Ana estava no bar da Vila Madalena naquela sexta-feira quente de março, o tipo de noite em que o ar cheira a cerveja gelada, perfume misturado e tesão reprimido. Vestia um vestidinho preto justo, curto o suficiente para mostrar as coxas grossas malhadas, decote que deixava os piercings dos mamilos rosados quase visíveis sob o tecido fino. Sem sutiã, claro. Os pés pequenos calçados em sandálias de tiras finas, unhas vermelhas brilhando, solas rosadas expostas toda vez que cruzava as pernas. Ela ria com as amigas, mas os olhos claros varriam o lugar como uma predadora discreta.
Foi quando ele entrou.
Paulo. 30 anos, 1,90m de altura, 90kg de músculos bem distribuídos força natural, de quem já tinha jogado bola na rua e levantado peso sem precisar de espelho. Camisa social preta desabotoada no primeiro botão, barba por fazer que dava um ar perigoso, cabelo curto bagunçado de propósito. Mãos grandes, pesadas, veias marcadas nos antebraços. Voz grossa que cortava o barulho do lugar quando pediu uma cerveja. Olhar sério, direto, do tipo que não desvia primeiro.
Ana sentiu o estômago apertar de um jeito bom. Ele era amigo de um amigo dela o tal do Lucas, que apareceu do nada e fez as apresentações.
— Ana, esse é o Paulo. Paulo, essa é a Ana… a loirinha que corre mais rápido que metade dos caras aqui.
Paulo estendeu a mão. Grande, quente, firme. Quando os dedos dele envolveram os dela, Ana sentiu um choque elétrico subir pela espinha até os mamilos, que endureceram na hora, os piercings roçando no tecido.
— Prazer, Ana. — A voz dele era grave, rouca, como se tivesse fumado um charuto antes de chegar.
— O prazer é todo meu… — Ela sorriu safada, sem soltar a mão logo. Deixou os olhos claros fixos nos dele por mais tempo do que o socialmente aceitável.
A conversa fluiu fácil. Ele era mente aberta, falava sem filtro, mas com respeito. Contou histórias de viagens, de noites loucas em festivais, de mulheres que passaram pela vida dele sem drama. Não se gabava, mas também não escondia que gostava de foder bem e muito. Ana ria, mordia o lábio inferior, cruzava e descruzava as pernas, sentindo a calcinha já úmida roçar na bucetinha depilada.
Duas horas depois, as amigas dela já tinham ido embora. Restaram só eles dois no canto do bar, a mesa cheia de copos vazios. Paulo pediu a conta e olhou pra ela.
— Quer dar uma volta? Meu carro tá ali na rua. Ou prefere continuar aqui até o bar fechar?
Ana não pensou duas vezes.
— Vamos pro seu carro.
No estacionamento escuro, ele abriu a porta do SUV preto pra ela. Quando Ana entrou, o vestido subiu um pouco, expondo a coxa grossa e a borda da calcinha preta fio-dental. Paulo viu. Não disfarçou. Entrou do lado do motorista, ligou o ar-condicionado, mas o calor entre eles era mais forte.
Ele se virou pra ela, mão pesada pousando na coxa nua. Dedos grossos apertando devagar a carne firme.
— Você é perigosa, sabia? — murmurou, voz baixa.
Ana abriu as pernas devagar, só o suficiente pra ele ver o tecido fino colado na buceta inchada.
— E você parece o tipo de homem que gosta de perigo.
Foi o estopim.
Paulo puxou ela pro colo dele com uma facilidade assustadora. Mãos grandes subindo pelas costas, agarrando o cabelo loiro longo, puxando a cabeça dela pra trás pra expor o pescoço. Beijou com fome, língua invadindo a boca dela, mordendo o lábio inferior até ela gemer alto. Ana rebolava no colo dele, sentindo o pauzão já duro roçando na bunda grande por cima da calça.
— Caralho… que pau grande… — sussurrou ela no ouvido dele, voz melíflua.
Ele riu baixo, voz grossa vibrando no peito dela.
— Quer sentir?
Sem esperar resposta, Paulo abriu o zíper. O pau saltou pra fora: 19cm de comprimento, grosso pra caralho, veias pulsando, cabeça inchada brilhando de pré-gozo. Sacudo pesado balançando, cheio. Ana arregalou os olhos claros, depois lambeu os lábios.
