Naquela noite, estávamos os três na sala depois do jantar. Minha mãe no sofá, eu na poltrona, Fernando na outra. A TV ligada num programa qualquer, ninguém prestando atenção.
O celular dela tocou. Ela atendeu, andando até a cozinha. Quando voltou, o rosto estava diferente. Uma expressão que eu conhecia bem.
- Gente, preciso viajar de novo - ela anunciou, largando o celular na mesa. - O cliente de amanhã confirmou agora. Vou passar quatro dias fora.
Meu estômago deu um nó. Quatro dias. Olhei de relance pra Fernando. Ele estava com a cara mais neutra do mundo, tomando cerveja como se fosse a notícia mais normal.
- Que pena, amor - ele disse, a voz calma. - Mas é o trabalho, né?
- Pois é - minha mãe suspirou, sentando no braço do sofá perto dele. - Mas pelo menos vocês dois ficam juntos. Não vão deixar a casa cair, hein?
Ela riu. Eu forcei um sorriso.
- Claro que não, mãe.
- E cuida dela pra mim, Fernando - ela passou a mão no cabelo dele. - A Luana ainda é minha bebê, mesmo formada.
Ele sorriu. Aquele sorriso cafajeste que eu já conhecia.
- Pode deixar, meu amor. Vou cuidar muito bem dela.
Ela se inclinou e beijou ele. Um beijo demorado. Eu desviei o olhar.
No dia seguinte, ela viajou de manhã cedo. Ficamos eu e Fernando em casa. Passei a manhã no quarto, estudando, evitando ele. Almocei sozinha. Ele apareceu na cozinha quando eu já estava terminando, pegou uma cerveja na geladeira e sentou na minha frente.
Ficamos em silêncio por um tempo. Eu sentia o olhar dele, mas não levantava a cabeça.
- Filha - ele disse finalmente.
Levantei os olhos.
- Já que sua mãe não está - ele deu um gole na cerveja, devagar - por que a gente não fica à vontade?
Pisquei, confusa.
- Como assim?
Ele largou a lata em cima da mesa.
- Ficar à vontade. Em casa. A gente vai ter que conviver esses dias de qualquer jeito. Por que não fazer isso pelados? Está calor esses dias...
Meu rosto esquentou.
- Fernando...
- Pensa - ele me cortou. - Sem frescura. Sem segredo. A gente fica pelado em casa e pronto. Cada um no seu canto, cada um na sua, mas sem essa de ficar escondendo. É natural. É o corpo.
- Natural? - repeti, incrédula.
- Claro. Todo mundo tem corpo. Por que esconder? - ele inclinou a cabeça, me olhando. - A não ser que você não se sinta à vontade comigo. Aí a gente não faz.
Era uma armadilha. Eu sabia que era uma armadilha. Mas a ideia... a ideia mexia comigo.
- Não é isso - falei baixo.
- Então vamos tentar. Só hoje. Se não gostar, a gente volta atrás.
Fiquei em silêncio por um longo momento. Minha buceta já latejava dentro do shorts.
- Tá bom - ouvi minha voz dizer.
Ele sorriu, satisfeito, e se levantou. Na minha frente, sem pressa, tirou a camisa. Depois a bermuda. Ficou só de cueca, a rola já marcando volume. Olhou pra mim.
- Sua vez.
Levantei da cadeira com as pernas trêmulas. Peguei a barra da camiseta e puxei pra cima. Tirei. Fiquei de sutiã na frente dele. Depois as mãos foram para o short. Desci devagar, mostrando a calcinha. A bunda enorme apertada dentro do tecido.
- Tudo - ele disse, a voz mais grossa.
As mãos foram para as costas, desabotoaram o sutiã. Meus peitos ficaram livres, os bicos já duros. Depois a calcinha. Puxei pra baixo, me inclinei um pouco pra tirar, e quando levantei, estava completamente nua na cozinha, na frente dele.
