Casal Moderno - Capítulo 6 - Transformação

Da série Casal Moderno
Um conto erótico de Inc Fantasy
Categoria: Heterossexual
Contém 6208 palavras
Data: 16/03/2026 04:42:40

Haviam se passado duas semanas desde a provocação da Ana Paula na piscina com nosso vizinho, desde então ela tem se provado cada vez mais interessada em me provocar. Seu guarda roupas mudou consideravelmente, pois agora ela vestia roupas muito mais curtas e muito mais coladas, sempre me contando quando algum cara ficava observando ela ou até tentando dar em cima dela. Nas redes sociais ela também começou a ser mais ousada, postando fotos na academia com shorts menores e até mesmo aquelas fotos típicas com a bunda virada pra tela, de costas e coisas assim. Era muito gostoso, cada vez que eu via um post ou um stories dela sentia um frio na barriga, e claro, ela sempre deixava o celular pra eu ver.

As brincadeiras com Beto continuaram, ele a ajudou na escolha de seu novo visual, a essa altura ele já devia ter algumas dezenas de fotos da minha esposa. A maioria vestida ou de lingerie, mas os seios dela já eram um território conhecido pra ele.

Notei também algumas mudanças de comportamento de algumas pessoas próximas a mim, alguns amigos voltaram a ter contato frequente comigo e alguns parentes também. Meu pai e meu irmão estavam visitando mais vezes e sempre que apareciam, Ana Paula usava roupas mais curtas. O auge foi quando meu pai veio pegar meu carro emprestado e Aninha estava com um short de dormir de ceda que deixava metade de sua bunda de fora. Foi engraçado ver meu velho tentando disfarçar os olhares. Quando ele foi embora, ri muito com a minha esposa.

Pedro - Caraca amor, quer matar meu velho do coração?

Aninha - Ai amor, ele é tão legal, achei que merecia um agrado - E riu.

Apesar da mudança de comportamento e de vestimenta, não tivemos mais nenhuma aventura desde então. Houveram sessões de Ana Paula ajudando Humberto pelo telefone, mas nada além disso. Então, em uma determinada festa na casa dos meus pais, o pessoal já estava alto e falando besteira até que um assunto surgiu.

Sérgio - Bom mesmo é casa de swing!

Tio Sérgio começou a relatar suas aventuras. Até meu pai, que era mais reservado, começou a rir da conversa.

Mauro - Que isso Sérgio, tu já foi nessas porra? Ficou lá vendo um monte de piroca balançando?

Sérgio - É inevitável! Mas também é cada rabetão!

Eu ria da conversa dos irmãos, meu pai era muito unido com seu irmão. O ponto alto, entretanto, era minha esposa que ria da conversa, mas me olhava com curiosidade.

Sérgio - Mas é muito respeitoso tudo, tem casal que só vai pra olhar, mas receber cantada é inevitável! Por isso te falo, é bem legal de ir sozinho ou acompanhado, mas tem que ter cabeça boa!

Ana Paula - Vocês são doidos! - E ria - Não sei se conseguiria ir em algo assim!

Sérgio - Ah, minha filha. Se você fosse ia ser muito cobiçada lá, porque a maioria do pessoal não é muito bonito, você e Pedro lá iam ter que ser muito cabeça.

Mauro - Meu filho é homem de postura, ele não ia ficar noiado com essas coisas, minha nora também é mulher de família, mesmo num lugar desses eles iriam ficar tranquilos!

A conversa foi se desenvolvendo nesse aspecto, meu tio obviamente estava querendo sugerir que fossemos, mas não queria ser direto com isso, meu pai só não estava se importando muito, porém era nítida a curiosidade dele acerca do tema. Minha mãe, Carine, já conhecia o marido e estava ficando irritada com o assunto, então, resolvi dar um ponto final alí para evitar problemas com meu velho.

Pedro - Parece bacana mesmo, acho que vamos um dia só pra ver, o que acha amor? - Joguei a bola pra Ana

Aninha - Ah, sei lá... Vamos ver. - Disse disfarçando

Sérgio - Se um dia forem, fala comigo que eu indico uns lugares legais.

Meu pai não fez nenhum comentário, mas ficou pensativo e o assunto mudou.

Chegando em casa Ana Paula me perguntou se eu gostaria mesmo de ir em um lugar desses, respondi que tinha curiosidade e gostaria sim de ir algum dia e o assunto se encerrou por alguns instantes.

Dois dias depois disso, Aninha chegou da academia com um sorriso sacana no rosto.

Aninha - Amooor! - Veio com entusiasmo

Era muito gostoso sentir o corpo dela suado e seu rosto ficava lindo com o cabelo preso.

Pedro - Oi amor, como foi hoje?

