Provações de um pai de uma filha com dupla personalidade, uma recatada, outra vadia – 07 – Amanda vai deixando de ser recatada

Um conto erótico de Pai Protetor
Categoria: Heterossexual
Contém 5201 palavras
Data: 18/03/2026 10:07:01

Amanda tinha confessado a mim que também me amava desde há muito tempo e como Diana já usava seu corpo, não era justo só ela não se divertir e pediu para fazermos amor.

Após termos feito amor de um forma extremamente romântica e excitante, ela não me deixou sair dela quando terminamos e após conversarmos ela pediu mais uma vez e claro que aceitei.

Me sentei apoiado na cabeceira e em um piscar de olhos Amanda já estava montada em mim segurando meu pau em riste pela primeira vez em suas mãos, com a calcinha já de lado.

– Ahhhhh papai. Ele é tão grande, tão duro e tão quente. Ainda não acredito que coube em mim. Dessa dor eu gostei, falou feliz se encaixando.

Devagar começou a soltar o peso se empalando, mas curiosa se inclinou um pouco para trás, curvou o tronco para a frente e foi assistindo meu pau sendo engolido por seus lábios esticadinhos.

– Quero ver entrar tudo. Ainda bem que gozei imensamente antes, ou já estaria gozando.

– Eu também. Me deixa muito tarado me ver penetrando em minha filha.

– Isso papai. Sua filha. É o que eu sou e fica muito mais gostoso lembrar. Ohhhhh, parece que minha bucetinha vai ser rasgada.

– Não vai filha. Ela é a única que tem o encaixe perfeito para meu pau.

– Ahhhhuuuu, é tão excitante saber disso. Queria que fosse eu a acordar com você manhã de manhã pela primeira vez em nossa cama. Se for eu, você faz amor comigo?

– E precisa perguntar? É mais fácil perguntar quando não faremos amor daqui em diante. Só não vamos atrapalhar nossos compromissos e obrigações.

– Nunca fui tão feliz. Ahhmmmm.

Foi maravilhosa essa pequena frase, porque o trauma que a mantinha com a dupla personalidade a transformou em uma garota normalmente triste que alimentava o estresse e o aparecimento de Diana. Ser feliz poderia ajudar muito em sua cura.

– Eu também não. Para um pai a felicidade maior é ver seus filhos felizes.

– Vamos ser felizes juntos papai. Olha, acho que já foi um terço. Dói, mas nada é mais gostoso. Felicidade pura, falou levantado brevemente o rosto sorrindo para mim.

Meu coração acelerou derretendo todas minhas preocupações por estar fazendo sexo com minha filha. Se podia cura-la e a fazia feliz, nada me faria pensar que era errado.

Ficamos acompanhando juntos até que ele desapareceu. Parecia impossível, mas aconteceu sob nossos olhos. Aquela calma criava um prazer enorme por termos tempo de sentir o contato interno de nossos órgãos sexuais. Eles pareciam se massagear mutuamente dando vontade que jamais acabasse. A calcinha de tule sem elásticos não raspava em meu pau parecendo não existir.

Amanda deixou de olhar e se colocou sentada mais ereta me oferecendo aqueles seios divinos e apetitosos e minhas mãos foram atraídas como ímãs.

– Meu deus papai. Assim entra ainda mais. Vou me sentir tão vazia e necessitada quando ele não estiver.

– É bom, assim você vai o querer mais e mais vezes.

– Eternamente. Minha bucetinha agora pertence a ele para sempre.

Seu sutiã transparente estava todo desarrumado e os empurrei para o lado liberando aquelas maravilhas que ignoravam a gravidade.

– Agora você cuida dos movimento e nos faz gozar, que vou cuidar muito bem desses melões, falei sorrindo.

– Você gosta deles, perguntou querendo ganhar confetes.

– Não tem absolutamente nada em seu corpo perfeito que eu não goste, mas eles certamente estão no top 3, brinquei, mas sendo verdade.

– Top 3, perguntou curiosa.

