Era o aniversário de 50 anos do tio Maurício. Um marco que a família inteira não deixaria passar em branco. A festa aconteceria na chácara dele em Campinas, bem ao lado da rodovia. Piscina, churrasqueira ampla, espaço suficiente para receber todo mundo. Dois dias completos de festa, na sexta-feira e no sábado. Era feriado emendado.
Minha mãe ligou três vezes durante a semana para confirmar que eu iria. Eu disse que sim, claro. Pegaria o carro logo depois do expediente na quinta. Estrada livre à noite. Dois dias fora de São Paulo, a ideia não era nada ruim.
Minha família pelo lado da mãe é bem unida, os irmãos são próximos e todo mundo gosta de se reunir.
Ela tem dois irmãos, o tio Maurício, o mais velho e o então aniversariante, casado com a tia Claudia, mora em Campinas e tem a Laura, filha única deles, agora com 18 anos, estudando pra medicina. Depois vem a tia Denise, a caçula, só cinco anos mais velha que eu, solteira depois do divórcio, também em Campinas, trabalha com design gráfico e sempre foi a mais descolada da turma. Minha mãe é a do meio, a mais responsável dos três, aquela que organiza a vida de todo mundo.
Cheguei na chácara por volta das dez da manhã de sexta, depois de pegar a estrada logo cedo pra fugir do trânsito de saída de São Paulo. O portão estava aberto, o sol já batendo forte no gramado, e o cheiro de café fresco misturado com carvão aceso chegava de longe.
O tio Maurício tinha chamado uma multidão, amigos do trabalho, da vizinhança, do futebol de fim de semana, o quintal lotado de gente com copo na mão, crianças na piscina e mesas improvisadas já cheias de pão de alho e linguiça.
Estacionei o carro perto da garagem, peguei a mala e a bolsa do banco de trás. Tinha alojamento pra quem vinha de fora, quartos simples na casa principal e uns chalés nos fundos, tudo bem arrumadinho.
O tio me viu chegando, largou a espátula na churrasqueira, veio me dar um abraço forte cheirando a fumaça e cerveja gelada, gritou “chegou o garoto!” e me apresentou rápido pra uns conhecidos.
Guardei as coisas no chalé que me indicaram, joguei a mala na cama, lavei o rosto na pia pequena e fui direto pra mesa da família, aquela comprida de madeira debaixo da pérgola, onde minha mãe, Denise, Claudia e Laura já estavam sentadas, pratos na frente, conversando animadas.
Sentei na cadeira ao lado da minha mãe e, enquanto pegava um pedaço de pão de alho ainda quente, meu olhar cruzou primeiro com o de Denise.
Foi a primeira vez que a via desde aquela noite no meu apartamento em São Paulo, quando o álcool e a oportunidade nos levaram para a cama. E ali estava ela agora, sorrindo casual, cabelo solto, camiseta larga, conversando com a minha mãe como se nada tivesse acontecido.
Depois veio Laura, sentada do outro lado, rindo de alguma piada do tio Maurício, óculos na testa, short jeans curto marcando as pernas finas. A mesma coisa com ela, a lembrança de nós dois transando no meu apartamento.
Eu tinha fodido as duas. Tia e prima.
Só agora, vendo as três juntas na mesa, minha mãe no meio, alheia, servindo salada, Denise passando o sal, Laura pedindo mais cerveja e chamando minha mãe de “Tia”, a ficha caiu de verdade. O peso daquilo tudo me acertou como um soco. Era real demais, perto demais da família.
O almoço terminou, pratos empilhados na mesa, gente se levantando aos poucos pra esticar as pernas ou pegar mais cerveja.
Denise se espreguiçou na cadeira, braços pra cima, camiseta larga subindo um pouco e mostrando a barriga lisa e bronzeada. “Que calor do caramba. Vamos pra piscina? Tô derretendo aqui.” Laura concordou na hora, já se levantando com um sorriso. “Boa ideia, tia. Henrique, vem com a gente?” Elas me olharam juntas, Denise com aquele brilho travesso nos olhos que eu conhecia bem, Laura mais inocente.