Aninha - Normal, mas não importa, quando eu tava voltando pra casa, no celular, veio pra mim uma propagando de casa de swing - E riu

Pedro - Oxi, como assim? Do nada? - Perguntei rindo

Aninha - Depois daquele dia eu fui procurar saber um pouco mais sobre, né? Ai acabou que o algoritmo ficou me mandando. - Explicou - Mas enfim, aparentemente tem uma aqui pertinho e tem um evento lá hoje, parece que vai ter alguma atriz pornô convidada lá pra dançar.

Pedro - E desde quando tu gosta de pornô? - Respondi rindo.

Aninha - Não ligo, na verdade, é só que apareceu pra mim e parece uma boa oportunidade da gente conhecer, o que acha?

Pedro - É... Verdade, parece legal. Eu tava pensando em ir um dia mesmo, mas nem fudendo que eu ia perguntar pro meu tio.

Aninha - Nem passou pela minha cabeça isso, eu já tava na mente que, se um dia fossemos, a gente que iria achar. - Explicou - E então... Quer ir?

Olhei para minha esposa com o coração pulando batidas, era impressionante como ela havia se transformado, ela estava mais sexy até no olhar.

Pedro - Claro que eu quero amor, e você?

Aninha - Ah... Acho que pode ser legal! - Riu

Seguimos nosso dia normalmente, não comentamos nada dos planos a noite. Chegando próximo a hora, Aninha veio, já de banho tomado, mandando eu ir me arrumar. Tomei banho e coloquei uma roupa básica e Aninha ainda estava passando uma maquiagem, era até que bem leve.

Aninha - Desce, me espera la em baixo.

Pedro - Oxi, por que?

Aninha - Só vai. - Disse séria

Quem é casado sabe que nessas horas não adianta questionar, mais fácil acatar e descobrir do que se trata na hora.

Aguardei aproximadamente uns vinte minutos e Aninha desceu. Estava com uma maquiagem bem básica, realmente, mas realçava a cor dos seus olhos e o cabelo estava ondulado, estava linda, no seu corpo ela usava um sobretudo cinza.

Pedro - Olha, eu imaginei que você não iria a caráter, mas não imaginei que fosse o exato oposto! - Brinquei

Aninha -Há há. Besta. Você sabe muito bem porque eu to assim - Desafiou

Pedro - Sei. Você provavelmente ta com uma roupa escandalosa por baixo. - Desvendei - A questão é: Qual seu plano?

Aninha - Plano nenhum, só achei que, mesmo indo pra olhar, não faria mal ir a caráter.

Meu coração gelou, conseguia somente ver as botas de cano longo que ela usava, mas não fazia nem ideia do que ela podia estar vestindo por baixo daquele casaco. Mas eu estava adorando ver minha mulher tomar iniciativa assim, então resolvi seguir a guia dela.

Ela colocou o GPS no celular dela e foi me guiando, planejei ficar quieto o caminho todo, mas observava Ana Paula ansiosa, então resolvi tranquilizar.

Pedro - Amor, sabe que se você não quiser, não precisa tirar o casaco, né?

Aninha - Eu sei, amor... Sei lá, eu só fico meio ansiosa com essas coisas, mas não tenho receio, eu acho. - Tentou explicar - Eu já fiz coisa pior que isso, acho que pode ser por ter muita gente. Não sei.

Percebia que ela mesma não conseguia expressar o que estava sentindo, então só finalizei o assunto e deixei rolar.

Pedro - Bom, eu to feliz de você ter tomado essa iniciativa de vir, só isso pra mim já valeu a noite, ainda que você desista e nos só formos jantar, vai ser muito bom.

Ana Paula me olhou com olhar de carinho. Era importante pra ela saber que eu não a julgava e que estava do lado dela não importando sua decisão. Acredito que isso deu mais coragem a ela.

Aninha - Você me irrita as vezes... Na verdade, a maior parte do dia eu passo irritada com você. - Deu uma pausa me olhando fixamente - Mas é foda o quanto eu te amo.

Não há palavras para descrever a sensação de receber uma declaração dessas.

Chegando no local, Ana Paula observava tudo com uma curiosidade quase infantil. Na porta, víamos muitos casais conversando entre si, alguns hesitando e alguns mais animados. Diferentes níveis de experiência ali.

Passamos pela fila, alguns casais nos observavam, curiosos. A vestimenta de Ana Paula escondia muito bem todo o seu corpo, mas seu rosto produzido e maquiado chamava muita atenção. Era uma mulher jovem e linda, seus olhos verdes refletiam as luzes coloridas da entrada, dando a ela um ar quase que divino. Seu perfume era suave e podia ser sentido sem acidez alguma. Até mesmo os seguranças da entrada se desconcertaram ao vê-la.

Recebemos todas as instruções de casal iniciante, pagamos a entrada e fomos a pista principal.

A área de entrada era até bem tranquila. Haviam casais conversando, mulheres dançando e, apesar de algumas estarem com roupas sugestivas, não era nada escandaloso.

