Quando cheguei na porta da casa de Isabela, ganhei um beijo na bocheca (tocou de leve a minha boca). Ela me abraçou e desceu do carro. Abaixei o vidro e disse que iria ver um dia bom pra ela ir na minha casa e ela disse OK. Isabela então entrou em sua casa. Durante o pequeno trajeto, fiquei vidrado em sua bunda e comecei a imaginar (novamente) mil coisas.
Cheguei em casa galudão (de pica dura), devolvi a chave do carro do meu pai e parti pro quarto.
Nesse dia eu nem jantei porque já havia comido hambúrguer no shopping.
A imagem de Isabela permanecia muito viva na minha mente. Então, tranquei a porta do quarto, fiquei peladão e toquei uma bem gostosa imaginando a buceta e o cuzinho dela. Gozei muito. Banhei. E depois dormi como uma pedra... (a punheta é mesmo um santo remédio).
No outro dia, acordei e taquei outra bronha imaginando uma trepada com Isabela.
O dia foi normal. Falei com Isabela que, no dia seguinte, se ela quisesse, poderíamos assistir um filme na minha casa. DESTAQUEI que estaria sozinho e que, caso ela quisessez poderíamos assistir no meu quarto. Ela concordou.
Dia passou.
No dia do combinado, tudo estava muito tranquilo... menos eu. Meu coração estava muito acelerado. Estava muito nervoso.
Confirmei com minha mãe se ela iria sair. Ela disse que sim. Então entrei em contato com Isabela e perguntei se o "cinema" em casa ainda estava de pé.
Isabela disse que, diria pros seus pais que teria uma roda de oração na casa de uma amiga. Essa seria a desculpa.
Até perguntei quanto tempo demorava essa oração... porque o filme que eu queria ver tinha 2h20 de duração. Ela disse que estava tranquilo, porque era comum ela ficar mais na oração por conta do lanche que faziam.
ÓTIMO. TUDO ESTAVA PLANEJADO.
Quando deu umas 18h20, meu pai saiu para ir ao trabalho e minha mãe aproveitou a carona para ir pra missa.
Combinei com Isabela pra chegar até umas 20h30. Ela disse ok.
Tomei banho. Deixei minha pica limpinha. Escovei bem os dentes. Coloquei um short de futebol do Flamengo, uma camisa e aguardei Isabela chegar. Não usei cueca.
Nervosismo batendo muito alto.
Isabela chegou. Meu coração acelerou.
Fui ao portão e Isabela entrou. Fechei o portão. Abracei Isabela e demos um beijo na bocheca.
ELA ESTAVA UMA DELÍCIA. Como sempre.
Estava com um vestido que marcava ainda mais aquele rabo. O cabelo solto. E sem maquiagem... era uma beleza natural.
Isabela entrou na minha casa (e eu reparando naquela bunda gostosa).
Assim que entrou, Isabela elogiou a decoração da minha casa e partiu para a sala. Assim que Isabela sentou, perguntei se ela queria algo para comer e beber. Ela disse que queria apenas água, no momento. Peguei um copo com água e a entreguei.
Ficamos um tempo conversando sobre o nosso dia. Depois, perguntei se ela queria ir pro quarto pra gente assistir.
Isabela logo confirmou. Mas lembrei da pipoca. Perguntei se ela queria aquelas de micro-ondas ou a do saco (pra fazer no fogo convencional). Ela disse que queria a de micro-ondas por ser mais rápida.
Então "fiz" a pipoca e partimos para o meu quarto.
Em frente a minha cama, há um sofá. Isabela entrou... ficou reparando no quarto e sentou. Liguei a TV. Coloquei em um serviço de streaming e mostrei os filmes disponíveis.
Deixei Isabela escolher o filme.... apesar de ter indicado um.
Isabela então escolheu um filme que durava quase 3 horas.
Questionei se não ficaria muito tarde pra ela voltar pra casa... e ela simplesmente disse que hoje se permitiria ficar até mais tarde na rua.
Iniciamos o filme. Isabela comia a pipoca.. e eu dava uma olhada de lado para aquele corpo (e me imaginei, por vários momentos, comendo ela).
Em determinado momento, Isabela pausou o filme e perguntou onde ficava o banheiro.
Logo apontei pra porta do meu quarto... onde havia um banheiro.
- Nossa... até banheiro privado você tem. O meu eu tenho que dividir com minha irmã.
- É. É bem vantajoso. Banho na hora que eu quero... saio sem preocupação de ser visto as vezes pelado do banho... hahaha. (dei uma risada pra dar uma amenisada na minha fala).
