Suely se deitou novamente e Vivi foi por cima, se beijaram, era uma cena deveras excitante, como citei anteriormente, antes delas, já havia transado com 2 mulheres ao mesmo tempo, mas as mesmas não se tocaram. Agora, eu via ali algo mágico e surpreendente. Os beijos foram ficando mais quentes e os corpos nus se tocando fizeram com quem ambas ficassem ofegantes e excitadas. Minha esposa ficou de lado e passou a mamar os seios da amiga e pouco depois desceu a mão até a boceta da companheira que abriu um pouco as pernas, para facilitar os toques.
Acredito que pelo fato de quase toda mulher se acariciar, sabe como fazer na outra de maneira até instintiva, por isso, minha esposa não demorou muito a pegar o ritmo e extrair os primeiros gemidos de Suely. Pouco depois, foi a vez da mesma passar a tocar Vivi. Era uma descoberta para ambas que, às vezes riam, mas demonstravam um certo nervosismo, pois não entendiam por que estavam fazendo aquilo.
Um tempo depois, minha esposa se posicionou para chupar Suely, nesse momento, ela me pediu para ajudar, pois mesmo sabendo os pontos certos onde tocar, precisava me ver fazendo.
-Mostra seus truques para mim, amor, quero aprender a chupar bem uma boceta.
Não foi uma super aula, já que existem diferentes formas de começar o sexo oral, mas basicamente, mostrei, na prática, onde e, principalmente, como passar a língua, sem força demais, sem ficar muito mole, ter paciência e sentir as reações do corpo da mulher para ver se ela está gostando ou não, se está prestes a gozar, etc. Claro, que demoraria muito se fosse demonstrar diferentes jeitos, mas fiz o básico.
Chupei Suely um pouco e logo deixei minha esposa tentar, era a primeira boceta que ela chuparia e após um início hesitante, não fez feio. Creio que também por ser a primeira vez que fazia com uma mulher, Suely ficou mais excitada e logo passou a gemer. Vivi teve paciência, usou a língua, os dedos e se fartou no mel que escorria da xana da amiga, de vez em quando, mordiscava de leve a coxa da amiga, passava a língua na virilha e elogiava o gosto de nossa hóspede, que acariciava os próprios seios de olhos fechados.
Após uns 10 minutos, Suely começou a dar trancos com os quadris, indicando que iria gozar, minha esposa fez o que eu sempre fazia, segurou suavemente a amiga pelas coxas para que sua boca seguisse colada na boceta da mesma. Foi um orgasmo forte, nossa hóspede parecia chorar, mas era prazer.
Depois de alguns minutos, foi a vez de inverterem, fiz o mesmo com Suely mostrei rapidamente e como minha esposa tinha os clitóris e os pequenos lábios maiores que os de Suely, foi até mais fácil. A amiga lhe deu uma bela chupada e até nos surpreendeu ao pedir que Vivi ficasse de 4 para seguir com o banho de língua que teve direito até a umas linguadas no cuzinho da minha mulher. Eu sentia um tesão imenso, tive vontade de entrar no meio, mas aquele era um momento de descoberta delas, por isso me contive.
Suely estava demais, passou a socar dois dedos finos e cumpridos na boceta de Vivi e dizer:
-Você é muito safada, Vivi, tem o marido que fode gostoso, mas ainda dá para o pintudão do Mauricio, para o tal de Ézio e agora está transando comigo, essa boceta não cansa não, sua putinha?
Vivi adorou ser tratada assim por outra mulher e passou a gemer mais alto. Percebendo isso, Suely voltou a chupá-la e logo minha esposa gozou em sua boca. As duas se abraçaram se beijaram e riram como se tivessem feito a maior das travessuras.
Pouco depois, Suely me puxou para o meio delas, me beijou com o cheiro de boceta na boca e logo passei a fodê-la. O clima estava tão excitante e ao mesmo tempo leve que nem conversamos sobre como tudo aquilo tinha rolado. Simplesmente seguimos trepando e naquela noite, gozei 3 vezes fodendo as duas e as fazendo gozar também.