Aninha - Ai amor... Acho que eu passei do tom...

Pedro - Por que?

Aninha - Achei que as roupas seriam muito mais... ousadas... - Disse encabulada.

Pedro - Amor, ainda são 22:30, a noite só ta começando, o pessoal deve se animar ainda.

Aninha - Tá... Vamo ver então.

Fomos até o bar e pedimos drinks. Como eu estava dirigindo, fiquei no não alcoólico, mas Aninha pediu um drink bem forte

Aninha - Pra ver se eu esquento.

Ela deu um longo gole, sorrindo e me olhando fixamente. Aquele olhar sempre me deu arrepio.

Fomos andando pelo local e observamos outros ambientes, tinha um dark room, uma pista com pole dance e a parte de cima da casa que era onde a ação acontecia. Enquanto caminhávamos, Ana recebia olhares das pessoas e até mesmo chegou a ser parada duas vezes por mulheres diferentes, ambas elogiando ela demais, dizendo que ela era linda e que por baixo daquele casaco ela devia estar com uma bomba pronta pra explodir. Isso, misturado com os drinks que Ana tomava, foram deixando ela mais solta e comunicativa. Ela ia comentando das coisas que via, as vezes parava para me dar uns amassos e a todo momento fazia comentários da interação das pessoas, perguntando se era aquilo que eu gostava.

Passado algum tempo, é anunciada a entrada da atriz, que ocorreu na área do pole dance. Realmente era uma atriz bem gostosa e conhecida, ela ficou fazendo o show e todos olhavam só para ela.

Aninha - Acho que agora é uma boa hora.

Pedro - De que?

Aninha me olha fixa e começa a desabotoar o casaco. Fico olhando hipnotizado. Ela vira de costas para preservar o mistério até o último minuto. Ela abre o casaco ainda de costas e deixa ele cair.

A visão era cruel demais. Aninha usava um top rosa que deixava suas costas completamente expostas, seguindo por uma micro saia roxa que era realmente micro, pois ela ia somente até a metade da bunda, deixando evidente uma calcinha rosa totalmente enfiada na bunda. Ela se virou para mim e vi que o top era quase um biquíni em forma de triangulo, parecia ser dois números menores do que ela vestia, deixando a sombra de suas aréolas de fora, em baixo dava pra ver os lábios da sua buceta quase saindo e usava uma meia de rede até a metade das coxas. Ela pegou o casaco e me entregou.

Aninha - Vamos andar mais um pouco. - Disse sorrindo - Quero ver o quão abusado as pessoas serão.

Fui andando seguindo Aninha, a visão da bunda escultural da minha esposa engolindo aquela calcinha era de matar, ela passava e olhava pros casais, as vezes parava perto e tomava um gole do drink. Até que em um determinado momento, ela parou na frente de um casal de mais ou menos 40 anos e ficou olhado enquanto o cara apertava a bunda da mulher com mão cheia, ela olhou a cena e mordeu o lábio. Ela passou perto e o homem percebeu, ela ficou ao lado deles fingindo observar o show da atriz, o homem então encheu a mão na bunda dela e ficou apertando, eu fiquei observando maravilhado.

A mulher notou a situação e olhou para minha esposa com desejo, Ana Paula me olhou para checar se estava tudo bem e me encontrou sorrindo, ela então deu um beijão na mulher e levou a mão ao pau do cara. Ela bateu uma punheta rápida pra ele enquanto beijava a mulher, mas logo soltou e saiu sorrindo para eles. O homem ficou desnorteado, mas logo foi engolido pela parceira que estava com ele.

Ana veio até mim sorrindo e me beijou.

Aninha - Amor, quero mais...

Ela continuou andando pelo lugar, as vezes parando e empinando a bunda para ficar bem aparente, atraiu alguns olhares, mas nenhuma investida.

Aninha - Amor o pessoal daqui é muito legal! É confortante andar desse jeito e ninguém ser abusado - Disse feliz - Mas queria ver se tinha algum lugar que o pessoal está mais ousado! - E riu

Pedro - Vem comigo então. - Disse confiante

Levei ela até o dark room, ela me olhou impressionada, riu e tomou a dianteira.

O dark room era guardado por dois seguranças que fixaram os olhos em Ana Paula. Não era incomum ver pessoas vestidas daquela forma, mas Ana Paula era de longe a mulher mais linda no local naquele dia. O dark room era como um labirinto, você seguia por um corredor que fazia curvas, a instrução era sempre virar para esquerda caso quisesse sair, virar em outras direções te levaria a muros sem saída e a quartos abertos. Fomos seguindo por aqueles corredores, muitos casais encostados me paredes interagindo, haviam mulheres chupando caras, outros casais transando, de todo o tipo, homossexuais e até transexuais.

