A Corna que Ainda Não Encontrou Seu Dono - Cap.2

Um conto erótico de Historia90
Categoria: Heterossexual
Contém 1341 palavras
Data: 18/03/2026 17:04:40

Ana e Paulo namoravam há algumas semanas quando decidiram malhar juntos na academia high-end da Rua Oscar Freire, no coração de São Paulo. O lugar era um templo de luxo e suor: espelhos infinitos, luz branca fria, batida eletrônica pesada pulsando nos ouvidos. Sábado à tarde, calor de rachar lá fora, ar-condicionado gelado contrastando com o vapor que subia dos corpos.

Paulo vestia um short de academia longo preto fosco, tecido elástico colado nas coxas grossas, marcando o pauzão de 19 cm mesmo mole quando semi-duro, o volume ficava obsceno, cabeça grossa delineada no tecido, saco pesado balançando a cada passo. Regata cinza escura grudada no peito largo, braços veiados brilhando de suor, barba por fazer, olhar sério que fodia tudo sem tocar. Ana usava top esportivo preto fininho, mamilos rosados pontudos marcando forte, piercings de prata brilhando sob o suor. Legging de compressão colada nas coxas malhadas, bunda grande empinada, barriga chapada pingando suor. Tênis branco, pés pequenos suados dentro, solas rosadas quentes do esforço.

A química entre eles era insuportável. No rack de agachamento, Ana descia com a barra pesada, bunda empinando ao máximo, legging esticando entre as nádegas, suor escorrendo pela fenda da bunda. Paulo atrás, “corrigindo”, mãos pesadas na cintura fina, polegar roçando a pele nua acima da legging, pau endurecendo no short, roçando firme na bunda dela enquanto sussurrava rouco:

— Empina mais essa bundona safada… imagina eu te abrindo aqui mesmo, metendo até o talo enquanto todo mundo vê você gemer como vadia…

Ana rebolava de propósito ao subir, clitóris inchado roçando no tecido, buceta melando tanto que sentia o cheiro doce do próprio tesão subindo. Gemeu baixinho só pra ele:

— Fala mais… continua que eu gozo sem você nem enfiar o dedo…

No supino, Paulo deitado empurrando peso, peito inchando, veias saltando. Ana inclinada pra frente, decote aberto, seios médios quase caindo no rosto dele, mamilos duros roçando o ar quente. Ele olhava pra cima: olhos claros dela, depois os piercings, depois o suor pingando no colo. Pau pulsando forte no short, marcando grosso e reto.

No meio do treino, passou a morena: 1,75m, corpo esculpido, cabelo cacheado preso alto, top cropped rosa mal contendo seios fartos balançando, shortinho subindo na bunda redonda e firme. Quadril rebolando, sorriso confiante. Paulo acompanhou com o olhar apreciação crua, sem disfarce, mas sem vulgaridade.

Ana sentiu a buceta contrair forte, mel escorrendo pelas coxas. Quando a morena sumiu, ela se aproximou, voz rouca de tesão:

— Gostou dela, grandão?

Paulo fixou os olhos claros dela, sério:

— Muito bonita. Não tanto quanto você… mas bunda perfeita, peitos que pedem pra ser chupados, corpo feito pra ser fodido.

Ana quase gozou ali. No fim do treino, pernas tremendo, pegou na mão pesada dele:

— Vem pro carro. Preciso te contar algo importante. Agora.

Estacionamento subterrâneo, SUV preto, portas trancadas, ar gelado batendo na pele suada. Ana respirou fundo:

— Eu sou corna mansa. Quero ver você foder outras na minha frente. Assistir tudo: você metendo forte, gozando dentro dela, eu dedando minha buceta enquanto vejo. Quero participar às vezes: chupar você antes, lamber a buceta dela pra deixar molhada pro seu pau entrar, chupar o pau melado dela depois que você encher ela de porra. Quero sentir o cheiro de buceta alheia na sua pele, lamber a porra dela misturada com a sua. Mas no final… sempre volto pra você. Você me fode sabendo que sou sua corna devota.

Paulo sorriu carinhoso, mão pesada no rosto dela:

— Respeito total. Me excita pra caralho. Me explica como você quer que funcione.

Ana, aliviada e molhada, explicou tudo: sempre junto, ela assistindo ou participando, lambendo, chupando, sendo usada no final. Paulo ouviu, pau endurecendo visivelmente no short.

— Vamos pro loft. Agora.

Porta mal fechada, Paulo dominante total: arrancou o top dela com uma mão, rasgando de leve, seios saltando, mamilos duros com piercings brilhando. Puxou legging e calcinha encharcada pra baixo, deixou ela só de tênis pés suados, solas rosadas expostas.

