Escrava de guerra (parte 2)

Um conto erótico de Diofer66
Categoria: Heterossexual
Contém 2620 palavras
Data: 16/03/2026 16:24:15
Última revisão: 16/03/2026 16:38:32

Caminhávamos em direção ao quartel.

A noite estava fria e silenciosa. Eu avançava com um sorriso contido, satisfeito com o resultado da patrulha. Ao meu lado, presa pela corda que lhe amarrava os pulsos, ela caminhava devagar.

Cabisbaixa.

O choro era quase impercetível, um soluço abafado que tentava esconder. Ainda assim, os ombros tremiam ligeiramente a cada passo.

Quando o portão do quartel surgiu diante de nós, iluminado pelas lanternas dos guardas de sentinela, senti a tensão no corpo dela aumentar. Os músculos ficaram rígidos e por um instante ela hesitou.

Talvez tenha pensado em correr.

Mas não podia.

A corda presa às suas mãos lembrava-lhe isso a cada movimento.

Puxei-a com firmeza, trazendo-a para mais perto de mim.

— Continua a andar.

Ela obedeceu imediatamente, baixando ainda mais a cabeça enquanto atravessávamos a entrada.

Os dois soldados que guardavam o portão olharam para nós. Fizeram continência com um ar de espanto e até alguma confusão com a cena que se lhes apresentava.

— A noite hoje deu frutos — disse num tom tranquilo e sorrident. — Temos uma prisioneira para interrogar.

Eles limitaram-se a acenar com a cabeça.

Assim que cruzámos o portão e entrámos na luz do interior do quartel, pude finalmente observá-la com atenção.

Até ali, na escuridão da floresta, apenas tinha percebido contornos. Agora via-a claramente.

O corpo dela era atlético, bem definido, com a musculatura subtil de alguém habituado ao esforço físico. As curvas surgiam naturais e firmes, como se cada gesto tivesse sido esculpido com precisão. Numa cidade dir-se-ia facilmente que passava horas no ginásio.

Mas naquele momento havia um contraste evidente.

Estava suja. A terra ainda lhe marcava a pele e trazia sinais dos eventos recentes. O cabelo, curto, estava agora desalinhado perdendo o efeito afro que tinha numa situação normal.

Mesmo assim, havia algo de desafiante na postura dela, algo que tentava sobreviver por trás do medo.

As celas ficavam no piso subterrâneo.

Conduzi-a para lá.

A escadaria de pedra descia para um corredor frio e húmido, iluminado apenas por algumas lâmpadas antigas que lançavam sombras irregulares nas paredes. Lá em baixo havia duas zonas: uma fila de celas individuais e, ao fundo, uma área de duches comuns usada para os prisioneiros.

Quando chegámos à porta dos duches, agarrei-a pelo braço e virei-a para mim.

Ela evitava olhar-me diretamente.

— Vou soltar-te — disse num tom firme. — E espero que não faças nenhum disparate.

Inclinei-me ligeiramente para que ela percebesse que falava a sério.

— A partir de agora vais cumprir tudo o que eu disser. Entendeste?

Ela abanou a cabeça timidamente, concordando, mas continuava em silêncio.

O estalo ecoou seco no corredor.

Ela levou a mão ao rosto, surpresa.

— Quando eu falar contigo, respondes — disse, olhando-a fixamente. — Sempre. E respondes “sim, senhor”. Estamos entendidos?

Ela engoliu em seco.

— Sim… senhor.

Soltei então a corda que lhe prendia os pulsos.

As marcas vermelhas ficaram visíveis na pele.

Afastei-me um passo e apontei para os duches.

— Entra.

Ela hesitou.

— Vá. Toma um banho. Estás imunda.

A minha voz suavizou ligeiramente antes de acrescentar:

— Quero ver-te bem limpa.

Fiz uma pausa, observando a reação dela.

— Se te portares bem… talvez até ganhes uma ceia esta noite.

Ela entrou na zona dos duches e rodou lentamente a torneira. A água começou a cair fria sobre o chão de azulejo. Durante alguns instantes ficou ali, estendendo a mão por baixo do jato, tocando na água com cautela para perceber se já aquecia.

— Vá — disse eu do lado de fora. — Não tenho a noite toda. Mete-te debaixo da água e lava-te.

Ela obedeceu. Primeiro aproximou-se com hesitação, como se testasse a temperatura, e depois deixou que a água lhe escorresse pelos ombros. Aos poucos foi-se habituando ao calor que aumentava lentamente.

