolzinha... assim... porra, que mão gostosa..."
Carol fechou os olhos, como se pudesse fingir que não era ela ali — mas o corpo lhe traía: mamilos duros marcando o biquíni, coxas se apertando uma na outra, a mordida do lábio inferior. Os gemidos dele aumentavam, o pau inchando ainda mais entre os dedos dela, a cabeça vermelha escorrendo pré-gozo que lambuzava as unhas da minha esposa.
Contraindo os músculos da barriga, ele gozou descontrolado, os jatos brancos saindo fortes, acertando primeiro o ventre dela, depois escorrendo pelas coxas branquinhas e pingando no chão enquanto ele gritava, os quadris tremendo, segurando a mão dela para que ela continuasse o movimento até sair a última gota.
Carol ficou imóvel, ofegante, olhando para o esperma escorrendo pela pele como se ainda não acreditasse no que acabará de acontecer, a mão ainda presa no pau que amolecia devagar. Só saiu do transe quando Murilo disse: "Porra, Carolzinha... valeu cada segundo. Mas isso foi só o aperitivo."
Ela lavou a mão na pia rapidamente, o rosto vermelho de raiva e vergonha, pegando papel para tirar o gozo das coxas com movimentos bruscos. "Essa foi a última vez. Não quero te ver nunca mais."
"Tá bom, tá bom... mas antes, me passa o celular um segundo.", respondeu sem se abalar.
Carol hesitou, os olhos cheios de ódio, mas pegou o telefone da bolsa com a mão ainda trêmula, desbloqueou e estendeu para ele sem uma palavra, como se quisesse encerrar aquilo o quanto antes. Murilo digitou rápido, salvando o número nos contatos dela, segurando por um tempo a mão da minha esposa.
"Anotei o meu. Não é número falso dessa vez, Carolzinha. Quando cansar de fingir que tá satisfeita e quiser um pau de verdade, é só chamar. Eu atendo na hora, dia ou noite."
Ela arrancou o celular da mão dele. "Vai se foder, Murilo. Some da minha vida."
Ele riu grave, abrindo a porta do banheiro com calma, a luz do corredor invadindo o espaço apertado. "Vamos ver quanto tempo essa rebeldia dura. Até mais, Carolzinha."
Minha esposa ainda ficou ali parada por algum tempo, olhando para o espelho embaçado, limpando o resto do gozo das coxas com mais papel. As mãos tremiam, o papel amassando entre os dedos enquanto esfregava a pele branquinha, como se quisesse apagar não só o esperma, mas toda a cena.
Achei que sairia logo, até porque, ela achava que eu estava esperando ela voltar para piscina. Mas não, jogou o papel no lixo e ficou, encostada na pia, sua mão descendo devagar, até estar dentro do biquíni. As coxas se abrindo enquanto começou a se tocar — rápido, frenético, os quadris rebolando contra a própria mão. Ouvi os gemidos baixinhos e abafados dela, o som molhado dos dedos trabalhando sua buceta, o corpo todo tremendo enquanto se masturbava ali, sozinha no banheiro, logo depois de ter punhetado aquele filho da puta.
Acelerou mais, a cabeça caindo para trás, os cabelos ruivos balançando, até travar de repente — pernas tremendo forte, um gemido mais alto escapando antes de morder o lábio para abafar. Respirou fundo, olhou para o espelho uma última vez e abriu a porta, saindo com passos firmes de volta para a piscina. Desci do tanque às pressas, pernas moles, coração explodindo no peito, e voltei correndo para a espreguiçadeira, fingindo estar ali o tempo todo, o pau ainda duro traindo tudo na bermuda.
Quando minha esposa chegou minutos depois, a canga enrolada mais apertada na cintura, o rosto se recompondo devagar com um sorriso forçado, os cabelos ruivos ainda um pouco bagunçados como se tivesse apenas se refrescado, levantei os olhos do celular e perguntei baixinho: "Demorou, hein? Tá tudo bem?"
Ela sentou ao meu lado, pegando o copo vazio, as coxas ainda brilhando do suor. "Tá sim, amor... só a ressaca batendo de novo. Mas o Murilo disse que o upgrade do quarto já está resolvido. Vamos subir daqui a pouco?"
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