Não digo que a partir daí, toda vez que íamos para a cama, rolava uma transa entre elas, mas, de vez em quando sim, tipo a cada 3 ou 4 vezes, em uma rolava, porém em todas, havia pelo menos uns beijos, passadas de mão, etc. As duas eram gamadas mesmo em levar pica, mas essa nova forma de prazer, também era interessante, tanto que foram se aperfeiçoando e aí pude ver coisas lindas, como Vivi e Suely fazendo 69, uma se sentando no rosto da outra e o que mais me deixava doido, quando roçavam uma boceta na outra.
Mauricio ficou doido na 1ª vez que viu as duas transando e me disse depois:
-Cara, você é um homem de sorte.
E de fato, poderia dizer que tinha mesmo muita sorte e estava plenamente feliz. Nunca fui um desses babacas consumistas que vivem ostentando um puta carro importado, roupas de marca, relógios caríssimos e mais um monte de bobagens, mas posso garantir que o meu prazer pelo que fazia entre 4 paredes era muito mais excitante do que o de todos eles juntos. Não sabia quanto tempo aquilo iria durar, mas fiz questão de aproveitar intensamente.
Pouco tempo depois, haveria um feriadão de 4 dias, Vivi e eu queríamos ir para a praia, porém, devido ao seu trabalho, Suely não poderia nos acompanhar. Entretanto, recebemos uma boa notícia, ela conseguiu acertar de trocar 2 dias com uma amiga que ficaria em seu lugar e depois compensaria para essa amiga folgar. Decidimos chamar também Mauricio, mas ele só chegaria no 2ª dia.
No 1º dia na praia, curtimos bastante, demos sorte de pegar um tempo legal. Suely só tinha ido uma vez quando era bem pequena e ficou encantada. Alugamos um apartamento grande de frente para o mar, com 2 quartos. À noite, rolou uma transa intensa, comi as duas e elas ainda se pegaram com direito a uma gozar na boquinha da outra.
No outro dia, Mauricio chegou bem cedo e foi recebido com entusiasmo, principalmente por minha mulher. Ficaram dando uns amassos e por pouco não transaram, mas decidiram deixar para depois. Vivi teve a ideia maluca de simplesmente trocarmos os casais em público o dia todo, eu ficaria com Suely como se fôssemos casados, e minha esposa com nosso amigo. Topei, mas a hipótese ainda que remota de encontrarmos algum conhecido, me deixou levemente preocupado.
Vivi colocou um biquíni escandaloso, todos os homens na praia que a viam, ficavam doidos, mesmo ela caminhando de mãos dadas com Mauricio. Já Suely, também usou um modelo sensual, porém, menos ousado. Durante o dia, os dois se beijaram muito, deram uns amassos gostosos e até picantes em alguns momentos. Eu também curti com Suely e nos beijamos bastante.
Fomos almoçar no apartamento e enquanto Suely acabava de preparar algo para comermos, ouvi sons e já deduzi o que era. Fui até ao banheiro e vi minha esposa apoiada com as mãos, rosto e seios na parede, enquanto levava rola de Mauricio embaixo do chuveiro. Ao me ver, ela sorriu e disse com voz de mimada:
-Desculpa, amor, não deu para esperar até de noite para sentir a pica do meu comedor dentro de mim.
Fiquei de pau duro assistindo, mas não me masturbei. Era uma delícia ver minha esposa dando, não enjoava daquilo. Foderam por alguns minutos. Gozaram juntos aos berros e logo depois vi a porra dele saindo da boceta de Vivi e caindo no ralo para depois descer. Eles acabaram de tomar banho, se trocaram e foram almoçar com a maior naturalidade do mundo.
À noite, após irmos a um barzinho. Tivemos mais uma de nossas sessões intermináveis de sexo. Mauricio fodeu muito as duas, eu as beijei e chupei com cheiro e gosto de sexo e também as fodi muito.
Após nossa maratona de sexo, acabei ficando em um quarto com Vivi e os dois no outro. Eis que de madrugada acordo para beber água e na volta ouço-os conversando, imaginei que meu amigo estivesse querendo trepar novamente, o que seria um feito, mas o tom da conversa parecia ser mais sério.