Eu assenti, tentando soar natural. “Claro, vou pegar o calção.”
No chalé, troquei rápido a roupa pela sunga preta simples, saí e fui direto pra beira da piscina. Elas já estavam lá, Denise de biquíni azul-escuro, daqueles inteiros mas com decote profundo que marcava os seios fartos e firmes, silicone, perfeitos, empinados, cintura fina contrastando com os quadris arredondados, coxas definidas da corrida.
Laura tinha colocado um biquíni preto minúsculo, top triangular que mal cobria os peitos pequenos e empinados, calcinha de cintura alta mas fio dental atrás, sumindo entre as nádegas pequenas e arrebitadas, pernas finas e longas brilhando de protetor solar, pele clara ficando rosada com o sol.
Entramos na água fria juntas, o choque gelado subindo pelas pernas. Nadamos um pouco, depois encostamos na borda rasa, água na cintura, conversando baixo enquanto o barulho da festa ficava distante.
Denise começou: “E aí, Laura, como foi o vestibular mesmo? Conta pra tia.”
Laura riu, jogando o cabelo molhado pra trás, gotas escorrendo pelo colo. “Foi bem, tia. Acho que passei na primeira fase. Estudei pra caramba, mas o Henrique ajudou muito quando eu fui pra São Paulo. Hospedou a gente, me levou pro local da prova, ficou me acalmando... que bom que tinha ele, né?”
Ela olhou pra mim de lado, um sorriso sutil.
Denise ergueu uma sobrancelha, olhando entre nós dois. “Ah, é? Que bom mesmo. O Henrique é desses que ajuda todo mundo... especialmente as meninas da família.”
O tom dela era leve, mas eu entendi a indireta, e ela encostou o braço no meu de leve, pele quente contrastando com a água fria.
Laura se mexeu na água, roçando a coxa na minha por baixo da superfície — “sem querer”, claro , e eu senti o pau dar um pulo discreto dentro da sunga.
Acho que a Tia Denise viu, ou pelo menos sentiu o clima, porque riu baixo e passou a mão no meu ombro, dedos demorando um segundo a mais. “Você tá bem quieto, sobrinho. Cansado da estrada?”
Eu forcei um sorriso. “Só curtindo a piscina.”
Laura deu uma risadinha nervosa, depois olhou pro quintal. “Ah, as meninas chegaram. Vou lá falar com elas rapidinho.” Saiu da água, bunda arrebitada pingando, caminhando com aquele balanço natural das pernas finas.
Ficamos só eu e a Tia Denise. Ela se aproximou um pouco mais na borda, água batendo nos seios, mamilos marcando o tecido molhado do biquíni. “Não sou boba, Henrique. Tô de olho em vocês dois desde a mesa.”
Eu pisquei, tentando disfarçar. “Nada a ver, tia. Que isso?”
Ela riu debochada, encostando o quadril no meu de leve por baixo da água. “Sei bem como você é.
Sempre foi o mais safado da família, com esse jeitinho de bonzinho. E a Laura... bom, ela tá diferente quando fala de você. E você fica olhando pra ela como se quisesse comer com os olhos.”
Fiz cara de espanto, mas o coração acelerou. “Tia, para com isso. É só família.”
Denise se aproximou mais, lábios perto do meu ouvido, voz baixa e quente. “Sei bem como você é, sim. E sei que não para por aí. Mas relaxa... por enquanto, fica só entre nós.” Ela se afastou devagar, sorrindo de canto, e mergulhou de novo.
Fiquei olhando Denise emergir, água escorrendo, biquíni colado. Meu pau latejava baixo. Fiquei pensando nela, calma, debochada, certeira. Denise sempre me conheceu bem demais. Percebia meus olhares desde moleque e sorria de canto. Pós-apartamento, tinha visto tudo. Sabia que eu olhava Laura errado, sabia das camadas no “ajudei muito”. Guardava pra si, carta na manga. Esperta pra caralho, dois passos à frente.