- Imagino que você faça muitas outras coisas quando está sozinho nesse quarto, hein? Estou vendo camisinha na cômoda e até lubrificante. Costuma trazer muitas meninas aqui?
- Claro que não. Quem dera. Infelizmente sou fraco pra isso. Não tenho carisma... e tenho medo da rejeição... hahahha
- Imagino.... e tem todos esses produtos aqui pra que?
- Prevenção, né? Vai que um dia role alguma coisa aqui.
- Vou fingir que acredito.
Isabela terminou de falar e entrou no banheiro.
Aproveitei o tempo que Isabela entrou no banheiro, botei meu pau pra fora pelo lado do short e alisei minha pica. Quando ouvi o barulho da porta se abrindo, escondi meu pau e foquei na TV.
- Vamos continuar o filme.
- Ok.
Isabela voltou a focar no filme... e eu focado nela. Dava umas olhadas... tentava imaginar ela sem aquele vestido.
Até que, em um momento de distração, foquei em seus peitos e passei a mão na minha pica por cima do short.
- Nossa, seu safado. Podia ao menos tentar disfarçar.
Quando Isabela disse isso, senti que eu ia morrer de nervosismo.
Tentei inventar uma desculpa, mas falhei. Gaguejei muito e pedi desculpas.
Isabela então deu um sorriso bem alto e falou:
- Tranquilo. Mas foi bom te pegar no pulo assim. Sabia que você tinha outra intenção comigo.
Quando Isabela disse isso, eu, já sem muita opção para tentar desmentir, disse logo a verdade:
- Porra... pensei que tivesse conseguido disfarçar. Te acho uma delícia. Já imaginei tanta coisa contigo. Te acho muito gostosa.
Continuei:
- Naquele dia no cinema fiquei doidinho pra te beijar. Você não sabe o quão animado cheguei em casa.
- Como assim animado?
- É um tema complicado pra falar... É algo que nós homens temos. Acho que você não quer detalhes.
- E como eu vou saber o que você quer fazer comigo? Ainda não leio mentes.
Quando Isabela disse isso, meu boneco despertou de vez e começou um volume no meu short. Dei uma apertada na minha jeba por cima do short e falei:
- Olha aí... é só eu ficar te olhando por algum tempo que dá sinal. Viu? Estou animado novamente.
Mal terminei de falar isso e Isabela pôs a mão por cima do meu short e deu uma alisada no meu pau.
- Nossa.... tá bem animado mesmo, hein? Tô sentindo ela pulsando.
Entendi isso como um convite.
Cheguei mais perto de Isabela e taquei um beijo em sua boca. Enquanto nos beijávamos, Isabela continuou alisando minha pica por cima do short. Minha rola estava cada vez mais dura.
O beijo foi muito gostoso. Beijava o pescoço de Isabela, chupava aquela língua gostosa e passava a minha mão em sua coxa subindo e descendo.
Em certo ponto, para dar mais tesão, pedi pra Isabela sentar em meu colo.
Ela sentou... e o beijo continuou. Comecei a subir minha mão e cheguei em seu rabo. Dei um tapinha de leve e falei:
- Quero tanto socar nesse rabo. Já gozei tanto imaginando você gemendo no meu pau.
Isabela deu um gemidinho e disse:
- Podemos tentar, mas você tem que ter paciência. Meu buraquinho é fechadinho. Nunca entrou pau nenhum lá.
Quando Isabela disse isso, meu tesão aumentou bem mais. Minha pica, que já estava muito dura, começou a ficar molhada.
Aproveitando que Isabela estava no meu colo, abaixei as alças do vestido que ela usava até deixar os peitos dela pra fora.
Ela estava com um sutiã bege... mas eu queria o que estava por baixo. Então logo abri a "fechadura" (não sei o nome) do sutiã e vi os seus peitos. Coisa mais linda do mundo.
Não era grandão... mas o bico era rosinha e os peitos cabiam confortavelmente em minhas mãos.
Comecei a passar minha mão naqueles peitos e olhava fixamente pros olhos de Isabela, que demonstrava muito tesão.
Abaixei minha cabeça e comecei a chupar aqueles peitos. Delicia demais.
Isabela gemia baixinho e falava que aquilo era muito bom.
Ficamos nisso por um tempo e enquanto isso, Isabela, sentada no meu colo, sarrava aquela bunda no meu pau.
Depois de um tempo, pedi pra Isabela ficar de 4 no sofá. Ela disse que estava envergonhada, mas logo ficou.
