Acordei com o celular vibrando forte na mesinha, tela acendendo no escuro do chalé. Ainda grogue, peguei o aparelho: Laura chamando.
O relógio marcava sete e meia da manhã, sol mal nascendo, quarto ainda fresco do ar-condicionado que eu tinha ligado à noite.
Atendi, voz rouca de sono: “Oi, prima.”
“Oi... eu acho que é melhor a gente falar antes de nos vermos lá fora.”
Meu coração deu um pulo. “O que foi?”
Ela respirou fundo do outro lado, voz baixa, quase sussurro. “Falaram pra minha mãe que me viram com alguém ontem. Não disseram que era você, mas... não tem tantas opções aqui, né? Alguém viu a gente saindo da casinha, ouviu algo. Ela perguntou se eu tava com alguém, eu desconversei, mas tô nervosa pra caralho.”
Fiquei em silêncio um segundo, sentando na cama, lençol caindo na cintura. O pau ainda sensível das duas gozadas de ontem, mente acelerando. “Quem falou pra ela?”
“Não sei. Algum primo distante, ou um amigo do meu pai. Ela não pressionou muito, mas ficou olhando pra mim diferente no café. E eu... eu tô com medo de alguém ter visto mais do que devia.”
Respirei fundo, olhando pro teto de madeira. “Calma. Ninguém falou meu nome, né?.”
“Não, mas... e se alguém viu? Minha mãe não é boba. Se ela desconfiar de você...”
“Laura, relaxa. Eu não vou dar bandeira hoje. A gente se fala pouco, evita ficar perto na frente da família. O plano é ir embora no final da tarde, como eu falei. Até lá, vamos ser discretos.”
Ela fez uma pausa, voz mais baixa ainda: “Eu sei... mas eu tô louca pra te ver de novo. Ontem foi foda, mas foi rápido demais. Queria mais.”
“Eu também. Mas não dá agora. Olha, vou falar um negócio, a Tia Denise já sabe tudo, e ela tá de olho. Se a sua mãe desconfiar, vai virar um inferno. Vamos fingir normalidade até a despedida.”
“Como assim, ela sabe?.”
“Ela é ligada, viu a gente se pegando no primeiro dia, você me chupando. Relaxe, a tia é muito minha amiga, ela só veio dar conselho, disse para tomar cuidado para não se apaixonar e tals.”
“Nossa, que vergonha! A tia sabe que eu te chupei!”
“Relaxe, a tia é muito diferente do que você imagina.”
Ela desligou. Fiquei olhando pro teto e o celular tocou de novo.
Ela desligou. Fiquei olhando pro teto, o coração ainda acelerado, quando o celular tocou de novo. Tia Denise.
Atendi rápido. “Oi, tia.”
“Rick, a Claudia veio me perguntar se eu vi a Laura com alguém ontem à noite. Eu disse que não vi nada, mas ela tá desconfiada. Cuidado, menino!”
“Tia, eu falei pra Laura que você sabe. Vamos tomar cuidado, ok? Se cuide, vamos lá.”
“Você falou pra ela? Meu Deus... tá bom, mas fica esperto. Ela tá nervosa, mas não pode dar bandeira hoje. Beijo.”
Desliguei, respirei fundo e saí pro gramado. O sol já estava alto, calor forte, gente espalhada pela piscina. Coloquei uma sunga preta, joguei protetor e fui pra água, fingindo normalidade total. Precisava disfarçar, mãe por perto, tio na churrasqueira, Claudia servindo suco, Laura ainda não tinha aparecido.
Denise já estava na piscina, biquíni azul-escuro molhado grudando no corpo, seios fartos marcando o tecido, cabelo úmido solto. Nadou até mim, sorriso discreto, voz baixa perto do meu ouvido enquanto fingia só conversar.
“Relaxa, Rick. Perto de mim não tem perigo. Eu cubro vocês dois.”
“Valeu, tia. Mas hoje tem que ser zero bandeira.”
Ela riu baixo, coxa roçando na minha debaixo d'água por um segundo. “Eu sei. Mas olha lá... chama a Laura. Ela tá chegando.”
Laura veio caminhando devagar, short jeans curto, top cropped branco, tênis branco, rosto ainda corado do sol e da ligação de manhã. Entrou na água perto de nós, olhos baixos, nervosa.
“Ai, tia... que vergonha...”
Denise riu suave, puxou ela pra perto, voz baixa mas firme. “Relaxa, Laurinha. A tia te entende. Às vezes a gente precisa dar uns pegas, é natural. O corpo pede, né? Não tem nada de errado.”
Laura corou mais, olhando de lado pra mim. “Mas... todo mundo aqui...”
