Meu amigo quer que eu coma sua esposa parte 3

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 1682 palavras
Data: 17/03/2026 14:34:45

O silêncio que se formou naquela sala era pesado, carregado com o cheiro de sexo e a eletricidade de uma traição plenamente consumada. Eu ainda tentava recuperar o fôlego, sentindo o suor esfriar no corpo, enquanto observava a cena na cozinha: Diego estava parado processando o gosto da minha porra nos lábios da sua esposinha cachorra

Não havia arrependimento nos olhos dele.

Eu não disse uma palavra. Não havia o que dizer. Levantei-me do sofá, sentindo meus músculos tensos relaxarem aos poucos. Peguei minha calça e minha camisa, me vesti sob o olhar atento e possessivo de Miriam. Ela se encostou no batente da porta, nua, com aquela mancha de sêmen secando em sua bochecha como um troféu daquela transa gostosa.

— Já vai, dono? — ela provocou, a voz ainda rouca, de tanto gemer.

— Tenho treino cedo amanhã, Miriam — respondi, minha voz recuperando a autoridade habitual.

Passei por ela, sentindo seu cheiro de fêmea no cio. Ao cruzar a cozinha, meus olhos encontraram os de Diego. Ele baixou a cabeça, incapaz de sustentar o olhar do homem que acabou de possuir sua vida. Saí do apartamento sem olhar para trás. O ar frio da noite paulistana bateu no meu rosto, trazendo-me de volta à realidade, mas o cheiro dela ainda estava impregnado na minha pele.

No dia seguinte, a rotina da academia seguiu como se nada tivesse acontecido. O peso dos halteres parecia mais leve; a descarga de testosterona da noite anterior ainda corria nas minhas veias. Eu evitava olhar para a entrada, esperando que o casal aparecesse, mas o horário deles passou e ninguém surgiu.

Por volta das 11h, enquanto eu terminava uma série pesada de supinos, meu celular vibrou no banco. Era uma notificação de mensagem.

Era ela.

Ao abrir a mensagem, meu coração deu um solavanco. Não era texto. Era uma foto.

Miriam estava em frente ao espelho de um banheiro que não parecia o da sua casa. Ela usava uma lingerie de renda vermelha , tão fina que era quase transparente, destacando cada curva que eu havia explorado horas antes. A calcinha era um fio-dental ainda mais pequeno que o preto da noite anterior, sumindo entre seu rabo gostoso.

Abaixo da imagem, veio o texto:

"O Diego saiu para trabalhar com aquele gosto ainda na boca... mas eu acordei com saudade da sua força. Essa lingerie nova é para o nosso próximo encontro. Gostou do presente, Ricardo?"

Eu olhei para a foto, sentindo o sangue descer imediatamente. Ela não estava apenas jogando; ela estava me viciando. O perigo não era mais eu comer a mulher do meu melhor amigo— o perigo era eu não conseguir mais parar.

Bloqueei a tela do celular e respirei fundo, sentindo o ar queimar nos pulmões. A academia ao meu redor parecia subitamente barulhento demais, pequeno demais. O rosto de Diego, com aquele olhar de derrota na cozinha, lampejou na minha mente por um segundo, mas a imagem de Miriam naquela renda vermelha rapidamente o soterrou.

Ela sabia exatamente o que estava fazendo. Estava marcando território no meu pensamento

Passei o restante do treino no automático. Cada repetição era movida por uma agressividade nova. Eu não estava apenas treinando; estava tentando expulsar a voltagem que aquela mulher injetava em mim.

No vestiário, enquanto a água gelada batia na minha nuca, tentei racionalizar. Diego era meu parceiro de anos, o cara que me deu cobertura em momentos difíceis. Mas o que aconteceu naquela sala não foi um deslize; foi uma transferência de poder. E, pelo visto, ele tinha aceitado o papel de espectador da própria ruína.

Ao sair da academia, meu celular vibrou novamente. Outra mensagem. Dessa vez, não era Miriam.

**Diego:** "Cara, a gente precisa conversar. No café perto da sua casa, às 14h? Por favor, Ricardo."

O "por favor" entregava tudo. O homem estava quebrado, mas ainda assim, preso ao vício que a esposa alimentava.

Cheguei ao café dez minutos atrasado, uma tática deliberada para manter a dominância. Diego já estava lá, um copo de café intocado à sua frente. Ele parecia não ter dormido. As olheiras eram profundas, e ele evitava olhar para as pessoas que passavam.

Sentei à frente dele sem pedir licença.

— Fala, Diego. Tenho pouco tempo.

Ele levantou os olhos. Não havia raiva. Havia uma espécie de fascínio doentio, um brilho de quem tinha cruzado uma linha sem volta.

— Ela não para de falar de você — ele começou, a voz trêmula, mas estranhamente excitada. — Desde que você saiu, ela descreve cada detalhe. O jeito que você a segurou... o jeito que você me olhou enquanto...

Ele parou, engolindo em seco.

— Eu achei que fosse odiar, Ricardo. Achei que ia querer te matar. Mas ver você sendo o dono dela, enquanto eu só podia observar... — Ele se inclinou para frente, baixando o tom. — Ela quer mais. E, porra, eu também quero ver de novo.

Eu senti um misto de desprezo e triunfo. O jogo tinha mudado de patamar. Eu não era mais apenas o amante; eu era o combustível que mantinha o casamento perverso deles funcionando.

