Depois... meu cunhado, o pai de Cristian!

Um conto erótico de SevenRJ
Categoria: Gay
Contém 1719 palavras
Data: 16/03/2026 18:53:14

O pai de Cristian (do relato anterior) era marido da minha irmã. Marcão era três anos mais velho que eu, corpulento, mais baixo, marrento e mantinha muito da beleza da juventude. Era conservador, misógino e homofóbico. Eu falava com ele somente sobre assuntos que não dariam em polêmica, para evitar desgaste, em consideração à minha irmã. Fazia o tipo certinho. Era um homem atraente.

Apesar dos anos de convivência, não viramos grandes amigos. Ele tratava bem minhã irmã e os filhos e isso era o que importava.

Eu estava comendo o filho dele há uns dois anos, sempre muito discreto, e nossas viagens continuavam. Notei que ele estava mais homofóbico ainda e conversava algumas coisas, tentando deixá-lo menos preconceituoso, mas não adiantava. Além do mais ele não sabia de mim e também não sabia do filho, então eu desistia para não levantar suspeita. Não é fácil conversar com pessoas preconceituosas.

Um dia, estávamos na casa da praia, já era meio da tarde e todos um pouco altos por causa da cerveja. Minha irmã passou por mim e elogiou meu bronzeado e ele me deu uma sacada. Marcão estava bem bêbado, mas na dele. O dia foi caindo e dei uns mergulhos, peguei uma cerveja e fui até ele, que estava sentado perto da piscina. Seus olhos vermelhos me observaram bem e eu não sabia o que aquilo significava. Será que estava desconfiado de Cristian?

- Aí, Marcão, bora beber essa comigo. - falei e dei um copo da gelada para ele.

Marcão já estava bem alto e virou de uma vez, depois levantou e trouxe uma vodca e virou mais um copo. Continuei na cerveja. Ficamos um tempo em silêncio. Me mexi na cadeira de praia e ajeitei meu pau na sunga. Meu cunhado olhou para meu volume, que não era pequeno e disse:

- É Hugo, você é um homão da porra, como dizem. Bronzeado, pernas musculosas, esse pacote aí… - ele falou baixo, para ninguém ouvir e em seguida ajeitou o pau, que tive a impressão de estar meio duro. Achei estranho, mas fiquei na minha. E ele continuou: - Se mole é assim, imagina duro, esse seu cacete é grande, cara.

- Sei lá, Marcão, sou todo grande né, então deve ser. Olha meu pé! - falei tentando disfarçar o leve nervosismo.

- Pezão, maozão, pescoção… todo grande esse meu cunhado. - falou Marcão meio enrolado de bêbado, com os olhos fixos em mim. Olhei e percebi que estava de pau duro. Aquilo me deu um tesão, a sensação era estranha, mas ele era um homem atraente. Totalmente diferente do filho, que era magro e branco, ele era forte e moreno. Fiquei meio sem saber o que fazer.

- É Marcão… - falei, sem jeito.

- É foda, Hugo, você aí desfilando de sunga… - ele olhou de novo, ajeitou o pau, dessa vez para eu ver, e se levantou. Fiquei ali até a cerveja acabar. Depois disso não o vi mais naquele dia.

Na manhã seguinte, acordei às seis da manhã para dar uma corrida na praia. Todos estavam dormindo e só iam levantar depois das oito! Fui até a cozinha pegar uma fruta para comer antes de sair e dei de cara com ele.

- Bom dia, Hugo, vai correr? - disse ele.

- Bom dia, Marcão, bora?

- Não, meio fora de forma… sobre ontem, queria falar com você…

- Tem nada para falar, não, esquece. De boa, nem lembro. - falei tentando me esquivar.

- Tem, sim, cara. Não retiro os elogios, você é tudo o que falei e mais ainda. Você é tesudo, não dormi pensando nisso. - ele falou e não fez questão de esconder o pau ereto por baixo da short.

