SEGUNDA-FEIRA A TARDE
Quando fui buscar Diana saindo das aulas ela estava feliz da vida.
– Papai, foi muito excitante ficar sentindo o tempo todo seu esperma.
– Então não faremos mais pela manhã para que você preste atenção nas aulas, falei meio brincadeira, meio sério.
– É só porque é a primeira vez e porque contei as minhas amigas tudo o que aconteceu no final de semana. A maioria acha que estou mentido, principalmente com o tamanho de seu pau e quiseram saber quem foi esse homem misterioso, mas mesmo que você deixasse contar eu jamais contaria suas qualidades a elas, falou sorrindo e mostrando com as palmas da mão o tamanho do meu pau.
– Você é mesmo uma vadiazinha. Precisava contar?
– Eu sou papai. Você sabe melhor do que ninguém que sou. Precisava sim. Elas vivem se gabando e contei detalhadamente tudo o que você fez comigo as deixando de boca aberta. Me excitei tanto que poderia gozar só lembrando. Não sei qual foi mais safado, mas a perda da virgindade é inigualável com seu pau enorme me deixando assustada e depois arrombando minha bucetinha pela primeira vez.
Eu já estava de pau duro, mas nossa vida não poderia ser só sexo, por mais extraordinário que fosse. Sabia que mais hora, menos hora deveria a acalmar a satisfazendo, mas sob meu controle.
– Vamos parar com esse assunto. Não é só me trair que te pode fazer perder meu pau, notas baixas também, falei sem muita convicção.
– Não me preocupo com isso. Apesar de nosso problema eu a Amanda conseguimos notas suficientes.
Chegamos em casa e ao entrar ela me deu um beijo fogoso delicioso.
– Só porque eu te amo papai, falou feliz da vida aquecendo meu coração.
Diana me ajudou a esquentar o almoço que uma cozinheira preparava semanalmente para nós deixando tudo pronto para cada dia e cada refeição. Fora isso tinha uma faxineira que limpava e lavava roupas 2 vezes por semana pela manhã e o combinado de cada um cuidar de seu quarto. Diana não era muito caprichosa, mas Amanda era meticulosa o deixando impecável.
Cada vez que eu olhava para aquela bunda estufada e arredondada na perfeição enchendo aquela calça jeans com a marca de uma tanguinha por baixo, imaginava quantos olhares foram dirigidos a ela naquela manhã. Claro que sentia ciúme, mas o tesão de saber que me pertencia era bem maior compensado.
Terminando de arrumar tudo a mandei fazer as tarefas. Há tempos havíamos combinado que elas sempre fariam as tarefas logo que voltassem das aulas porque estava tudo na memória e se trocassem de personalidade, já a teriam feito porque não conseguiriam se lembrar sendo a outra. Só que não tinha como evitar a foder, pois eu já estava com vontade naquele minuto.
– Quando terminar as tarefas, vem lá em meu escritório, mas não tire essa roupa.
Ela me olhou safada sabendo o que aconteceria, ou imaginava saber, porque eu queria muito fazer algo que ainda não tinha feito e nunca consegui fazer com outra mulher, pois nenhuma tinha peitos tão grandes.
Diana cumpriu sua parte fazendo suas tarefas empenhadamente porque demorou só vindo para o escritório no final da tarde. Entrando pela porta ela sorria feliz.
– Pronto papai. Fiz todo meu dever. Agora você pode meu usar como quiser.
Eu tinha um pequeno sofá-cama no escritório para hospedes que nuca vieram, antes ou depois da morte de minha esposa com o problema de Amanda, mas seria bem utilizado naquela tarde.
– Então tire essa camiseta e esse sutiã e se deite no sofá.
Ela se excitou mesmo sem ainda saber o que aconteceria. Na verdade Diana vivia excitada.
Quando tirou a camiseta com a qual foi as aulas, um sutiã de bojo vermelho que podia se ver antes com a transparecia da camiseta. Eu não tinha a visto ainda de sutiã, mas de qualquer forma aqueles peitos eram fenomenais e inigualáveis e ia os desfrutar naquele fim de tarde.