Pegou numa barra de sabão que estava pousada numa pequena prateleira de metal e começou a lavar-se devagar, ainda consciente de que eu estava ali.

A espuma branca espalhava-se pela pele escura enquanto a água corria pelo corpo. O contraste tornava cada movimento mais evidente sob a luz fraca do teto.

Observando-a assim, silenciosa debaixo do chuveiro, senti uma agitação crescer dentro de mim e o meu pau começou novamente a ganhar vida.

Enquanto a observava debaixo do jato de água, ocorreu-me de repente que nem sequer sabia o nome dela.

— Como te chamas? — perguntei.

Ela virou ligeiramente a cabeça, sem deixar de se lavar, mas demorou a responder. Talvez estivesse a pensar se devia ou não falar.

Acabei por me antecipar.

— Ou melhor… esquece isso. A partir de hoje chamas-te Milu.

Fiz uma pequena pausa antes de continuar.

— Milu faz-me lembrar uma cadelinha preta que tive há muitos anos.

Observei-a por um momento, avaliando a reação.

— Entendeste?

Ela hesitou apenas um segundo.

— Sim, senhor.

— Muito bem — retorqui, satisfeito.

Cruzei os braços e voltei a perguntar, desta vez num tom mais firme:

— Então diz-me… como te chamas?

Ela baixou ligeiramente a cabeça enquanto a água continuava a escorrer-lhe pelo corpo.

- milu meu senhor

A forma como ela disse “Milu, meu senhor”, com aquela voz baixa e submissa, provocou em mim uma excitação ainda mais intensa do que a que já sentia. Havia ali qualquer coisa — uma rendição contida, quase instintiva — como se uma parte dela estivesse apenas a despertar.

Comecei lentamente a despir-me.

O som da água a cair no chão de azulejo misturava-se com o leve ruído da roupa a cair no piso. Eu queria tê-la novamente, sentir de perto aquela tensão entre medo e obediência que parecia dominá-la.

Quando percebeu o que eu estava a fazer, a reação foi imediata.

Os olhos abriram-se com um susto visível e ela recuou alguns passos dentro do duche, até encostar ao canto da parede. Ali, agachou-se instintivamente, tentando proteger o corpo com os braços, como se aquele gesto frágil pudesse criar alguma barreira entre nós.

Com a cabeça cabisbaixa olhava-me e implorava.

- Não me machuque. Por favor meu senho, não me faca mal, eu não sei nada, eu não vi nada.

O choro era agora mais forte e as lágrimas escorriam pela face.

Despi-me sem pressa e entrei no duche.

Durante alguns instantes ignorei-a por completo. Passei por ela como se não estivesse ali e coloquei-me diretamente debaixo do jato de água.

A água quente caiu-me sobre a cabeça e comecei a esfregar o rosto e o cabelo com força, deixando que o sabão escorresse pelo corpo. Por um momento limitei-me a aproveitar o calor do duche, como se estivesse sozinho naquele espaço.

Depois fechei a água.

O silêncio voltou a encher a sala, interrompido apenas pelo som da água a escorrer pelo ralo.

Caminhei até ao banco de madeira que ficava ainda dentro da zona dos duches e sentei-me de pernas abertas e já excitado. Escolhi o canto oposto ao dela, mantendo alguma distância, enquanto a observava em silêncio.

Durante alguns segundos nenhum de nós falou. O som distante da água a escorrer pelos azulejos preenchia o silêncio pesado da sala.

Por fim quebrei-o.

— Quem és tu?

Ela demorou um instante a responder, como se procurasse as palavras certas.

— Milu, meu senhor — disse por fim, com a cabeça baixa.

Observei-a em silêncio antes de voltar a perguntar:

— O que és?

Ela hesitou ligeiramente, os dedos apertando os braços que ainda tentavam cobrir o corpo.

— A sua prisioneira…

Abanei a cabeça devagar.

— Não — corrigi, com calma. — Não és a minha prisioneira.

Inclinei-me ligeiramente para a frente, sem desviar os olhos dela.

— És a minha escrava! Certo ?

Sim, meu senhor… — respondeu ela baixinho.

As palavras saíram quase num sussurro, mas desta vez pareciam ter peso. Enquanto as dizia, começava a perceber verdadeiramente o que significavam. A realidade instalava-se devagar na sua mente, como uma porta que se fecha atrás de alguém.

A vida que conhecia tinha ficado para trás.

