Grazi, a amiga gostosa da minha mulher PT 4

Um conto erótico de Contador de aventuras
Categoria: Heterossexual
Contém 1649 palavras
Data: 17/03/2026 22:19:45

Como eu contei no relato anterior, a Grazi foi embora de Uber e eu fiquei na faculdade esperando a chuva passar, relembrando cada detalhe do que tinha rolado minutos antes.

O gosto salgado e doce da buceta dela ainda grudado na minha língua, o cheiro forte de tesão misturado com o perfume adocicado dela, o calor úmido da boca dela envolvendo meu pau mais cedo… Não conseguia parar de pensar. Meu pau latejava na calça só de lembrar.

A chuva deu uma trégua por volta das 21:30. Peguei a moto e saí cortando o vento frio e úmido da noite. Quando cheguei em casa, o cheiro de comida caseira, arroz, feijão e carne moída com alho avisava que oi negócio tava delicioso. Suzana e Grazi já tinham jantado e deixado meu prato coberto na mesa. Elas estavam no sofá assistindo um filme de terror; o som baixo dos gritos e da trilha tensa ecoava pela sala. A Suzy espirrava de vez em quando, o nariz vermelho e entupido por causa da alergia, o corpo mole de cansaço.

No dia seguinte a gente ia viajar cedo pra cidade dos meus pais. Suzi ia faltar na facul e era folga no trampo dela. Isso deixaria a Grazi sozinha em casa com aquele boy. Mas depois do que rolou na faculdade, eu sentia que ela já tinha esquecido dele.

Sentado no sofá, com o prato quente no colo, perguntei:

"Então, amorzinho, como você tá? Tem certeza que consegue viajar amanhã?"

Ela respondeu com a voz rouca de tanto espirrar:

"Amor, vou tomar um antialérgico forte e descansar. Acho que consigo ir cedo, sim. Só preciso dormir bem. O problema é que minha pressão sempre cai nesses casos e eu posso apagar."

Grazi e eu trocamos um olhar rápido. Ela deu um sorrisinho safado, mordendo o canto do lábio inferior. Foi quando disse:

"Tudo bem, amiga. Se quiser descansar, eu paro o filme, vou pro quarto e o Rô termina de comer. Né, Rô?"

"É, amor, pode ir descansar. Vou ficar aqui vendo alguma coisa, termino de comer e depois vou pro quarto com você. Temos que acordar cedo pra viagem, não vai ser legal se atrasar."

As duas se levantaram. O cheiro do perfume da Grazi, algo floral e doce, ficou pairando no ar enquanto ela passava por mim. Fiquei sozinho, terminei a janta sentindo o gosto quente e temperado da carne na boca, assistindo a série com o volume baixo. Depois lavei a louça com a água morna escorrendo nas mãos, escovei os dentes sentindo o frescor da pasta na língua, tomei um banho quente que deixou meu corpo relaxado e o pau semi-duro de expectativa.

Entrei no quarto. O ar estava morno, com cheiro de lençol limpo misturado ao perfume da Suzi e um leve suor de cansaço. Ela já estava capotada, roncando baixinho, o corpo nu de bruços, a bunda empinada e redonda brilhando levemente com o suor da noite quente. Troquei de roupa e ouvi ela murmurar dormindo:

"Só não usa nosso quarto, Grazi, sua safada."

Era o jeito dela falar no sono profundo, especialmente dopada de antialérgico.

A chuva voltou forte, batendo no telhado como tambores. Fui desligando aparelhos pela casa, o som da água caindo misturado ao trovão distante. Ouvi o clique da luz do banheiro. Só podia ser a Grazi. Suzi apagada de vez. Meu coração acelerou. Fui até lá.

Ela abriu a porta. O baby doll rosa curtinho colado no corpo úmido do vapor do banheiro, as rendas roçando na pele arrepiada. O tecido quase transparente deixava ver os contornos dos seios grandes, os bicos duros e rosados marcando o pano. A calcinha rosa mais escura grudada na buceta, já com uma manchinha úmida visível. O cabelo cacheado preso, pingando um pouco, o cheiro de shampoo de morango invadindo minhas narinas. Ela sorriu safada:

"Tira uma foto minha pra eu mandar pro Marcos?"

"Então esse é o nome do pau mole?" perguntei, a voz rouca de tesão.

"Sim! Mas tem que ser me comendo. Ele precisa saber o que perdeu, entendeu?"

Meu pau endureceu na hora, pulsando contra a bermuda fina, o pré-gozo já molhando a cueca. A vadia queria provocar o idiota mostrando que tinha macho de verdade. Arrastei ela pelo braço pro quarto, o calor da pele dela contra minha mão.

Assim que abri a porta, ela sussurrou:

"Tá louco? A Suzi vai acordar e aí fodeu tudo!"

"Ela não acorda não. Tomou dois comprimidos. No máximo fala dormindo. Se abrir os olhos, acha que tá sonhando e apaga de novo. Ela é fraca pra remédio, deve tá dopada."

Ela resistiu um segundo. Enfiei a língua na boca dela, sentindo o gosto de pasta de dente e saliva quente, apertei o seio macio e firme, o bico duro roçando na palma da minha mão. Desci beijando o pescoço quente e cheiroso, mordi de leve. Ela gemeu baixinho, o corpo tremendo.

"Te… tem certeza que ela não acorda?"

Gritei de propósito:

"Amor, eu vou comer a Grazi, tá bem? Tá liberado?"

