Tudo começou com uma foto que passou no feed como tantas outras. Agatha de biquíni preto colado, deitada na areia de Lagoa da Mata, corpo tatuado brilhando com o sol pernambucano, as curvas generosas marcadas pela areia úmida, o shortinho subindo um pouco mais do que o necessário. A legenda era simples: “Lagoa da Mata 🌊”. Mas o que chamou atenção mesmo foram os comentários. Um monte de carinhas de fogo, elogios óbvios, e ali, entre eles, um cara que curtia quase todas as fotos dela há meses: alan_azevedo75. Sempre o mesmo perfil aparecendo nos likes, nas visualizações das stories. Eu notei. Ela também notou.
Eu era esse cara. Alan.
A briga com o marido veio dias depois. Ela postou uma foto no carro, maquiagem borrada de choro, legenda curta: “Cansada de ser a única que tenta”. Eu mandei DM na hora, sem pensar muito:
“Se ele não valoriza, tem quem valorize. Força aí, gata.”
Ela respondeu em menos de dois minutos.
“Valeu… tô precisando desabafar mesmo.”
E aí começou.
As conversas foram ficando mais longas, mais íntimas. Primeiro era só desabafo: o marido distante às vezes, a rotina dos meninos de 5 e 8 anos sugando toda energia dela, o sexo que tinha virado obrigação quinzenal e sem graça. Depois veio a putaria. Ela confessou, quase envergonhada no começo, que era viciada em sexo anal. Que o marido comia o cu dela com gosto e tesão de verdade, metendo forte, sem dó, fazendo ela gozar gritando e tremendo toda. Que era assim que ela gozava de verdade, sentindo ele fundo, acelerando até a bundona tremer e o gozo dele encher tudo lá dentro. Eu lia e respondia com calma, sem forçar, mas deixando claro que entendia o que ela queria.
“Você já gozou só de levar no cu sem nem encostar na buceta?” perguntei uma noite.
“Já… várias vezes. É diferente. É mais intenso. Mais sujo. Eu gosto de me sentir usada assim.”
Eu ri no celular.
“Então você é daquelas que pede pra meter só no cuzinho e ainda goza escorrendo?”
“Exatamente. E fico putinha quando o cara goza lá dentro e não tira logo. Quero sentir pingando depois.”
A conversa virou rotina. Todo dia, depois que os meninos dormiam e o marido roncava no sofá, ela abria o Instagram e me chamava. Eu contava as putarias que faria com ela, descrevia cada detalhe: como ia segurar aqueles quadris tatuados, abrir as nádegas devagar, cuspir no buraco apertado antes de entrar, meter devagar no começo só pra ela sentir cada centímetro, depois acelerar até fazer a bundona tremer. Ela mandava áudio gemendo baixo, sussurrando:
“Caralho, leiteiro… continua… tô me tocando agora…”
Leiteiro. O apelido nasceu numa madrugada em que eu disse, meio de brincadeira, que gozava tanto que ia cobrir o rosto lindo dela de porra até escorrer no pescoço. Ela caiu na gargalhada.
“Tu é mentiroso do caralho, ninguém goza litro não. Para de viajar.”
“Um dia eu mostro, sua safada. Vou te deixar toda melada, vai ter que lavar o cabelo depois.”
Ela ria, mandava figurinha de risada, mas eu percebia o tom mudando. A curiosidade. A vontade de testar.
Uma semana depois ela fez as pazes com o marido. Postou foto dos quatro na praia, sorrindo, legenda “Família em primeiro lugar ❤️”. Eu vi e senti um aperto no peito, mas não reclamei. Mandei só:
“Fico feliz que deu certo. Se precisar conversar, tô aqui.”
Ela respondeu:
“Obrigada, leiteiro. Você é foda. Não some não, hein?”
Não sumi.
Continuamos amigos virtuais. Stories um do outro, curtidas discretas, DMs mais leves, mas sempre com aquele subtexto. Ela postava foto de biquíni novo, eu comentava “esse preto fica perfeito na tua bunda tatuada”. Ela respondia com risadinha e coração preto. Eu postava academia, ela mandava “gostoso… continua malhando que eu gosto de macho forte pra me segurar”. Brincadeira? Talvez. Mas a tensão crescia.
A gente nem era tão distante assim. Eu sou de Paulista, ela de Abreu e Lima — cinco minutos de carro da minha casa, no máximo. Era quase vizinhança. Isso tornava tudo mais perigoso e mais tentador.