-Já disse, Mauricio, isso não vai dar! Já pensei no que me falou nas outras duas vezes, mas não quero, vamos dormir e esquecer esse assunto ou vai acabar estragando o nosso passeio e o deles, por favor.
Ele falava baixo e não consegui entender, mas o papo seguiu, o que me deixou curioso, que assunto seria aquele que já haviam falado antes e poderia estragar nosso passeio? No dia seguinte, já na praia, quando Mauricio e Vivi foram para a água, decidi perguntar a Suely:
-Essa madrugada, fui beber água e sem querer ouvi você dizendo para o Mauricio que não queria algo e que era para esquecerem. O que ocorreu? Não vai me dizer que ele quis fazer anal novamente?
Suely suspirou, fez uma cara de chateada e disse:
-Aiii! Vou te contar, apesar dele ter pedido para ficar só entre nós por enquanto. Nas últimas 2 vezes que Mauricio foi para Águas de Santa Bárbara e também ontem, ele veio com um papo de que está gostando de mim, que quer compromisso, chegou a falar em me levar para São Paulo para morarmos juntos e sem mundo liberal. Mas eu já expliquei que não quero relacionamento.
Apesar de surpreso, pois Mauricio não tinha dito nada sobre estar gostando de Suely, achei interessante se os dois ficassem juntos, pois ambos eram muito legais. Claro que um outro lado meu sentiu porque se isso se concretizasse, não poderia mais comer aquela mulher linda e também ficar sem sua companhia, pois o jeito de Suely me encantava, mas se fosse para ficar com um cara bacana, entenderia:
-Mas você não gostou nenhum pouco da proposta?
-Claro que não! -Disse fazendo uma cara de poucos amigos, porém, achei que era um certo charme e decidi brincar.
-Pois eu acho que vocês formam um casal bonito, sabia? Sem contar que se dão muito bem numa parte importante do relacionamento, ou vai negar que não gosta de transar com ele?
-Ah, o sexo sim, o Mauricio é bom demais, sem contar né (fez um gesto discreto com as mãos para mostrar que era enorme), mas (balançando a cabeça negativamente e repuxando o canto da boca em sinal de desaprovação) tirando isso...ele é legal, ok, mas muito bobão, parece que não cresceu, é diferente de um homem que conversa bem, tem maturidade, conteúdo, e olha que não sou nenhuma mulher super culta, mas a gente percebe isso, os papos, as atitudes, muito moleque.
Suely tocou em um ponto inquestionável, apesar de gente boa demais, Mauricio, como já citei antes, fazia umas trapalhadas dignas de Debi & Lóide e que causavam vergonha alheia. Mesmo assim, decidi provoca-la um pouco mais:
-Ah, mas fala a verdade, Suely, se você botar um reio nele, manda-lo parar com as brincadeiras bobas, não ia valer a pena ficar com um cara, forte, bonito, gente boa e que ainda manda bem demais na cama?
-Não ia adiantar pedir para ele mudar. Dá um estalo e do nada o Mauricio faz uma lambança. Agora, coisa de um mês e pouco, lembra que fomos a uma lanchonete, começou a tocar uma música de dor de corno e do nada, ele levantou da mesa e passou a dançar sozinho e cantar com cara de choro como um doido? Todo mundo riu, pior que eu tava fazendo o papel de namorada e olharam para mim. Agora, disfarça, que ele tá voltando da água e tá todo sorridente, já, já, vai aprontar mais uma.
Vivi também estava voltando da água, mas parou para ver umas cangas que um vendedor de praia oferecia com seu carrinho lotado de bugigangas. Quando estava a uns 4 metros da gente, Mauricio abaixou a cabeça, tapou a narina esquerda com um dedo e soou a outra, fazendo cair um enorme catarro na areia, foi constrangedor. Não contente, ele olhou para Suely e para mim, esticou os braços, abriu as mãos, arqueou as pernas e gritou a plenos pulmões coo se fosse um locutor de rodeio:
-AOOOOOOOOOOOOOOO! BAR-BA-RI-DA-DE!!! QUEM TEM A-MOR TEM SAU-DA-DE! IRRAAAAAAAAAAAAAÁ! -Depois deu uma gargalhada solitária e veio se sentar ao nosso lado.