– Melhor seria top 10, pois é difícil escolher só 3. Além dos seios, seu bumbum e como terceiro escolho suas curvas perfeitas que deixam seu corpo em forma de ampulheta, o formato mais gostoso que existe.

– Além dos orgasmos maravilhosos, ainda me elogia dessa forma. Você é o homem perfeito papai. Vamos gozar de novo, vamos, falou começando um ir e vir para trás e para frente em meu colo.

Amanda já tinha gozado antes enquanto eu só mamava seus peitos enormes, mas eram tão deliciosos que gastei minutos os beijando novamente, mordendo de leve, lambendo e soprando cada milímetro quadrado, sem ainda tocar os mamilos.

Seus gemidos constantes e contidos me faziam imaginar se um dia a faria gemer estridentemente como Diana ao ponto de ela não precisar mais voltar. Esse era meu objetivo, mas naquele momento eu só queria curtir a sensação indescritível de ter meu pau enterrado na bucetinha quente e apertada de minha filha enquanto me deliciava com seus seios.

– Hummmm. Hummmmm. Hummmm papai. Essa posição é deliciosa. Sempre gostei de seu colo.

Terminando o reconhecimento e posse de seus seios, fui para o primeiro mamilo, só o lambeado e o chupando de leve ainda.

Amanda acelerou o vai e vem até onde conseguia que era a metade de meu pau.

– Vou gozar logo papai. Mama gostoso, mama. Esses melões são seus.

Troquei de mamilo e indo além, mamei o sugando. Amanda trouxe as mãos a minhas nuca enquanto levei as minhas para suas ancas acelerando ainda mais os movimentos sem ser vigoroso demais e nosso gozo veio exatamente ao mesmo tempo.

– Estou gozaaaaando papai, falou docilmente.

– Hummmmmmmm, gemi.

Se Amanda tinha gozado muitas vezes antes, eu só uma vez e por isso novamente meu esperma foi abundante começando a fazer o ploc, ploc úmido logo que começou a vazar deixando mais excitante.

Seus gemidos em nada lembravam os de Diana, mas o prazer que eu sentia era da mesma forma espetacular. Quando seu orgasmo se esvaiu, a puxei para meu peito a abraçando carinhosamente.

– Você quer tomar banho ou dormir assim?

– Quero muito tomar banho com você, mas estou tão cansadinha. Posso dormir assim?

– Já disse. Você pode tudo. Dorme aqui em meu colo e quando eu quiser dormir te coloco na cama, falei esticando o braço e apagando as luzes.

– Papai, muito obrigado. Nunca estive tão feliz. Eu te amo, falou logo caindo em um sono profundo.

Engraçado que mesmo sendo o mesmo corpo, Amanda nunca teve a energia de Diana, provando que muito dessa disposição uns tem e outros não é mental. Eu estava em êxtase por ter feito amor com ela, não só por ser um caminho para sua cura, mas por adorar mesmo aquela ligação com o ser que amava desesperadamente.

Curti o máximo que pude seu corpo quente em meu colo e então a coloquei no lugar que seria seu em nossa cama. Algumas vezes durante a noite a senti vir se abraçar a mim depois de termos nos afastado. Eu queria demais acordar com Amanda e esses abraços mostravam que ainda era ela, porque se fosse Diana ela tinha me montado e me pedido para a foder.

QUARTA-FEIRA PELA MANHÃ

Quando seu olhinhos se abriram pela manhã olhando para mim, ela ronronou mansinho e nem precisaria ter falado o que falou.

– Sou eu papai.

– Sei que é você Amanda, sempre sei.

– Estou tão feliz de ter sido eu a acordar com você. E excitada. Sei que precisamos de um banho, mas podemos fazer amor primeiro?

Eu sorri.

– Fiquei preocupado que você não fosse querer, falei safado.

– Papai, fazer amor com você, além da realização de um desejo, foi a aventura mais extraordinária de minha vida e também o momento mais feliz. Vou sempre querer fazer amor com você a qualquer hora e em qualquer lugar, mas isso não significa que sou vadia como a Diana, pois é por amor. Não que o dela não seja por amor, mas o dela é também por luxuria.