Enquanto ela fazia o que pedi, também tirei minha roupa, mas ao inverso dela fiquei só com a parte de cima. Só de calça jeans e topless Diana era um tesão gigantesco e sob seu olhar curioso, subi no sofá, encaixei um joelho entre seu corpo e o encosto e outro por fora dele sentando sem colocar pelo sobre seu abdômen.
Empurrei meu pau duro o encaixando entre seus seios.
– Aperte os seios com suas mãos que vou fode-los. Nunca fiz isso, mas como minha vadiazinha é peituda vou conseguir com ela.
Sorrindo feliz, ela empurrou seus seios para o centro tendo dificuldade por sua rigidez, mas no fim senti meu pau envolvido por aquelas carnes quentes e sua pele macia e lá do outro lado, a glande ficava exposta, mais do que a glande na verdade.
Vadia, minha filha gostosa inclinou a cabeça e engoliu a glande antes que eu começasse a foder seus peitos.
– Hummmmm, mummmmm, ela murmurava o lambendo.
Devagarinho comecei a ir e vir espremido por seus seios deliciosos, mas não puxando muito para trás não escondendo minha glande entre eles para que Diana continuasse o lamber e o chupar. A vadiazinha tinha ido muito além do que imaginei de só foder seus peitos.
Levei a mãos a seus peitos espremidos e peguei seus mamilos começando a espreme-los e a torce-los. Vadia como era, minha filha poderia gozar só com o que eu faria com ela. Deixei que chupasse por alguns minutos, mas para gozar precisaria acelerar aquela fricção em seus peitos.
– Pare agora porque tenho que foder direito esses peitos para poder gozar.
Diana parou, mas vadia puxou o travesseiro e repousou a cabeça ficando de frente assistindo em close meu pau enorme foder seus seios também enormes.
– Fode papai, fode os peitos grandes de sua vadiazinha. Vou adorar ser sua primeira assim.
Comecei o vai e vem e quando ia minha uretra chegava a uns 5 centímetros do rosto de Diana a deixando com os olhos vidrados de excitação. Não tinha aquele melado que fazia escorregar deliciosamente de sua buceta, mas a visão do que eu fazia, ter seus mamilos nos dedos e ver seu rosto lindo todo excitado compensava.
– Precisamos usar esses peitos enormes de todos os jeitos que ele pode ser deliciosamente usado. Ohhhuuuuuu.
– Use papai. Use meus peitos e tudo o que você quiser. Sua vadia adora ser usada para ter e dar prazer. Ahhhuuuuuu.
Estava a beira do gozo e era hora de fazer algo muito sujo com minha filha vadia.
– Eu vou gozar filha. Abra a boca e mostre a língua.
Comecei a gozar e meu pau ia e vinha entre seus peitos sem controle de direção. O primeiro jato mais forte e volumoso foi bem para cima de sua língua acertando o meio da testa. O segundo entrou por seu nariz, os três seguintes foram em sua boca e sua língua e rapidamente me afastei para os dois últimos atingirem seus seios.
Meu sêmen viscoso e esbranquiçado escorria por seu rosto quando senti o corpo de Diana trepidando debaixo de minha bunda com ela tendo um orgasmo gigantesco, mas não gemia porque sua língua engolia o que tinha de esperma nela e na boca e depois ficou esticando procurando o que tinha escorrido em seu lábios.
Minha linda e inteligente filha transformada em uma vadia adoradora de porra e por seu gozo que não parava muito depois do meu terminar, para ela estava sendo o auge de sua vadiagem.
Meu pau nem amoleceu vendo seu rosto decorado com meu esperma. Meu lado pai era contido pelo meu lado devasso para dar o que minha filha ansiava e satisfeita não precisasse de mais ninguém.
Ainda no fim de seus orgasmos, ela levou as mãos a minha bunda, me puxou para a frente e engoliu meu pau até onde conseguiu recolhendo o pouco de esperma que não foi cobrir seu corpo.
Assim que não tinha mais nada, o largou e voltou a se deitar e com as mãos foi espalhar o esperma por todo seus peitos deixando aquele em seu rosto.