Até que um dia, numa tarde de quinta-feira, ela mandou:
“Tô cansada de só falar… Quero te conhecer pessoalmente. Tipo, de verdade. Sem frescura.”
Meu coração acelerou.
“Quando?”
“Quando você puder. Me chama. Vamos tomar uma cerveja… e ver no que dá.”
Eu respondi com um simples:
“Combinado. Prepara esse cuzinho, Agatha. O leiteiro tá chegando.”
Ela mandou só um emoji de diabinho e um “😈”.
Marcamos num bar discreto perto da BR-101, num fim de tarde qualquer. Ela chegou de short jeans curto, regata colada marcando os peitos fartos, cabelo curto bagunçado de propósito, maquiagem pesada nos olhos e aqueles brincos coloridos balançando. Eu cheguei de moto, capacete na mão, e quando ela me viu, sorriu daquele jeito safado que eu já conhecia das fotos.
“Então é você, leiteiro…”
“E é você, a putinha do Instagram.”
Rimos, tomamos cerveja, conversamos sobre tudo e sobre nada. Sobre os meninos, sobre o trabalho dela, sobre a vida. Mas o ar estava pesado de tesão contido. Os olhares demoravam, as mãos roçavam “sem querer” na mesa.
Depois daquela primeira vez, a amizade virou outra coisa. Eu comecei a dar carona pra ela pro trabalho — era caminho pra mim mesmo, saindo de Paulista pra Recife. Todo dia de manhã, eu parava na rua dela, buzinava baixo, ela entrava no HB20 com aquele perfume doce misturado com cheiro de creme corporal, shortinho subindo na coxa tatuada, e a gente conversava putaria o caminho inteiro.
A putaria rolava solta dentro do HB20. Ela contava como o marido tinha metido nela na noite anterior, descrevia o barulho da cama batendo, como ela gemia alto pra provocar os vizinhos, como sentia o pau dele pulsando dentro do cu dela enquanto gozava. Eu contava minhas fantasias com ela, como ia abrir aquela bunda tatuada no banco de trás, cuspir no buraco e meter até o talo. Ela se contorcia no assento, apertava as coxas, passava a mão na própria buceta por cima da calcinha e gemia baixinho:
“Porra, Alan… continua falando… tô ficando molhada…”
Mas sempre que eu tentava algo de verdade — mão subindo mais, dedo roçando a virilha, beijo no pescoço —, ela negava, voz baixa e firme:
“Não, leiteiro… sou casada. Isso aqui é só papo, tá? Não rola mais que isso.”
Eu respeitava. Recuava. Mas a tensão só aumentava.
Certo dia, depois de uma carona mais pesada, desabafei com ela enquanto estávamos parados no sinal:
“Porra, Agatha… ontem depois do trabalho eu saí com uma garota de programa. Não sei se te falei, mas sou dotado e sempre é problemático contratar essas meninas…”
Ela virou o rosto pra mim na hora, olhos brilhando de curiosidade.
“Dotado como? Conta aí.”
Expliquei tudo: que era grosso, comprido, que as meninas ficavam empolgadas no papo, mas na hora H davam pra trás quando viam o pau de verdade. Que tinha que ir devagar, lubrificar muito, senão doía. Que algumas nem conseguiam engolir metade.
Ela começou a rir alto, jogando a cabeça pra trás.
“Caralho, leiteiro… quantos centímetros tem esse bicho?”
Eu sorri, olhando reto pra frente, sem responder.
“Não vou te falar. Você é casada, não tem que saber disso.”
Ela ficou quieta uns segundos, depois insistiu:
“Vai, fala… só pra eu imaginar.”
“Nada. Curte a curiosidade.”
Era início de mês. E o mês inteiro virou isso: todo dia na carona, ela perguntava. No trânsito, no semáforo, no estacionamento do trabalho dela antes de descer.
“E aí, quantos cm, leiteiro?”
“Você é casada, Agatha. Não tem que saber.”
Ela mordia o lábio, ria nervosa, passava a mão na minha coxa de leve.
“Seu filho da puta… tá me deixando louca de curiosidade.”
Até que um dado dia, numa manhã de sexta-feira, o trânsito na BR-101 estava lento e a curiosidade dela já estava no limite. Eu matei a charada de vez:
“Tenho 28 cm.”
Ela gargalhou alto, o som ecoando dentro do carro.
“Que mentira da porra, Alan! Ninguém tem 28 cm, seu maluco!”
Eu mantive o rosto sério, olhando pra estrada.