Ele me olhava como quem olha uma obra de arte. Os olhos passearam devagar, dos meus peitos pra minha barriga, pra minha buceta, pras minhas coxas. Depois subiram de novo.
- Perfeita - ele murmurou.
Tirou a cueca. A rola pulou pra fora, enorme, dura, a cabeça brilhando. Ficamos ali, um de frente pro outro, completamente pelados, no meio da cozinha.
- Pronto - ele disse, com um sorriso. - À vontade. Cada um na sua.
Ele virou as costas e voltou pra mesa, pegou a cerveja de novo, sentou como se nada tivesse acontecido. Eu fiquei paralisada por um segundo, sem saber o que fazer. Depois respirei fundo e terminei de almoçar. Pelada.
Foi estranho no começo. Os primeiros minutos foram um exercício de fingir normalidade. Eu comia, ele bebia cerveja, mas era impossível ignorar. Era impossível fingir que ele não estava de rola dura, e eu não estava com a buceta melada.
Quando terminei de comer, levantei pra lavar o prato. Ele ficou na mesa. Senti os olhos dele na minha bunda enquanto eu mexia na pia. Não falou nada. Só olhou.
Passei o resto da tarde no quarto, lendo, mexendo no celular. Era esquisito, mas também era libertador. O ar no corpo. A pele livre. E aquele zumbido constante de excitação no fundo da barriga.
No fim da noite, fui pra sala. Ele estava lá, pelado no sofá, vendo TV. Sentei na poltrona, também pelada. Ficamos assim por um tempo, vendo um filme qualquer, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Apoiei os pés na borda da poltrona, com os joelhos dobrados, as coxas ligeiramente afastadas. A posição era confortável, e eu sabia o que ela fazia com a minha buceta. Deixava totalmente exposta. Escancarada pra sala inteira, se alguém resolvesse olhar.
E ele olhava.
Do sofá, Fernando desviou os olhos da TV. Virou a cabeça devagar e me encarou. Eu fingia ler alguma coisa na tela do celular, mas via tudo pelo canto do olho. A mão dele desceu pro colo.
A rola começou a crescer na mão dele. A pele deslizando, o punho fechado, o ritmo estabelecido.
- Que visão linda, filha - a voz saiu rouca, arrastada. - Se eu pudesse, batia punheta te olhando o dia todo, sabia?
Não respondi. Mantive os olhos no celular, o rosto neutro, o coração batendo forte. Mas entre as pernas, a buceta já começava a ficar melada. Eu sentia o calor, a umidade se formando devagar. Não me mexi. Não fechei as pernas. Só continuei ali, como se nada estivesse acontecendo.
Ele se levantou.
Veio na minha direção com a rola na mão, ainda batendo, ainda me olhando. Parou na minha frente. Depois se ajoelhou.
Ficou ali, de joelhos no chão, o rosto na altura do assento da poltrona, na altura da minha buceta exposta. Os olhos dele fixos, queimando, devorando. A mão subindo e descendo no pau, lenta, os dedos apertando a cabeça, o líquido brilhando na ponta.
- É o sonho de todo coroa - ele murmurou, mordendo o lábio. - Ter uma novinha gostosa assim em casa. Que fica peladinha, se exibindo... mostrando essa buceta linda.
- Só tô mexendo no celular - falei, a voz saindo mais calma do que eu esperava. - Não tô me exibindo pra ninguém.
Ele riu baixo, sem parar de bater punheta.
- Claro que não, filha. Claro que não.
A mão dele acelerou um pouco. Os olhos não saíam do meio das minhas pernas.
- Sabe o que eu tô pensando agora? - a voz dele era quase doce, macia, mesmo falando aquelas coisas. - Tô pensando como essa pica ia ficar boa enfiada nessa buceta. Como você ia gemer. Como ia apertar. Como ia gozar no pau do padrasto.