“E daí? O Rick aqui que é um safado, foi logo te atacar.”
Eu ri, tentando aliviar. “Nada a ver, tia. Ela que me atacou.”
Denise ergueu uma sobrancelha, sorriso malandro. “Não vem com conversa mole, Rick. Tenho certeza que você foi pra cima dela lá em São Paulo. Não sou boba, sei como você age!”
Laura arregalou os olhos, voz baixa e surpresa. “Sabe? Que história é essa?”
Denise ficou vermelha na hora, riu nervosa, mão na boca por um segundo. “Hahahah... te peguei, safada! Sabia que não era inocente.”
Laura piscou, confusa, olhando entre nós dois. “Tia... você sabe o quê?”
Denise respirou fundo, baixou a voz ainda mais, água batendo leve ao redor. “Eu sei que vocês transaram em São Paulo. O Rick me contou tudo. Hospedou você, te levou pro vestibular... e aí rolou. Ele não é santo, Laurinha, e você também não. Mas relaxa, a tia não vai contar pra ninguém. Só vim avisar pra tomar cuidado aqui. Sua mãe tá de olho, e se descobrir...”
Laura ficou branca, depois vermelha, olhos fixos em mim. “Você contou pra tia?”
“Foi ela que sacou, Laura. E depois que viu a gente na festa... ela veio conversar comigo. Mas ela tá do nosso lado, tipo... entende.”
Laura cruzou os braços debaixo d'água, voz tremendo um pouco de vergonha e curiosidade. “Mas como assim ela ‘sacou’? Tia, você tá falando sério? Como você sabe de tudo isso?”
Denise riu baixo, desviando o olhar por um segundo, depois encarou Laura de novo. “Porque eu conheço o Rick desde sempre. Ele tem esse jeitinho de bonzinho, mas quando quer alguma coisa... ele vai atrás. E eu sei como ele age com as meninas. Quando você foi pra São Paulo e voltou diferente, eu juntei as peças.”
Laura apertou mais. “Diferente como? Tia, fala direito. Você tá insinuando o quê?”
Denise mordeu o lábio, corando mais, voz baixíssima agora. “Laurinha... eu também já fui jovem. Já me peguei com gente que não devia. E... bom, o Rick me contou que rolou entre vocês. Mas não foi só isso. Ele... ele me contou porque eu perguntei. E porque... eu também já estive com ele. Em São Paulo. No apartamento dele.”
Laura arregalou os olhos, boca entreaberta. “Você... transou com ele?”
Denise assentiu devagar, sem desviar o olhar. “Sim. Foi uma vez só. Ele é sobrinho, eu sou tia, mas a gente se conhece desde sempre, e às vezes o desejo não respeita regra. Foi gostoso, Laura. Muito gostoso. Mas foi uma vez só, e eu sei o risco. Por isso tô aqui falando pra vocês: façam com responsabilidade. Sexo é bom, é natural, o corpo pede, mas tem consequência. Se vocês se apaixonarem de verdade, aí não vai ter como esconder. E a família inteira vai sofrer.”
Laura ficou quieta um segundo, processando, depois riu nervosa, voz baixa. “Caralho... tia... eu não acredito que você... com ele.”
Denise riu junto, aliviando o ar. “Pois é. Eu também não acredito que tô aqui confessando isso pra minha sobrinha. Mas olha... é isso. A gente erra, sente tesão, se entrega. O importante é não deixar virar bagunça. Hoje nada de sumir junto, nada de olhar demais. No final da tarde, quando ele for embora, vocês se despedem direito... e pronto.”
Laura mordeu o lábio, voz tremendo um pouco. “Tá bom... mas tia... você não vai ficar com ciúme?” Disse, recuperando o tom de piada.
Denise piscou pra mim, sorriso safado. “Ciúme? Um pouco. Mas divido o sobrinho safado com você. Ele é bom demais pra ficar só pra uma.”
Nós três rimos baixo, tensão aliviando um pouco. Denise nadou pra longe primeiro, fingindo conversa com outra pessoa. Laura ficou mais um segundo, mão roçando na minha coxa de leve por baixo da superfície.
“Depois a gente se fala... antes de você ir embora.”
Teve o almoço de despedida, mesa cheia de sobras do churrasco, conversa alta, todo mundo se despedindo aos poucos. Eu já tinha arrumado a mala no carro, falei que ia passar por Campinas e seguir pra São Paulo no final da tarde, estrada livre antes do trânsito pesado. Enquanto ajudava a carregar umas caixas, tia Denise se aproximou, voz baixa:
“Rick, me dá uma carona até Campinas? Meu carro tá na oficina, e eu preciso chegar em casa hoje mesmo.”