Foi ótimo ver Amanda já se comparando com Diana por gostar de sexo. Mesmo se a diferença de estilo era grande, já tinham algo em comum.

– Como eu disse, não atrapalhando nossas tarefas e compromissos, toda hora é hora.

– Que bom. Podemos então fazer de um jeito diferente de ontem? A Diana já fez de todas as formas possíveis e não quero ficar só em uma ou duas posições, mesmo tendo amado e sabendo que sempre serão as minhas duas preferidas aquelas que você fez amor comigo ontem.

– Na mesma posição podemos fazer um sexo vadio ou romântico, como no papai e mamãe de ontem e sendo tão recatada não sei até onde posso ousar, falei preocupado.

– Recatada é de minha natureza, talvez por minha timidez excessiva. Sou recatada no modo de vestir, no modo de agir, no que eu falo e.... no sexo, mas depois do que fizemos ontem e do quanto gostei não quero ser recatada demais com você. Quero experimentar tudo o que um casal normal faz, como você fazia com a mamãe.

– Sua mãe nem de longe era vadia como a Diana, mas também não era tão recatada quanto você, ou não teria engravidado tão jovem. Não sei se posso usar essa referência.

– Você pode papai. Sei que ela te amava muito e você a ela e que você com certeza a respeitava, então pode fazer comigo tudo o que fazia com ela. Sei que pode ter algo mais intenso, mas tudo bem. Sexo com amor não é o que só um quer, mas cada um tem que ceder um pouco.

Amanda sem se dar conta abriu a porta para que eu fosse evoluindo devagar, mas a levando cada vez mais perto de fazer o sexo vadio que ela precisaria fazer, de preferência por vontade própria. Para mim, sempre restaria a desculpa que já tinha feito com sua mãe todo avanço que faria com ela.

– Se é assim, vamos fazer amor com você montada em mim ou de 4? Não temos tempo para os dois.

Seus olhos brilharam de excitação e ela me surpreendeu, dando uma desculpa fajuta para justificar.

– Montar em você é parecido com estar em seu colo como fizemos ontem. Vamos fazer de 4.

– E o que você está esperando filha, para se colocar na posição?

– Ahhhhmmm papai, é excitante você agir assim comigo, falou já se movendo.

– Não fiz nada demais. Só disse que se você escolheu uma posição deve se colocar nela.

– Ainda assim foi excitante. Devo tirar a calcinha e o sutiã falou se dando conta que ainda estava com eles.

– Nãoooooo. Adorei essa calcinha e sutiã que não escondem nada. Românticos, mas bem safadinhos, falei sorrindo.

– A maioria não é assim transparente. Escolhi esse porque ia me declarar a você ontem.

– Fez bem, muito bem. Adorei e pode usar sempre, só não deixe ninguém ver por baixo de seu vestido ou vai ver tudo, falei enciumado.

– Ninguém vai ver papai, só você. Por isso uso vestidos longos, falou olhando por cima dos ombros a minha espera.

Tirando o pijama, me posicionei atrás daquele corpo naquela posição da qual jamais deixaria de babar por minha filha nua, com lingerie romântica ou com lingerie vadia e roupas de puta que Diana usava.

Sua calcinha estava encharcada com nossos fluidos da noite anterior e que bom, pois eles ajudariam que ela não sentisse muitas dores. A afastei e pincelei minha cabeça bulbosa naquela fenda estreitinha.

– Ahhhhh papai, não estou aguentado.

Era hora de dar mais um pequeno passo em sua liberação sexual aproveitando sua necessidade.

– Então fala para o papai o que você quer.

– Faz amor comigo papai, ahhhhuuuuuuu gemeu enquanto eu só ameaçava penetrar seu furinho.

– Pelo jeito xoxo que falou, não está parecendo que você o quer.

Amanda entendeu o que eu queria enquanto alternava entre pincelar e ameaçar entrar.

– Me come papai.

– Come o que, falei levando minha glande esfregando em seu cuzinho?

Ela mais do que apressada respondeu mostrando que ainda não estava preparada para o anal que ela sabia que Diana fazia com seu corpo.

– Come minha bucetinha papai. Ela ama seu pau grandão.

