Adriane estacionou o carro na garagem da casa da irmã naquela noite chuvosa de sexta em Curitiba, o coração batendo forte. A cunhada viajava a trabalho, e ela inventara uma visita rápida pro marido certinho em casa. Mas o real motivo era outro: desde a última consulta na clínica, o toque bruto do cunhado Marcos não saía da cabeça. Aos 40, magra com peitos pequenos, evangélica certinha que se casara virgem, ela carregava segredos da juventude selvagem – e naquela hora, eles borbulhavam. Tocou a campainha às 22h. Marcos abriu devagar, cheiro de whisky e algo acre escapando da sala escura. Short folgado, camiseta suja, cara fechada, olhos vidrados – carreira de pó branco na mesinha, copo pela metade. — Adriane. Vai embora. Ela entrou mesmo assim, porta batendo atrás. — Só vim checar você. Sozinho assim? Marcos caiu no sofá de couro, gole no copo. — Problema teu? Foi o suficiente. Adriane sentou no braço do sofá, mão escorregando pro ombro dele, unhas pressionando a pele quente. — Eu quero você. Agora. Ele largou o copo na mesa com um baque, agarrou a cintura magra dela e puxou pro colo num movimento seco, boca colando na dela – whisky queimando a língua, barba rala arranhando o queixo dela. — Você pediu isso. As mãos grandes dele subiram pela blusa solta, rasgando os botões de uma vez, peitos pequenos livres e duros no ar frio. Ele apertou um com força, polegar roçando o bico rosado até endurecer mais, depois mordeu o outro devagar, dentes marcando leve enquanto ela gemia baixo, corpo arqueando. — Marcos... Devagar. — Cala. Blusa fora. Ele arrancou o resto, jogando no chão, depois abriu o jeans dela com dedos ágeis, calça e calcinha descendo até os tornozelos. Adriane ficou exposta, pernas abertas no colo dele, boceta já inchada e úmida roçando a ereção sob o short. Marcos ergueu os quadris, baixou o short só o necessário – pau grosso saltando, veias grossas pulsando pela coca, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. — Olha pra baixo. Vê o que pediu. Ela olhou, engolindo seco, e ele não esperou: agarrou as coxas magras, ergueu ela um pouco e desceu forte, enfiando tudo de uma vez. O estiramento queimou gostoso, preenchendo ela até o útero, paredes apertadas sugando ele. — Porra... Que grosso! Marcos grunhiu, mãos na bunda dela agora, controlando o subir e descer – lento no início, cada descida batendo fundo com um estalo molhado, bolas pesadas roçando o cuzinho dela. — Aguenta. Mexe o quadril. Adriane obedeceu, girando devagar enquanto ele guiava, clitóris esfregando na base peluda dele. O sofá de couro grudava na pele suada das coxas, cheiro de sexo misturando com whisky derramado e pó branco esquecido. Ele acelerou, batendo mais forte, uma mão subindo pro pescoço dela, apertando leve pra trás. — Gosta de ser comida assim? Diz. — Gosto... Não para. Ele virou o jogo sem aviso: levantou com ela ainda empalada, pernas dela enrolando na cintura bruta, e jogou ela de costas no sofá, joelhos abertos pro alto. Agachou entre as pernas magras, pau saindo só pra bater na entrada molhada duas vezes, depois enfiou de novo, mais fundo, ritmo bruto agora – estocadas longas e pesadas, sofá gemendo a cada impacto. — Perna aqui. Aperta. Adriane obedeceu, uma perna no ombro dele, abrindo mais, sentindo ele acertar o ponto certo dentro. Dedos dela cravaram nos braços tatuados, unhas deixando riscos vermelhos. O suor escorria pelo vale entre os peitos pequenos, pingando na barriga. Marcos baixou a cabeça, chupando um bico enquanto metia, língua rodando o mamilo sensível. — Tô quase... Me faz gozar. — Ainda não. Vira. Ele puxou ela pro chão, tapete felpudo sob os joelhos dela agora de quatro, bunda empinada. Marcos se posicionou atrás, uma mão no cabelo loiro bagunçado puxando pra trás, a outra guiando o pau de volta – entrada lenta dessa vez, centímetro por centímetro, deixando ela sentir cada veia esticar as paredes. — Empina mais. Sente tudo. O ritmo voltou selvagem: batidas fortes, pele contra pele ecoando na sala, uma mão dele descendo pra esfregar o clitóris inchado em círculos rápidos. Adriane tremeu toda, orgasmos vindo em ondas – primeiro um pequeno, depois o grande, boceta piscando e apertando ele como punho. — Gozando... Caralho! Marcos rosnou baixo, coca estendendo o prazer dele: meteu mais dez estocadas brutas, corpo tenso, antes de explodir fundo, jatos quentes enchendo ela até vazar pelas coxas. Ficou parado dentro por segundos, pulsando, depois saiu devagar, pau brilhante caindo. Ele pegou o copo tombado, bebendo o resto, cara fechada suada. — Veste. Sai daqui. Adriane se levantou bamba, pernas moles, jeans úmido colando na pele, marcas roxas já florescendo nos quadris. Saiu pra chuva gelada, corpo exausto mas saciado, o comando dele ecoando na mente
Cunhada certinha ficou safada depois do Whisky com "coca"
Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 770 palavras
Data: 17/03/2026 06:38:07
Assuntos: 40 anos, Bruto, certinha evangélica, chuva, cocaina, Cunhada, cunhado, dominada, foda sofá, Heterossexual, iniciativa, magra, noite, ordens, peitos pequenos, safada, Sexo, traidora, whisky coca
Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive AndressaMR a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.