Fiquei a observá-la durante um momento, avaliando aquela mistura de medo, hesitação e compreensão que lhe atravessava o rosto.

— Agora deixa-te de coisas e anda cá — disse por fim.

Fiz uma pausa, corrigindo-me com um leve sorriso frio.

— Melhor… a Milu não anda. A Milu gatinha. Vá. Não volto a repetir.

Ela ficou imóvel por um segundo, como se o corpo precisasse de tempo para aceitar a ordem.

Depois, muito devagar, apoiou as mãos no chão molhado do duche.

Começou a avançar.

Cada movimento era cauteloso, inseguro, como se ainda esperasse que eu mudasse de ideias a qualquer instante. O som suave das mãos e dos joelhos nos azulejos misturava-se com a água que ainda escorria pelo chão.

Atravessou o espaço até chegar perto de mim.

Parou mesmo à minha frente, de quatro, mantendo a cabeça baixa. O rosto estava próximo de mim, mas evitava olhar diretamente.

Observei-a por um momento em silêncio.

— Sabes o que tens de fazer… — disse, num tom baixo e firme. — Ou precisas de um estalo na cara para aprenderes?

Ela hesitou.

O silêncio prolongou-se por alguns segundos enquanto parecia reunir coragem, respirando fundo.

Devagar, ergueu ligeiramente o olhar, percebendo que aquele momento era mais um passo na realidade que começava a aceitar. Ainda com receio, inclinou-se e aproximou os lábios do meu penis. No início os movimentos foram tímidos, quase hesitantes. Apenas a ponta tocava nos seus lábios enquanto ela experimentava, como se ainda procurasse perceber até onde podia ir.

Respirei fundo, surpreendido com aquela ousadia inesperada. O silêncio prolongou-se por um instante, pesado e tenso. Antes que eu dissesse ou fizesse qualquer coisa, ela própria mudou o ritmo. Com mais decisão, deixou a hesitação para trás e começou a agir com mais determinação, como se finalmente tivesse percebido o que era esperado dela naquele momento.

Ela começou a mover-se com mais vontade, embora ainda houvesse hesitação nos gestos. Os movimentos tornaram-se um pouco mais firmes, como se estivesse lentamente a ganhar coragem.

Coloquei-lhe a mão na nuca e empurrei-a ligeiramente para a frente, pressionando-a para que avançasse mais. De repente, toda a boca dela ficou forçada contra o meu penis com as minhas bolas a baterem-lhe no rosto. O movimento foi brusco demais e ela engasgou-se por um momento.

Soltei-a.

Assim que a larguei, afastou-se ligeiramente e começou a tossir, tentando recuperar o fôlego enquanto virava a cara para o lado. A reação dela fez-me perder a paciência.

Antes que se afastasse mais, levantei a mão e dei-lhe um estalo seco que ecoou por toda a sala dos duches.

— Eu quero ser paciente contigo — disse num tom controlado. — Mas tu não estás a colaborar. Vá… com mais vontade.

Ela tentou responder mesmo com a boca ocupada.

— S… sim, meu senhor…

A voz saiu abafada e trémula. O medo ainda era evidente nos olhos, mas obedeceu. Recomeçou, desta vez com mais determinação, tentando corresponder ao que eu lhe exigia.

— E outra coisa — acrescentei. — Quero que estejas sempre a olhar-me nos olhos.

Ela levantou o olhar devagar.

Os olhos estavam cheios de lágrimas, mas manteve-os fixos nos meus, enquanto continuava, esforçando-se para não quebrar o contacto.

Depois de longos minutos, senti que queria mais. Afastei-lhe suavemente a cabeça e endireitei-me no banco.

— Vá… agora sobe.

Ela percebeu imediatamente o que eu queria dizer. O medo voltou a atravessar-lhe o rosto. Por um instante pareceu querer dizer alguma coisa, talvez pedir para parar, mas sabia que seria inútil.

Acabou por se levantar devagar.

Ficou de pé mesmo à minha frente.

Daquela distância tinha uma visão próxima de todo o corpo dela. Observei-a demoradamente. Quanto mais a olhava, mais satisfeito me sentia. A água ainda lhe escorria pela pele, e vê-la ali, parada e submissa diante de mim, só aumentava a excitação que já sentia.

Levantei o olhar para o rosto dela.

Os olhos ainda estavam húmidos, mas mantinha-se imóvel, à espera da próxima ordem.

Bati com as mãos nas minhas coxas.