Devagar comecei a penetra-la a segurando em suas ancas redondas como a lua. Mais do que a ver de 4, a ver sendo penetrada por mim de 4 era o ápice do erotismo me deixando incontrolavelmente tarado, mas ainda assim ia devagar para usufruir da sensação.

Seus lábios sempre pareciam que iam se romper, mas estavam cada vez mais acostumados e moldados para meu pau com as fodas em Diana. O ir devagar com Amanda tinha seu apelo especial porque fora aquele ultimo amor romântico com Diana, só com Amanda eu sentia suas paredes massagearem meu pau tão deliciosamente enquanto ele pulsava se expandindo e a excitando também.

– Ahhhhuuuuuuu. Parece mais grosso papaiiiii.

– É por te ver nessa posição filha. Você é muito gostosa e assim fica ainda mais. Ohhhuuuu.

– Gostosa para você papai. Vai mais rápido. Eu aguento a dor. Annhhhh.

A atendendo comecei a colocar mesmo querendo que demorasse.

– Assim papai. Eu vou gozar. Vou gozarrrrr. Gozaaaandooooooooo.

Seu gritinho foi um pouco menos contido do que na noite anterior. Cada mudança era percebida por mim muito interessado que Amanda fosse ficando cada vez menos reprimida e naquela manhã além do prazer de suas carnes, me pedir para comer sua bucetinha e aquele grito menos contido me deixaram radiante.

Com Amanda gozando, cheguei ao fundo e a segurando muito firme comecei um vai e vem levemente, mais vigoroso do que tinha feito quando começamos. Ainda contido, mas não recatado demais para ir atendendo a evolução de Amanda que ia mais rápido do que imaginei que seria.

– Você é uma delícia filha. Vou gozarrrrr, a avisei.

Quando sentiu a imensidão de meu esperma matinal fervente, seu gozo pareceu ganhar intensidade.

– Papaiiiiiiii. Papaiiiiiiiiii. Eu amo fazer amor com você. Uhhhhhmmmmmmmmm.

Amanda teve um orgasmo longo e lindo me deixando feliz da vida esperançoso que ela chegasse mais rápido a sua cura. Ao terminar, nem dei tempo de ela descansar.

– Agora vamos tomar banho, falei me desencaixando e me levantado da cama ainda a admirando naquela posição.

Era digno de um ensaio fotográfico tamanho o erotismo de seu corpo escultural com aquela lingerie delicada e transparente.

Animada por tomar banho comigo pela primeira vez, ela se levantou e se desnudou me seguindo para o banheiro da suíte toda empolgada.

– Ainda me lembro de quando você me dava banho. Adorava ficar conversando com você enquanto me ensaboava.

– Então entra na ducha e se molha para começarmos.

Com Amanda molhada comecei a ensaboa-la e a conversar, sempre querendo dar um passo adiante, mesmo que fosse um pequeno passo.

– Sei que a Diana te deixa muita coisa escrito no diário, mas como não fizemos ainda talvez ela não tenha escrito. Disse a ela que pode continuar a usar as roupas de vadia, mas não de puta quando ela sai, então ela quer ir comprar novas roupas com minha ajuda.

– Você vai faze-la se vestir discretamente papai?

– Não, não quero oprimi-la para que não se revolte e continue agindo como eu quero.

– Pelo que imagino você a domou com seu pau papai, falou atrevida como jamais a vi falar.

– Pode ser em parte, mas do jeito dela, também me ama muito e quero ela do meu lado e não contra mim.

– Se comprar roupas novas, você vai a mandar se desfazer daquelas roupas de puta lá no armário?

– Também não. Talvez eu queira que ela vista só para mim, falei envergonhado, mas sincero.

– Ahhhhh papai, que banho delicioso. Pena que tenho aula, pois ficaria aqui mais uma hora. Porque você entrou nesse assunto? Quer que eu compre roupas menos caretas?

– De forma alguma. Só para dizer que se você também quiser comprar roupas novas, também vou com você comprar o que quiser.