Denise saiu da piscina devagar, água pingando do corpo, biquíni azul-escuro grudado na pele. Virou pra mim com um sorriso de canto e disse baixo: “Preciso ir na cidade pegar o presente do Tio Maurício. Vai comigo?” Eu assenti rápido. “Claro, tia. Vou.” Ela piscou. “Só passa no meu chalé antes. Preciso pegar uma coisa.”
Fomos juntos. Entrei atrás dela. A porta mal fechou e ela me empurrou contra a parede, boca na minha, língua quente invadindo, gosto de cloro misturado com o sal da pele molhada. Mãos dela descendo pela minha sunga, apertando o pau já duro. “Rápido, querido.” Tirei o top do biquíni dela, chupei os seios fartos, mamilos duros na boca, silicone firme sob a língua.
Ela gemeu e puxou minha cabeça pra baixo com os dedos enfiados no cabelo molhado, sem pressa, mas firme. Ajoelhei na frente dela, afastei a calcinha do biquíni pro lado com o polegar, o tecido já encharcado grudando na pele. A buceta dela estava quente, lábios inchados e abertos, melada de água da piscina misturada com o tesão que escorria devagar. Encostei a língua plana na entrada, lambi devagar de baixo pra cima, sentindo o gosto salgado de cloro e pele, depois circulei o clitóris inchado com a ponta da língua, pressionando leve, depois mais forte. Ela apertou meu cabelo, quadris se mexendo contra minha boca, respiração acelerando em suspiros curtos.
Ela me puxou pra cima de repente, olhos verdes brilhando perto dos meus, lábios entreabertos e úmidos. Ajoelhou na minha frente, dedos frios da água descendo pela sunga, puxando pra baixo até o pau pular livre, duro e latejando. Segurou a base com uma mão firme, olhou pra cima por um segundo, depois abriu a boca e engoliu devagar, lábios esticando ao redor da cabeça, língua pressionando a parte de baixo enquanto descia mais fundo.
Saliva escorreu pelos cantos, pingando no queixo dela, e ela manteve os olhos fixos nos meus o tempo todo, garganta relaxada, subindo e descendo ritmada, mão masturbando o que não cabia na boca.
Alguns minutos de chupada e então puxei ela pra cama, ela se virou de quatro na beirada do colchão, joelhos abertos, bunda empinada, nádegas redondas ainda brilhando de gotas da piscina, pele arrepiada do ar-condicionado gelado.
Afastei a calcinha de novo, segurei a cintura fina com as duas mãos, alinhei o pau na entrada quente e molhada, entrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo ela se abrir e apertar ao redor.
A buceta quente engoliu tudo, paredes pulsando de leve, pele molhada colando na minha barriga a cada estocada. Comecei em um ritmo lento, saindo quase todo e voltando fundo, batendo no fundo com um som abafado e molhado.
Uma mão na cintura dela para puxar mais forte, a outra subindo pras costas, depois pro seio, apertando o mamilo duro entre os dedos enquanto ela arqueava as costas e gemia baixo, rosto enterrado no travesseiro pra abafar o som.
Eis que escutamos uma batida na porta.
“Tia?” Voz de Laura. Congelamos. Meu pau ainda todo dentro dela, pulsando.
Denise respirou fundo e falou com a voz mais firme que conseguiu: “Tá bom, querida. Encontre a tia em quinze minutos no carro. Já vou.” Laura respondeu algo abafado e saiu.
Denise riu baixo, apertou a buceta em volta do meu pau. “Quase.” Saí dela devagar, pau latejando, sem gozar.
Rumei para o meu chalé com aquela dor forte nos testículos, aquela vontade interrompida que dói pra caralho.
Cheguei no carro quinze minutos depois, ainda com aquela dor. Denise já estava lá, de short jeans curto por cima do biquíni, camiseta larga por cima, cabelo úmido solto.
Laura apareceu correndo, short jeans igual, top cropped branco, tênis branco, rindo de alguma coisa que as amigas tinham dito.
“Pronto, tia! Vamos?” Denise abriu a porta do passageiro da frente pra ela. “Entra, querida. O Henrique dirige.” Eu entrei no banco do motorista, Denise do lado, Laura atrás. Liguei o carro, ar-condicionado gelado batendo no rosto suado, e saí pela estrada de terra até o asfalto.
