Recompensa de um bom trabalho

Um conto erótico de Nem te conto
Categoria: Heterossexual
Contém 1447 palavras
Data: 17/03/2026 12:00:58
Assuntos: Heterossexual

O final do expediente se aproximava e, como de praxe, peguei minha fruta, algumas castanhas e fui para a copa lanchar. Normalmente Augusto iria comigo, mas ele já estava há algum tempo na sala com o gerente, e eu não sabia o tanto demoraria ainda. Minha fome não tinha todo esse tempo. Havia notado o comportamento de Augusto um tanto diferente no decorrer do dia. Talvez fosse stress pelo projeto que precisávamos entregar.

Retornando vi Augusto com um semblante fechado nitidamente desconfortável. O encarei aguardando alguma sinalização que explicasse o que estava acontecendo, até que seu olhar cruzou com o meu e me chamou para conversar em particular.

_ Vivi, queria agradecer muito o apoio que você me tem dado. Sua evolução aqui na empresa é realmente algo incrível e te desejo toda sorte aqui dentro, espero que você conquiste muito mais. Eu acabei recebendo uma proposta de uma outra empresa e hoje será meu último dia aqui. Se precisar de ajuda fico á disposição.

Minhas pernas até bambearam ao escutar isso. No meio de um projeto ele iria nos abandonar assim, do dia pra noite. Poucas semanas antes já havíamos perdido uma outra assistente em nosso departamento, mas agora perder o coordenador seria um baque grande. O departamento restou apenas eu e o gerente Yuri. Meu contato com ele era apenas de cordialidades, me bateu uma grande insegurança de como seria trabalhar com ele. Yuri usava uma bonita barba, cabelos curtos castanhos, 43 anos, 1,70m. Era um homem bonito, educado e sério.

Saí do trabalho com a cabeça borbulhando, cheia de inseguranças e doida pra conversar. Liguei para meu noivo e em tom frio ele me disse que aquilo nem era problema meu, pois era apenas assistente e a responsabilidade não era minha então poderia ficar em paz. Minha cabeça estava em uma rotação tão alta que preferi desligar a avançar em um debate por conta do desdém de quem deveria me apoiar.

Nem preciso falar que não dormi nada né. Tomei uma dose dupla de café, levei uma lata de energético para mais tarde e fui para o escritório sem saber o que me aguardava. Yuri parecia tão ansioso quanto eu. Mal cheguei e ele já me chamou para sua sala.

_ Bom dia, Vivi! Preparada para os desafios?

_ Temos que estar sempre né chefe. – Respondi com uma falsa confiança.

_ Isso aí! O desafio de hoje é enorme, mas nós conseguiremos juntos. Não vou te abandonar no barco. Inclusive, gostaria que você trouxesse o seu computador aqui pra minha sala para conseguirmos focar 100% nesse projeto.

E foi assim o dia inteiro. Me senti tão mais aliviada e até mesmo motivada, pois agora estava trabalhando diretamente com o gerente do departamento. Ele estava realmente vendo o meu trabalho e estávamos nos dando super bem. Foi um dia super produtivo, mas o desafio ainda estava longe de finalizar.

_ Vi, vamos encerrar por hoje. Acho que evoluímos bem. Mas você sabe que nossa data limite é amanhã. Posso contar contigo se precisarmos estender o horário?

_ Claro, chefe. Amanhã só vou embora com o trabalho pronto.

Saí renovada, liguei para meu noivo super empolgada para contar as novidades compartilhar e meus sentimentos e a resposta que tive foi decepcionante. “Ah, você está sendo tola! Ele não quer contratar ninguém e vai fazer você de escrava. Nem aumento você vai ganhar pra trabalhar desse tanto.” Nossa, que desânimo me dava esse tipo de visão.

No dia seguinte amanheci cheia de energia. Coloquei um vestido colado preto que realçou meus seios (nem grandes, nem pequenos), calcei uma sandália de salto para disfarçar minha pouca estatura (tenho 1,55m). Me olhando no espelho me senti linda, uma loira do cabelo comprido até quase a altura da bunda (diga-se de passagem, uma bunda grandinha rsrs). Passei um perfume bom e fui para o escritório animada com o desafio.

Percebi vários olhares diferentes para mim no decorrer do dia, em especial de Yuri, que chegou a comentar que eu estava linda e até perguntou o perfume que eu estava usando, pois era muito bom. Passamos o dia inteiro focados nos projetos, analisando números, documentos, leis e relatórios. Não paramos nem para almoçar, pedimos um lanche pelo ifood e comemos lá na sala mesmo. Aquilo tudo me deixava viva, estava amando.