Aninha observava tudo com curiosidade, ela andava e de vez em quando passavam a mão nela, ela deixava, em um momento um casal a chamou para se juntar a eles, ela negou, mas como a mulher elogiou muito os seios dela, ela os mostrou para o casal e deixou o homem apalpar. No caminho, fizemos algumas curvas para outras direções, sempre acabávamos encontrando pessoas transando.

Em determinado momento, um homem chegou nela perguntando alguma coisa no ouvido, como a música estava alta, não consegui escutar, mas ela o beijou e enquanto beijava, ela olhava para mim com um olhar penetrante enquanto o rapaz passava a mão na sua bunda. Ela tirou o pau dele e começou a punhetar, ficou alguns minutos assim, até que ele falou algo no ouvido dela, ela então assentiu positivamente e se virou na parede empinando a bunda para ele. Nesse momento eu quase gozei, pois achei que minha esposa fosse dar um salto absurdo com tudo aquilo, mas na verdade o homem só bateu uma punheta na bunda dela e gozou em cima do rabo enorme da minha esposa.

Quando ele seguiu o caminho, ela veio até mim, tirou a micro saia ficando apenas com a calcinha e me entregou.

Aninha - Posso ficar com a minha bunda esporrada o resto da noite, amorzinho? - Perguntou manhosa

Pedro - Claro... - Respondi maravilhado - Amor to adorando você hoje!

Aninha me beijou forte e levou a minha mão até a bunda dela.

Aninha - Espalha, amor...Espalha a porra na minha bunda pra ela ficar bem brilhante!

Obedeci. Era novo pra mim aquilo, mexer na porra de outro homem, ainda mais na bunda da minha mulher. Ela jamais me pediria isso se não estivesse soltinha por causa da bebida, mas também me acendeu um alerta de que talvez fosse melhor ela não beber mais daquele ponto em diante.

Seguimos pelo labirinto até que chegamos na saída. Os seguranças que guardavam as entradas observaram aquela deusa saindo só de calcinha dali e se entreolharam sorrindo ao perceber que a nádega esquerda da minha mulher estava brilhando com gozo.

Aninha dançou um pouco na pista exibindo a bunda esporrada enquanto sorria para mim, era impressionante ver a transformação da minha mulher, ela estava muito confortável usando somente um micro top e um micro biquíni, estava livre e animada. Mesmo que impulsionada pela bebida e o local, dava pra ver que ela gostava daquilo.

Ela chamava a atenção de todos, a única pessoa que conseguia roubar a atenção dela era a atriz no palco, que agora interagia com algumas pessoas, pegando em paus e chamando mulheres para interagirem com ela no palco.

Ana já estava um pouco suada de tanto rebolar sua bunda e veio até mim.

Aninha - Amor, quero subir! - Disse entusiasmada - Não sei o que vou fazer lá, mas quero conhecer!

Assenti a ela e seguimos o caminho até as escadas, porém, algo inesperado aconteceu.

Sérgio - Pedro?

Era meu tio me chamando. Meu coração gelou e eu paralisei, não sabia o que fazer.

Sérgio - E ai sobrinho! Resolveu seguir a dica do seu tio? - Ele perguntava enquanto dava dois tapinhas no meu ombro.

Pedro - E ai tio... É, a gente veio conhecer.

Nisso, Aninha se vira e faz um olhar de surpresa, instantaneamente levando a mão até sua buceta pra tampar.

Aninha - Oi Sérgio - Disse desconfortável

Sérgio - Que isso, pode me chamar de tio! To vendo que veio até caracterizada!

Aninha olhou para mim e viu minha reação, eu estava desconfortável, porém a natureza não mente. Mesmo com aquela situação, ver alguém próximo a mim olhar a minha esposa daquele jeito fez efeito em mim. Meu tio estava com bafo de cachaça e cigarro, vestia uma bermuda cargo e uma blusa de botão aberta até a metade da grande barriga peluda dele. Ana olhou para o volume me meu short e olhou novamente para meus olhos, sua expressão, que só eu conhecia, dizia "Você é maluco mesmo" e com um sorrisinho, tirou a mão que tampava.

Aninha - Ah, achei que mesmo que fosse pra olhar, devia vir a caráter, né?

Sérgio - Tá certíssima! Ta linda! Da uma voltinha! - Dizia dando mais um gole na cerveja.

Aninha olhou pra mim como quem esperasse uma negativa, mas me mantive impassível, deixando ela decidir.

Aninha então levantou os braços sorrindo e olhando fixamente para meu tio e deu uma volta bem lenta. Sua bunda ainda brilhava com porra quase seca.

Sérgio - Eita, to vendo ai que já brincaram hoje!

Aninha - Pois é, o Pedro é impaciente! - E riu

Achei bacana de Ana esconder o fato de que aquela não era minha porra, ainda preservando um pouco da nossa intimidade, mas sabia que aquilo não duraria muito, até porque a noite ainda não tinha acabado.