Olhei pra Claudia, que estava perto, e Denise já despistou na hora, alto o suficiente pra todo mundo ouvir: “Vou com o Rick, Claudia.”
Essa foi a ideia dela comprovar que não havia nada estranho entrem nós. Afinal, se tivesse algo, ela não iria junto, né?
Claudia riu, acenou com a mão, “Vai sim, Denise, aproveita.”
Laura, que estava do lado, inventou na hora: “Mãe, eu vou antes também. Quero chegar em casa cedo pra estudar, a segunda fase tá chegando. Posso ir com eles?”
Claudia hesitou um segundo, mas assentiu. “Vai lá, filha.”
Entramos no carro, eu no volante, Denise no banco do passageiro da frente, Laura atrás. Saímos devagar da chácara, estrada de terra até o asfalto, música baixa no rádio. Andamos uns vinte minutos, Denise virou pra trás e falou:
“Para aqui num posto, Rick. Eu assumo o volante. Vocês precisam se despedir direito.”
Parecei num posto deserto, daqueles com luzes fracas e bomba de gasolina desligada.
Denise desceu, eu e Laura trocamos de lugar com ela. Denise sentou no volante, ajustou o retrovisor devagar, olhos verdes brilhando no espelho enquanto eu e Laura íamos pro banco de trás. Mal sentei, Laura já veio em cima, boca na minha, língua quente invadindo, mãos abrindo meu zíper rápido. “Só uma despedida, primo”
Ela sentou no meu colo, short jeans aberto, calcinha afastada pro lado, buceta quente e molhada roçando na cabeça do pau duro.
Começou a se esfregar devagar, clitóris inchado pressionando contra mim, gemendo baixo no meu ouvido, hálito quente misturado com cheiro de cerveja do jantar.
A mão dela foi para a base do meu pau, punhetando ritmada enquanto rebolava, o movimento lento fazendo a lubvrificação dela escorrer. Eu enfiei dois dedos na buceta dela, sentindo as paredes apertarem quentes e pulsantes, polegar circulando o clitóris inchado com pressão crescente.
Ela tremia, quadril acelerando aos poucos, voz rouca e entrecortada: “Assim... devagar... tô sentindo tudo...”
Pelo retrovisor, Denise observava tudo.
Não disse nada no começo, só ajustou o ângulo do espelho pra ter a visão de Laura rebolando no meu colo, do short embolado na cintura, bunda arrebitada subindo e descendo devagar, minha mão desaparecendo entre as coxas finas dela.
Denise mordia o lábio inferior, olhos semicerrados, uma mão no volante, a outra descendo devagar pra própria coxa, dedos traçando por cima do short jeans. Respirava mais pesado, peito subindo e descendo, mamilos marcando o top cropped.
“Vocês são impossíveis...” murmurou ela, voz rouca, quase um sussurro. “Olha só como ela tá molhada... rebolando no pau do primo...”
Laura gemeu mais alto, quadril girando em círculos lentos, clitóris roçando na veia do meu pau. Denise continuou olhando fixo pelo espelho, mão agora enfiada dentro do próprio short, dedos mexendo devagar. “Vai, Laurinha... se esfrega nele... deixa ele sentir como está molhada...”
Eu acelerei os dedos dentro dela, curvando pra acertar o ponto certo, polegar pressionando o clitóris em círculos rápidos. Laura arqueou as costas, mão na minha nuca, unhas cravando, voz quebrada:
“Tô quase... porra... assim...”
Denise riu baixo, safada, voz carregada, “Goza pra tia ver, querida... mostra como você goza no colo dele...”
Laura convulsionou, buceta apertando forte meus dedos em espasmos ritmados, um jorro quente escorrendo pela minha mão e pelo banco. Gemido abafado no meu ombro, corpo tremendo inteiro, pernas moles caindo pros lados. Denise observou tudo pelo espelho, dedos ainda mexendo no próprio short, olhos brilhando de tesão contido.
“Boa menina...” murmurou ela, lambendo os lábios. “Agora respira... a despedida tá quase acaban.”
Mais um pouco e Laura se recompôs de sua primeira aventura sendo observada.
Deixamos ela em casa primeiro. Paramos na porta, ela me deu um beijo safado, de língua, mão apertando o pau por cima da calça uma última vez. “Boa viagem, primo... não esquece de mim.”
Entrou correndo. Denise ligou o carro de novo, sorriso malandro. “Agora é minha vez.”