Todos ao nosso redor se espantaram ou riram da cena. Suely olhou para mim e fez um gesto e com a cabeça e com as mãos como quem diz: “Olha aí! Não falei?”. Apesar disso, ainda achei que os dois pudessem ficar juntos no futuro se o mesmo se mostrasse mais maduro.
Mais tarde, decidi conversar com Mauricio, ver se ele se abria para mim, e fiz o mesmo que com Suely, questionei-o sobre a leve discussão que tiveram durante a madrugada. Já embalado por algumas cervejas, meu amigo se abriu:
-Sabe, Vitão, depois que tomei um pé na bunda da Marília (a garota estudante de Medicina com quem ele quase se casou), prometi a mim mesmo que não ia me apaixonar mais e deu certo. Se vejo que tem a mínima chance de começar a gostar de uma mulher, eu rapo fora. Quando passei a transar com a Suely, achei que era só mais uma, afinal de contas, pô, com todo respeito, há quase um ano, venho passando a rola na tua mulher, que é linda e gostosa, e tá tudo bem, nada de paixãozinha, só que a Suely, cara...me pegou desprevenido, não digo já na primeira vez, mas com o tempo, comecei a voltar da nossa cidade para São Paulo e pensava nela, sentia saudades, aí me dei conta que fodeu, acho que estou gostando, não sei se amando, mas queria ficar com ela, tentar. E foi isso, que já bem tarde, voltei a falar com a Suely, só que tomei mais um fora. A bicha é boazinha, quietinha, mas decidida, me deu um toco sem dó.
-Mas então, você tem dúvida se tá apaixonado por ela ou se é só uma atração?
Mauricio pensou olhando para o mar:
-Não sei, amigo, tem horas que acho que gosto, em outras acho que é uma bobeira passageira. Tenho um caso em São Paulo, mulher casada, mas o marido não sabe, é filha do dono da transportadora que trabalho, safada demais. Tenho também a Vivi a cada 15 dias, mas nesse meio, acho que meu coração começou a bater pela Suely, só não posso garantir que estou amando, porque nem eu sei, como falei, pode ser que logo passe, mas pelo menos gostando um pouco, estou sim.
Não gostei da indecisão dele, chegou a chama-la para irem para São Paulo, mas para mim, disse que não sabia direito:
-Bem, nesse caso, acho melhor ter certeza antes de tentar ter um relacionamento a sério com a Suely, vai que a moça acredita e depois você vê que não era bem assim. Ela já se fodeu legal casando com um babaca evangélico, reaça e que até batia nela. Torço para que quando a Suely se apaixonar novamente, seja exatamente o oposto do ex-marido e por um cara que a ame.
Mauricio me olhou admirado por um tempo e depois comentou:
-Bem que a Suely me falou que você é meio protetor. É curioso e ao mesmo tempo bacana esse estilo liberal seu e da Vivi, transam à vontade, mas tem esse lance de se preocupar um com o outro.
-Sim, pelo menos nós somos assim, na verdade, se vocês dois estivessem apaixonados, torceria para que desse certo, porque sei que você é um cara do bem e ela também, mas como um acha, mas não tem certeza e outro não quer namorar, é melhor não forçar a barra. Agora, se mais a frente, perceber que realmente a ama, posso te ajudar, dar umas dicas, a primeira delas é deixar de fazer brincadeiras estranhas.
-Como assim, brincadeiras estranhas?
-Ah, essas coisas, que nem agora há pouco que você gritou do nada “Aoo Barbaridade...” e sei lá mais o quê, sem contar que antes, deu uma assoada no nariz na frente de meio mundo. A Suely gosta de homem mais discreto, bom papo, que tenha bom humor, mas sem palhaçadas constrangedoras. Fala com ela sobre filmes que já assistiu, o que ela te indica, pergunta mais sobre a vida dela, demonstra que está curioso, toda mulher gosta de homem atencioso.
-Entendi, entendi...vou dar uma segurada.
Apesar de ter dito isso, horas mais tarde, enquanto caminhávamos os 4 pela orla no finzinho de tarde, Mauricio se esqueceu de tudo que falei e mandou um estrondoso: “UUUUHHHHHH! Caba não mundãoooooooooo!”, o que fez todos nos olharem e um cachorrinho Yorkshire, que vinha com uma madame, latir assustado. Esse era Mauricio, um super garanhão na hora do sexo, mas um molecão no dia a dia.
