Nos dias seguintes a gente trocou mensagem no WhatsApp. Ela mandava foto da bunda na academia, eu mandava áudio falando o que queria fazer com ela. Mas marcar outro encontro estava difícil. A rotina dela era uma loucura: ônibus cedo pra Londrina, estágio na academia, ônibus pra faculdade à noite, ônibus de volta pra casa. Chegava morta.
Aí eu tive a ideia. Mandei mensagem: “Fala com a minha esposa pra vir morar aqui em casa uns tempos. Facilita pro estágio, só pega ônibus pra faculdade e volta. Eu ajudo a convencer ela.” Ela respondeu com um emoji de fogo e um “deixa comigo”.
No outro dia, Fran chegou do trabalho contando que a tia tinha ligado pedindo pra prima Lari ficar uns meses aqui em casa, porque a viagem tava pesada e o estágio era importante. Eu fiz cara de quem não entendia nada. “Ah, sei lá, amor. O que você achar melhor. Se for ajudar a menina, eu topo.” Não mostrei empolgação pra não dar bandeira. Fran pensou um pouco, ligou pra tia confirmando e aceitou.
Uns dias depois os pais da Lari trouxeram ela de carro, com mala, caixa de roupa e tudo. Fran fez um almoço caprichado, todo mundo comeu junto. Os pais agradeceram mil vezes, deram um beijo na filha e foram embora. Lari ficou arrumando as coisas no quartinho de hóspedes.
À tarde Fran se arrumou pro turno da noite: saía às 16h e voltava às 22h. Quando a porta da frente bateu e o carro dela saiu, eu esperei uns dois minutos só pra ter certeza. Depois fui direto pro quarto dela.
Ela estava deitada de bruços na cama, usando só uma camisolinha curta de algodão cinza. A barra tinha subido, deixando a bunda toda de fora. Sem calcinha. As nádegas grandes e firmes, ligeiramente abertas, o rego brilhando um pouco de suor do dia quente. Ela fingiu que estava dormindo, mas quando entrei, virou o rosto de lado e sorriu safada.
“Valeu mesmo por aceitar eu aqui, Gabriel. Tô aliviada pra caralho, a viagem tava me matando. Sério, vocês são demais. Não sei como agradecer.”
“Relaxa, Lari. Aqui você fica bem. E eu sei exatamente como você pode agradecer.”
Tirei a camisa, a calça, fiquei só de cueca. Subi na cama devagar, deitei em cima dela, corpo colado. Comecei lambendo o pescoço, descendo pelas costas. Cheguei na bunda e abri as nádegas com as mãos. O cheiro dela subiu forte: suor do dia, um restinho de sabonete do banho da manhã, e aquele aroma doce e quente da buceta já molhada.
Enfiei a língua direto no rego. Lambi devagar, de baixo pra cima, passando pela buceta inchada até o cu. Ela gemeu baixinho, empinando mais. Abri mais as nádegas e chupei o cu com vontade, língua entrando um pouco, sentindo o anel apertar. Enquanto isso, enfiei dois dedos na buceta, mexendo devagar. Ela rebolava contra minha cara, gemendo rouco.
“Gabriel… porra… assim que a Fran sai você já vem…”
Levantei o rosto, lambendo os lábios.
“Agora você mora aqui. Vai ser todo dia assim.”
Ela virou de barriga pra cima, puxou a camisola pra cima dos seios. Os bicos duros, barriga marcada, buceta lisinha brilhando. Ajoelhei na frente dela. Ela sentou na beira da cama, pegou meu pau pela cueca e puxou pra fora. 19 cm grosso, já duro pra caralho.
Segurou com as duas mãos, olhou pra mim.
“Essa rola agora é minha também.”
Abriu a boca e engoliu devagar. Lambeu a cabeça primeiro, depois desceu até onde conseguia, garganta apertando. Chupava com vontade, saliva escorrendo, mão massageando as bolas. Eu segurei o cabelo dela, guiando o ritmo. Ela gemia vibrando no pau, olhos fixos nos meus.
“Engole tudo, putinha.”
Ela acelerou, cabeça subindo e descendo rápido. Barulho molhado enchendo o quarto. Meu pau pulsava na boca dela. Tirei antes de gozar.
“De quatro. Quero foder você agora.”
Ela obedeceu na hora, ficou de quatro na cama, bunda empinada, mãos abrindo as nádegas sozinha. Coloquei a cabeça na buceta e entrei devagar. Ela gemeu alto quando cheguei no fundo. Comecei a socar forte, segurando os quadris largos. A bunda tremia a cada estocada, pele batendo em pele.
“Me fode… sou tua putinha agora…”
Acelerei mais, pau entrando e saindo inteiro. Tirei e posicionei no cu. Ela relaxou, empinou mais. Entrei devagar, sentindo o aperto insano. Quando entrei todo, parei um segundo. Depois comecei a meter, devagar no começo, depois mais forte. Levei a mão na frente, esfreguei o clitóris. Ela tremia toda.
“Tô gozando… caralho…”
O cu apertou forte em volta de mim. Gozei dentro, enchendo ela de porra. Quando tirei, escorreu devagar pelo rego.
Caímos na cama, suados. Ela virou de lado, beijou minha boca.
“A partir de hoje, toda vez que a Fran sair, vou vir aqui te comer.”
Sorri, apertando a bunda dela.
Ela riu baixinho, com cara de safada.
Olhamos um pro outro, o tesão misturado com o risco. Meu pau já começava a endurecer de novo.
Isso ia ser perigoso. E delicioso.
• continua…