TREPEI COM MINHA PRIMA DE CONSIDERAÇÃO - Parte 1

Um conto erótico de A.C
Categoria: Heterossexual
Contém 784 palavras
Data: 17/03/2026 01:41:16

É muito comum a gente ter familiar por consideração. Aquelas pessoas que não tem nenhum vínculo sanguíneo conosco, mas que são especiais. [EU SENDO AMÁVEL].

Há pouco menos de 2 anos, uma prima de consideração minha veio passar uns dias aqui em Brasília. Eu só tinha tido contato com ela por mensagens. Tinhamos 0 proximidade. 0 intimidade. Só tinha a visto por fotos... e não havia nenhum interesse sexual.

ATÉ O DIA EM QUE ELA CHEGOU EM BRASÍLIA. AGORA VAMOS PRO ACONTECIMENTO.

Minha mãe foi pegá-la na rodoviária interestadual e eu passei o dia no trabalho.

Quando cheguei em casa, lá estava ela: de cabelos cacheados, um vestido curto e não tão justo, mas que deixava bem marcado o rabo e os peitos da minha prima. E que peitos.

Comprimentei ela com um abração e começamos a conversar. Após um tempo de conversa, minha mãe precisou ir ao mercado comprar algumas coisas.

Como minha mãe não tem CNH, a função de ir ao mercado com minha ela foi atribuída a mim. Tudo certo. Isso é de costume.

Na tentativa de aproximar e mostrar a cidade para minha prima, a convidei para ir junto com a gente. Logo ela topou.

Partimos ao mercado. Eu, minha mãe, minha irmã e essa prima de consideração.

Quando chegamos ao mercado, ainda no estacionamento, haviam muitos carros e eu precisaria procurar uma vaga.

Para não perder muito tempo, minha mãe já desceu do carro junto da minha irmã. Como estavam mais apressadas, deixaram eu e minha prima no carro e eu disse que iria buscar uma vaga.

Tudo certo. Minha mãe entrou no mercado com minha irmã e eu, após um tempo procurando uma vaga, notei que no último "quarteirão" do mercado, haviam várias vagas disponíveis. No início relutei em estacionar longe da entrada porque dificultaria colocar as compras no porta-malas. Mas era o que tinha. Já estava cansado de esperar, mas nenhuma vaga ficava disponível.

Parti rumo a parte final do estacionamento. Haviam por volta de 5 vagas e eu parei em uma das vagas da ponta, pra facilitar a saída.

Durante esse período até achar a vaga, minha prima só observava o movimento no mercado e os carros que ela considerava bonitos.

Quando consegui estacionar, desliguei o carro e disse:

- Vamos lá dentro. Minha mãe deve estar doidinha porque não entramos ainda.

Minha "prima", que residia em uma cidade do interior onde o transporte é feito majoritariamente por motos, me cortou e disse:

- Esse carro de vocês é tão lindo. Parece ser bem fácil de dirigir, porque ele é automático.

- É. É bem mais tranquilo. Qualquer dia desses eu deixo você dirigir pra testar.

Quando ouviu isso, minha prima, que estava no banco de trás logo atrás de mim, passou a mão no meu pescoço e disse:

- Falaram que você era o mais chato dos filhos da tia. E comigo tem sido tão legal. Vou querer dirigir esse carro depois, hein?

Apesar de já ter dado uma atenção aos peitos e ao rabo dessa prima, não havia pensado sobre muita coisa com ela... até porque não havia tido tempo. Mas isso mudou no momento em que ela tocou no meu pescoço.

Sabe o tendão de Aquiles? Então... o meu ponto fraco é justamente no pescoço. Quer me deixar de pau duro? Toque, acaricie, beije ou fale perto do meu pescoço. EU FICO BEM ANIMADO.

Eu estava com uma calça jeans e felizmente minha prima não estava no banco da frente, porque ela veria, sem dúvida alguma, o volume que havia se formado dentro da minha calça. Aproveitei que minha prima tinha abrido a porta pra descer e ajeitei minha vara e desci minha camisa para não mostrar que tinha ficado excitado. Então desci do carro e partimos rumo ao mercado.

Dentro do mercado o assunto foi o mesmo: valores das compras, preços e a diferença de preços dos produtos entre capitais e municípios pequenos.

Fizemos o pagamento das compras e voltamos pra casa.

Nesse dia jantamos todos juntos e não ocorreu nada de tão diferente na minha rotina.

Banhei. Liguei a TV pra assistir e acabei dormindo.

No outro dia, tudo normal e a rotina de sempre: casa, trabalho e casa. Quando chegava, conversava com essa prima sobre a vida.

Após uns 4 dias que minha prima estava lá em casa, acho que especificamente em uma quinta-feira, minha prima lembrou do tema direção de carro e me cobrou:

- Vai me deixar dirigir o carro quando? Estou na expectativa.

A partir daí, após combinarmos o dia e o horário, foi só diversão no banco de trás.

Vou contar o restante em uma 2° parte.

Espero que vocês leiam (e gostem).

(@vitibsb lá no insta - quero mulheres e homens)

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