Já à noite, fizemos mais uma orgia. Se Suely não gostava das baboseiras de Mauricio durante o dia, o mesmo não podia dizer na cama, pois gozava e muito com ele, assim como minha esposa. Foi uma noite tão quente que num dado momento, as duas voltaram a se pegar e ficaram roçando suas bocetas. Meu amigo e eu ficamos doidos com aquilo, depois ao chupar minha esposa, senti o cheiro da xana da amiga em sua virilha. Que tempo mágico estávamos vivendo. Trepamos até de madrugada.
Depois dormi com Suely, enquanto Mauricio com a minha mulher. O restante do feriado foi de muita diversão e sexo, mas o assunto de um provável namoro dos dois não foi mais comentado.
Já de volta à nossa cidade, contei a Vivi sobre um possível interesse de Mauricio em Suely e da recusa da mesma. Apesar de também achar que os dois formariam um belo casal, minha esposa disse:
-Você não se lembra que após a minha primeira trepada com o Mauricio, disse que queria continuar saindo com ele, e você, apesar de ter gostado de ser corno, falou que tinha medo de eu me apegar, te deixar?
-Sim, foi dia seguinte que tivemos essa conversa.
-E qual foi minha resposta?
-Que era impossível, que me amava e nada mudaria.
-Sim, mas também disse que além disso, o Mauricio era meio panacão e citei exatamente essas bobagens dele de gritar do nada, chamar a atenção. Isso queima o filme de qualquer um, mesmo sendo o máximo na cama, a não ser que seja uma mulher tontona que arreia os pneus por causa de uma boa foda. A Suely é um pouco mais nova, tímida, mas é madura demais e inteligente, quer alguém que seja bom de cama, mas interessante e que lhe dê segurança. Infelizmente, o Mauricio tem poucas chances.
Acabei concordando, mas, quem sabe, no futuro isso mudasse.
Voltando à nossa vida, há meses, tentava convencer Suely a transar com um casal amigo nosso, dizia que o Mauricio iria junto e aí seríamos 3 casais. Mas ela ficava com um pé atrás. Até que uma tarde, chuvosa, estava dando uns amassos picantes com a mesma, que usava uma legging preta e um topzinho. Eu alisava o rego da bunda dela, e sua boceta, socando a mão, depois pedi que a mesma se sentasse em minha cara ainda de calça e se esfregasse. Finalmente passamos a transar na sala mesmo, fizemos um 69 demorado, lambi seu cuzinho e depois fodemos por horas.
Ficamos abraçados por um tempo e voltei a falar sobre ela e Mauricio irem num futuro encontro meu e de Vivi com o casal amigo. Suely comentou:
-Eita! Mas você quer mesmo isso? Já transo com o Mauricio, com a Vivi e com você, agora mais esse casal.
-Quero que você amplie as suas experiências, mas se não topa, tudo bem.
-Você gostaria de me ver dando para esse tal Ézio?
-Muito! Quero me sentir como corno seu, já sinto, quando você trepa com o Mauricio e agora com outro, me sentirei ainda mais. Ele não tem um pau bizarro como o do Mauricio, mas transa legal, pode perguntar a Vivi, e eu adoraria te comer depois dele, ser seu corninho também. Mas entendo que não queira.
Suely sorriu, pensou por um tempo e depois disse:
-Ok. Posso fazer uma vez, mas se não for legal, ficamos como está, além disso, não vou querer transar com a mulher dele. A única que tive vontade e fiz, foi a Vivi e não quero nem tentar com outra.
-Perfeito.
Nos beijamos e demos mais uma trepada demorada, enquanto lá fora, a chuva caía sem parar.
Alinhamos um final de semana que Mauricio viria e acertamos com Ézio e Eliana que nos receberiam em uma chácara da família deles para passarmos dois dias transando a seis! Entretanto, não uma, mas algumas surpresas bombásticas ocorreriam, gerando danos a quase todos ali envolvidos.
Em breve, a última parte.