“Vamos fazer o seguinte: tem uma trena no porta-luvas. Eu encosto o carro ali no acostamento e você mede. Se tiver 28 cm, você me dá o cuzinho o mês inteiro. Todo dia que eu quiser, onde eu quiser.”
Ela ficou parada e quieta no carro por um momento longo. O silêncio era pesado, só o ronco dos motores lá fora. Depois ela soltou, voz baixa, mas firme, com um brilho safado nos olhos:
“Eu topo. Mas se não tiver 28 cm, você me leva num restaurante caro pra jantar… e depois a gente vai num motel pra eu comer seu cu de cinta.”
Eu comecei a rir alto, já dando seta e encostando o HB20 no acostamento da BR-101, coração batendo forte.
“Fechado.”
Eu sabia que ia ganhar. Sabia desde o começo. E ela, no fundo, também sabia que estava prestes a perder a aposta — ou ganhar algo que vinha desejando em silêncio há semanas.
O HB20 encostou no acostamento com um ronco baixo, o pisca-alerta piscando amarelo contra o asfalto ainda quente do dia. O trânsito passava devagar ao nosso lado, caminhões buzinando longos, mas dentro do carro o silêncio era ensurdecedor. Agatha estava sentada no banco do passageiro, pernas cruzadas, o short jeans apertado marcando a virilha, a regata fina colada nos peitos que subiam e desciam um pouco mais rápido que o normal. Ela não olhava pra mim — olhava pra frente, mordendo o canto do lábio inferior, as unhas pintadas de vermelho tamborilando de leve na coxa.
Eu abri o porta-luvas devagar, peguei a trena velha que ficava ali pra medir coisas do carro, e estendi pra ela sem dizer nada. O clique do botão soltando a fita metálica ecoou como um tiro.
“Vai, leiteiro… mostra logo esse monstro que você jura que tem.”
A voz dela saiu rouca, mais baixa do que o normal, com um tremor que não era de medo — era de tesão acumulado. Ela pegou a trena, os dedos quentes roçando nos meus de propósito.
Eu abri o zíper da calça devagar, sem pressa. O som do zíper descendo foi quase obsceno no silêncio do carro. Puxei a cueca pra baixo e deixei o pau sair, já meio duro só de imaginar o que ia acontecer. Ele pulou pra fora, grosso, veias marcadas, a cabeça inchada brilhando um pouco com o pré-gozo que já escorria da ponta. Não estava 100% ereto ainda, mas já impressionava.
Agatha prendeu a respiração. Os olhos dela desceram direto, arregalados, a boca entreaberta. Ela não riu dessa vez. Não falou “mentira da porra”. Ficou olhando, hipnotizada, como se o mundo lá fora tivesse parado.
“Caralho… que pauzão da porra!”
Ela começou a alisar meu pau devagar, a mão subindo e descendo na pele quente, sentindo as veias pulsarem sob os dedos, o pré-gozo escorrendo entre os dedos dela.
Eu segurei a base com uma mão, firme, e estendi a outra pra ela.
“Medir, Agatha. A aposta foi sua.”
Ela hesitou só um segundo. Depois esticou a trena com as mãos tremendo de leve, encostou a ponta zero bem na virilha, onde a pele quente encontrava a minha, e foi deslizando devagar ao longo do comprimento. A fita metálica fria contrastava com o calor do pau pulsando. Ela ia medindo centímetro por centímetro, respirando pesado, os peitos subindo e descendo mais rápido. Quando chegou na cabeça, a trena marcava exatamente 28 cm — e ainda tinha um pouco mais de sobra, porque eu ainda não estava completamente duro.
Ela soltou a trena como se tivesse levado choque. A fita retraiu com um estalo seco.
“Caralho… é verdade.”
A voz saiu num sussurro rouco. Ela não tirava os olhos do meu pau, que agora pulsava forte, crescendo mais só com o olhar dela. Uma gota grossa de pré-gozo escorreu da ponta e pingou no banco.
Eu fechei a mão na nuca dela de leve, puxando o rosto dela pra perto, sem forçar.
“Agora você sabe, safada. 28 cm. E a aposta foi clara: o cuzinho é meu o mês inteiro. Todo dia que eu quiser. Onde eu quiser.”
Ela engoliu em seco, os olhos subindo devagar até encontrar os meus. Havia fogo ali, mistura de medo, desejo e rendição.
“Você é louco… eu sou casada, Alan… os meninos… o marido…”
Mas a voz falhou no final. Ela não recuou. Pelo contrário: as coxas se apertaram uma contra a outra, o short marcando a buceta inchada por baixo do tecido. Eu via o contorno da calcinha molhada.
