Amigo Pauzudo de Namorado meu, pra mim, é Homem! Capítulo 4

Um conto erótico de Drjack66
Categoria: Heterossexual
Contém 2454 palavras
Data: 15/03/2026 21:47:28

A ressaca moral chegou antes da ressaca de cerveja.

Ana acordou no dia seguinte com o corpo dolorido, a cabeça pesada e a memória funcionando em câmera lenta. Cada imagem voltava com um detalhe cruel: a mão dela no pau dele, a boca dela lambendo as bolas, a ponta entrando, a voz de André chamando.

A ponta entrou. Por um segundo, a ponta entrou.

Ela ficou olhando para o teto, o coração batendo acelerado. André dormia ao lado, respirando calmamente, alheio a tudo. O braço dele estava esticado na direção dela, como sempre.

Ela queria chorar. Queria gritar. Queria sumir.

A gente quase transou. A gente ia transar.

No outro lado da cidade, Jonas acordou com o mesmo peso no peito. Ficou sentado na cama por um longo tempo, a cabeça entre as mãos. A imagem dela nua, montada nele, a buceta roçando no pau dele, a ponta entrando...

— Porra — ele sussurrou sozinho.

Ele tentou se levantar, mas o corpo não obedecia. A culpa era pesada demais. Física.

*O que a gente tá fazendo?*

---

A primeira mensagem veio dele no final da manhã.

"Precisamos conversar."

Ela leu e demorou a responder. Os dedos tremiam sobre o teclado.

"Sobre o quê?"

"Você sabe. Isso tá ficando repetitivo já. Estamos rodando em círculo, não conseguimos nos controlar Ana."

Ela respirou fundo.

"Não foi nada."

"Foi. A gente quase fez."

"Quase não é feito."

"E essa é a desculpa que você vai usar?"

Ela não respondeu.

Ele mandou outra.

"Ana, a gente quase transou. Se ele não tivesse chamado, a gente teria transado."

Ela fechou os olhos.

"Eu sei."

"E agora?"

"O que você quer que eu faça?"

"Quero que você pare de agir como se não fosse nada."

Ela sentiu a raiva subir.

"Não tô agindo como se não fosse nada. Tô tentando sobreviver a isso."

"E eu não tô?"

O silêncio entre as mensagens era pesado.

"Jonas, o que a gente faz?"

"Não sei."

"A gente não pode mais se ver."

"A gente não pode se afastar. Ele vai desconfiar."

"Então a gente vai ficar nesse inferno pra sempre?"

"Não sei."

Ela jogou o celular de lado. Ficou olhando para o teto.

O celular vibrou de novo.

"A gente não se controla, Ana. Toda vez que a gente fica perto, acontece."

"Eu sei."

"E o pior é que eu não quero que pare."

Ela leu a mensagem várias vezes.

"Eu também não."

O silêncio voltou.

Depois de alguns minutos, ele mandou outra.

"A gente precisa de um limite."

"Que limite?"

"Alguma coisa que a gente não ultrapasse."

"Como o quê?"

"Não sei. Talvez... não ficar sozinho."

"A gente já tentou isso."

"Tentamos, mas não conseguimos."

"Então?"

"Então... não sei."

Ela suspirou.

"Você tá tão perdido quanto eu."

"Tô."

"E agora?"

"Vamos continuar fingindo?"

"Tem outra opção?"

"A outra opção é você terminar."

Ela demorou a responder.

"Não, isso acabaria com nossa amizade, nunca mais André iria perdoar a gente e eu o amo, você é um pecado que tenho que carregar" - disse Ana com uma dor no peito.

"Então a gente finge." - Jonas respondeu com uma sensação de vazio e tristeza.

Ela não respondeu.

Ficaram em silêncio por um longo tempo.

Mais tarde, ele mandou outra.

"Ana?"

"Fala."

"O que você sentiu ontem? Quando a ponta entrou?"

Ela fechou os olhos. Lembrou da sensação. O calor. A pressão. O medo. O tesão.

