Escrava de guerra (parte 5)

Um conto erótico de Diofer66
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1345 palavras
Data: 18/03/2026 07:14:25

A porta abriu-se sem aviso.

O som cortou o silêncio do quarto de forma limpa, quase brusca, e a primeira coisa que vi foi a mão dela ainda pousada na janela, o corpo completamente imóvel, como se tivesse sido apanhada a meio de algo que não conseguiu terminar.

Fiquei parado à entrada.

A observar.

Ela virou a cabeça devagar. Demasiado devagar. Como quem sabe exatamente o que vai encontrar, mas ainda assim tenta ganhar tempo. Quando os olhos dela se cruzaram com os meus, não houve dúvida.

Ela tinha tentado.

Fechei a porta atrás de mim com calma, sem dizer uma única palavra. Dei alguns passos no quarto, aproximando-me sem alterar o ritmo. Não havia pressa. Nunca há.

As mãos dela afastaram-se lentamente da janela.

O corpo manteve-se rígido.

— Vem.

A palavra saiu baixa.

Simples.

Mas suficiente.

Ela hesitou apenas um instante antes de obedecer. Aproximou-se com movimentos controlados, como se cada passo estivesse a ser pensado. Quando chegou perto, agarrei na corrente, prendia-a no pescoço dela e puxei-a, obrigando-a a seguir-me.

Saiu assim do quarto pela primeira vez, continuava nua desde o momento em que lhe tinha rasgado os pequenos calções com que fora capturada.

Andou envergonhada com receio de ser vista.

Não houve mais explicações minhas.

Não eram necessárias.

Saímos do quarto e descemos até ao subsolo. À medida que os degraus se acumulavam, o ar tornava-se mais frio, mais húmido, mais pesado. Senti a mudança no corpo dela antes mesmo de chegarmos ao fim.

Ela já sabia.

Quando entrámos no corredor das celas, parei apenas o tempo suficiente para abrir uma porta.

— Entra.

Ela hesitou.

— Agora.

Obedeceu. Eu conduzia até a parede onde prendi a ponta da corrente. A corrente era grande o suficiente para que ela pudesse chegar aos 4 cantos da cela.

Posicionei-me a uns 30 cm dela e num tom ríspido disse-lhe.

- És uma cadela tonta. - ao mesmo tempo dei-lhe-lhe um estalo tão forte que a derrubou de imediato

- levanta-te.

Ficou assusta? Muito assustada mas não ousou desafiar-me e levantou-se de imediato

- as atitudes têm consequências…

Afastei-me.

Virei-me e saí da cela.

Não fechei a porta.

O som dos meus passos afastou-se pelo corredor, deixando para trás um silêncio estranho, incompleto, como se o momento ainda não tivesse terminado.

Ela não se mexeu de imediato.

Ficou onde estava À espera.

O facto de a porta ter ficado aberta não trouxe alívio. Trouxe dúvida. Incerteza. Como se aquilo fosse apenas uma pausa, e não uma saída.

Voltei passada poucos segundo com um objeto Um objeto baixo, sólido, com uma estrutura simples mas pesada, que contrastava com o vazio do espaço.

Ela olhos sem saber o que era, parecia um cavalete de ginástica… mas em cada uma das pernas tinha uma correia …

Não era algo que pertencesse ali… mas também não parecia improvisado.

Coloquei-o no chão com um movimento controlado.

A corrente respondeu ao movimento, um leve arrastar de metal que quebrou o silêncio por um instante. Não disse nada. Não expliquei. Não era necessário.

Ela percebeu.

Não sabia exatamente o quê.

Mas percebeu o suficiente.

O corpo reagiu antes da mente conseguir acompanhar. A respiração alterou-se, os ombros enrijeceram, e houve um momento — curto, mas claro — em que hesitou. Não em fugir. Já não estava aí.

Ela curvou-se sobre o cavalete e um por um prendi-lhe os braços e as pernas as pernas do cavalete

Ficou imóvel. Pernas abertas, exposta e de cara virada para a parede.

Eu estava no lado oposto, pelo que ela não antecipou a primeira réguada no rabo.

O estalo da régua no rabo Ainda marcado pela cinto, fez-se ouvir por todos o piso.

Quando em simulaneo ela serrou os dentes e conteve a dor…

Mas quando a segunda reguada bateu no memso sitio nao aguentou e gritou alto.

O corpo reagia a cada impacto, mas o que a consumia não era apenas a dor — era a incerteza. Não saber quando terminava. Não saber quantos faltavam. Na primeira vez havia um limite. Um número. Algo a que se agarrar.

Agora não.

Agora contava… mas não sabia para onde.

Doze.