— Vá, Milu… vem sentar no colo do dono.

Ela aproximou-se devagar.

Com algum receio ainda visível nos movimentos, veio até mim e acabou por se sentar no meu colo, ficando virada para mim, com as minhas pernas entre as dela. O corpo dela estava tenso, como se ainda não soubesse bem o que esperar.

Coloquei as mãos na cintura dela e percorri lentamente as suas costas molhadas, sentindo a pele quente debaixo dos meus dedos. Depois desci até às ancas e puxei-a ligeiramente mais para perto de mim.

Direcionei o meu pau bem a buceta dela e meti de uma só vez! A cara dela foi de uma dor momentânea fechando os olhos com força e respirando fundo, tentando controlar a mistura de dor, nervosismo e antecipação que lhe percorria o corpo.

Eu, por outro lado, sentia-me estranhamente satisfeito. Tê-la ali, tão próxima, obediente e silenciosa, dava-me uma sensação de controlo que me preenchia por completo.

Uma das minhas mãos deslizou pelas costas até que o meu indicador tocou bem no cuzinho dela, a outra mão mantinha firme junto de mim. Inclinei-me para a frente e aproximei o rosto do peito e saboreei aquelas maminhas como se fosse a melhor coisa do mundo…

Continuei a mantê-la junto de mim, sentindo o corpo dela relaxar aos poucos apesar do medo que ainda carregava. Havia uma tensão estranha naquele momento: por um lado o receio evidente nos olhos dela, por outro o corpo a reagir de forma involuntária à proximidade e ao calor.

Os movimentos tornaram-se mais naturais, mais fluidos, como se o próprio corpo dela estivesse a ceder à inevitabilidade da situação.

Segurei-a com mais força contra mim.

Por fim, a intensidade do momento apanhou-me de surpresa. O meu corpo reagiu de forma abrupta e não consegui conter-me. Abracei-a com força quando me vim, enquanto ela se contorcia ligeiramente com a súbita descarga de esperma dentro dela.

Mantive-a junto de mim por alguns instantes, os braços ainda firmes à volta do corpo dela enquanto o momento se dissipava lentamente. Aos poucos a tensão foi desaparecendo e o meu corpo acabou por relaxar. Quando a soltei, ela também pareceu aliviar a postura, como se finalmente pudesse respirar com mais calma.

Assim que percebeu que estava livre, tentou afastar-se rapidamente.

— Vá, para o chão… já — disse eu, num tom seco. — De quatro. Sabes o que tens de fazer.

Ela parou por um instante e voltou a olhar para mim.

— O que quer, meu senhor? — perguntou com a voz baixa.

— Preciso de ficar limpo — respondi. — Quero tudo bem limpo.

Sem discutir nem resistir, ajoelhou-se novamente. Com movimentos cuidadosos tratou de me limpar, concentrada na tarefa, como se quisesse terminar o mais depressa possível.

Quando acabou, afastei-me ligeiramente.

— Agora toma banho — disse-lhe. — Quero ir dormir.

Ela levantou-se em silêncio e caminhou até ao chuveiro. Abriu a água e ficou alguns minutos debaixo do jato, lavando-se com cuidado, como se quisesse apagar qualquer vestígio do que tinha acabado de acontecer.

Quando terminou, fechou o duche.

Virou-se para mim, a água ainda a escorrer-lhe pelo corpo, e disse num tom contido:

— Estou pronta, meu senhor.

Saímos do duche. Sequei-me com uma toalha, e dei-lhe uma toalha. Quando acabou de se secar, disse-lhe .

És uma sortuda, não vais ter de ficar na sela. Agarrei-lhe do braço e fui andando com ela até ao meu quarto.

Vesti-me, deixo-a no quarto e sai por uns momentos.

Voltei passsad uns minutos e ela estava sentada sobre o tapete de pernas sobradas e mãos agarradas nas pernas… olhou-me nos olhos quando entrei e ficou mais uma vez com aquele ar de assustada que me excitava

Na minha mão estava uma coleira.

Vá vem cá, tenho uma prenda para a milu.

Coloquei-lhe a coleira, prendi com um cadeado. A outra ponta da coleira foi também presa a cama.

Estava uma noite fria, atirei-lhe uma manta e disse.

- Hoje estás com sorte, dormes no tapete com direito a manta e tudo…

Dorme bem que amanhã vamos ter um dia londo

Se qasuerem saber como vai ser o dia da milu, digam-me por e-mail. diofer66@gmail.com

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