"Medo. Tesão. Vontade."

"Eu também."

"E isso é o pior."

"É."

"Jonas?"

"Fala."

"A gente não pode mais deixar isso acontecer."

"Eu sei."

"Promete?"

Ele demorou a responder.

"Prometo."

"Jura?"

"Juro."

Ela desligou o celular e ficou olhando para o teto.

*A gente não vai conseguir.*

Jonas ficou ali, sentado na cama, por um longo tempo depois que a conversa terminou. O celular apagado na mão. O quarto escuro. A cabeça a mil.

Ele pensou em André. No amigo de infância. Nas horas de jogo, nas risadas, nas conversas sem sentido. Pensou na confiança. Na amizade de vinte anos.

*André não merece isso, ele merece cum amigo melhor que eu, merece uma namorada melhora*

Ele repetiu a frase para si mesmo, como se quisesse que ela fizesse sentido.

Pensou em Ana. No corpo dela. Na bunda perfeita. No jeito que ela o olhava. No som que ela fazia quando gozava.

Pensou no que quase aconteceu no quartinho. Na ponta do pau dele entrando nela. No que teria acontecido se André não tivesse chamado.

*A gente ia transar. A gente ia destruir tudo.*

Ele levantou, andou até a janela. Olhou para a rua vazia. Para os postes acesos. Para o nada.

E então, no meio da confusão, uma ideia começou a se formar.

Ele franziu a testa. Pensou mais. Considerou os prós e contras. Achou loucura. Depois achou que talvez... talvez pudesse funcionar.

*Não. É loucura.*

Mas a ideia não ia embora. Ficava lá, martelando.

Vou pensar mais amanhã.

Mas já sabia que não ia conseguir pensar em outra coisa.

---

Os dias seguintes foram estranhos.

Jonas parou de mandar mensagem.

No começo, Ana estranhou. Depois, sentiu alívio. Depois, uma angústia diferente.

*Ele desistiu? Ele conseguiu se controlar?*

André notou a ausência.

— O Jonas sumiu, né? Vou ligar pra ele.

— Deixa — ela disse, rápido demais. — Ele deve estar ocupado.

André aceitou. Como sempre.

Mas Ana não aceitava. A cabeça não parava.

No terceiro dia, ela quase mandou mensagem. Parou na metade. Apagou.

No quarto dia, Jonas reapareceu no grupo. Mandou uma piada, respondeu André, normal. Mas não falou com ela. Não mandou nada no privado.

Ela ficou confusa. Aliviada. Com raiva. Com saudade.

*O que ele tá pensando? O que ele tá fazendo?*

Na noite do quinto dia, o celular vibrou.

Jonas.

"Preciso falar com você e com o André. Hoje à noite. Posso ir aí?"

Ela leu e sentiu o coração disparar.

"Por quê?"

"Depois explico. Posso?"

Ela hesitou.

"Pode."

Ele não respondeu mais.

Ela passou o resto da tarde angustiada. *O que ele vai dizer? O que ele vai fazer?*

André chegou do trabalho, alheio.

— O Jonas vem hoje — ela disse, tentando parecer natural.

— Boa! Faz tempo que a gente não junta os três. Vou comprar cerveja.

Ela sorriu, um sorriso falso.

A noite chegou. A campainha tocou.

André foi abrir.

— Chegou o atrasado! — ele disse, rindo.

Mas quando a porta abriu, Ana viu. Não era só Jonas.

Ao lado dele, uma mulher.

Loira. Cabelos curtos na altura do ombro, ligeiramente bagunçados. Usava óculos de grau, finos, que davam um ar inteligente ao rosto. Os olhos claros, a pele clara, os lábios cheios. Vestia uma blusa branca que marcava os peitos – grandes, fartos, chamando atenção. A calça jeans simples descia até as canelas, revelando tênis branco. O corpo era bonito, esguio, mas a bunda... a bunda era comum. Gostosa, sim, mas comum. Nada comparada à de Ana.