— Você sabe o que está pedindo, Diego? — perguntei, minha voz saindo fria e cortante. — Se eu voltar lá, não vai ter limite. Eu vou usar a sua mulher como eu bem entender. Na sua frente, na sua cama, em qualquer lugar.

— Eu sei — ele respondeu, quase num sussurro. — Ela já comprou a lingerie vermelha. Ela disse que você ia gostar.

Tirei o celular do bolso e mostrei a foto que ela havia enviado. O rosto de Diego mudou. Ele não ficou bravo; ele ficou hipnotizado. O triângulo estava fechado. A traição tinha se transformado em um culto à minha vontade.

— Esteja em casa às 21h — eu disse, levantando-me e deixando o dinheiro do café na mesa. — E deixe a porta encostada. Não quero perder tempo com campainhas.

Saí do café sentindo o sol de São Paulo arder. Eu sabia que estava entrando em um abismo, mas, com Miriam me esperando em renda vermelha e Diego pronto para assistir sua própria substituição, a queda parecia o lugar mais excitante do mundo.

O relógio no painel do carro marcava 20:55 quando estacionei a duas quadras do prédio deles. A antecipação era uma voltagem estática que arrepiava os pelos dos meus braços. Eu não sentia a culpa que um "amigo" deveria sentir; o que eu sentia era o peso do comando. Diego não era mais igual antes; era um corninho que deixou eu comer sua mulher.

Subi o elevador em silêncio. No corredor, o som abafado de uma música ambiente vinha de trás da porta . Conforme combinado, a porta estava apenas encostada, uma fresta de luz dourada escapando para o corredor escuro.

Empurrei a porta sem bater. O cheiro gostoso do perfume de Miriam atingiram meu nariz como um soco. Me matando de tesão, naquela puta do cio

— Cheguei — anunciei, minha voz ecoando com uma autoridade que fez a música parecer baixar de volume por conta própria.

Diego estava sentado na poltrona de couro no canto da sala, as mãos apoiadas nos joelhos, a postura rígida de quem espera uma sentença. Ele vestia apenas um roupão de seda, entreaberto, revelando o peito suado. Seus olhos encontraram os meus, e vi o brilho de humilhação misturado a uma excitação devota.

— Ela está no quarto, Ricardo — ele sussurrou, a voz falhando. — Ela... ela não parou de se tocar desde que mandou a foto.

Ignorei ele por um momento, caminhando até o bar e me servindo de copo de uísque puro. Bebi um gole generoso, sentindo o líquido queimar minha garganta, mantendo o olhar fixo em Diego. Ele baixou a cabeça, o submisso aceitando a presença do alfa.

— Fica aí — ordenei. — Só entra quando eu mandar. E se eu ouvir um pio seu antes da hora, eu vou embora e deixo vocês dois passando vontade. Entendido?

— Sim... entendido.

Caminhei em direção ao quarto. A porta estava escancarada. Miriam estava deitada de bruços na cama, só com aquela ligerie vermelha que eu vir na foto agora em seu corpo sob a luz indireta de dois abajures. A calcinha fio-dental desaparecia entre seu rabo, que ela empinava levemente ao me ver entrar.

— Demorou, dono — ela murmurou, virando o rosto para me olhar por cima do ombro. Seus olhos estavam dilatados, a boca entreaberta, úmida.

Não respondi com palavras. Fui até a beirada da cama, desfiz o cinto e deixei-o cair . O som pareceu um gatilho para ela, que começou a se rastejar em minha direção como uma gata no cio.

— O Diego... ele está assistindo da porta? — ela perguntou, a voz carregada de uma malícia doente.

— Ele está onde eu mandei ele ficar — respondi, segurando-a pelos seu cabelos loiros e puxando sua cabeça para trás, forçando a olhar para mim. — Hoje as regras são minhas, Miriam.

Segurei o tecido fino da lingerie vermelha. Com um movimento brusco, ouvi o som do rasgo. O vermelho vibrante cedeu, revelando os seios de auréola rosa, que saltavam para fora da lingerie destruída. Ela soltou um gemido agudo, um som que eu sabia que Diego estava ouvindo da sala, torturando-se com a imaginação do que eu estava fazendo com sua "esposinha".

— Diego! — chamei, minha voz para o corredor. — Vem aqui. Agora.

Segundos depois, ele apareceu no batente da porta. Estava pálido, a respiração curta. Ele viu a lingerie rasgada no chão, viu minha mão firme no cabelo de Miriam e viu como ela se derretia sob o meu toque agressivo.

— Ajoelha ali no canto — apontei para o pé da cama. — E não tira os olhos dela. Quero que você veja exatamente como um homem de verdade possui o que você achou que era seu.

Diego obedeceu sem hesitar, os joelhos batendo no piso de madeira. Ele começou a se masturbar freneticamente, o olhar fixo no contraste da minha pele contra a dela.

Virei Miriam de costas, prendendo seus pulsos acima da cabeça com uma das mãos. O cheiro dela era inebriante, um convite ao abismo. Eu estava prestes a mostrar para aquele casal que, naquela noite, as paredes daquele apartamento não protegiam um lar, mas sim um santuário de depravação onde eu era o único deus.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 3Seguidores: 30Seguindo: 19Mensagem Somo um casal bem safado

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