Cheguei em casa com uma mensagem da Helô “não sei porque se ficou puto não somos nada além de amigos, não confunda as coisas, talvez seja melhor a gente manter a distância.”
Não tive forças para responder, mesmo sendo de madrugada o não sono não vinha e não conseguia tirar a frase da cabeça “tô toda destruída” que puta safada, coloquei um porno, só tinha paus enormes, pesquisei no xvideos pênis pequeno, acabei vendo um vídeo sobre encorajamento de pau pequeno, tinha vários outros vídeos relacionados a humilhação por pau pequeno, alguns até parecido com o que tinha passado com Helô, meu tesão foi nas alturas e gozei igual um louco, ninguém podia imaginar ou pensar que talvez gostei daquilo.
No outro dia fui trabalhar normal, quando deu às 16:00 horas fui responder a Helô “confesso fiquei ciúmes, porque talvez do jeito que fui rejeitado é difícil aceitar.”
Só depois de alguns minutos fui perceber como foi de beta essa mensagem. Ela mandou uma figurinha de cara triste “Poh Vinícius não fica assim vamos arranjar alguém pra você.”
“Não sei.”
“Vem em casa hoje.”
“Você não vai sair com o grandão?”
“Vem depois.”
“Tá bom vou pensar.”
“Eu tenho maconha e não é prensada.”
Para um viciado isso é um belo convite, quando deu às 00:30 “cheguei em casa tá acordado?”
“Tem maconha?” eu perguntei.
“Vou bolar agora.”
“Tô indo.”
Cheguei na casa dela, ela estava sentada no alpendre, fomos para o quarto dela e começamos a fumar.
“Você está morrendo de sono, né?” Ela me perguntou
“Até que não.”
“Eu queria ter voltado mais cedo, mas ele simplesmente não parava de me agarrar e queria mais”.
Eu comecei a imaginar ela devia estar com marcas de roxo pelo sexo com grandão. Maconha e pensamentos longes, quando você vê, parece que está em outro lugar.
“Vini, você está bem? Tá muito chapado.”
Dei uma risada sem graça “tô no mundo da lua.”
“Vou tomar um banho e já volto.”
“Agora?”
“Tô toda suada e melada… tô me sentindo suja.”
Ela foi tomar um banho e fiquei deitado na cama dela, assistindo tv morrendo de tesão quando ela voltou estava com uma camisola grande.
“Quer ver série?” ela falou
“Ah, vamos ver outra coisa?”
“Pode ser um filme, escolhe você.”
Coloquei o seriado The ranch, é uma série de comédia, então podemos ver totalmente distraído.
Ela pegou um hidratante e começou a passar nas pernas, e depois passou na coxa, sua camisola subiu e mostrou sua calcinha.
“eita.”
“Tô meio assada.”
Me deu ciúmes e tesão e sem perceber eu apertei meu pau que estava duro.
“Eita alguém está com vontade de mim.” Ela falou brincando.
Eu olhava para sua calcinha que tampava a sua bucetinha que tinha acabado de ser fodida por outro homem, mas não conseguia evitar de olhar, minha boca entreaberta, minhas orelhas queimando, eu olhei nos seus olhos e depois na sua vagina.
Ela colocou a mão no meu rosto “o que você está pensando? Conta pra mim.”
Eu coloquei a mão no seu ombro e fiz deitar na cama e coloquei a cabeça na sua barriga e devagar e dei um beijo na sua bucetinha por cima da calcinha.
Senti ela abrindo um sorriso, mas neste momento não tinha coragem de olhar nos seus olhos, por baixo daquela calcinha havia a bucetinha que o grandão tinha fodido.
Eu ouvi uma voz doce e calma “tira.”
Eu me movi e puxei a sua calcinha, ela estava expondo a bucetinha que tinha acabado de escolher outro homem, o que ela pensou de mim naquele exato momento?
Tudo era uma imensa submissão minha, sua bucetinha estava na minha frente, avermelhada e inchada, mas perfeita a gente nunca tinha se falado sobre isso, como reagir ou fazer, tudo era novo.
Eu fui me abaixando e senti o cheiro o morango, mais ela estava úmida e quando minha língua tocou a sua buceta, ela deu um suspiro suas mãos se passaram na minha cabeça, ela deu um longo suspiro como se aquela sensação fosse demais para ela, eu também estava fazendo algo que nunca tinha imaginado.
Beijando sua buceta onde outro homem acabou de foder, o pênis dele estava ali. O que Helô pensaria de mim? Me sentia vulnerável. As mãos de Helô me prendia e fazia cafuné, ela não se importava e queria mais da minha língua, da minha boca, ela gemia alto, eu escutava seus gemidos, era a coisa mais submissa que eu tinha feito, foi quando o corpo de Helô travou, suas pernas me prendia, suas unhas apertava meu couro cabeludo e ela deu um grito alto e me soltou.
Foi quando olhei nos seus olhos, ela estava com as bochechas vermelhas e ofegante, fiquei olhando ela se recuperar imaginando será que ela quer transar comigo ou está muito dolorida para isso?
Ela falou “deita.”
Eu me deitei ela puxou meu short tirando o meu pau pra fora, eu juro que senti um pouco de vergonha, será que nesse momento ela estava me comparando?
Ela pegou no meu pau com dois dedos, ela segurou ele de forma humilhante, e me deu um beijo na boca, eu tentei colocar um pouco de submissão nela, e com a minha força joguei na cama e fiquei por cima, ela até que gostou, me abraçou e eu queria sentir cada centímetro dela, e quando eu coloquei nela senti que aquela bucetinha estava quente demais, eu com um sentimento de colocar tudo e tirar tudo bem devagar daria a ela mais tesão, foi quando ele começou a escapar, sua buceta parecia aberta demais.
“O que foi?” Quando Helô me perguntou com ar de inocência.
Ela parecia preocupada, ela me fez lembrar como sou inferior, e como o grandão deixou ela arrombada que eu era incapaz de usar a bucetinha.
E com tantos sentimentos aflorados comecei a ejacular dentro dela, ela falou “oh” foi um orgasmo precoce e humilhante, ela simplesmente me abraçou e ficamos abraçados juntos por um bom tempo praticamente até ela conseguir dormir, como estava exausta não demorou muito, enquanto eu sentia meu pau mole deslizando de dentro dela.
Dei um jeitinho de sair dos seus braços sem acordar, me vesti e saí de fininho.