– Papai, sei que não precisamos falar mais sobre isso, mas nesse momento eu faria qualquer coisa, qualquer coisa mesmo para que você continue a me tratar assim como vadia. Você destrói aquela minha ânsia de sexo vadio a casa gozo. Estou amando seu esperma em meu rosto e meus seios. Aliás, onde não adoro? E você está gostando de ter sua filhinha assim, me provocou.
– Meu lado pai não, mas o lado devasso que você despertou está adorando e já quero te foder mais.
– Me fode papai. Quero seu pau na minha buceta, na minha bunda, onde você quiser, mas sem tirar esse esperma do rosto.
Sem nem responder me levantei de sobre seu corpo, desci do sofá e a puxei pela mão para se levantar. Diana foi aceitando tudo e quando se viu estava de frente para minha escrivaninha só de calça jeans e a calcinha minúscula por baixo que marcava o tecido.
– Abra o botão e o zíper da calça, debruce sobre a mesa e arrebite essa bunda. Ainda vou decidir o que vou foder.
Enquanto abaixava a calça, fui até minha mesa afastando tudo para que seus peitos e rosto cheio de porra não sujassem meus documentos de trabalho. Abrindo espaço ela se curvou e se apoiou sobre seus seios enormes.
– Porque não os dois papai? Meu cuzinho também já sarou, falou oferecida.
Porque não? Diana estava levando meu tesão ao extremo e pelo menos mais dois gozos eu poderia ter sem esperar muito entre eles.
– Não saia daí.
Fui ao meu quarto buscar o KY e quando voltei aquela bunda monumental estava no alto de suas pernas esticadas com os pés apoiados no chão e seus peitos esmagados contra a mesa. Olhei para aquela visão erótica e talvez só mais dois gozos não fossem suficientes.
Me vendo com a bisnaga ela sorriu e chegando atrás dela, dei um tapa forte em sua bunda por cima do jeans.
Pááá.
– Auhhhhh, ela gemeu.
– Sua vadia. Precisa usar um jeans tão apertado e um calcinha minúscula enterrada na bunda para ir as aulas? Quantos homens devem ter olhado para ela e se excitado?
– Preciso papai. De manhã você ficou tarado me vendo com ela e depois quando cheguei e é por isso que está me fodendo tão gostoso, falou sincera. O que tem que os outros olhem? Eles olham e se excitam enquanto só você pode enterrar esse pauzão nela e na minha buceta. Me fode papai. Quero seu pau.
Diana tinha razão porque fiquei mesmo muito tarado com ela com aquela calça e a cobicei desde manhã terminado naquela minha ideia de foder seus peitos. A pedido dela, nenhum buraco de seu corpo sairia ileso naquela tarde.
No momento que consegui vencer a dificuldade de abaixar aquela calça justa e grudada em sua pele a calcinha vermelha de renda minúscula e enterrada em seu rego se revelou.
– Vermelha para ir as aulas?
– Só você vê minha lingerie. Se tiver alguma cor que não goste eu não uso.
Dei outro tapa, mas agora em sua pele exposta.
Pá.
– Em você, amo qualquer cor e qualquer lingerie.
– Ahhhh papai. Eu só penso em você. Vinte e quatro horas por dia. Até sonhado você está me fodendo com esse pauzão. Eu me visto para você e me dispo para você.
Afastei sua calcinha de vadia pois mulheres normais até poderiam usar calcinha como aquelas em momentos especiais com maridos e namorados para se sentirem sexy e agrada-los, mas ir as aulas com uma calcinha daquela só mesmo uma vadia.
Por estar com a calça nas coxas suas pernas não abriam muito, mas estava tão arrebitada que mesmo grosso meu pau chegou aonde devia. Sentido seu buraco comecei a penetra-la, não com a mesma força daquela manhã.
– Aiiihhhhh. Vai ser a vida inteira assim papai. Toda vez que me foder vai doer?
– Não tem como diminuir meu pau, então sim, vai ser a vida toda. Está reclamando?
– Nãoooooooo. Minha buceta está tão ajustada a ele. É que na primeira enterrada sempre dói muito, mas depois dói menos. Pode foder sem dó.