Eu sorri devagar, passando o polegar no lábio inferior dela.
“Você topou a aposta, Agatha. E perdeu. Agora vai cumprir. Ou vai amarelar?”
Ela respirou fundo, o peito arfando. Depois, num movimento lento, quase ritualístico, ela se inclinou pra frente. Não beijou. Não chupou. Só aproximou o rosto até a cabeça do pau ficar a centímetros da boca dela. Senti o ar quente da respiração dela na glande, o cheiro do perfume misturado com o tesão dela enchendo o carro.
“Eu… eu não posso… ainda não…”, sussurrou, mas a língua dela saiu devagar e lambeu a gota que escorria da ponta, só uma lambida rápida, como se estivesse provando. O gosto a fez fechar os olhos e soltar um gemido baixinho.
“Porra… tem gosto de macho de verdade…”
Ela ergueu o olhar, os olhos vidrados de tesão.
“Me leva pra outro lugar… por favor… não aqui na estrada…”
Eu neguei com a cabeça, a mão firme na nuca dela, puxando o rosto dela pra baixo com mais força.
“Não. Aqui mesmo. Agora. Abre essa boca, putinha. A aposta começou.”
Ela gemeu alto, um som de rendição total, e abriu a boca devagar. A cabeça grossa entrou primeiro, esticando os lábios vermelhos. Ela gemeu em volta do pau, vibrando, e começou a chupar gulosa, sem frescura. Língua rodando na glande, sugando forte, descendo o máximo que conseguia — que ainda era pouco, porque 28 cm era demais pra qualquer boca na primeira vez. Mas ela tentava, babando, engasgando de leve, os olhos lacrimejando de esforço e prazer.
Eu girei a chave na ignição, liguei o carro e comecei a dirigir devagar pelo acostamento, depois entrei numa estrada de terra lateral que eu conhecia, cheia de buracos e mato alto dos dois lados. O HB20 balançava, o pau entrava e saía da boca dela no ritmo das trepidações. Ela chupava com fome, uma mão na base apertando o que não cabia, a outra enfiada no próprio short, se masturbando rápido enquanto mamava.
“Caralho, Agatha… chupa gostoso… engole mais…”
Ela gemia em resposta, o som abafado pelo pau enchendo a boca. Saliva escorria pelo queixo, pingando nos peitos. Eu acelerava um pouco mais, o carro sacolejando, forçando o pau mais fundo na garganta dela. Ela engasgava, tossia, mas não parava — pelo contrário, chupava mais forte, como se quisesse provar que aguentava.
O tesão subiu rápido demais. Senti as bolas apertando, o pau inchando mais dentro da boca quente e molhada.
“Vou gozar… abre a boca, safada… quero ver você tomando tudo…”
Eu parei o carro num trecho mais escondido, desliguei o motor. Segurei a cabeça dela com as duas mãos e meti devagar, mas fundo, fodendo a boca como se fosse o cu dela. Ela abriu a boca o máximo, língua pra fora, olhos fixos nos meus, implorando com o olhar.
O primeiro jato veio forte, grosso, enchendo a boca dela de uma vez. Ela engoliu o que pôde, mas era demais. O segundo jato transbordou, escorrendo pelos cantos da boca. Eu tirei o pau e continuei gozando — jato atrás de jato, quente, abundante, cobrindo o rosto lindo dela: bochechas, nariz, testa, lábios, pingando no queixo e nos peitos. No terceiro e quarto jato ela só ficou de boca aberta, língua esticada, recebendo o leite como uma puta obediente, gemendo baixo enquanto o esperma escorria pelo rosto e pingava no colo.
Quando terminei, o pau ainda pulsando, ela estava toda melada: rosto coberto de porra grossa e branca, escorrendo devagar, os olhos semicerrados de prazer. Ela passou a língua nos lábios, lambendo o que conseguia, e sussurrou rouca:
“Caralho… leiteiro… você não mentiu… é muito… muito mesmo…”
Eu não respondi com palavras. Desliguei o motor de vez, abri a porta do motorista e saí do carro. O ar quente da estrada de terra invadiu o HB20, misturado com o cheiro de sexo, suor e porra fresca. Dei a volta rápido, abri a porta do passageiro e estendi a mão.
“Desce.”
Ela obedeceu sem hesitar, pernas trêmulas, o short jeans já escuro de molhado na virilha. O rosto gozado brilhava sob a luz fraca do sol poente. Eu segurei a cintura dela com força, puxei pro banco de trás e fechei a porta com o pé.