– Sei que são caretas, umas até demais, mas eu gosto do conforto e da liberdade de não ficar me preocupando em mostrar mais do que deveria sem querer. E agora é que não tenho mesmo motivos para mostrar meu corpo para mais ninguém. Talvez umas lingeries novas porque agora você vai me ver muito com elas e uns dois vestidos para sair, porque quero sair com você. Não na balada como a Diana. Agora me deixe lavar você.

Passei o sabonete para Amanda que me lavou por tudo com calma sentindo meus músculos e minhas formas.

– Você é perfeito papai. Poderia ser modelo. Perfeito, lindo e gostoso, falou enfim pegando meu pau que não amolecia só com um gozo, por eu ter dado banho nela antes e ela estar me lavando.

Amanda o examinava olhando de perto, o apertava com as duas mãos que não o envolviam totalmente e começou fazer um leve movimento tentando cobrir minha glande com o prepúcio para ver como era.

– É imenso papai. Precisaria de 4 mãos para o cobri-lo todo. Duro e flexível, além de muito quente. Parece impossível ter entrado em mim. Bom que a Diana sentiu as dores da primeira vez, repetiu o que já tinha falado na noite anterior.

– Filha, você pode o analisar melhor quando quiser, mas agora temos que ir. Se você quiser dar um beijinho nele para se despedir ele vai adorar, tentei mais um passo.

Minha deliciosa e recatada filha me surpreendeu, pois se inclinou e além de dar um 3 beijinhos na glande deu uma chupadinha o largando e olhou para mim.

– Sei que uma hora terei que fazer isso fazendo amor como uma casal.

– Não se não quiser. Tem muitas mulheres que não aceitam.

– Mas eu vou querer papai. Você fez em mim e adorei. Quero retribuir por mim, mas se você não quiser, me provocou também me surpreendendo.

– É claro que eu quero. Qualquer carinho que você me dê, vou adorar.

– Na próxima vez que fizermos amor então. Não temos como saber, pois, a Diana pode aparecer e não sabemos quando voltarei.

– Quero que você volte logo, falei para a estimular não ficar mais conformada que Diana assumisse. Eu te amo como você é.

– Você não sentiria falta da Diana? Sexo como ela gosta e você parece gostar só com ela.

Talvez não só com Diana, mas não falei.

– Sentiria sim, mas a Diana no fundo é você o que me confortaria. Agora vamos.

– Vem comigo até meu quarto papai.

A acompanhei os dois nus, ela gingando aquele bumbum espetacular com aquela cintura fininha onde eu tinha a segurado minutos atrás. Em seu quarto ela abriu a gaveta de lingeries, todas em cor pastel em tule ou renda. Não via como eram com elas dobradas, mas sabia que nenhuma calcinha era pequena.

– Escolha papai. Só você vai me ver com ela, falou animada.

Na hora escolhi um conjunto também de tule, mas ele era todo bordado com pequenas flores rosa e verde claro na calcinha e sutiã.

– Esse e o vista que quero te ver nele.

Amanda o vestiu feliz sorrindo para mim e era semelhante ao que ela usou antes. Calcinha alta, sutiã com um desenho mais estilo meia taça sem nenhum tipo de armação e totalmente transparentes menos onde haviam as pequenas flores. Ela se virou e seu bumbum mesmo sob o tecido visível sendo altamente excitante. Meu pau ainda estava duro e ela não tirava o olho dele.

– A tarde você pode me mostrar outra posição, me pediu safadinha. Claro, se não estivermos ocupados.

– Vamos ver filha. Vou lembrar o tempo todo de você assim. Agora vou me trocar e te espero na cozinha.

Por cima daquela lingerie Amanda apareceu com um vestidinho branco super discreto e também comprido até a canela e saber como ela estava por vestida baixo envolvendo sensualmente seu corpo poderoso tão conhecido fez meu tesão ir as estrelas, mas me contive.

QUARTA-FEIRA A TARDE

Quando a busquei no final das aulas, Amanda parecia incomodada.

– O que foi filha?

– As amigas da Diana perceberam que eu estava feliz e vieram me perturbar.

– O que elas disseram?