Sérgio - Tá certo ele! Com um mulherão desse tem que aproveitar mesmo! - Disse querendo puxar mais coisa.

Aninha - Pois é, a gente tava indo subir pra procurar um lugar mais reservado.

Sérgio - Lá em cima? Duvido muito! Mas definitivamente tem lugares mais apropriados pra brincar! To indo lá agora também, vou mostrar pra vocês.

Aninha - Vai indo! Vou pegar mais uma bebida e vamos depois!

Tio Sérgio assentiu e seguiu o caminho para o segundo andar. Aninha veio até mim e me puxou para o bar.

Aninha - Ai amor... E agora? - Perguntou genuinamente preocupada

Pedro - Ana, o que você acha?

Aninha - Eu tava com vontade de fazer mais coisa, mas não sei o que ele pode querer fazer se souber dessas nossas intimidades.

Pedro - Então... Eu acho que ta tudo bem. Ele não é nenhum monstro que vai sair espalhando isso pra todo mundo. Ele é muitas coisas, mas nunca foi fofoqueiro, o máximo que vai acontecer é ele querer tomar algumas liberdades com você, e ai fica a seu critério deixar ou não.

Aninha - Você não se incomoda?

Pedro - Aninha, já ficou claro pra mim que você me conhece melhor do que eu mesmo, tudo que você fez até agora foi a decisão correta. Me deixou morrendo de tesão o tempo todo, você sabe a hora de ousar e de parar, eu só consigo ficar paralisado observando você, amor.

Aninha - Então tá... Vou ver o que vou fazer... Só fico com receio de ele querer chantagear ou algo assim.

Pedro - Eu não tenho medo nenhum disso. Ele só tem pose, não acho que sustentaria algo assim. Até porque eu posso só dizer que ele está mentindo.

Aninha - Você tem razão. A gente tira ele de maluco no pior dos casos. - Disse pedindo mais um drink

Olhei pra ela com cara feia.

Aninha - Tá tudo bem, eu só preciso voltar a energia que eu tava antes - Disse me dando um beijo - Fiquei um pouco sóbria com isso tudo, fica tranquilo, eu vou ficar bem soltinha pra você sem perder a consciência do que eu to fazendo. - E me deu mais um beijo forte e demorado.

Aninha bebia com calma, ela olhava para o show e se maravilhava com a atriz que chupava alguns caras da plateia, esperou um pouco para ver se alguém chegaria nela, mas todos os caras ou estavam no show ou se sentiam intimidados demais pela presença magnética dela. Ao acabar o drink, ela me puxou pelo braço e fomos subindo as escadas, a visão da bunda da Ana Paula vista por baixo era algo quase que divino.

No segundo andar, a forma seguia de corredor. Ao pé da escada já haviam três quartos sequenciados e em seguida um corredor com outros dois. O final do corredor dava pra um salão grande, com um imenso sofá redondo no meio. Estava relativamente vazio, haviam dois casais transando em lugares opostos e, no canto, um casal com outro homem em um ménage. Haviam mais quatro quartos espalhados pelo salão.

O som da música ainda chegava nessa parte, mas era abafado e suprimido pelos gemidos e sons característicos de colisão de virilhas. O cheiro de sexo exalava no local e fazia Ana morder os lábios.

Ana parou em um local vago naquele grande sofá e me jogou deitado nele. Ela veio engatinhando até mim e me deu um beijo longo, já apalpando meu pau. Ela recuou um pouco e ficou de quatro, empinando a bunda enorme em direção da porta, onde qualquer um que entrasse daria de cara com o cu aparente da minha esposa.

Ela tirou meu pau e começou um boquete incrível, muito babado e mantendo contato visual a todo momento. Alguns casais passavam olhando e dois caras pararam atrás dela e ficaram admirando. Um deles chegou até a sacar o pau e punhetar um pouco, mas outra coisa os chamou atenção e entraram em um dos quartos.

Ficamos assim por poucos minutos, até que meu tio Sérgio entrou no salão e deu de cara com aquele rabo maravilhoso. Ele se assustou, mas não recou, ficou parado bem atrás dela, eu fingi por um tempo que não vi e logo depois acenei para Ana Paula, que olhou para trás e, não muito rápido, desfez a posição ficando sentada em seus calcanhares.

Aninha - Oi tio, tava aprontando muito? - Disse ainda de costas deixando ele olhar um pouco mais pra sua bunda

Sérgio - Não tanto quanto vocês, isso é certeza - E riu - Mas ta certo, Pedrão, tem que aproveitar mesmo!

Eu ria, nos levantamos e Aninha persistiu.

Aninha - Mas você não faz nada aqui?

Sérgio - Ah, o pessoal com o meu perfil vem mais pra observar, né? A gente da sorte quando pode tirar uma casquinha... - Disse encarando Aninha.