Silêncio. Só o ronco leve da Suzi e a chuva batendo forte.

"Viu? Ela tá apagada. Tá chovendo forte lá fora. Nada melhor que ficar os três aqui… pra se cuidar, caso algo aconteça."

Joguei a Grazi na cama. O colchão afundou, o lençol amassado sob o corpo dela. Ela olhou rápido pra Suzi, mas minha mulher nem piscou. O cheiro de buceta excitada da Grazi já começava a subir.

"Grazi, chupa meu pau agora!"

Ela se ajoelhou na cama, puxou minha bermuda pra baixo. Meu pau saltou, quente, veias pulsando, a cabecinha brilhando. Ela envolveu com a boca quente e molhada, a língua rodando na glande, babando muito, o som molhado de sucção enchendo o quarto. Sugava forte, engolia até a garganta, os olhos lacrimejando de esforço. Eu ajudei:

"Amor, não olha agora. A Grazi tá mamando sua pica!"

Ela tirou da boca com um estalo, saliva escorrendo pelo queixo, ajoelhada na cama da amiga. Sorriu:

"Hoje eu vou tirar todo o teu leite. Não vai sobrar nada pra Suzi. Mete na minha buceta, mete?"

Coloquei ela de quatro. Tirei a calcinha de lado, o tecido molhado grudando na pele. A buceta inchada, vermelha, brilhando de tesão, o cheiro forte e doce subindo. Encaixei a cabeça e soquei tudo. Ela arfou:

"Filha da puta!"

Comecei a socar forte, sem camisinha, sentindo as paredes quentes e apertadas pulsando em volta do meu pau. O som molhado de carne batendo, o saco batendo na bunda dela, o suor escorrendo pelas minhas costas.

"Porra, Rô, isso tá muito gostoso… Mas põe mais força aí! Quero sentir igual eu escutei com a Suzi."

Aumentei o ritmo, bombando fundo, sentindo o calor dela me engolir. Meu pau saía ensopado, brilhando.

"Grazi, fica de frente pra mim!"

Ela virou, deitou de costas. Puxei as pernas dela pra beirada, a buceta aberta, vermelha e pulsando. Apoiei um pé na cama, abri mais e meti com força, sentindo cada centímetro entrar, o calor úmido envolvendo tudo. O barulho alto e obsceno da metida ecoava.

"Ai caralho! Vai, Rô! Não para!"

Peguei o celular e tirei foto dela gemendo, a boca aberta, os olhos revirando.

"Mas que porra é essa, seu safado?"

"Não queria foto pro frouxo? Manda essa! Ou quer que tire mais?"

"Grava! Grava que eu quero guardar de recordação!"

Filmei enquanto socava de lado, ela rebolando, gemendo alto, fazendo caretas de puta.

"Filma a corninha! Filma a Su! Eu preciso ver isso depois!"

A Suzi ali, de costas, bunda empinada, respirando pesado, alheia. Troquei: sentei na cama, ela sentou no meu colo de frente. Meu pau entrou liso, escorregadio. Ela tirou o baby doll, os seios grandes saltando, bicos duros e rosados. Caí de boca, chupando forte, sentindo o gosto salgado da pele suada, mordendo de leve enquanto ela quicava, rebolando, o calor da buceta me apertando.

Suzi gemeu e se mexeu.

"Meu Deus!" Grazi parou assustada.

Segurei o quadril dela e forcei pra continuar. Suzi abriu os olhos por um segundo, murmurou algo ininteligível e apagou. Grazi deu um tapa na cara dela:

"Tá vendo, sua burra? Tô dando pro teu macho, na tua cama, do teu lado, enquanto tu tá aí apagada igual idiota."

"Continua, Rô. Continua que a corna não liga."

Apertei o pescoço dela, olhei nos olhos enquanto fodíamos com raiva e tesão. Beijamos forte, mordi o lábio inferior dela até sentir o gosto de sangue leve. Ela sussurrou:

"O tempo que eu morar aqui, eu quero ser tua puta."

Depois falei sério:

"Depois disso a gente mantém a amizade e não se arrisca mais."

Gozei forte dentro dela, jatos quentes enchendo a buceta apertada, o corpo dela tremendo no meu colo. Depois fomos pro quarto dela, beijos molhados, abraços suados. Ela me chupou de novo, engoliu tudo, o gosto salgado do meu gozo na boca dela.

Dormimos embolados. Acordei às 4 da manhã com o cheiro dela no travesseiro. Tirei foto dela dormindo, nua, a buceta ainda vermelha e inchada. Voltei pro quarto. Deitei de conchinha com a Suzi. Ela se mexia mais. Falei no ouvido:

"Amor, tô com vontade de você. Vamos uma rapidinha?"

"Não amor, a gente já fez hoje…"

Achei que ela confundiu no delírio do remédio. Não importava. Queria fechar a noite arrombando o cu dela. Beijei o pescoço suado, mordi a orelha, abri a bunda macia e encaixei sem lubrificante. Ela gemeu:

"Caralho, Rodrigo, sem lubrificante de novo?"

"Amor, é que você é perfeita. Eu preciso de você…"

Entrei devagar, sentindo o anel que até o comecinho da semana estava mais apertadinho, cedendo mais rápido, o calor intenso me envolvendo. Fodi por 20 minutos, o som molhado misturado ao ronco dela, até gozar fundo no cu da minha mulher que era corna e nem sonhava.

Tive outros 4 momentos com Grazi depois disso, e sim Consegui comer seu cu. Mas essa história fica para outro dia.

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