- Cara… o que você pretende, a gente se conhece há um tempão, você… - meu pau também estava duraço e o short fino de corrida deixou muito à mostra! Marcão chegou perto e segurou meu pau.

- Tá vendo? Você também quer. - ele falou e se agachou na minha frente. Parado no meio da cozinha, com uma maçã na mão, vi meu cunhado arriar meu short e segurar meu pau. Ele olhava, apertava e passava a língua nos lábios. Eu permaneci parado, somente meu pau mexia, ou melhor, pulsava na mão dele.

- Eu tinha uma desconfiança de que você pegava uns caras, aí você aparecia com um mulherão e eu sempre na dúvida… outro dia vi você conversando com um cara na rua e percebi. Por isso estou me abrindo para você… sempre quis chupar esse cacete, cara…

- Chupa, mete logo na boca, Marcão, mama meu pau… - falei baixo, sem pensar e cheio de tesão naquele macho acima de qualquer suspeita. Ele não pensou duas vezes e caiu de boca. Meio desajeitado, chupou. Masturbava e metia na boca, parecia um bezerro com fome. Olhei ele por cima, seus ombros fortes, seus dedos grossos no meu pau, era gostoso demais. A boca quente e ávida, percorria meu pau grande, até que me machucou com o dente.

- Ai, caralho, porra Marcão!

- Desculpe, cara, nunca fiz isso, sempre tive desejo, desde novo, mas não podia. Como eu ia dizer que curtia um macho? Meu pai ia me matar. Agora não resisti e já que você deve curtir e gostoso como é, resolvi arriscar. - ele falou, olhando para cima, com meu pau na mão. Voltou a chupar.

Nessa altura meu tesão estava a mil e eu queria muito meter no cu virgem dele, abrir aquela bunda peluda de macho e meter bem fundo. Ele não largava meu pau, e fazia coisas bem gostosas, coisa de principiante curioso, que é uma delícia. Ele mamou me olhando, pedindo leite.

- É isso que você quer? - perguntei e ele balançou a cabeça. Deixei rolar. Ele chupou a glande com desejo enorme, engoliu tudo e começou a me masturbar. Eu sabia que ele queria leite e gozei na boca dele, tremendo todo, dei vários jatos. Ele engoliu uma parte, quase se engasgou e deixou vazar pelo canto da boca. No final, ele limpou a boca e pegou um papel toalha para limpar a porra que caiu no chão.

Eu estava surpreso. E queria mais. Há muito tempo que não metia em um cu virgem. Peguei a chave do carro e chamei ele. Queria foder ele na cama. Fomos para um motel que ficava estrada. Sem falar nada nem no caminho, entramos e joguei ele na cama. Caí de boca no cu peludo e apertado, totalmente diferente do filho. Marcão gemia na minha língua, mexia com a bunda e deixava eu fazer o que quisesse. Sentir um cuzinho com todas as pregas, era uma delícia! Apertado e quente, querendo pica. Botei ele para mamar de novo. Agora ele percorreu meu corpo, minha virilha, meu saco e até meus pés! Ele parecia que ia me devorar. Falava coisas safadas, me elogiava e dizia que batia punheta pensando em mim, na minha rola grande. Falou que durante anos procurava minhas roupas para cheirá-las e chegou a roubar uma cueca suada minha! Mandei ele lamber meus pés e depois viramos em um meia nove.