Prendi a respiração, sentindo a buceta latejar mais a cada palavra suja que ele falava.
- Tô pensando como você é a filhinha mais vadia do mundo. A mais gostosa. A mais putinha. E como eu tenho sorte de ter você em casa, toda hora, podendo ver essa buceta sempre que quiser.
Eu sentia o melzinho escorrendo, molhando a pele, escorrendo pra fora da entradinha da buceta. Minhas pernas não se mexiam. Meus olhos ainda estavam no celular, mas eu não lia mais nada. Só existia a voz dele. Só existia a mão dele no próprio pau. Só existia aquilo.
- Tô doido pra te foder toda, Luana - ele continuou, a voz mais grossa. - Te foder até você esquecer seu nome. Fazer você gozar tantas vezes que você vai pedir pra parar. Mas eu não vou parar. Vou continuar. Vou enfiar essa pica na sua buceta, no seu cu, na sua boca...
A mão livre dele tocou minha coxa. Leve. Só um toque.
- Porque você é minha filhinha vagabunda.
O toque subiu. Devagar. Chegou na borda da buceta. Parou.
- Tá molhada - ele constatou, a voz satisfeita. - Toda meladinha.
Foi quando eu desisti.
Desliguei o celular. Larguei no braço da poltrona. E abri as pernas. Mais. Mostrei tudo. A buceta inchada, os lábios separados, o mel escorrendo, formando uma poça no assento.
Ele gemeu baixo, vendo.
- Isso, filha... - murmurou, a mão no pau acelerando, os olhos fixos. - Isso, minha putinha. Deixa o papai ver direitinho sua buceta. Mostra que gosta de ser olhada.
Minhas mãos desceram sozinhas. Os dedos encontraram os lábios inchados, úmidos, e puxaram para os lados. Abri. Mostrei tudo. O grelinho rosa pulsando, a entradinha da buceta se contraindo, um buraquinho molhado que piscava para ele.
- Caralho - a voz dele saiu quase um sussurro. Os olhos fixos na minha buceta. A mão no pau parou por um segundo, só contemplando. - Que visão, Luana. Meu Deus do céu, que visão. Sua buceta melada é a coisa mais linda que eu já vi na minha vida.
Ele engoliu em seco, os olhos passeando por cada detalhe exposto.
- Olha esse grelinho - ele apontou com o queixo, a mão voltando a se mover devagar no pau. - Tá todo inchado, todo vermelho. Pedindo atenção. E essa entradinha... olha como ela pisca pra mim. Tá com fome, filha? Tá com fome de pica?
- Tô, papai - a voz saiu antes que eu pudesse pensar.
Ele sorriu, satisfeito. A mão no pau acelerou um pouco.
- Que tesão. Sabia que minha putinha tava com fome. Olha como você tá, Lu. Tá escorrendo, fazendo poça no assento. Parece até que você gozou só de abrir as pernas pro papai.
Eu olhei pra baixo, pro meu próprio corpo. Ele tinha razão. Minha buceta inteira brilhava, molhada, pronta.
- Você é um sonho, sabia? - ele continuou, a voz mais rouca agora. - Todo homem de 50 e poucos anos sonha em ter uma novinha gostosa em casa. Uma enteada putinha que abre as pernas assim, que mostra a buceta melada, que deixa o padrasto bater punheta vendo ela se exibir. Eu sou o homem mais sortudo do mundo.
As palavras entravam em mim como agulhas. Nojentas. Erradas. E cada uma me molhava mais.
- Vem cá - eu ouvi minha voz dizer.
Ele não precisou ouvir duas vezes. Largou o pau, se levantou do chão e veio. Me puxou da poltrona, me colocou de pé na frente dele. Depois me guiou até o sofá, me deitou de costas, com a cabeça apoiada no braço.
Ficou um momento me olhando de cima. Eu ali, deitada, completamente nua, as pernas abertas, a buceta exposta, molhada, esperando. Ele parecia querer gravar a imagem na memória.