“Fica de quatro, gostosa…”
Agatha subiu no banco traseiro sem dizer nada, apoiando as mãos no encosto, empinando a bunda tatuada pro alto. O short jeans estava colado na pele suada, marcando as nádegas redondas e o contorno da calcinha fio-dental por baixo. Ela olhava pra trás por cima do ombro, olhos vidrados, boca entreaberta, ainda com fios brancos de porra grudados nos lábios.
Eu subi atrás dela, ajoelhado no banco estreito. As mãos foram direto no cós do short: desabotoei, puxei o zíper com pressa e arrastei o jeans junto com a calcinha pra baixo de uma vez, até os joelhos. A bunda tatuada ficou exposta inteira — aquelas nádegas grandes, firmes, a tatuagem do crânio com flores descendo pela coxa, o cuzinho rosado e apertado piscando de nervoso e tesão. Já estava úmido, brilhando de lubrificação natural, como se o corpo dela soubesse exatamente o que viria.
Segurei a base do pau ainda duro, latejando forte, melado da saliva e da porra que sobrou na boca dela. Encostei a cabeça grossa bem na entrada do cu dela, sentindo o anel apertado resistir de leve. Cuspi direto no buraco, uma cusparada grossa que escorreu e lubrificou a glande.
“Relaxa, putinha… vai entrar tudo.”
Ela gemeu alto, empinando mais, abrindo as pernas o quanto o short nos joelhos permitia.
“Vai… mete… quero sentir esses 28 cm me rasgando…”
Eu forcei devagar no começo. A cabeça entrou com dificuldade, esticando o anel apertado ao máximo. Agatha soltou um grito abafado, mordeu o encosto do banco, as unhas cravando no tecido. O cu dela pulsava em volta da glande, tentando expulsar e ao mesmo tempo sugar mais. Eu segurei os quadris com força, as tatuagens sob meus dedos, e empurrei mais fundo, centímetro por centímetro.
“Caralho… tá grosso demais… dói… mas não para… não para…”
A voz dela era um misto de dor e prazer puro. Eu continuei, sentindo o calor apertado envolver o pau inteiro, o cu dela se abrindo aos poucos pra acomodar o comprimento absurdo. Quando cheguei na metade, ela já tremia toda, gemendo sem parar, a buceta pingando no banco de couro.
“Mais… mete tudo… quero sentir as bolas batendo…”
Eu não esperei mais. Dei um impulso forte, metendo até o talo de uma vez. As bolas bateram na buceta molhada dela com um tapa molhado. Agatha gritou alto, o corpo arqueando, o cu apertando como um torno em volta do pau. Eu parei ali, todo dentro, sentindo as paredes internas pulsarem, o calor sufocante.
“Puta merda… tá todo dentro… tá me enchendo toda…”
Eu comecei a mexer devagar, saindo quase inteiro e voltando com força, cada estocada fazendo a bundona tremer. O carro balançava junto, as molas rangendo. Ela gemia sem controle, empurrando pra trás, pedindo mais rápido, mais forte.
“Fode meu cu, leiteiro… fode como se fosse o último dia… goza lá dentro de novo… enche meu cu de porra…”
Eu acelerei, segurando os quadris com força, metendo fundo e rápido, o pau entrando e saindo do cuzinho esticado, deixando-o vermelho e aberto. Ela gozou primeiro — sem tocar na buceta, só de levar no cu. O corpo convulsionou, o cu apertou forte em espasmos, gritando meu nome misturado com palavrões.
“Porra… tô gozando… tô gozando no cu… caralho!”
Eu não aguentei. Senti o gozo subindo de novo, as bolas apertando. Dei mais umas dez estocadas brutas e gozei fundo, jatos quentes enchendo o cu dela, transbordando pelas bordas enquanto eu ainda metia. A porra escorreu pelas coxas tatuadas, pingando no banco.
Quando tirei devagar, o cuzinho ficou aberto, piscando, porra branca escorrendo devagar do buraco dilatado. Agatha desabou de bruços no banco, ofegante, o rosto ainda melado da gozada anterior, agora com mais suor e lágrimas de prazer.
Eu me inclinei, beijei a nuca dela suada e sussurrei no ouvido:
“Você é muito gostosa…”
Ela virou o rosto devagar, sorriso safado nos lábios melados.
“Você é foda…”
E assim, o primeiro dia terminou. O mês inteiro ainda estava por vir, mas ali, naquele momento, com o carro parado na estrada de terra, o cheiro de sexo impregnado no ar e a porra ainda escorrendo dela, a gente sabia que nada seria igual depois disso.