Assim que Isabela ficou de quatro, tratei logo de tirar por completo aquele vestido.
Deixei Isa só de calcinha... e dava pra ver que a bucetinha estava bem molhada.
Fui dando beijos em seu corpo, até chegar no rabo.
Estava tão galudo, com tanto tesão, que botei sua calcinha de lado e vi uma das coisas mais lindas desse universo: o cuzinho fechadinho de Isabela. Mas não parava por aí, quando desci um pouco mais com minha cabeça, pude apreciar aquela bucetinha. Era rosinha, lábios pequenos e aparentava ser bem apertada.
Com o tesão que estava, tirei meu short por completo, comecei a tocar uma e caí de boca na buceta de Isabela.
Ela gemia como uma putinha. Se era ela quem gemia de tesão, era eu quem estava no céu.
Chupava sem pressa alguma. Abria um pouco sua buceta e metia minha língua com toda vontade do mundo naquela xoxota. Isabela se contorcia de tesão.
O gosto daquela buceta é algo que eu nunca vou esquecer.
Aproveitando o momento de tesão, comecei a passar minha lingua em volta do buraquinho de Isabela. Eu precisava provar aquele cu também. Então, como algo inédito, pois nunca tinha feito, meti minha lingua em seu cuzinho.
Pensei que Isabela iria recuar... mas tive o resultado contrário. Isabela abriu mais suas pernas e eu pude me deliciar naquele cu por mais tempo.
Quando percebi que Isabela estava muito molhada, pedi pra ela ficar em pé.
Quando Isabela se levantou, trocamos vários beijos, enquanto Isa me punhetava gostoso.
- Nossa, que pauzão gostoso. Cabeçona grande. Vou ter dificuldades. Mas quero tentar.
Como minha pica estava em ponto de bala, pedi pra Isabela se ajoelhar.
Isabela se ajoelhou e já demonstrava saber o que fazer.
Foi colocando meu pau aos poucos em sua boca... enquanto eu gemia de tesão.
Teve um pouco de dificuldade. E não porque minha pica fosse grande... e sim porque sua boca era bem pequena.
Depois de um tempo, Isabela já conseguia engolir minha vara toda. Segurei em sua cabeça e comecei a foder aquela boca, imaginando que logo seria vez de botar em sua buceta.
Ficamos nisso por um tempo. Minha pica cada vez mais molhada. Batia meu pau na cara de Isabela, pedia pra ela passar a língua na cabeça... pedi pra Isabela chupar meu saco. Estava com tanto tesão que, se não tivesse controlado, teria leitado sua garganta. Mas fui forte.
Então sentei no sofá e pedi pra Isabela sentar em meu colo. No início, Isabela relutou e disse que achava melhor botar camisinha. Mas quando pincelei a cabeça do meu pau em sua buceta, Isabela se rendeu e disse pra eu botar tudo dentro.
A buceta de Isa estava tão molhada que nem foi preciso lubrificante. Pincelei um pouco mais e pedi pra Isabela ir sentando devagar no meu cacete.
Isabela, dopada pelo prazer, foi sentando devagar no meu pau e logo senti uma das melhores sensações que um homem pode ter: uma buceta quente e extremamente apertada.
No início, Isabela teve dificuldades em se acostumar com a cabeça do meu pau, mas logo foi relaxando e botando tudo dentro de sua buceta.
Quando meu saco começou a bater em sua bunda, sabia que era hora de agir.
Comecei a meter em sua buceta sem dó. Aquele barulho gostoso de sexo tomou de conta do meu quarto e só ouvia isso e os nossos gemidos.
Cada estocada era uma ida ao céu. Buceta é algo divino.
Meti gostoso por vários minutos, mas queria ter o prazer de meter em Isabela de quatro.
Pedi pra Isabela ficar de quatro em cima da minha cama... Isabela obedeceu e partiu pro colchão.
Mal esperei Isa ficar de quatro e voltei a meter em sua buceta. Cada engolida que aquela xota dava em meu pau era um sentimento de vitória.
Soquei gostoso por alguns minutos e passei a brincar com o cuzinho de Isa com o meu dedo. Comecei a meter meu dedo em seu rabo enquanto metia em sua xota.
Tentado ao prazer, decidi que iria botar minha jeba naquele cu.
Tirei minha rola de sua buceta e comecei a pincelar seu rabo.
Isa gemia como uma puta. E isso me deixava cada vez mais puto (de tesão, claro).
Depois de sentir que seu buraquinho estava bem molhado, botei a cabeça do meu pau e comecei a meter.