Dirigiu até a casa dela na região da Unicamp, uma casa pequena e arrumadinha, quintalzinho com grama baixa. Entramos, ela fechou a porta com o pé, me agarrou na sala mesmo, boca faminta na minha, mãos arrancando minha camiseta, abrindo o zíper da calça.
“Você me deixou louca o dia todo, safado. Ver você pegando a Laura... deu um tesão do caralho em mim. Ela é gostosa mesmo, né? Magrinha, bundinha arrebitada... mas agora sou eu que quero.”
Me levou pro quarto, tirou a roupa rápido, ficou de quatro na cama, bunda empinada, buceta molhada brilhando. “Vem, come a tia.”
Entrei devagar, pau deslizando na buceta quente e encharcada, sentindo cada centímetro dela me envolver como um punho de veludo molhado.
As paredes da buceta me apertavam, sugando como se quisessem me prender lá dentro.
Comecei devagar, saindo quase todo, a cabeça grossa roçando os lábios inchados, brilhando de tesão dela, e voltando fundo, batendo no fundo com um som abafado e molhado que ecoava no quarto. Ela curvou as costas, bunda empinando mais, gemendo rouco e baixo:
“Mais forte... me arromba, Rick... fode a tia...”
Lubrifiquei o dedo médio na buceta e enfiei no cuzinho dela, sentindo o anel quente e apertado ceder devagar, pele lisa e arrepiada se abrindo ao redor do dedo enquanto eu continuava metendo o pau na buceta, o ritmo agora mais urgente. Ela soltou um gemido longo, voz tremendo de tesão puro:
“Porra... assim... mete o dedo no cu da tia enquanto fode a buceta... vai, entra mais fundo...”
Acelerei, pau batendo fundo a cada estocada, bolas colando na pele molhada dela, dedo entrando e saindo devagar no cu, sentindo o anel apertar e relaxar em espasmos. Ela se masturbava com a mão livre, dedos rápidos no clitóris inchado e vermelho, quadril rebolando pra trás pra encontrar cada movimento meu.
“Vem... come o cu da tia... você prometeu...”
Tirei o pau da buceta devagar, cabeça brilhando de tesão dela, alinhei na entrada apertada do cu.
Empurrei centímetro por centímetro, cabeça grossa abrindo o anel devagar, esticando a pele rosada ao redor, sentindo a resistência quente ceder, o calor insano envolvendo cada veia do pau. Ela gemeu alto, voz rouca e quebrada:
“Vai... devagar... caralho, tá me abrindo toda... tá me enchendo... porra, que pau gostoso...”
Entrei até o fundo, pau inteiro no cu quente e apertado dela, paredes pulsando forte ao redor, como se quisessem me sugar pra dentro.
Comecei devagar, saindo quase todo e voltando fundo, sentindo o anel apertar na base a cada estocada. Depois acelerei, batendo fundo, mão na cintura fina puxando ela pra trás com força, pele colando na minha. Ela se masturbava frenética, dedos circulando o clitóris inchado, buceta escorrendo tesão pela coxa:
“Fode o cu da tia... me enche... porra, Rick... me arromba inteiro...”
Perguntou ofegante, voz tremendo:
“Você comeu o cu da Laura também?”
“Não... só o teu, tia... só o teu...”
Ela gozou primeiro, corpo inteiro convulsionando, cu apertando o pau em espasmos violentos e ritmados, um jorro quente saindo da buceta e escorrendo pela mão dela.
O aperto me levou junto, pau pulsando forte dentro do cu dela, jatos grossos e quentes enchendo tudo, porra transbordando devagar ao redor da base, escorrendo pelas nádegas redondas e pingando na cama.
Tirei devagar, pau ainda latejando, saindo com um som molhado e obsceno.
Porra grossa e branca escorreu do cuzinho aberto dela, fio grosso descendo pelas coxas finas, misturado com o tesão que ainda pingava. Virei ela de barriga pra cima, abaixei e chupei a buceta melada, língua plana lambendo devagar os lábios inchados, depois circulando o clitóris vermelho e sensível, dedos dentro dela curvando pro ponto certo. Ela ergueu o quadril, mão na minha nuca, gemidos roucos enchendo o quarto:
“Chupa... assim... porra... tô gozando de novo...”
Gozo dela veio forte na minha boca, buceta pulsando em espasmos, jorro quente escorrendo pelo queixo.
Caímos abraçados, suados, ofegantes, corpos colados, cheiro de sexo pesado no ar. Dormimos juntos, ela aninhada no meu peito, respiração lenta, pele quente contra a minha.
Acordei cedo, sol mal nascendo. Dei um beijo de despedida na boca dela, lento, língua dançando uma última vez e me despedi, tinha que ir trabalhar e ainda nem havia chegado em São Paulo.