- Perfeita - murmurou. - Absolutamente perfeita.
Ajoelhou no chão na frente do sofá, entre minhas pernas. Aproximou o rosto. Senti o hálito quente na pele da coxa, subindo, chegando perto. A língua dele tocou minha buceta pela primeira vez.
Foi leve. Quase um selinho. Depois outro. E outro. Até que a língua começou a se mover, lenta, separando meus lábios, encontrando meu grelinho.
Um gemido escapou de mim. A língua dele era quente, macia, sabia exatamente onde tocar. Circulava no grelinho, descia até a entrada, voltava. E eu só gemia, as mãos enterradas no cabelo grisalho dele.
- Tão gostosa - ele murmurou contra mim, a voz abafada. - Tão docinha.
A língua entrou. Só um pouco. Provou. Saiu. Voltou pro grelinho. Eu me mexia no sofá, os quadris acompanhando o movimento, querendo mais, sempre mais.
- Para - eu disse, sem querer dizer.
Ele parou na hora. Levantou o rosto, me olhando.
- Não quer mais?
- Quero - a voz saiu num sussurro. - Mas quero você dentro de mim.
Ele sorriu. Aquele sorriso torto, vitorioso.
- Assim que eu gosto. Minha filhota pedindo a pica do papai.
Se levantou e se posicionou entre minhas pernas. A rola grossa, dura, a cabeça grande brilhando. Ele segurou na base e passou na minha buceta de cima a baixo, se melando inteiro no meu mel.
- Pede.
- O quê?
- Pede pro papai te comer.
A vergonha queimou meu rosto. Mas a buceta pulsou mais forte.
- Papai... - a voz saiu fraca. - Me come.
Mais alto.
- Papai, por favor. Enfia sua rola na minha buceta.
Ele gemeu, satisfeito. A cabeça da rola encontrou minha entrada e empurrou.
Só a cabecinha entrou. Parou. Eu sentia cada centímetro, cada veia, cada pulsação. Minha buceta apertava, tentando puxar pra dentro.
- Relaxa - ele disse. - Deixa o papai entrar.
Empurrou mais. Foi entrando devagar, preenchendo, abrindo caminho. Quando ele enterrou até o fundo, parou. Ficamos assim, ligados, eu sentindo ele inteiro dentro de mim, ele sentindo minha buceta apertar ele.
- Tão apertada - ele murmurou, a testa encostando na minha. - Tão molhada. Tão gostosa. Por que sua buceta é tão perfeita, filha?
Não respondi. Não conseguia.
Ele começou a se mexer. Devagar no começo. Estocadas longas, profundas, que saíam quase inteiras e voltavam devagar, me fazendo sentir cada centímetro.
- Assim, minha puta? - ele perguntou. - Tá bom assim?
- Tá - gemi. - Tá bom, papai.
Ele acelerou um pouco. As estocadas ficaram mais firmes, mais rápidas. O som molhado da buceta preencheu a sala. Eu me sentia suja. Vagabunda. Errada. Deitada no sofá da sala, com as pernas abertas, sendo comida pelo marido da minha mãe enquanto ela estava viajando. A culpa pesava no peito como um nó.
Mas ao mesmo tempo, eu me sentia poderosa. Desejada. Viva. O corpo dele me fodendo, os olhos dele me devorando, a voz dele me chamando de putinha, de gostosa. Eu era tudo aquilo. Era a vagabunda dele. E estava amando cada segundo.
- Gosta de ser a vagabunda do papai? - ele perguntou, as estocadas ficando mais fortes.
- G-gosto - a voz saiu entre gemidos.
- Gosta de foder escondido quando sua mãe tá viajando?
- Sim, papai.
- Fala pro papai o que você é - ele disse com a voz grossa.
- Eu... Sou sua puta, papai - falei, gemendo alto, meu corpo balançando conforme ele me fodia.