Com o cuzão virgem na minha cara, lambi e comecei a preparar para meter. Passei o dedo em volta, meti um e depois outro. Ele gemia e curtia. Não aguentando mais, peguei o lubrificante do motel e passei no pau. Mandei ele ficar de quatro, mas ele reclamou que doía. Deitou de bruços, mas também reclamou. Por fim ficamos de lado e comecei a penetrar. Ele abria a bunda e eu metia, segurando seu corpo. cada centímetro era um gemido. Marcão reclamava da dor, mas dizia para não parar. Meti tudo. Ele relaxou e mudamos de posição. Deitei de costas e falei para ele sentar. De frente para mim, meu cunhado sentou devagar, com cara de macho com tesão, com fogo no rabo. Entrou tudo. Agora ele cavalgava e rebolava, sentia meu cacete rodar dentro do rabo a cada movimento dele. Ele me chamava de macho gostoso e mandava eu foder. Levantei e coloquei ele de quatro. Fiquei em pé ao lado da cama, segurei sua cintura e meti quase de uma vez. Ele gritou e eu parei com o pau dentro, em seguida ele mandou continuar. Soquei nele com vontade, e tirava devagar, vendo os pentelhos do cu em volta da meu pau, que estava apertado por ele. Adorei quando vi um pouco de sangue, era mais um cabaço indo embora. Ele pediu para eu gozar assim, com ele de quatro. Continuei metendo e os gemidos dele me deixavam mais louco, junto com o barulho do meu corpo suado batendo no dele. Tirei o pau todo e meti de novo, adorei ver o sangue do cabaço espalhado no meu pau.

Segurei o pau dele, que já pingava de baba, e comecei a masturbar. Meu cunhado ficou louco e rebolou mais rápido. Agora ele já tinha aprendido, então deixei ele tocar punheta e me concentrei no cu recém deflorado dele, metendo forte naquele macho parrudo. Senti o gozo chegando e avisei.

- Enchi tua boca, macho, agora vou encher seu rabo com meu esperma! Toma leite, Marcão. - falei dando uma gozada farta dentro dele, que começou a gozar junto. Seu cu piscava no mesmo ritmo. Na última estocada, respirei fundo e fiquei parado, sentindo o suor escorrer.

- Tira, Hugo, tá doendo muito, tira! - ele gemeu. Tirei o pau devagar, olhando para o cu dele, esperando escorrer meu leite junto com o sangue dele. Ele sentiu o gozo escorrendo pelo saco. Levantou devagar e viu minha porra que saía dele, no lençol. - Cara, que delícia, como eu fiquei sem isso? Porra, Hugo, que cacete você tem, me arrombou, tirou sangue do meu rabo, cara.

- Tirei alguma prega ou mais. - falei rindo. Tomamos banho sem lavar o cabelo nem usar sabonete de motel, para não despertar suspeitas.

Passamos em uma padaria para dar uma desculpa de que fomos comprar uma coisa diferente para o café. Chegamos em casa e o pessoal estava acordado, preparando a mesa. Ninguém desconfiou.

Continuo comendo ele até hoje. Macho, peludo, cu gostoso e passivo. Machista, conservador e homofóbico. Sempre assim. Quanot mais homofóbico, mais gosta de macho! E eu meto com mais vontade, para mostrar que ele é aquilo que ele fala mal.

E faço de putinho, que nem faço o filho dele.

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Foto de perfil de Seven RJSeven RJContos: 124Seguidores: 131Seguindo: 1Mensagem Escrevo histórias reais. Escrevo relatos meus, de amigos e de pessoas que gostam da minha narrativa e me procuram para que eu possa contar as suas histórias e experiências. Escrevo pensando no leitor, que vai se identificar, seja pela realidade ou fantasia que tem. Alguns relatos viraram livros, por terem se tornado relações que envolveram pessoas e sentimentos depois do tesão inicial. Conheça meus livros na Loja Kindle da Amazon. Procure por mim lá: CM Sèven. Instagram já em atividade: @_cmseven_ Quer contar sua história? seven2002@bol.com.br

Comentários

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NOSSA, PAI, FILHO E TIO GAY. UM DANDO PRO OUTRO. RSSSSSSSSSSSSSS

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Show. É bem assim. Também já comi alguns homofóbicos.

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Não falha, né? É sempre assim! E como dão gostoso! rsrsrs

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