O alívio veio já quando se passaram 20h, quando finalmente finalizamos tudo e encaminhamos para o presidente. O escritório já estava vazio, Yuri pediu um lanche para nós e aproveitamos para conversar um pouco.

_ Vivi, você foi incrível! Nem sei como te agradecer. Se não fosse por você, jamais teria conseguido entregar o trabalho. Seu noivo que não deve ter gostado né. Até essa hora aqui no escritório. Ele não acha ruim?

_ Ai, chefe, nem me fale. Ele não me apoia muito não, sabe. Falei com ele toda empolgada sobre esse nosso trabalho, porque vejo que é uma oportunidade grande de crescimento pra mim. Mas da até preguiça. Pra ele é exploração.

_ Mesmo, Vi? Você está certinha. Tem que ter essa visão mesmo de oportunidade. E você foi incrível, está de parabéns mesmo. Além de ser uma moça linda e cheirosa é extremamente inteligente e dedicada. Adorei poder ter esse tempo a mais contigo. Você é nova tem muita coisa pra acontecer na sua carreira ainda, quantos anos você tem? Tem cara de menina.

_ Nem tanto, chefe. Tenho 21, ficando velha já.

_ Queria eu ser velho assim. Oh, Vivi, tão novinha e já está noiva? Vai curtir a vida menina, ainda mais com um rapaz desse que não te incentiva. Larga mão disso.

_ Ai chefe! Só quis focar no trabalho esses dias, nem parei pra pensar nisso. Mas fiquei chateada mesmo. Mas e você? Tem quanto tempo de casado?

_ 12 anos, acredita? Muito tempo né? Mas a vida é assim, ninguém pode ser feliz pra sempre. Eu já estou velho, tenho que estar casado, porque solteiro não iria dar certo.

_ Ah, que nada, o senhor está bonitão.

_ Ouvir isso de uma mulher igual você, me deixa até sem palavras.

Yuri disse e ficou me olhando eu retribuí com um sorriso sem desviar o olhar. O clima agora estava pegando fogo. Yuri veio se aproximando de mim, passou a mão em meus cabelos indo até minha nuca, aproximou a boca em meus ouvidos e disse:

_ Trabalhamos tão duro esses dias, acho que merecemos um momento pra relaxar, não é?

Sem responder nada apenas deixei ele agir e o abracei, sentindo um beijo gostoso em meu pescoço que logo chegou em minha boca. Nos beijamos intensamente, as mãos dele buscaram todo meu corpo até repousar em meus seios.

Em um puxão em meu vestido deixou meus seios à mostra e Yuri os chupou do jeito que eu gosto, com calma, sugando com cuidado e passando a lingua em movimentos circulares no entorno do bico.

Ajoelhei ne frente de meu chefe e desabotoei sua calça liberando o membro rígido que saltou quase batendo em meu rosto. Agarrei com uma mão e olhando para meu chefe abocanhei a ponta arrancando um gemido de Yuri. Minha boca deslizou por toda rola dele.

_ Que delícia, Vivi! Me mama, safada. – Yuri me agarrou pelos cabelos puxando levemente controlando a velocidade de minhas chupadas.

Masturbei meu chefe enquanto lambia a cabeça daquele pau e quando menos esperava ele anunciou que gozaria. Direcionei rapidamente a ponta para meus peitos e foram vários jatos, me lambrecando.

Yuri me levantou e apoiou meu corpo em sua mesa, me deixando com a bunda inclinada para ele. Massageando a minha bunda, foi abrindo minhas pernas e logo senti ele fodendo a minha boceta. Ai, como estava bom. Como eu estava precisando daquilo.

Meu chefe passou a rodear o dedo em meu rabinho, e não demorou muito para meter o dedo.

_ Gosta? – me perguntou já com o dedo todo atolado em minha bunda enquanto fodia minha boceta.

_ Gosto, chefe. Pode comer.

Mal terminei de falar ele já cuspiu em meu buraquinho e começou a forçar contra meu cuzinho. Bem devagar e com carinho logo senti ele inteiro dentro de mim. Hummmm

Começou com movimentos lentos, mas logo estava metendo como se fosse em minha boceta. Yuri aproximou de minha orelha e cochichou que queria gozar em minha boca.

Tirei seu pau de dentro de mim e voltei a me ajoelhar, masturbando seu pau com a boca aberta e linguinha pra fora, igual uma vadiazinha, até sentir o pouco de porra que meu chefe ainda tinha.

Depois de tanto trabalho foi um momento merecido para nós. E não minto, esse momento me ajudou muito em preencher o cargo de Augusto.

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