Grazi, a amiga gostosa da minha mulher PT2

Um conto erótico de Contador de aventuras
Categoria: Heterossexual
Contém 1585 palavras
Data: 17/03/2026 17:37:47
Última revisão: 17/03/2026 18:10:21

Vou seguir meu relato sobre minha tentativa de transa com a Grazi, amiga da mulher…

Depois que acertamos tudo, ela veio passar uns dias em nossa casa. A primeira semana foi tranquila, e minha mulher conseguiu pôr os papos em dia com ela. No segundo final de semana da Grazi com a gente, conseguimos nos reunir os três em casa pra tomar umas cervejas, ouvir música e conversar… Estávamos os três na varanda bebendo e curtindo:

Suzana, minha mulher, estava animada contando algumas coisas do trabalho e da pós, sentada no meu colo enquanto eu seguia bebendo cerveja e olhando pro decote da Grazi. Naquele momento meu pau ficava cada vez mais duro. Suzana começou a se mexer um pouco mais e esfregar a bunda no meu pau até sussurrar no meu ouvido:

“Eu tô sentindo, viu?! Tá animadinho hoje?”

“Tô assim, amor, seu vestidinho tá me deixando louco.”

“Não se preocupa, que hoje a gente vai brincar um pouco pra compensar as últimas semanas.”

Aquilo me deixou empolgado. Eu tava de pau duro por causa da Grazi e ainda ia receber um presentinho por causa disso…

Minha mulher estava usando um vestidinho vermelho, quase transparente. Mesmo estando em casa, ela gostava de se vestir bem e passar bastante perfume pra ficar cheirosa. Ela sempre foi muito cuidadosa, algo que sem sombra de dúvidas sempre me deixou muito feliz.

Grazi usava um top preto com um decote que fazia os peitos quase saltarem dele. Ela estava sem sutiã, então eu conseguia ver os bicos dos seios bem nítidos — eram grandes… Ela ainda usava uma saia justa branca, que me fazia, em toda oportunidade, querer espiar pra descobrir a cor da calcinha…

“Então, pombinhos, estão pensando em casar quando?” Grazi perguntou.

“Aaaa, estamos juntando dinheiro pra isso, vamos fazer uma festa mais íntima, sabe?” eu respondi.

Minha mulher acrescentou: “Queríamos algo na praia, ao luar, algo bem especial, sem muitas loucuras como quando foi minha formatura kkkkk.”

“Verdade, Suzi, na sua formatura todo mundo ficou muito louco. O Rodrigo teve que te levar pra casa quase apagada kkkkk.”

“Oh mulher, nem me lembre disso.”

Eu brinquei: “Acabou que naquela noite ela tinha me prometido um monte de presentinhos e não chegou nem perto disso. Tive que passar a noite cuidando dela kkkkk.”

“Mas depois eu compensei, meu amor?” — pfvr, eu tenho a palavra…

A Grazi comentou: “Eita, que essa daí sabe o que faz, viu, Rodrigo?”

“Sabe que uma vez perdemos uma aposta e nos beijamos?”

“É, eu sabia dessa história kkkk. Eu tava no dia, lembra?” Isso tinha acontecido antes de Suzana e eu nos envolvermos, numa das festinhas que frequentávamos ainda na faculdade. Eu tinha até esquecido disso, mas lembrei de ver as duas se beijando e ficar extremamente excitado.

Depois dessa conversa, falamos mais uma ou outra besteira. Grazi comentou que estava solteira há um tempo e sem os famosos “contatinhos” por causa do foco na faculdade. Eu prometi apresentar alguns dos meus amigos. Claro que eu queria provar primeiro, mas não podia falar isso kkkkk.

Depois de tudo, fomos deitar pra dormir. Eu já estava muito animado porque sabia que nessa noite ia comer a Suzana… Colocamos um filme pra “assistir” enquanto namorávamos e esperávamos ter certeza de que a Grazi tinha dormido. Óbvio que o que eu queria era comer a Suzana e fazer ela gemer até a Grazi escutar. Eu queria que ela visse o que eu podia fazer e, talvez com sorte, aquela mulher ia querer me dar também.

Depois de ficarmos só nos beijos, falei no ouvido da Suzi:

“Amor, acho que ela já dormiu… vem cá!”

“Tá louco? É claro que não… ela ainda deve tá acordada kkkk… espera um pouquinho mais.”

“Eu já não tô aguentando, deixa pra lá… a gente não faz muito barulho hoje” — eu disse, beijando o pescoço da minha mulher enquanto subia em cima dela.

“Amoooo, para com isso. Você sabe muito bem que eu não gosto de transar fofo.”

Eu respondi no ouvido dela: “Então deixa eu te comer um pouquinho, vai. A Grazi nem vai ouvir por causa do forro do quarto…” Tirei a parte de baixo da roupa de dormir dela e dei de cara com a bucetinha gordinha da minha mulher, pretinha e carnuda. Coloquei o dedo do meio por cima, passando pelos lábios só pra sentir que já tava molhadinha, enquanto ela se contorcia…

Comecei a chupar, suguei o clitóris do jeito que ela gostava, revezando com a língua. Ela começou a gemer baixinho…

“Seu safado… você sabe que eu não resisto!”