Ele grunhiu, satisfeito, e me beijou. A língua dele invadiu minha boca no mesmo ritmo da rola na minha buceta. Eu sentia tudo ao mesmo tempo. O gosto dele. O cheiro. O calor. O tesão.
Ele levantou meu quadril, colocou um travesseiro embaixo, mudando o ângulo. Quando entrou de novo, foi mais fundo. A cabeça da rola bateu num lugar diferente, e meu corpo inteiro tremeu.
As estocadas miravam aquele lugar agora. Cada entrada me levava mais perto. Eu sentia a pressão subindo, o aperto no pé da barriga, a respiração ficando curta.
- Papai, vou gozar - avisei, a voz trêmula.
- Goza, filha. Goza no pau do papai. Quero sentir essa buceta apertando minha pica.
Minhas mãos agarraram os ombros dele, as unhas arranhando de leve. A buceta começou a se contrair, os espasmos tomando conta, o orgasmo subindo como uma onda.
- Aiii, sua filhinha tá gozando, papai! - gritei, sem controle.
O corpo arqueou no sofá, a boca abriu num gemido longo, os olhos reviraram. Minha buceta apertou a rola dele com uma força que me assustou, pulsando várias vezes, o mel escorrendo por todo lado.
Ele continuou me fodendo durante o orgasmo inteiro, aproveitando cada espasmo, cada aperto, cada gemido. Só quando eu comecei a relaxar é que ele parou.
Ficou dentro de mim, me olhando, os dois ofegantes.
- Linda demais - murmurou. - Linda demais quando goza.
Começou a se mexer de novo. Devagar, reconstruindo o ritmo.
- Agora é minha vez - disse, a voz grossa. - Agora o papai vai gozar bem fundo nessa buceta.
As estocadas ficaram mais rápidas, mais urgentes. Eu só aguentava, sentindo, ouvindo os grunhidos dele, as palavras sujas saindo entre dentes.
- Vou encher essa buceta de leite - ele grunhiu. - Deixar você toda melada. Toda suja.
- Isso - eu incentivei, sem vergonha. - Goza dentro, papai.
Ele gemeu alto quando gozou. Senti a rola latejando e o líquido quente jorrando lá dentro, me preenchendo. Ficamos ali, colados, ofegantes, o suor escorrendo pelos corpos. Eu sentia o leite escorrendo da minha buceta, molhando o travesseiro embaixo de mim.
Ele se afastou devagar, a rola saindo com um som molhado. Um fio de esperma ainda ligava a gente. Ficou me olhando, deitada no sofá, as pernas abertas, a buceta vermelha, inchada, vazando o leite dele.
- Perfeita - repetiu. - Absolutamente perfeita.
Se inclinou, me deu um beijo na testa, e foi pra cozinha. Voltou com um pano úmido e me limpou devagar, com cuidado, como se eu fosse algo precioso.
- Vamos dormir? - perguntou, quando terminou.
- Vamos.
Ele me pegou no colo como se eu não pesasse nada e me levou pro meu quarto. Me deitou na cama, cobriu com o lençol, e deitou ao meu lado.
- Posso ficar? - perguntou.
Assenti. Ficamos assim, abraçados na minha cama de solteiro, enquanto o sono chegava. Eu sentia o corpo dolorido, a buceta latejando, o cheiro dele grudado em mim. E no meio de toda aquela bagunça de sentimentos, uma coisa era certa: eu nunca tinha me sentido tão cuidada. Tão desejada. E tão puta.
A culpa pesava no peito, sim. Minha mãe em alguma cidade distante, dormindo sozinha em um hotel, sem saber que o marido dela estava na cama da filha. Sem saber que eu chamava ele de papai enquanto ele me fodia e me abraçava pelado.
Fechei os olhos, deixando o sono me levar pra algum lugar que não houvesse culpa, tesão, raiva. Pra algum lugar que não fosse minha vida.