Aninha - Hmm, sei... - Fez uma pausa - Ta me olhando muito, hein Tio! - Reclamou rindo

Sérgio - Poxa, desculpa... É que é difícil... - Respondeu envergonhado

Aninha - To brincando! Não tem problema! Eu sei que vou ser olhada e tocada, se não soubesse, não viria assim!

Sérgio - Tocada?

Aninha - É, ué... Pedro fica tranquilo com isso, no final ele sabe que sou de um só - Disse se agarrando no meu pescoço, quase de costas para ele - Então ele não liga e eu gosto da atenção.

Sérgio - Caraca, que sorte dos caras... - Disse quase implorando.

Aninha - Que tal assim... Se você prometer não comentar nada com ninguém, eu deixo tirar uma casquinha.

Entendi o plano dela.

Sérgio - Poxa... Sério? Fiquem tranquilos, nada disso sai daqui, jamais iria expor vocês, mesmo que você não oferecesse nada.

Aninha - Hmm, tá... Se quiser, enquanto estivermos aqui, pode tirar uma casquinha, não me importo - Disse empinando mais a bunda.

A mão do Sérgio então repousou sobre a bunda de Ana Paula por um tempo e alisou, então Ana reclamou

Aninha - Isso não é tirar casquinha, isso é apalpar no máximo! Pode apertar!

Sérgio então começou a apertar forte a bunda dela, de várias formas e pegadas, uma fez até seu dedão resvalar no cu da Ana Paula, que fez ela dar um suspiro e se soltar de nós dois.

Aninha - Vamos andar mais um pouquinho por aqui, quero ver os quartos! - Disse andando na frente.

Tio Sérgio tinha perdido o tom brincalhão e apenas seguia os comandos de Ana Paula, era incrível ver como aquela mulher dobrava qualquer um a sua vontade. Era muito além da beleza, era presença, uma energia que exalava dela e o tesão que ela tinha em estar no controle. Realmente minha mulher havia mudado muito.

Seguimos Ana Paula que olhava os quartos do salão, via algumas pessoas interagindo e passava por nós indo ao próximo quarto. Sempre que ela passava, tio Sérgio dava um tapa na sua bunda, ela olhava pra trás sorrindo, como quem aprovasse.

Entramos em um quarto onde havia dois casais transando, eles interagiam entre si. No canto, os dois caras que haviam parado para observar Ana Paula mais cedo estavam se masturbando. Ana Paula então pegou na minha mão e me colocou na parede ao lado dos rapazes. Ela, de costas para a cama onde a putaria acontecia, começou a me beijar.

Enquanto ela me beijava, sentia o corpo dela ser pressionado. Era Sérgio atrás dela mexendo em sua bunda com seu pau de fora já batendo uma. Um dos caras que estavam ao meu lado começou a apalpar a bunda dela também e ela começou a gemer.

Em certo ponto, ela para de me beijar e me olha com muito tesão e então vira para o rapaz que estava apalpando ela e o beija também. Tio Sérgio olhou surpreso, mas viu que eu estava tranquilo com aquilo, então abusou mais e deu duas porradas na bunda dela com seu pau. Ana Paula gemeu e começou a bater uma pro rapaz. O outro, que também se masturbava, tomou o lugar de seu parceiro em bolinar a bunda da minha mulher, meu tio então, sendo mais ousado ainda começou a puxar o top de Ana para baixo, deixando seus peitos livres.

Ana se afastou um pouco de mim, exibindo seus peitos para todos ali e rindo se agachou. Eu também batia punheta e agora haviam quatro paus perto de seu rosto.

Ana Paula então me chupou enquanto batia punheta para um rapaz e meu tio ao meu lado batia punheta perto do rosto dela. Em um rompante de tesão, Ana me surpreendeu absurdamente ao pegar no pau dele. Meu tio então gemeu alto, não acreditando no que estava acontecendo. Ana, então, em um misto de tesão e embriagues, decidiu finalmente dar mais um passo naquela fantasia toda. Ela largou o meu pau, olhou fixamente nos meus olhos e, sem perder o contato visual comigo, abocanhou o pau de um dos rapazes, que gemeu forte. Aninha o chupava e punhetava meu tio sem parar de me olhar. O rapaz então anuncia que vai gozar e aninha ri com a língua de fora. Ela larga a pica do Sérgio e empina os peitos para receber toda aquela gala.

Com os peitos gozados, ela agarra o meu pau e da um beijo, o outro rapaz toma o lugar do parceiro e Ana começa a mamar ele também. Dessa vez, ela lambeu todo o corpo e chupou o saco dele punhetando o seu pau até ele também anunciar o gozo. Dessa vez ela se levantou e o fez gozar em sua barriga. Os dois satisfeitos agradeceram e sairam do quarto. Na cama, um dos casais havia saído e só estava um ali ainda transando, imaginei que tivessem realizado uma troca de casal.