Apesar do que ela falou, continuei devagar apreciando a vista de meu pau se apossando daquele canal tão justo e tão perfeito. Do lado a calcinha vermelha esfregando em meu pau só deixava mais gostoso.
Diana gemia muito mais de prazer do que de dor e quando toquei o fundo com meu pau milimetricamente encaixado, larguei uma mão da cintura e levei a seus cabelos os envolvendo e os agarrando a colocando em uma posição totalmente submissa.
– Papaiiiiiii. Você é meu homem. Faz comigo o que você quiser.
Não a fiz virar o rosto para mim só o mantendo preso e comecei o vai e vem. Diana imaginou que com as estocadas ficando mais forte gozaríamos juntos, então quando sentiu o gel que espirrei em seu rego se arrepiou toda e desacelerou.
– O que você vai fazer papaiiiiiiii?
– Eu poderia continuar fodendo sua buceta e enterrar os dedos em seu cu, foder seu cu e enterrar os dedos em sua buceta ou foder também seu cu agora o preparando e depois gozar metade em sua buceta e metade nele. Como você acha que será mais vadia?
– Papaiiiiiiii, faça como preferir, estou gozaaaaaaandoooooooooo.
Sem que ela escolhesse segui o roteiro e comecei a penetrar seu cu com os dedos tentando achar espaço com meu pau grande ocupando tudo. Consegui penetrar um pouco enquanto puxava o pau quase para fora.
Diana não tinha coordenação nem para gemer dando gritinhos desconexos.
– Ahhhiii. Uiihhhh. Mmmuuuuuummm. Uhhhiiiii.
Após conseguir enfiar dois dedos os alarguei abrindo seu anelzinho, mas não seria a primeira vez e Diana já tinha aguentado tudo e adorado.
Quando seu orgasmo começou a diminuir, tirei meu pau de sua buceta, o encharquei de gel e mirando seu cuzinho cheguei até ele e comecei a colocar força sentindo sua resistência. Na primeira vez dias atrás eu tinha usado a posição mais confortável e menos dolorida, mas arrebitada daquele jeito com os músculos tensos não seria pouco dolorido.
– Aaaahhh papai, é o último buraquinho do dia. Você terá entrado em todos e ainda fodeu meus peitos. Ahhhhmmmm. Quando coloquei essa calcinha e essa calça não achei que conseguiria tanto.
Pá. Pá. Pá, estalei minha mão em sua pele branquinha do bumbum.
– Sua vadia provocadora. Quem disse que é o último buraquinho do dia, a assustei. Ainda vou te foder em minha cama antes de dormir. Ohhhh, falei afundando mais um pouco naquele anelzinho apertado.
Entre gritos, gemidos e tremores cheguei ao fundo do cu de minha filha pela segunda vez na vida, sabendo que aconteceria com frequência no futuro. Sabia pela esposa que não é higiênico penetrar os dois buracos ao mesmo tempo alternadamente, mas eu precisava gozar em seus dois orifícios e já tinha penetrado em seu cuzinho. O segredo seria ir tomar um banho rapidamente quando acabássemos.
Decidi primeiro gozar em sua bunda onde já estava enterrado e acelerei os movimentos ainda com uma mão a segurando pelo cabelo.
– Está quietinha vadiazinha, a provoquei.
– Ahhhh papai. Estou entregue a seus desejos. Só faz o que tem que fazer, pois sei que vou gozar muito.
– Então se prepare que vou gozar metade de minha porra em sua bunda e metade em sua buceta, falei acelerando ainda mais.
– Papaiiiiiiiii. Goza na minha bundaaaa. Estou gozaaaandoooooo.
Na mesma hora gozei.
– Ahhhhuuuu, estou gozando.
Depois de sentir 2 ou 3 jorros, puxei para fora e empurrei em sua buceta escorregadia já ejaculando no canal enquanto me afundava.
– Ohhhhhhhhhhhh deussssss, Diana gemeu parecendo ter um acréscimo em seu orgasmo.
Gozamos intensamente e da mesma forma que foi forte foi rápido por causa da intensidade. Diana se aguentou porque estava dobrada sobre a mesa, mas parecia exausta.