Fomos até uma loja de acessórios pra moto no centro de Campinas. O presente era um capacete personalizado pro tio Maurício, motoqueiro de fim de semana, daqueles que adoram rodar com a turma. Denise conferiu o pedido, preto fosco com detalhes em vermelho e o nome dele gravado na lateral. Pagou, embrulhou em papel simples e voltamos pro carro. Eu dirigindo de novo, rádio baixo tocando algo antigo, trânsito leve de sexta à tarde.
No caminho de volta, Denise virou pro banco de trás. “E aí, Laura, como tá o namorado? Não veio dessa vez?”
Laura deu uma risadinha curta, meio sem graça. “Terminamos, tia. No dia do vestibular mesmo. Ele ficou puto porque eu fui bem e ele não, brigou feio e acabou.”
Denise ergueu uma sobrancelha, olhou de lado pra mim com aquela cara malandra que eu conhecia bem, canto da boca subindo. “Ah, é? Que pena... ou não. Às vezes é melhor assim.”
Eu mantive os olhos na estrada, mão apertando o volante um pouco mais forte, sentindo o olhar dela queimar no meu perfil. Laura não viu nada, só riu baixo e mudou de assunto.
Chegamos de volta na chácara já no fim da tarde. O sol baixando, luz laranja no gramado, cheiro de carne assando forte. A festa tinha esquentado, som alto com sertanejo universitário, mesas cheias de copos, gente dançando no gramado perto da piscina.
Laura pegou uma cerveja gelada logo que chegamos, bebeu rápido, olhos brilhando um pouco mais soltos. Denise entregou o presente pro tio Maurício, que abriu na hora e gritou de alegria, mostrando pra todo mundo.
Depois de um tempo, Laura veio até mim, copo na mão, rosto corado do álcool e do sol. “Vem dançar, primo?”
Aceitei. A música era animada, sertanejo universitário daqueles misturados com funk, batida forte no grave. Laura se encostou em mim de uma vez, corpo quente colando no meu, quadril rebolando rápido e solto no ritmo, coxas finas roçando nas minhas pernas a cada giro.
Veio a voz dela mole no meu ouvido, meio rouca do álcool, hálito de cerveja misturado com chiclete: “Saudade de quando saímos pra dançar em São Paulo... você dança bem, sabia?”
Mão dela na minha nuca, dedos leves enfiados no cabelo curto. Olhei de lado pra mesa da família. Denise estava lá, sentada com algumas pessoas, rindo alto de alguma conversa. Nossos olhares cruzaram por um segundo longo. Ela ergueu o copo de leve, piscou um olho devagar, sorriso safado de quem entendeu tudo.
A música deu uma pausa, o DJ trocando faixa, e a galera parou de dançar. Laura puxou minha mão, rindo baixo. “Vem, vamos sentar ali.” Fomos pro sofazinho de vime perto da piscina.
Sentamos colados, coxa dela na minha, short jeans subindo um pouco nas pernas finas. Ela ainda tinha o copo na mão, cerveja quase acabando, olhos brilhando mais do que o normal, rosto corado do sol e do álcool.
Ela se encostou no meu ombro, voz baixa e mole: “Sabe... fiquei semanas pensando naquilo em São Paulo. Quando você me levou pro seu apê, depois do vestibular... a gente transando na sua cama.”
Fez uma pausa, mordeu o lábio inferior, riu de si mesma. “Não saía da minha cabeça. Você é um gostoso, tem um pau gostoso, caralho, primo.” Eu senti o pau dar um pulo na sunga só de ouvir.
“Eu também, Laura. Não paro de lembrar.”
Ela virou o rosto pro meu, perto demais, hálito quente de cerveja. “Você é demais... se não tivesse tanta família aqui, dava um jeito agora mesmo. Te levaria pro chalé.”
Antes que eu respondesse, passos leves na grama. Denise apareceu do nada, sorriso tranquilo. “Achei os dois. Vamos lá, Rick? Sua mãe quer tirar uma foto de família, todo mundo junto antes do sol baixar de vez.”