Tio Sérgio então olha para Ana, com os peitos de fora e toda gozada, então olha pra mim com cara de pidão. Sem que fosse proferida uma palavra, Ana Paula me olhou como que pedindo permissão e dessa vez, afetado pelo tesão, assenti.

Ana deu e ombros e sorrindo se abaixou, agarrando o pau dele de leve e, como fez anteriormente, lambeu todo o corpo do pau, comecei a me masturbar ferozmente. Aquela cena era quase demais para mim, queria gozar, mas segurei. Ana começou a chupar tio Sérgio devagar, fazendo ele sentir cada centímetro da boca dela, que olhava para ele com aqueles olhos verdes enormes e aumentava o ritmo. Não demorou muito para Sérgio anunciar o gozo também. Ana não parou de chupar e, quando sentiu as contrações, abriu bem a boca. Foram três jatos, o primeiro fez uma linha no seu rosto e os outros dois foram diretamente na boca. Aninha engoliu e se levantou com as mãos na cintura, rindo pra ele.

Sérgio - Nossa... Caralho... Eu nem...

Aninha - Não fala nada não! Se não eu vou ficar com vergonha - E riu.

A esse ponto, estávamos apenas nós ali.

Aninha - O que o senhor acha de deixar eu e meu marido a sós um pouco?

Tio Sérgio, ainda desnorteado com tudo aquilo, só acenou que sim, recolheu o pau e saiu do quarto.

Ana me olhou por alguns segundos. Era absurdo a visão. Minha esposa com porra na cara, nos peitos e na barriga. Olhando fundo nos meus olhos, sem nem falar nada, ela veio ate mim. Retirou minha camisa com calma e colou o corpo no meu.

Aninha - Sente... Sente como ta o corpo da tua mulher - Dizia no meu ouvido.

Eu cheguei a revirar os olhos de tesão. Ela me beijou forte, fazendo a língua invadir a minha boca, senti o gosto da porra e o cheiro do sexo vindo dela.

Aninha - Bota a mão no meu peito .

Obedeci. Fiquei espalhando o esperma ali. Ela pegou a minha mão, levou até a boca dela e lambeu a porra e logo em seguida me beijou de novo.

Fiquei estarrecido, mas quando ela levou a mão, ainda esporrada ao meu pau, eu quase gozei. Ela parou antes que eu pudesse.

Se afastou de mim e ficou mexendo nos focos melados de seu corpo, quando a mão dela ficou bem lambuzada, ela melecou todo o meu pau com a porra dos outros e ficou de quatro na cama. Ao colocar a calcinha pro lado, pude ver o quão melada ela estava, pois era visível a linha de seus líquidos grudados na calcinha.

Aninha - Nada de começar devagar. Arromba a tua puta. - Ela disse séria.

Como um bárbaro, cravei meu pau naquela buceta perfeita e meti o mais forte que pude. Ficamos uns cinco minutos metendo em velocidade máxima, já sentia minha virilha ficar vermelha com tantos impactos, Aninha não só gemia, ela gritava muito alto. Quando percebi já havia outras pessoas observando nossa interação.

A visão que eles tinham era de uma gostosa cheia de porra recebendo pica do marido, percebiam porque a todo tempo me chamava de amor e de corno.

Ana Paula começou a se tremer toda e senti seus líquidos me molharem, ela estava tendo um squirt naquela cama de swing, onde antes outros casais também tinham transado. Era a primeira vez que ela tinha aquela reação.

Não aguentei muito tempo e gozei em cima de sua bunda e costas, gozei muito, quase cinco jatos fartos, terminando brilhantemente a pintura em seu corpo.

Aninha passou alguns segundos se recuperando, respirando fundo, até que se levantou, olhou para as pessoas que a observavam e saiu me puxando pelo braço.

Descemos.

Aninha ainda estava só de calcinha, ela praticamente desfilava pelo local. Muitas pessoas pararam tudo para olhar, dessa vez, ela vestia porra quase como um convite e dois caras mais ousados deram um tapa na bunda dela. Ela dava gritinhos e ria para eles. Não encontramos mais o tio Sérgio nesse dia.

Chegamos perto da recepção e Ana pediu para eu pegar nossas coisas para ela se trocar no banheiro. Estranhei porque ela não trouxe nada além da bolsa onde guardava seu celular, mas acatei e solicitei na recepção, eles entregaram a bolsa e pediram para sermos breves, pois não podíamos rodar com celular pelo local.

Avisei Ana Paula, que disse que seria rápido. Seguimos até o banheiro feminino, onde entreguei a ela as peças de roupa que ela foi soltando pelo caminho da noite e fiquei na porta esperando. Cinco minutos depois, ela sai com o mesmo sobretudo cinza e com a cara limpa. Seguimos calados até a saída, agradecemos na recepção e fomos até o carro.