– Que por minha cara eu devia também ter feito sexo e queriam saber se foi com o mesmo homem misterioso e bem dotado com quem a Diana perdeu a virgindade.

Fiquei ansioso, mas sabia que Amanda jamais contaria.

– E como você se virou?

– Falei que eu não sabia se Diana tinha mesmo feito sexo e muito menos conhecia alguém como elas descreveram porque sou virgem. Falei séria e elas pareceram acreditar, mas tive que mentir e não gosto.

– As circunstâncias te obrigaram.

– Tem certeza que a Diana não vai contar que foi com você? Ela não se importa com a opinião dos outros.

– Ela não vai contar. Tenho a certeza porque ela sabe o que vai perder se contar. E esqueça essas amigas dela.

– Normalmente nem dou bola, mas elas acertaram e me deixaram um pouco sem ação. Preciso disfarçar melhor minha felicidade. Sempre triste, claro que iriam perceber, falou sorrindo.

Por causa de compromissos e tarefas minha e dela, não fizemos amor naquela tarde e voltamos a fazer só antes de dormir, mas não deixei de pensar nela e sua lingerie.

QUARTA-FEIRA A NOITE

Quando fomos para o quarto para dormir, ainda iriamos tomar banho juntos como tínhamos combinado, mas fiquei com tanto tesão o dia todo me lembrando dela se vestindo que decidi realizar com ela duas taras que tinha com as outras mulheres, mas muito mais com sua mãe. A comer de roupa e toda de branco, ainda que sua lingerie tivesse minúsculas estampas bordadas de flor.

Logo a fiz saber o que eu queria.

– Filha, você gostaria de realizar uma fantasia minha que fazia muito com sua mãe? Tem tudo com fazer amor com a pessoa que se ama de forma romântica, mas um pouco mais intenso por estar realizando uma fantasia.

Seus olhos brilharam excitada.

– Papai, eu te disse que pode fazer comigo tudo o que fazia com a mamãe pois era um sexo de duas pessoas que se amavam muito. Ainda mais sendo uma fantasia sua, vou adorar. Como é?

– Nada extravagante, mas fazer amor com ela vestida e de branco, eram duas taras minha.

– Então vamos logo papai. Você me deixou tão excitada. Também tem o que eu disse que ia fazer para retribuir.

Lembrei que Amanda iria fazer um oral pela primeira vez, então por não ter tomado banho, pedi um tempinho a ela e fui até o banheiro lavar bem meu pau. Quando retornei ainda estava de roupa porque também fazia parte de minha fantasia estar vestido.

Ela me esperava em pé e logo a abracei e a beijei apaixonado. Amanda também me abraçou e retribuiu. A cada beijo eu a percebia indo se soltando e aumentando a fogosidade, mas todo seu fogoso ainda não era nem metade da fogosidade mínima de Diana.

Foi a primeira vez que pensei que Amanda era uma mulher para se casar, enquanto Diana era para ser a amante e mesmo se eu nunca aceitaria fazer isso com outras mulheres, estava feliz de ter as duas no mesmo corpo e as manter protegidas a meu lado. Foi ela quem interrompeu o beijo e me empurrou um pouco olhando para mim.

– Papai, antes eu quero fazer o que te prometi hoje de manhã no banho, falou timidamente.

– Vou adorar filha. Como você vai querer fazer isso?

– Me dê as opções. Nunca fiz isso e só escutei outras garotas comentarem que tinham feito no namorado.

– De um modo mais recatado, seria comigo deitado na cama de olhos fechado e você ajoelhada a meu lado. Na primeira vez, seria menos difícil para você.

– Qual um modo menos recatado, me perguntou ainda mais envergonhada, mas adorei a ver se soltando.

– Posso ficar estando na borda da cama ou me pé e você se ajoelha e faz olhando para mim as vezes eu para você. Ousado, mas se você não for até o fim, não deixa de ter um certo recato.

– Quando você diz ir até o fim é engolir? Ouvi isso das garotas que algumas adoram e outras odeiam.

– Sim filha, é isso.

– Claro que a Diana já deve ter feito, mais de uma vez. Como ela fez, perguntou curiosa.