Empurrou pro sofá de couro preto, de quatro, bunda empinada, buceta rosada pingando mel pelas coxas grossas.

— Empina essa bundona, minha corna safada… mostra o cuzinho e a bucetinha pra mim.

Abriu o short longo, pau saltando grosso, veias pulsando, cabeça inchada brilhando. Cuspiu na glande, esfregou e meteu de uma vez na buceta até o talo. Ana gritou, corpo arqueando, unhas cravadas no couro.

— Isso… me fode pensando na morena… imagina metendo nesse cu redondo dela enquanto eu assisto e dedilho meu clitóris inchado…

Paulo segurou a cintura fina com força, dedos cravando na carne suada, socou voraz, estocadas brutas fazendo a bunda tremer, som molhado ecoando alto.

— Imagina eu pegando ela na academia… levando pro vestiário vazio… abrindo as pernas dela e metendo fundo enquanto você filma, depois você vindo lamber minha porra escorrendo da buceta dela… chupando meu pau sujo de gozo alheio…

Ana rebolava pra trás, apertando a buceta no pauzão:

— Sim… quero ver você arrombando ela… gozando dentro… depois eu lambendo tudo, sentindo o gosto dela na sua porra… me corneia forte, grandão… me faz sua vadia corna…

Ele puxou o cabelo loiro com força, outra mão no pescoço, controlando:

— Você é minha puta devota… vou foder quem você quiser na sua frente… vou encher outras bucetas e depois voltar pra encher a sua… pra você lembrar que no final essa bucetinha apertada é minha pra destruir.

Ana gozou forte, squirt jorrando no sofá, buceta convulsionando em espasmos. Exausta, pernas moles, mas implorando rouca:

— Goza em mim… enche sua corna… me deixa pingando porra…

Paulo acelerou, saco batendo na buceta melada, grunhiu rouco e meteu até o fundo. Gozou forte, jatos grossos e quentes inundando a buceta apertada, enchendo até transbordar, porra escorrendo pelas coxas grossas, pingando no couro em fios brancos grossos.

Mas não parou. Tirou o pau melado, ainda duro, virou ela de costas no sofá, pernas abertas, buceta aberta e vermelha, porra escorrendo. Meteu de novo, devagar dessa vez, sentindo a buceta cheia de porra dele.

— Olha como tá melada de mim… minha corna cheia… agora goza de novo pensando na morena chupando meu pau enquanto você assiste.

Ana gemeu alto, dedos no clitóris, esfregando rápido enquanto ele socava devagar, fundo.

— Imagina ela ajoelhada… boca gulosa engolindo seu pau… eu do lado, lambendo suas bolas pesadas… depois vocês dois gozando na minha cara…

Paulo acelerou de novo, dominante, mãos nos seios, puxando os piercings com força, dentes mordendo o pescoço.

— Vou gozar de novo… vou encher você até vazar… toma toda a porra do seu macho…

Segunda gozada veio forte, jatos quentes misturando com a primeira, buceta transbordando, porra escorrendo em rios pelas coxas, pelo sofá, pelo chão. Ana gozou junto, corpo convulsionando, squirt misturado com porra jorrando, gritando rouca:

— Porraaaa… cheia… tão cheia… gozando na sua porra…

Ficaram ali, ofegantes, suados, melados. Paulo ainda dentro dela, pau amolecendo devagar, porra pingando devagar do cuzinho dela pro sofá. Beijou o pescoço suado, voz grossa carinhosa:

— Quem seria a primeira mulher que você gostaria de ver comigo, minha corna devota?

Ana virou o rosto devagar, sorriso de putinha safada, olhos claros brilhando de tesão exausto e cumplicidade, voz rouca e melíflua:

— Tenho uma pessoa em mente… uma safada que vai deixar você louco… mas isso a gente planeja com calma. Agora só quero ficar aqui, sentindo sua porra escorrendo da minha buceta, do meu cuzinho, misturada com meu squirt… sentindo você me abraçando enquanto eu tremo toda… sua corna satisfeita, cheia e pronta pra mais.

Paulo riu baixo, puxou ela pro peito largo, mãos pesadas acariciando as costas suadas, depois descendo pros pezinhos suados, massageando as solas rosadas meladas de suor.

— Pode deixar, loirinha. Vamos realizar tudo… devagar, com muito tesão, até você não aguentar mais de tanto gozar pensando em mim fodendo outras na sua frente.

E ali, no sofá encharcado de suor, squirt e porra grossa escorrendo por todo lado, Ana se sentiu completa: corpo exausto, buceta e cuzinho latejando cheios, coração acelerado de felicidade safada. O homem certo estava ali dominante, respeitoso e pronto pra transformar sua fantasia em realidade suja e deliciosa.

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