No início Isabela relutou muito. Tive paciência e fiz como ela queria.
Fui botando aos poucos e, quando senti que a cabecinha já havia entrado toda, fiquei parado um pouco para Isa se acostumar com a dor.
Isa segurou em minha rola, já com a cabeça toda pra dentro, e disse:
- Bota essa porra toda dentro do meu cu, vai.
Isso soou como música para o meu ouvido. Tive a permissão, então iria seguir.
Segurei na cintura de Isa e comecei a empurrar minha pica em seu cu.
Isabela gemia de dor e pedia pra empurrar.
Quando soquei minha rola toda no rabo de Isa, relaxei o meu corpo e logo senti aquele cu piscar com minha vara dentro. E que sensação gostosa.
Estava com meu pau atolado em um cuzinho fechadinho e bem quente. Tinha que aproveitar mais.
Continuei socando no cuzinho daquela puta enquanto Isa tocava uma sirica gostosa.
Resolvi montar em cima de Isa e atolei ainda mais meu pau naquele rabo.
Ficamos nisso por minutos até que Isa pediu para parar porque iria gozar logo.
O pedido dela era uma ordem. Fui tirando meu pau devagar de dentro do cu de Isa e, quando saiu todo, o cuzinho de Isa piscou diversas vezes.
O buraquinho estava bem maior. Aquilo me deixou louco de tesão.
Isa gemeu e disse que o cu dela ardia e que eu tinha arrombado aquele buraco, mas logo disse que tinha amado sentir minha rola dentro.
Pra não deixar o clima morrer, pedi pra Isa ficar de frango assado. Quando Isa mudou de posição, logo pincelei meu pau em sua xota e meti, sem medo algum.
Soquei gostoso por mais um tempo, até que Isa disse, novamente, que iria gozar.
Então continuei metendo e pedi pra que ela gozasse com meu pau dentro.
Dito e feito. Alguns segundos após, senti a buceta daquela gostosa contraindo e senti a gozada de Isa no meu pau.
Isa gemia alto.
Fiquei alucinado vendo aquela cena e disse que queria gozar gostoso também.
Como Isa nunca tinha tomado leite, perguntei se podia gozar em sua boca.
Ela disse que tentaria engolir.
Então tirei meu pau de dentro de sua buceta e cheguei perto de seu rosto.
Posicionei meu pau na posição da boca daquela mulher e pedir pra ela mamar que logo eu daria leite.
Isa, que parecia ter curtido muito mamar na minha jeba, começou a chupar minha pica com maestria. Engolia toda e tirava apenas para pedir leite.
Fui mamado por uns 2 minutos até que não aguentava mais e precisava gozar.
Pedi pra Isa deixar a boca aberta e botar a língua pra fora. Isa obedeceu.
Toquei uma bem rápida até que não aguentei mais e gozei. Foram vários jatos de porra naquela boca. Gozei tanto que até leite na cara ela levou. Isa tomou tudo que pode e ainda chupou meu pau até tomar a última gota.
Acabamos deitados um do lado do outro. Ainda trocamos beijos e passei meu dedo em seu cuzinho. Isa reclamava da dor, mas pedia pra eu continuar.
Depois disso, tomamos um banho juntos e fizemos um lanche rápido em casa.
Levei Isa no portão. Antes de abrir, beijei aquela boca gostosa e dei uma apertada em sua bunda.
Isabela agradeceu pela noite e disse, novamente, que meu pau tinha deixado seu cuzinho dolorido
Nos beijamos um pouco mais, até que Isa partiu para sua casa.
De longe, observei o andado de Isabela. Estava um pouco desengonçada.
Talvez porque tinha gozado muito e estava sem forças. Ou talvez porque seu cuzinho estava aberto e bem dolorido após liberar pra mim.
Voltei pra dentro de casa. Entrei no quarto e só imaginava quando teria outra chance com aquela mulher. Queria comer aquele rabo mais vezes.
Eu e Isa ainda mantivemos contato por algum tempo. Até que, por ordenamento de seus pais, Isabela se casou e constituiu familia com outro "homem da igreja". Depois isso, não nos falamos mais.
Espero que ela esteja feliz. E espero, algum dia, poder trepar com aquela mulher que me apresentou o sexo anal. As vezes me questiono se o seu atual marido come aquele cu gostoso. E se come, nesses momentos, queria eu ser o marido de Isa.
FIM!
Espero que tenham gostado.
(Sou de Brasília e quero encontrar uma mulher safada PRA MIM. Isso mesmo, quero uma que seja puta apenas pra mim.)
