A bunda que dividiu nossa casa - I

Um conto erótico de Gabu
Categoria: Heterossexual
Contém 870 palavras
Data: 16/03/2026 21:54:34

Meu nome é Gabriel. 38 anos, corpo magro, pele parda, cabelo preto curto. Entre as pernas, 19 centímetros grossos, veias saltadas, daquelas que fazem a palma da mão feminina hesitar antes de envolver tudo. Não é modéstia: é fato. Mulheres já pararam no meio do boquete só para olhar, como se precisassem confirmar que aquilo cabe mesmo.

Casei há três anos com Franciele. Fran tem 32, branquinha, corpo mignon de paranaense descendente de alemães do interior. Loira de olhos azuis claros, seios pequenos que mal enchem um sutiã, bundinha redondinha e empinada, mas delicada. Deliciosa na cama — geme baixinho, se entrega, sabe chupar com vontade. Ainda assim, nunca bastou. Meu vício antigo é outro: bundas grandes. Rabos pesados, fartos, que ondulam a cada passo, transbordam da calça, imploram para serem abertos com as duas mãos, cheirados fundo, lambidos até o cu piscar.

E foi aí que Larissa entrou na minha vida como febre alta.

Lari, 19 anos, prima da Fran, filha da tia dela. Parda, cabelo liso preto até a cintura, seios médios durinhos apontando para cima, coxas grossas de quem agacha pesado na academia desde os 15. Mas a bunda… puta merda, a bunda. Grande, empinada, redonda, firme como mármore quente. Quadril largo, corpo de cavala. Parece esculpida para ser agarrada por trás enquanto a gente soca fundo. Já ouvi cochichos em churrascos de amigos: “A Lari deve ser safada pra caralho”, “Não deve negar fogo”, “Alí é difícil de chegar” “Imagina aquela bunda de quatro”. Eu ficava quieto, pau pulsando dentro da calça, imaginando o cheiro azedo-doce de suor misturado com buceta, o gosto salgado do rego, o barulho molhado quando abro as nádegas.

Ela cursa Educação Física em Mandaguari, a 32 km de Londrina, e conseguiu estágio numa academia aqui na cidade. Numa sexta-feira abafada de verão, tudo mudou.

Eu voltava de uma visita comercial, dirigindo pela PR-445, quando a vi no ponto de ônibus. Blusinha preta colada no corpo suado, legging branca quase transparente de tão esticada, marcando cada curva daquela bunda absurda. O tecido grudava nas nádegas, delineava o rego inteiro, até a sombra da calcinha fio-dental por baixo. Meu coração disparou no peito. Parei o carro sem pensar.

“Lari! Vem cá, te levo até Mandaguari.”

Ela ergueu o rosto, reconheceu, abriu um sorriso aliviado e correu. Entrou jogando a mochila no banco de trás. No mesmo instante o ar ficou denso: cheiro quente, salgado, animal. Suor fresco escorrendo pela nuca, misturado com o aroma forte e proibido de buceta e cu que passaram o dia inteiro apertados dentro de lycra. Meu pau deu um salto violento dentro da cueca, endurecendo tanto que doeu contra o zíper.

“Desculpa o cheiro, Gabriel”, ela riu, envergonhada, abanando a blusa e deixando o decote úmido aparecer mais. “Tô fedendo depois da academia.”

“Que isso”, respondi, voz já rouca. “Eu gosto. Mulher suada é uma das coisas mais gostosas que existem.”

Ela virou o rosto devagar. Sobrancelha arqueada, sorrisinho safado despontando no canto da boca. Mordeu o lábio inferior de leve, sem dizer nada. O silêncio caiu pesado entre nós.

No caminho ela reclamou do ônibus lotado, da correria, de como não teve tempo de tomar banho na academia e que, se não chegasse logo, ia perder a aula da noite. Eu ouvia pela metade. Minha cabeça já estava entre aquelas nádegas...

“Se quiser tomar banho agora, eu paro no meio do caminho”, soltei, casual, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Ela virou devagar. “Onde?”

“Só confia em mim.”

Silêncio carregado. Ela olhou pela janela por longos segundos, depois voltou a me encarar. Os olhos castanhos brilhavam — curiosidade misturada com tesão puro.

“Tá bom.”

Não perguntou mais nada. Nem onde. Nem por quê. Apenas “tá bom”, com aquela voz baixa que já dizia tudo.

Dez minutos depois, entrei na portaria do motel sem hesitar. O cara do guichê nem piscou. Paguei, peguei a chave, estacionei na garagem privativa. Quando a porta automática fechou atrás de nós, o silêncio ficou ensurdecedor.

Lari olhou em volta, depois pra mim.

“Eu não tenho dinheiro pra pagar isso só pra tomar banho, Gabriel…”

“Relaxa. É por minha conta.”

“Mas eu não tenho como te agradecer…”

Parei o carro. Virei o corpo inteiro pra ela. Deixei meu olhar descer devagar: decote úmido marcando os bicos duros dos seios, barriga definida brilhando de suor, legging colada como segunda pele, o volume da buceta desenhado no tecido.

“Tem sim”, murmurei, voz grave. “Tem várias formas de agradecer. Vamos entrar primeiro… depois a gente conversa sobre isso.”

Ela não respondeu com palavras.

Apenas abriu a porta, desceu devagar, e caminhou na minha frente em direção ao quarto. A bunda balançava dentro daquela legging branca quase transparente, o tecido grudado marcava a calcinha minúscula, o rego desenhado como um convite explícito. Cada passo fazia as nádegas subirem e descerem, hipnóticas.

Eu a segui, pau latejando tanto que doía a cada batida do coração. Sabia que estava traindo a Fran. Sabia que era errado. Sabia que, se a prima dela soubesse, nossa família explodia. Mas naquele momento nada importava.

A oportunidade que eu esperava há meses finalmente tinha batido à porta.

E eu ia abrir bem devagar…

• continua.

(*comente e vote, se vocês gostarem eu continuo*)

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Comentários

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Conto muito excitante, aguardando a continuidade dessa rabuda.

Já estou ansioso!

O conto é real???

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