O número ficou preso na cabeça dela como uma âncora inútil. Não ajudava. Não orientava. Apenas marcava que ainda não tinha acabado.

A respiração estava descontrolada, o corpo tenso, preso entre o que já tinha passado e o que ainda podia vir. Cada segundo arrastava-se mais do que o anterior, e a mente já não acompanhava o ritmo.

Treze.

Quatorze.

A contagem deixou de ser um apoio. Tornou-se apenas uma forma de não se perder completamente.

Quinze—

O som seco interrompeu tudo.

A régua caiu no chão.

O impacto ecoou na cela, curto, claro, definitivo.

Por um instante, o corpo dela ficou imóvel.

A respiração suspensa.

Como se não acreditasse.

O silêncio que se seguiu foi diferente. Não era o mesmo silêncio de antes. Não estava carregado de antecipação. Estava… vazio.

E nesse vazio surgiu algo novo.

Esperança.

Pequena.

Frágil.

Mas suficiente para atravessar o que restava.

Ela não se mexeu.

Não ousou.

Ficou à espera.

Observei-a naquela posição, exposta, vulnerável, completamente dependente do que eu decidisse a seguir.

Havia algo naquele instante — não na dor, mas na incerteza — que a deixava ainda mais frágil. E isso não me escapou, fiquei excitado de imediato.

Passei a mão pelas costas dela, devagar, num movimento contínuo, controlado, deixando que o toque contrastasse com tudo o que tinha acontecido antes. Não foi brusco. Não foi apressado. Foi deliberado.

Ela estremeceu.

Não por resistência.

Mas por antecipação.

Desci lentamente, mantendo o mesmo ritmo, como se cada centímetro fosse intencional. O corpo dela reagia sem que ela conseguisse controlar, preso entre o alívio de ter terminado… e o medo de que não tivesse.

Ao olhar para o cuzinho dela ali exposto não resisti, e introduzi um dedo primeiro, fiz gestos circulares como quem alarga aquele pequeno buraco. Depois introduzi mais um…

Foi suficiente. Ela percebeu o que viria a seguir.

O corpo enrijeceu de imediato.

— Não… — a voz saiu frágil, quase quebrada. — Por favor…

Houve uma pausa.

Curta.

Mas carregada.

— Por favor, meu senhor… eu faço tudo… eu prometo…

Eu nada respondi, e apenas continuava a brincar com os meus dedo no cuzinho dela

O contraste entre o silêncio e o que ela dizia tornava tudo mais intenso.

— Eu juro… — insistiu, a voz a falhar — eu faço tudo bem…

As palavras atropelavam-se, saíam sem ordem, misturadas com o medo que já não conseguia conter

Retiro o dedo do cuzinho dela posiciono-me, seguro-lhe pelas ancas e e coloco o meu pau bem na cu dela.

Era sem dúvida um cuzinho virgem, bem apertado. Tive de fazer pressão para conseguir meter a cabeça do meu pau.

Num impulso mais forte, o cu cedeu e a cabeça entrou.

Num primeiro impacto Ela gritou, gritou alto, num grito vindo das entranhas de quem estava a ser rasgada.

Mas não parei, continuei até que entrasse todo. Senti o meu pau bem apertado naquele cuzinho virgem. A pressão no meu pau era uma coisa que nunca tinha sentido e deixava-me cada vez mais excitado.

Aumentei a intensidade, cada estocada fazia gemer… as lágrimas escorriam-lhe pela cara,

- doi muito senhor - saiu-lhe com uma uma voz tremula quase a perder as forças

A voz dela aumentou a minha excitação… agarrei-lhe pelos ombros… e numa estocada final, vi-me dentro daquele cuzinho. Cai sobre as costas dela e pressionei numa última estocada….

Deixei que os vários jatos saíssem e que o meu pai fosse amolecendo antes de o titar.

Fiquei imóvel por um momento, deixando o silêncio ocupar todo o espaço.

Depois levantei-me.

Sem pressa.

Ajustei a roupa com movimentos precisos, alinhando cada detalhe como se nada tivesse acontecido. Não olhei para ela. Não era necessário.

Afastei-me um passo.

E comecei a soltá-la.

Primeiro os braços.

Depois as pernas.

Sem hesitação.

Sem palavras.

Deixei-a onde estava.

Ainda naquela posição.

Sem instrução.

Sem direção.

Apenas… ali.

Parei junto à saída.

Por um instante.

— Tens de aprender.

A voz saiu baixa.

Controlada.

Virei-me.

Saí.

A porta fechou-se atrás de mim.

Se quiserem saber o que aconteceu no dia seguinte, digam-me em diofer66@gmail.com

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