Ela era linda. Um estilo completamente diferente. Ninfeta. Inteligente. Meiga.

— Surpresa — Jonas disse, com um sorriso que parecia genuíno.

André arregalou os olhos.

— Eae mano, Jonas! Quem é essa?

Jonas passou o braço por cima do ombro da moça.

— Gente, essa é a Maria. Minha namorada.

O silêncio caiu na sala.

Ana sentiu o chão tremer.

— Namorada? — André repetiu, incrédulo. — Você? Namorando?

— Pois é. Até eu me surpreendi.

Maria sorriu, tímida.

— Oi, gente. O Jonas fala muito de vocês.

André a puxou para um abraço.

— Nossa, que maravilha! Entra, entra!

Ana ficou paralisada. Seus olhos percorreram Maria da cabeça aos pés. Os peitos grandes. O rosto bonito. Os óculos que davam um ar inocente. A bunda comum, mas o corpo bonito.

*Ela é linda. Perfeitinha. Muito linda.*

O pensamento veio como um soco no estômago.

Jonas olhou para ela por um segundo. Apenas um segundo. Nos olhos dele, ela viu tudo. Uma mensagem. Um aviso. Talvez um pedido de desculpas.

Ela forçou um sorriso.

— Oi, Maria. Prazer.

— Prazer, Ana. Nossa, o Jonas não mentiu. Você é linda mesmo.

Ana sentiu o elogio como uma faca.

— Que isso... — ela desconversou.

Entraram. Sentaram na sala. André, eufórico, foi buscar cerveja.

Ficaram os três por um segundo.

Ana olhou para Jonas. Ele desviou.

Maria olhava para os dois, sem perceber nada.

— O Jonas me falou que vocês são amigos há muito tempo — ela disse.

— É... desde sempre — Ana respondeu.

— Que legal. Ele é muito fechado pra falar dessas coisas, mas quando fala de vocês, os olhos brilham.

Ana sentiu o peito apertar.

— É recíproco — ela disse, e percebeu que estava olhando para Jonas quando falou.

Jonas continuava sem olhar para ela.

André voltou com as cervejas.

— Vamos comemorar! Finalmente o Jonas resolveu ser gente!

Riram. Brindaram.

Ana bebeu. Olhou para Maria. Para Jonas. Para André.

Ele arrumou uma namorada. Ele tentou resolver.

Mas o olhar dele, aquele olhar rápido, ainda queimava.

— Vamos jogar alguma coisa? — Maria sugeriu, animada. — Adoro jogos de grupo.

— Boa! — André adorou a ideia. — Verdade ou desafio?

— Clássico — Maria riu. — Adoro. Mas vou avisando, não tenho vergonha de nada.

— Gosto disso — André provocou. — Já vi que você vai ser a melhor jogadora.

— Torça pro seu time, amigo — ela rebateu, rindo.

Ana observava a troca. Natural. Fácil. Ela é muito gente boa.

O jogo começou leve. Maria era divertida, solta, sem frescura. Fazia piadas, respondia verdades com honestidade, cumpria desafios sem hesitar.

— Verdade, Maria — André começou. — Qual foi a maior loucura que você já fez por amor?

Maria pensou, os óculos escorregando no nariz. Ajustou com um gesto casual.

— Mudei de cidade por um cara. Peguei minhas coisas, entrei num ônibus e fui. Fiquei três meses lá, descobri que ele não era tudo aquilo, mas não me arrependo. A experiência valeu.

— Coragem — André admirou. — Eu não sei se teria essa coragem.

— Você tem cara de quem já fez umas loucuras também — Maria provocou.

— Algumas — ele riu, misterioso. — Mas conto só se for verdade.

— Tô anotando aqui — ela brincou.

Ana riu junto, mas algo naquela conversa a fez olhar para Jonas. Ele estava observando André e Maria com uma expressão que ela não soube decifrar. Alívio? Aprovação? Ele parece feliz com ela.