Laura se endireitou rápido, cara de decepção estampada, olhos baixos por um segundo, como se tivesse sido pega no flagra.
Denise estendeu a mão pra ajudar Laura a levantar, mas olhou pra mim por cima do ombro dela, um piscar rápido, como quem diz “depois a gente continua”.
O clima evaporou na hora, e fomos atrás dela para o gramado, eu ajustando o short discretamente, Laura ainda com o copo na mão, mordendo o lábio de frustração.
Fomos tirar a foto no gramado, sol já baixo, luz dourada batendo em todo mundo.
Minha mãe organizou a pose: “Todo mundo junto, sorriso!”.
Fiquei no centro, tia Denise do meu lado esquerdo, prima Laura do direito. Coloquei a mão na cintura das duas, dedos leves na curva da Denise, polegar roçando a pele quente da Laura por baixo do top cropped. Elas se encostaram mais, seios da Denise pressionando meu braço esquerdo, coxa fina da Laura colando na minha perna direita.
Sorri pra câmera como se nada estivesse acontecendo. Seria cômico se não fosse trágico, eu ali, entre a tia que tinha fodido horas antes e a prima que acabara de confessar que queria me dar, minha mãe sorrindo feliz ao lado delas, meu tio, aniversariante, sua esposa, alheios ao que rolava por baixo da superfície.
A festa continuou. Bebida rolando solta, música alta, gente dançando. O tio Maurício, já meio alto, veio rindo e me empurrou de brincadeira pra piscina. Caí com tudo, a água fria congelou. A Tia Denise e a Laura pularam atrás na hora, morrendo de rir. Nadamos um pouco, brincadeiras na água, corpos molhados se esbarrando. Em um momento, Denise passou por trás de mim debaixo d'água e senti o seu pé descalço roçando devagar no meu pau por cima da sunga, a sola pressionando, dedinhos curvados circulando a cabeça. Foi rápido, sutil, mas suficiente pra deixar o pau latejando de novo. Ela emergiu rindo, como se nada tivesse acontecido.
Fim da festa por volta das três da manhã. Luzes baixas, música baixa, galera se despedindo ou indo pros chalés. Eu caminhava pro meu, cabeça pesada de cerveja, quando Laura me parou no caminho escuro entre as árvores. Me puxou pra um canto atrás de uma pilha de lenha e sombra da casa cobrindo a gente com a escuridão.
Me agarrou ali, me deu um beijo forte, molhado. Da primeira vez que ficamos ela não tinha demonstrado essa safadeza toda que acabara de revelar. Eu aceitei a surpresa e comecei a deslizar minha mão por ela, massageando suas costas, seus peitos durinhos, sua bunda.
Sem falar nada, ajoelhou na grama úmida, abriu meu calção rápido e meu pau pendeu livre, ainda semi-duro da piscina. Engoliu devagar no começo, lábios quentes envolvendo a cabeça, depois acelerou, chupando com vontade, garganta relaxada engolindo fundo, mão na base masturbando ritmada, saliva escorrendo.
Olhei pra baixo e vi seus olhos castanhos fixos nos meus, rosto corado, cabelo bagunçado.
Sentia sua língua passeando pela cabeça do meu pau enquanto ouvia os últimos convidados se retirando da festa.
Ela acelerou a punheta e a chupada e não aguentei e gozei forte, jatos quentes enchendo a boca dela, minha prima Laura. Engoliu tudo sem tirar e depois lambeu a cabeça pra limpar o resto. Levantou, me deu um beijo rápido, língua ainda com gosto de porra misturado com cerveja. “Boa noite, primo.”
Celular dela tocou alto. Ela olhou a tela, cara de susto. “É minha mãe. Tenho que ir.” Virou e saiu correndo pro chalé dela, me deixando ali no escuro. Fui pro meu chalé, deitei na cama, corpo cansado, mente rodando entre as duas gostosas que estavam me rodeando. Dor nos testículos de novo, mas dessa vez misturada com o alívio de ter gozado. Fechei os olhos e dormi.
CONTINUA