A Corna que Ainda Não Encontrou Seu Dono

Um conto erótico de História90
Categoria: Heterossexual
Contém 654 palavras
Data: 17/03/2026 19:55:33

Ana tinha 25 anos e era o tipo de mulher que fazia qualquer homem virar a cabeça na rua. Loira de cabelo longo e liso que batia na cintura, olhos verdes-claros que pareciam pedir para serem desafiados, corpo de 1,54m e 56kg perfeitamente distribuídos. Seios médios, firmes, com mamilos rosados, pontudos e cravejados por dois piercings de prata que brilhavam quando ela ficava excitada. Barriga chapada de quem corria todos os dias, bumbum grande e empinado moldado por horas de agachamento na academia, coxas grossas e malhadas que tremiam levemente quando ela andava de salto. E os pés… ah, os pés. Tamanho 34, branquinhos, dedos simétricos, unhas sempre pintadas de vermelho-puta ou preto-fetiche, solas rosadas e macias que ela adorava esfregar devagar enquanto se tocava.

Mas ninguém sabia o que se passava na cabeça daquela safada deliciosa.

Ana era voyerista desde os 18 anos. Descobriu o tesão quando, por acaso, viu o namorado da época comendo uma amiga dela no banco de trás do carro. Em vez de raiva, sentiu a calcinha encharcar na hora. Ficou ali, escondida, dedando a bucetinha depilada enquanto assistia ele meter fundo na outra garota, gemendo como uma vadia. Gozou três vezes só de olhar. Desde então, a fantasia virou obsessão: ser corna mansa. Queria um homem que a respeitasse, que a amasse de verdade… mas que também tivesse coragem de enfiar o pau em outras mulheres na frente dela. Queria ver, ouvir, sentir o cheiro de porra alheia na pele dele. Queria chupar o pau dele ainda quente e melado da buceta de outra. Queria ser a mulher que ele voltava pra casa e fodia com carinho depois de ter destruído outra vadia.

Só que até agora ela nunca havia encontrado esse cara.

Todos os namorados que teve eram ou ciumentos demais ou covardes demais. Nenhum tinha peito pra ouvir a fantasia dela sem julgá-la de “louca” ou “puta”. Ana já tinha tentado contar duas vezes. Na primeira, o cara terminou o namoro na mesma noite. Na segunda, o babaca filmou escondido e mandou pra uns amigos, rindo dela. Depois disso, ela guardou o segredo no fundo da gaveta… e na boceta.

Toda noite, sozinha no apartamento, Ana repetia o ritual. Tirava a roupa devagar, ficava só de calcinha fio-dental preta, deitava na cama com as pernas bem abertas. Pegava o celular e abria a pasta secreta: vídeos de corno manso que ela gravava escondida dos próprios namorados anteriores. Dedos finos deslizavam entre os lábios inchados da xoxota rosada, já molhada só de imaginar.

— Ahhh… olha como ele tá comendo ela… — sussurrava para si mesma, voz rouca.

A câmera do vídeo tremia enquanto o ex-namorado dela metia com força na amiga ruiva. Ana acelerava os movimentos, esfregando o clitóris inchado, os piercings dos mamilos duros roçando no lençol.

— Quero isso… quero ver meu homem gozando dentro de outra… quero lamber tudo depois…

Ela gozava forte, corpo arqueando, buceta pulsando e jorrando um pouquinho de squirt nos dedos. Mas o orgasmo nunca era suficiente. Faltava o real. Faltava o homem certo.

Ana se levantou da cama, foi até o espelho de corpo inteiro. Olhou o próprio reflexo: cabelo loiro bagunçado, mamilos duros brilhando com os piercings, coxas brilhando de gozo, pés pequenos plantados no chão. Sorriu safada para si mesma.

— Um dia eu vou encontrar você… — murmurou.

O homem que vai me respeitar tanto que vai ter coragem de me cornear na minha frente. E aí… aí eu vou ser a corna mais feliz e mais molhada do mundo.

Ela lambeu os próprios dedos melados, saboreando o gosto doce da sua excitação, e sussurrou a promessa que repetia toda noite:

— Quando ele aparecer… eu vou entregar tudo. Minha buceta, minha boca, meu orgulho… e vou assistir ele foder quem quiser, quantas vezes quiser.

Ana ainda não sabia, mas o destino estava prestes a colocar esse homem no caminho dela.

E quando isso acontecesse, não ia ter mais volta.

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Comentários

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Parabéns pelo conto.. muito muito bom mesmo. Eu amo esse fetiche em mulher. Pena que são poucas!

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