Aninha - Amor... Quero conversar sobre isso tudo... - Disse olhando para fora, pude ver lágrimas se formando em seus olhos pelo reflexo do retrovisor.

Pedro - Amor... Claro... - Concordei preocupado. - Tá tudo bem?

Aninha - Tá sim... Só me responde e por favor me fala com sinceridade - Disse finalmente me olhando com aqueles olhos gigantes verdes - Você realmente gostou de hoje? De tudo, tudo mesmo?

Acariciei o rosto dela e em tom firme respondi

Pedro - Amor. Tudo que você fez hoje foi perfeito pra mim. Você não fez nada de errado. Você só terá feito alguma coisa errada se amanhã você me disser que não gostou. Nesse caso eu vou ficar muito chateado comigo mesmo porque vou sentir que falhei com você.

Aninha - Tudo que eu fiz, eu fiz porque quis. Eu fiz porque sabia que ia te dar tesão. Te dar tesão me da tesão. Toda vez que eu olhava pra você e via sua reação, me dava vontade de fazer mais! No final isso meio que me cegou e fui agindo por instinto... Eu fiz boquete no seu tio... Eu não sei se isso foi passar dos limites e isso tá me matando!

Pedro - Se você fez por instinto, ótimo! Significa que te deu tesão fazer! E isso me da um tesão do caralho! - disse a acalmando - E você viu como ele ficou! Ele no máximo vai tentar pedir por mais. Nada do que aconteceu aqui vai sair daqui!

Aninha então pareceu se acalmar, mas ainda vi uma lágrima descer.

Aninha - Sei lá... Só pareceu um salto muito maior do que o último.

Pedro - E foi. E isso pra mim foi sensacional.

Aninha - Eu não sei se eu vou chegar a dar pra outra pessoa algum dia... Sinceramente não sei... Mas... Se for pra ver você desse jeito de novo... Se for pra sentir o prazer que eu senti hoje... Eu acho que não é impossível.

Meu coração bateu diferente, só imaginar aquilo já me dava uma geleira de tesão.

Pedro - Amor... Nunca vou pedir pra você fazer nada que você não queira.

Aninha - Eu sei. E é isso que me da conforto e até vontade de fazer mais. Você é perfeito.

Sorri e a abracei. O cheiro de porra ainda estava presente, mas era camuflado pelo perfume recém passado. Ela retribuiu o abraço.

Aninha - E mais uma coisa... Sobre fazer você... Interagir com o gozo dos outros... Foi demais?

Pedro - Sendo sincero com você. Fiquei com medo só do que você pensaria de mim... - Respondi sincero - Ainda to com esse medo na verdade.

Aninha então me olhou e foi sua vez de me abraçar com força

Aninha - Não! Jamais! Eu não penso mal de você por nada! Amor, interagir com isso é excitante! Não penso nada de você por isso!

Aninha falou isso trocando o olhar de ansiedade por de preocupação.

Aninha - Sério! Por favor não se sente mal... Só me diz... Você gostou?

Pedro - ... Gostei. - Respondi ainda encabulado.

Ela então deu uns pulinhos no banco sorrindo enquanto mordia os lábios.

Aninha - Ai que bom! Achei que eu tinha feito merda! Que delícia amor! Quero fazer mais vezes! Me deu um tesão absurdo!

Pedro - Quando você fala assim, ai mesmo que eu vou ter vontade!

Tendo tudo esclarecido com a minha mulher, tirando finalmente todas as pedras e dúvidas dos nossos caminhos, Aninha e eu fomos para casa. Já eram quase 5 horas da manha e podíamos ver o azul negro do céu ser tomado pelo laranja avermelhado típico do nascer do sol, Aninha já havia apagado no carona e seu rosto era angelical.

Meu celular havia ficado no modo avião durante toda a noite, e, em um sinal, parei para deixá-lo online outra vez. Imediatamente chegou uma mensagem da minha esposa. Uma foto. Uma legenda.

"Advinha quem mais recebeu essa foto?"

Era uma foto dela no banheiro da casa de swing. Nua. Corpo inteiro, meio de lado, exibindo toda a porra em seu corpo.

Fiquei louco para saber para quem ela havia mandado, mas não tive coragem ou ímpeto para acordá-la. Ficaria para o dia seguinte essa resposta.

Minha esposa se transformou. Não sei dizer em que momento essa transformação aconteceu, mas que nossas vidas só ficariam melhores dali para frente e que nosso casamento seria, de fato, até que a morte nos separasse.

><

Ana se concretiza como uma hotwife, Pedro não poderia estar mais feliz e agora o leque de oportunidades se abrem com a presença de mais um envolvido.

Será que Sérgio vai mesmo manter segredo?

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