— Meu Deus…
Ele segurou a base e guiou a cabeça grossa até roçar na entrada da bucetinha dela por cima da calcinha. Ana gemeu, rebolando pra esfregar o clitóris inchado na glande.
— Tira isso… — ordenou ele.
Ana levantou o quadril, tirou a calcinha molhada e jogou no banco de trás. Voltou pro colo dele nua por baixo do vestido. Paulo puxou o decote pra baixo, expondo os seios médios. Mamilos rosados pontudos, piercings brilhando. Ele chupou um deles com força, dentes raspando, língua girando no metal. Ana arqueou as costas, gemendo alto.
— Isso… chupa meu peito… morde…
Ele obedeceu. Mordeu o mamilo com força suficiente pra doer gostoso, enquanto as mãos grandes desciam pra bunda dela, apertando com vontade.
Ana se ajeitou, posicionou a buceta melada bem em cima da cabeça do pau e desceu devagar. Os primeiros centímetros entraram esticando ela, fazendo-a soltar um gemido longo e rouco.
— Porra… tá me abrindo toda… que delícia…
Paulo segurou a cintura fina com as mãos pesadas e empurrou pra cima, metendo mais fundo. Ana gritou de prazer quando sentiu o pauzão preenchê-la inteira, batendo no fundinho da buceta.
— Isso… mete fundo… me fode gostoso…
Ela começou a cavalgar voraz, subindo e descendo com força, rebolando o quadril pra sentir cada veia pulsando dentro dela. O carro balançava com os movimentos. Os piercings dos mamilos batiam no peito dele a cada descida, aumentando o tesão.
Paulo grunhia baixo, voz grossa ecoando.
— Bucetinha apertada… molhada pra caralho… rebola mais, loirinha…
Ana acelerou, apertando a buceta no pauzão a cada descida. Gozou forte na primeira série de socadas profundas, corpo tremendo, squirt escorrendo pelas coxas grossas e melando o colo dele.
— Gozando… caralho… gozando no seu pau…
Ele não parou. Continuou metendo forte, mãos subindo pros seios, puxando os piercings enquanto socava pra cima. Ana gemia sem parar, voz rouca e implorante.
— Me fode mais… quero sentir você gozar…
Paulo sentiu o pau inchar ainda mais dentro dela. Puxou ela pra cima de repente, tirando o pau da buceta melada.
— Abre a boca… quero gozar na sua boquinha safada.
Ana desceu rápido pro banco, ajoelhou entre as pernas dele. Abriu a boca gulosa, língua pra fora, olhos claros fixos nos dele. Paulo segurou a base do pau grosso, masturbou rápido duas vezes e gozou forte. Jatos quentes e grossos acertaram a língua dela, depois o céu da boca, escorrendo pros cantos dos lábios. Ana gemeu de prazer, engolindo o que pôde, lambendo os lábios melados enquanto o resto pingava no queixo e nos seios.
— Isso… engole tudo… que porra gostosa…
Ela lambeu devagar a cabeça ainda sensível, limpando cada gota, depois subiu e deu um beijo lento na boca dele, compartilhando o gosto salgado.
Ficaram ali, ofegantes. Paulo ainda com o pau amolecendo devagar, Ana com o rosto e os seios melados de porra.
Ele beijou o pescoço suado dela.
— Você é foda, Ana…
Ela sorriu safada, olhos claros brilhando, voz rouca de tesão.
— Isso foi só o começo, grandão… tem muito mais que eu quero fazer com você.
Paulo riu, voz grossa ecoando no carro.
— Então me mostra no próximo fim de semana.
Ana se ajeitou no banco, vestiu a calcinha por cima da buceta ainda latejando e melada. Sentiu o gosto dele na boca e sorriu.
— Pode deixar. Mas tem uma coisa que eu preciso te contar… quando for a hora certa.
Paulo ergueu uma sobrancelha, curioso, mas sem pressionar.
— Quando você quiser.
Ela deu outro beijo lento, língua dançando com a dele, e sussurrou:
— Você vai gostar… prometo.
E saiu do carro, bunda rebolando, deixando ele ali com o pau ainda melado dela, já pensando no próximo encontro.
Ana sabia: Paulo era diferente. Respeitoso, mas sem medo de ser safado. Mente aberta. Talvez… talvez ele fosse o cara certo.