– Mais vadia não tem, não é? Em pleno dia da semana, tendo todos os buracos penetrados e cheios esperma e também fodida nos peitos e tendo esperma no rosto.
– Ahhh papai, o que você é?
– Sou o produto de suas provocações e de sua necessidade de ser satisfeita. Só você desperta esse meu lado. Agora vamos tomar banho porque eu fiz o que não deveria.
– O que papai? Você deveria ter feito tudo o que fez.
Eu ri já a colocando em pé.
– Não é o que você está pensando. Eu só não deveria ter tirado de sua bunda e colocado em sua buceta. Não é higiênico, mas ele saiu limpinho. Vamos.
Diana tirou sua calça e sua calcinha as levando junto para meu banheiro onde tivemos um delicioso banho. Ela voltou ao assunto.
– Não conheço outros, mas conheço o que as amigas falam dos outros e você não é um homem normal papai.
– Como te disse sempre fui normal com todas as outras, mas você despertou esse meu lado e estou gostando dos prazeres que tenho, mas principalmente tento me superar para te dar mais prazer a cada vez.
– Você está conseguindo papai. Sei que tem um ponto de onde não vai passar, mas o que você fizer comigo vai me satisfazer fodendo um ou todos os buracos, falou sorrindo enquanto me lavava com sua mãozinha deliciosa.
Depois do banho jantamos juntos e assistimos uma série e nem nisso elas combinavam, então eu sempre estava assistindo séries separadas com cada uma delas.
SEGUNDA-FEIRA A NOITE
Antes de dormir cumpri minha ameaça de fazer amor, mas fiz um teste aproveitando que tinha sido muito intenso aquela tarde. Se Diana pudesse gozar também na forma romântica de fazer amor e gostar, mesmo que esporadicamente Amanda poderia fazer o mesmo de forma inversa.
Se conseguisse fazer amor com ela romanticamente, talvez um dia Amanda pudesse gostar de fazer sexo como uma vadia sem que eu forçasse a barra, porque o objetivo traçado pela terapeuta era que um dia eu fodesse Amanda como uma vadia e ela gostasse não precisando mais de Diana.
Foi um sucesso com Diana também gozando fazendo amor romanticamente, mas eu me perguntava se isso aconteceria se meu pau fosse normal e não sabia a resposta.
– Ahhhhh papai, é evidente que gosto muito mais de um sexo rude, intenso, quase animal, mas acabei de descobrir que com você de qualquer forma é delicioso. Foi bom que demorou bastante.
– Sim meu amor, assim tem algumas vantagens.
– Posso dormir com você aqui em sua cama?
– Eu adoraria, mas infelizmente não. Não quero que a Amanda acorde nua em minha cama.
– Posso me vestir comportada. Só para dormir mesmo.
– Hoje não. Quem sabe uma outra vez.
– Se você a foder também não teremos essa limitação. Não, certamente ela não vai querer foder. Com ela terá que fazer amor como fez agora comigo.
– Diannnna.
– Só pensa nisso.
– Está bem. Vamos dormir.
Eu já tinha pensado, mas não poderia contar a ela sendo que minha intenção era que ela desaparecesse. Não sabia qual seria sua reação se descobrisse isso.
– Só uma última coisa papai.
– Como minhas lingeries são para você, se me ajudar escolher novas vou te agradar mais.
– Está bem. Eu vou, mas essa calcinha me deixou muito tarado hoje. Não acho que você deva mudar do que você gosta.
– Escolhemos juntos o que nós dois gostamos. De vadia, mas vadia do papai, falou sorrindo. Novas roupas também assim.
– Combinado. Só não se desfaça de nada que tem para uso exclusivo meu. Boa noite amor.
Ela sorriu feliz com meu pedido.
– Boa noite papai. Certeza que tenho que ir, tentou mais uma vez.
Não respondi e ela se foi, mas não poderia ficar chateada depois de tudo que aconteceu naquele dia.
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Próximo Capítulo - 06 – Ciente que seu corpo já tinha feito sexo, Amanda também quis
A recatada Amanda gosta do sexo e começa a perder sua inocência aceleradamente