— Ana? — Maria chamou. — Tava voando, amiga. Verdade ou desafio?

— Desafio — Ana respondeu rápido, sem pensar.

— Boa! — Maria bateu palmas. — Desafio: mostra a foto mais engraçada que você tem no celular.

Ana riu, relaxando. Pegou o celular, procurou uma foto antiga de André dormindo no sofá com a boca aberta.

— Olha isso.

Todos riram.

— Clássico — Jonas comentou.

— Você tava lá quando tirei essa — Ana lembrou, olhando para ele.

— Tava. E você quase morreu de rir.

— E você quase acordou ele de propósito.

— Porque ia ser mais engraçado.

Maria observava os dois, um sorriso curioso no rosto.

— Vocês têm muita história junta, né?

— Muitas — Jonas respondeu, desviando o olhar.

— É bom isso — Maria disse. — Amizade de verdade é raro.

Amizade. A palavra ecoou na cabeça de Ana como um alerta.

Ana percebeu que André e Maria estavam sentados lado a lado, naturalmente inclinados um para o outro na conversa. Não tinha nada de errado, nada de mais. Só... afinidade.

Mais tarde, na cozinha, enquanto pegava mais gelo, Ana ouviu risos da sala. Espiou sem querer. Maria contava alguma coisa animadamente, gesticulando, e André ria, completamente à vontade. Jonas observava os dois, um copo na mão, relaxado no sofá.

Pela primeira vez, ele parece aliviado. Ele tá feliz com ela.

Ana voltou para a sala com o gelo.

— Perdemos a jogadora — Maria brincou. — Tava na hora de uma trégua?

— Tava reabastecendo — Ana mostrou o pote de gelo.

— Guerreira — Maria aprovou.

A noite avançou. As conversas foram ficando mais soltas, as risadas mais fáceis. Maria contou sobre o trabalho, sobre uma viagem que queria fazer. André descobriu que ela também gostava de fotografia, e os dois passaram um tempão falando sobre ângulos, luz, equipamento.

— Você usa Nikon ou Canon? — Maria perguntou.

— Canon. Mas tô querendo migrar pra Sony, o pessoal fala bem.

— Faça isso não — ela disse, séria. — A Canon tem uma temperatura de cor que a Sony não entrega. Já comparei.

— Sério? Vou pesquisar.

— Pesquisa. Depois me conta o que achou.

Ana serviu mais cerveja. Jonas aceitou com um sorriso.

— Tudo bem? — ele perguntou, baixo.

— Tudo. E você?

Ele olhou para Maria, que ria de algo que André dissera.

— Tô bem. Acho que... acho que isso era o que a gente precisava.

Ana seguiu o olhar dele. Maria e André agora falavam sobre shows, bandas, festivais. Descobriram que tinham ido ao mesmo festival em anos diferentes, e estavam comparando experiências.

— O line-up daquele ano foi imbatível — Maria dizia.

— Imbatível mesmo. Pena que choveu.

— Choveu? Eu fui no ano seguinte, sol escaldante. Voltei parecendo um camarão.

— Camarão de óculos? — André provocou.

— Exatamente — ela riu, apontando para os óculos. — Com a marca do sol no rosto.

— Clássico.

Ana observava. A química era natural, quase inevitável. Ela é tão gente boa. *Por que isso me incomoda tanto?*

— Voltamos ao jogo? — Maria perguntou.

— Volta aí, desistente — André provocou.

— Desistente nada, só tava hidratando.

— Essa é boa — Jonas entrou na brincadeira. — Vou usar essa desculpa.

— Pode usar. É royalty-free.

Ana riu. O riso saiu mais leve do que esperava.

O jogo continuou até tarde. Verdades e desafios cada vez mais bobos, mais soltos. Maria era boa nisso, sabia manter o clima leve, sabia fazer todos rirem.

Quando a noite terminou, os abraços na porta foram sinceros.

— Adorei vocês — Maria disse. — Já vi que vou me dar bem com essa turma.