Fiquei chupando por mais uns 10 minutos até que virei ela de costas. A cachorra empinou a bunda falando: “Vem, amor, come tua bucetinha, come. Ela tá com saudades.”

Quando botei o pau pra fora da cueca e meti tudo de uma só vez, o barulho deu uma leve ecoada pelo quarto. A buceta da minha mulher já tava muito molhada — algo que eu gostava muito desde que nos conhecemos. Ela sempre ficava encharcada e isso era perfeito na hora de foder.

Comecei a dar umas estocadas fortes. A cama rangia um pouco e eu apertava bem a bunda da minha mulher.

“Cachorra, adoro te comer! Empina essa porra pra mim!”

“Vai, amorzinho, mete mais, mete…”

Eu não aguentava mais só apertar a bunda da minha mulher. Cada gemido dela e cada vez que eu socava mais forte, eu só queria dar um tapa naquela bunda preta e gostosa, redondinha, que já tava ficando vermelha e marcada com meus dedos.

“Pqp, seu safado, a Grazi vai ouvir…” disse ela, botando o travesseiro na boca pra tentar abafar os gemidos.

Então cheguei perto do ouvido dela e falei: “E se ela ouvir? O que que tem… Tô só comendo minha putinha. No máximo ela vai ficar com inveja, mas raiva não.”

Voltei pra minha posição sobre o rabo da minha mulher, socando na buceta por trás com mais força ainda. Os gemidos abafados pelo travesseiro quase viravam grunhidos de tesão… Foi quando ela disse, com uma voz dengosa só pra me deixar mais louco:

“Eu tenho vergonha, amorzinho!”

Botei a mão por trás da nuca dela, agarrando a raiz dos cabelos cacheados e falei:

“Tu não tem vergonha de ser puta não. Já até chupou a língua dela! Tenho certeza que ela ouvir nossa foda vai ser o de menos. Então toma, sua vadia!” Tirei a mão da nuca e dei um tapa forte na bundinha. Nossa, eu tava precisando daquilo. Continuei fodendo e revezando tapas no lado esquerdo e direito da bunda que já tava vermelha.

Suzana já tava gemendo mais alto ainda e me chamando de fdp.

“Isso, caralho, bate mais… Deixa eu fazer um showzinho pra Grazi hoje, deixa?” ela disse.

“Faz teu show, sua puta, faz teu showzinho que eu quero ouvir você gemendo” eu falei.

Trocamos de posição e eu deixei ela deitada de frente pra mim. Botei o pau na entrada da buceta dela até ouvir um:

“Tá esperando o quê? Vai contin…”

Ela parou de falar porque comecei a enforcá-la com uma das mãos — a cachorra sempre gostou disso. Deslizei meu pau pra parte de baixo da buceta. Eu não queria mais aquela delícia, agora eu queria o cu. Costumava pedir com antecedência pra pegar o gel lubrificante, mas dessa vez não: o lubrificante seria o melzinho da vagina da minha mulher.

Soquei tudo de uma vez e entrou — apertado, difícil, mas entrou. Senti o cu dela piscando e apertando meu pau.

“Rodrigo… que porra você tá fazendo?” ela disse, sufocada, mas sem abandonar o tesão.

“Relaxa, amor… Não queria dar teu showzinho? Então dá agora!”

Bombei naquele cu enquanto ela se contorcia. No começo tava mais difícil que o habitual, mas depois foi ficando melhor. As pernas dela tremiam enquanto eu alternava entre enforcar e dar tapas na cara.

“Sua cachorra! Geme pra nossa hóspede ouvir, geme.”

E ela fazia isso, gritando meu nome… “Rodrigo, filha da puta! Vai me foder, porra!”

“Isso, meu cuzinho… vai… meu cuzinho…”

Aquilo tava me deixando mais louco ainda. Acho que estávamos muito bêbados mesmo… Eu já tava no limite e anunciei que ia gozar.

“Goza no cuzinho da sua mulher, vai, goza!”

Ejaculei porra dentro do rabo dela enquanto a cachorra se contorcia na minha pica. Deitei ao lado dela e nos beijamos mais um pouco.

Depois daquilo os dias seguiram como o normal. Minha esposa e eu ainda fodemos um pouco durante a semana, mas dessas vezes um pouco mais comportados.

Sabíamos que a Grazi tinha ouvido a primeira vez. Talvez os três estivéssemos muito bêbados, então seria uma ótima desculpa pra situação, se alguém falasse algo, eu pensava. Então tudo tranquilo. Nas outras, eu me certificava de que no mínimo a cama rangia com mais força pra atiçar o desejo da Grazi e talvez sua curiosidade. Aquilo até me dava mais tesão enquanto eu comia minha mulher.

Então uma semana se passou e eu recebi uma mensagem encaminhada da minha mulher. Era a Grazi que tinha mandado algo pra ela:

“Amiga, posso levar um contatinho pra dormir hoje na casa de vocês… Se não for abusar muito, é claro. Tô ouvindo você e o Rodrigo transando há dias e isso já tá me deixando doida. Acha que teria problema eu trazer o boy até aí?”

Parece que meu plano tinha dado certo. Ela ficou com sede de sexo. O problema é que o felizardo não seria eu… mas eu faria de tudo pra isso mudar e, acreditem, eu fiz!

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O problema é a Grazi levar o contatinho e atiçar a amiga casada e desandar tudo e o cara acabar tomando galho.

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