Desta vez fui eu quem fiou envergonhado.

– Tem certeza que quer saber?

– Agora mais ainda, falou decidida me olhando esperando.

– Eu a fiz fazer no carro indo para a balada em plena estrada. E ela foi até o fim.

– Papai, você não aparenta ser assim.

– Porque não sou filha, mas preciso ser com ela para a manter sob controle para o bem dela e seu.

– Não estou te recriminando, só que sempre achei meu papai só um pouco menos recatado do que eu, porque nem falava muito de sexo, não fala palavrão e nunca nos apresentou nenhuma mulher.

– Eu disse para a Diana que acho que ela despertou em mim também uma outra personalidade, de devasso para lidar com ela, mas que surge só com ela, então pode ficar tranquila.

Ela me olhou bem surpresa com o que contei. A conversa atrasava fazermos amor, mas era reveladora e até excitante, principalmente para Amanda.

– Não tenho medo de você papai. Sei que mesmo devasso com ela, você é primeiro o pai. Então o pai recatado faz amor com a filha recatada e o pai devasso..... com a filha vadia?

Eu sorri.

– Podemos dizer que é isso.

– E você nunca foi um pouco devasso com a mamãe?

– Era normalmente recatado, ou melhor, fazia amor ousado, mas não demais. Algumas vezes, em alguns momentos especiais, era sim um pouco devasso. E você já decidiu?

– Ahhh papai. Depois do que a Diana já fez e você disse que fazia com a mamãe, ser recatada demais não vai te deixar satisfeito, como você me deixou.

– Vai sim, você é a filha linda que amo e com certeza vou gostar.

– Vou ser recatada e ousada porque quero com você em pé, mas não vou até o fim. Pelo menos ainda não, falou sorrindo.

– Está bem filha. Vou buscar uma toalha e já volto para não fazer sujeira em você e no chão.

Ela balançou a cabeça aceitando e logo eu estava de volta com a toalha no ombro. Amanda nem esperou parecendo excitada e logo se ajoelhou em minha frente com os joelhos sobre o tapete.

Devagar abriu minha calça jeans e depois a abaixou com a cueca até o meio das coxas e ao pega-lo mostrou que evoluía.

– Que saudade. Pensei o dia inteiro em você querendo fazer isso, mas é tão grande que não sei se vou conseguir.

– Filha, o limite com a Diana nem foi o comprimento, mas a grossura porque os lábios não se esticavam mais, então mesmo com ela não foi mais de um terço, se foi. Não de force a mais.

– Está bem papai. Só me diz o que fazer. Já ouvi sobre o básico, mas quero te agradar.

– Então seja você mesma e faça o que tem vontade. Se for ruim eu digo, se for bom vou tremer ou me esticar e você vai perceber e pode repetir. Só evite os dentes em minha glande.

– Diz como começo, pelo menos.

– De beijinhos e lambidas e se gostar faça muito isso e depois o chupe e lamba minha glande.

O segurando na horizontal com as duas mãos na base, Amanda se inclinou com leveza conforme sua natureza e começou com beijinhos e lambida delicadas. As vezes ela olhava para cima em meus olhos e toda aquela leveza tinha seus encantos deixando tão excitando como um boquete vadio e esfomeado dado por Diana.

Minha filha recatada parecia ir com calma saboreando, se deliciando e conhecendo melhor o pau de seu pai que deu a ela orgasmos muito potentes. Era como se ela dissesse sem falar, que estava entendendo como fazer aquilo o melhor que pudesse para me deixar satisfeito naquele momento e também no futuro quando repetisse. As lambidas iam ficando mais longas como se lambesse um sorvete escorrido desde lá de baixo da ponta do cone. Sentido aquele prazer imenso eu a estimulava.

– Ohhhhhhhhhh filha. Está maravilhoso. Não tenha pressa.

Ela pareceu sorrir me lambendo e pela primeira vez o colocou na boca sem ir muito. Ela intercalava chupando e olhando para ele com o lamber e olhar para mim quase me levando ao gozo cedo demais.