— A gente também te adorou — André respondeu.

Ana abraçou Maria. Sentiu o cheiro doce, o abraço apertado, a simpatia genuína.

Por que ela tem que ser tão gente boa?

— Seja bem-vinda — Ana conseguiu dizer.

— Obrigada. Cuida bem desse povo.

— Cuido.

Jonas e Maria desceram as escadas. Ana e André ficaram na porta, ouvindo os passos se afastando.

— Gostei dela — André disse.

— Eu também.

— Tomara que dê certo.

— Tomara.

Ele a abraçou por trás.

— Vamos dormir?

— Vamos.

Na cama, André dormiu rápido, como sempre. Ana ficou olhando para o teto.

*Ela vai provar o pau de Jonas inteiro.*

O pensamento veio, e dessa vez doeu.

*Por que ele trouxe ela? Pra me mostrar que seguiu em frente? Pra criar uma barreira entre a gente?*

Ela revirou na cama.

*Ela é perfeitinha. Linda. Inteligente. Gente boa. E parece que já faz parte do grupo.*

O ciúmes crescia, irracional, incontrolável.

*Ela vai dormir com ele. Vai ver aquele pau enorme. Vai sentir.*

Ana fechou os olhos com força.

*O que eu tô sentindo? Eu não posso sentir isso. Eu tenho o André. Eu amo o André.*

Mas o corpo não ouvia. A mente não calava.

*Jonas. Por que você fez isso?*

Ela virou para o lado, abraçou o travesseiro.

*Por que ela tem que ser tão perfeitinha?*

NOTA DO AUTOR:

QUEM QUISER DAR UMA CONVERSADA E/OU VER FOTOS DOS PERSONAGENS NAS SITUAÇÕES DOS CONTOS, MINHAS REDES ABAIXO.

INSTA: @DR.JAKYLL6

LARANJINHA GRATUITO: DRJAKYLL6

LARANJINHA VIP: DRJACK66

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 12 estrelas.
Incentive Dr.Jakyll6 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Interessante a introdução de Maria. Curiosa também como a relação dela com o corno fluiu naturalmente. Isso abre um leque de várias teorias.

1. Jonas escolheu a dedo alguém que tivesse muitos interesses em comum com o corno. Ele a conquistou mostrando apenas seu pau de 30 cm. Assim, Jonas torceria para o corno se apaixonar por Maria (a novidade) e Ana ficaria livre para ele, como duplo amantes. Esse parece ser o cenário mais plausível na minha ótica e o que menos quero que aconteça, justamente por ser óbvio demais.

2. Maria é um antigo (ou atual) esquema da vida do corno. Jonas já tinha combinado isso com o amigo, sem Ana saber. Levar Maria serviu como forma de introduzí-la no meio da amizade deles. Além disso, não é estranho que André não demonstre tanto tesão assim pela rabuda da Ana? Vai ver o motivo é Maria.

3. Ou então, num cenário mais parecido com o item 1, Maria é uma GP. Contratada especialmente por Jonas para seduzir André, para André se tornar um adúltero também. E assim, Ana descobrir e querer se separar de André, ficando livre para Jonas. Esse é o cenário mais cruel. E deixaria a história muito mais densa e profunda.

Aconteça o que acontecer, André não merece um amigo como Jonas. Torço muito para que André se vingue desse talarico FDP. Seria de lavar a alma.

0 0
Foto de perfil genérica

Reli o texto. Jonas sugeriu Ana se separar de André e ela relutou com veemência. Sinceramente, acho que o item 3 é o mais plausível agora.

0 0
Foto de perfil genérica

Concordo com o 3 TB!!!

Mas tudo pode ruir qd a traidora sentir que o namorado corno não está seguro. Assim, o jogo virara contra o Jonas...e eu torço p isso.

0 0
Foto de perfil genérica

E tem o fator empatia e humanidade da GP!! P ela abrir o jogo após se apaixonar é bem fácil...

0 0