– Filhaaaaaaaaaaaaaa. Assim não vou aguentar muito tempo.

Ao invés de diminuir Amanda se empolgou e enfiou meu pau até o máximo que seus lábios conseguiam, pouco antes que a glande tocasse em sua garganta e a fizesse engasgar como Diana engasgou.

Bem que eu tentei me segurar, mas já ciente de como fazer sem precisar olhar o que fazia, seus olhos lindos verdes me encaravam com sua boca aberta em “O” em torno meu pau me levando ao gozo.

– Eu vou gozaaaaar filha, falei pegando a toalha no ombro e a levando ao lado de seu rosto para que quando ela tirasse, meu esperma fosse contido pela toalha.

– Gozaaaaaaaaaando, falei esperando que ela se afastasse, mas eis que ela me surpreendeu e continuou a chupar até que o primeiro e mais forte e volumoso jorro fosse parar em sua boca e só então ela saiu e levei a toalha contendo o resto de esperma.

Certamente ela queria saber como era receber uma ejaculação, como era o esperma e seu sabor e depois o cuspir na toalha próxima que eu segurava. Enquanto ainda gozava e ejaculava a vi girando aquele esperma na boca provavelmente experimentando e quando pensei que ia cuspir, vi ela engolindo e descendo por sua garganta, não acreditando que minha filha recatada tinha feito aquilo.

Meu gozo em andamento ficou mais forte e depois ainda mais quando ela olhou para mim dando um leve sorrisinho. Incomparáveis, mas tão forte quanto tive com Diana, impossível dizer qual era melhor.

Quando terminei, meus gemidos foram perdendo força até que pararam. Meu pau continuava duro e já poderia fazer amor com ela de branco, mas eu precisava curtir aquele pós-gozo maravilhoso com minha filha recatada ainda de joelhos em minha frente.

– Você foi além do que disse que ia. Não foi só para me agradar mesmo não gostando?

Ela sorriu lá de baixo.

– Não gostando papai? Sério que você acha isso? Foi a impressão que dei.

– Não, mas .....

Ela me interrompeu.

– Depois de estar fazendo fui gostando cada vez mais. Por te amar, confiar em você e saber que você não vai me julgar, me sinto mais confiante e com mais liberdade de ir experimentando e decidi experimentar, falou sorrindo.

– E o que achou?

– Não faço parte das maiorias que odeiam ou amam. O gosto não é ruim e acho que posso até gostar, mas o que adorei foi o todo de ter isso com você. Vi que você parecia estar gostando.

– Mesmo sendo seu primeiro, um dos melhores que já tive.

– Mesmo sendo tão recatado?

– Foi maravilhoso por ser assim, sem pressa, sem ânsia.

– Sabe, com você estou descobrindo que sou recatada pelo medo de ser julgada como aquelas amigas da Diana que todos julgam. Como você me ama e não me julga, não preciso ter medo e não sou tão recatada. Até estou me estranhando, sorriu.

– Que bom que te faço sentir assim filha. Acabou nossos momentos de nem trocarmos abraços e carinhos.

– Com certeza. Adoro seus carinhos. Quer ver como não estou mais tão recatada com você, me falou com cara de safadinha e se levantando.

– Quero, se você quiser.

– Papai. Você pode fazer amor comigo pulando as preliminares? Depois do que fiz, estou muito, muita excitada.

Era seu modo de pedir que a fodesse o mais rápido possível sem ser tão cru como o modo de Diana, mas excitante da mesma forma.

*****

Próximo Capítulo - 08 – Nasce uma rivalidade sexual entre Amanda e Diana

Sinopse - Cada uma delas vai tendo algum tipo de primeira vez deixando a outra enciumada

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Comentários

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Eu não entendo,como uma pode ter ciúmes da outra,sendo que é a mesma pessoa? Tudo bem,que na cabeça dela,por ter duas personalidades se acham duas pessoas diferentes,mas no fundo é a mesma né.

Acho que o pai,tem é que tranquilizar as duas, dizer que as ama e deseja as duas igualmente,também ser mais um pouco ousado com a Amanda,sempre conversando e passando segurança para ela.

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