Formações e Transformações - Segundo Capítulo

Um conto erótico de Astrogildo Kabeça
Categoria: Heterossexual
Contém 3885 palavras
Data: 18/03/2026 18:03:44

Ao chegarem na festa, notaram alguns carrões, o que indicava que tinha classe média alta por ali. Helena se impressionou.

- Nossa, coitado do meu Kwid no meio dessas SUV’s.

Adentrando o recinto, foram recebidos por Karina, que veio correndo abraçá-los.

- Lucas, quanto tempo, que saudades!

Tanto Helena, quanto Lucas perceberam que Karina estava bem encorpada, não gorda, mais com corpo formoso e definido, uma cavala! Seus seios estavam maiores, sacolejando a cada passo rápido, seus cabelos esvoaçantes, suas pernas mais torneadas. Estava com 20 anos, mas aparentava ter mais idade, não no sentido de estar envelhecida, mas com a juventude mais acentuada.

Finalmente conheciam a mãe de Karina, Ângela, Uma morena simpática, com cabelos sedosos, uma longa franja, corpo retilíneo, mas não tão magra. O marido se chamava Ferdinando, loiro, caminhando pros 50, de poucas palavras, mas não sisudo. Após as apresentações, Helena sentou-se numa mesa com o casal, enquanto Karina levou Lucas pra piscina, onde estava alguns primos dela.

Após conversas grupais, os ex-namorados finalmente ficaram a sós pra colocar o papo em dia.

- Então, Lucas, cheguei lá um tanto ressabiada, não sabia ainda o que fazer, mas minha mãe e o Ferdinando já tinham constituído uma turma com outros brasileiros, escritores, coreógrafos, atores, só gente do metiê cultural. No início fiquei deslocada, era a mais jovem, mas depois fui me adaptando. Fiz fotografia e conheci o Ibrahim, que jogava basquete na universidade. Bom, ele era apenas dois anos mais velho, éramos da mesma geração, e ele me ajudou a quebrar um pouco uma solidão afetiva que tava começando a me perturbar, me sentia um xodó da turma mais velha... Amadureci muito nesse tempo que convivi com ele, viajamos, mas ele teve que retornar pra África... Tava numa vida corrida, auxiliava minha mãe em alguns espetáculos, nós duas nos aproximamos bastante e peguei um pouco de expertise dessa parte de bastidores, comecei a fotografar modelos, participar de exposição... minha vida tava agitada, mas legal, e foi aí que decidimos retornar, lá estava muito saturado e acho que apesar de bem nova no ramo, já criei algumas listas de contatos por aqui.

Já Lucas não tinha muito o que falar, sua vida acadêmica era normalzinha, estava ganhando bolsa, frequentava festas e não saia com ninguém já algumas semanas. Em relação à vida parisiense de Karina, era nada... Até que ele sondou a possibilidade de algum revival.

- E como vai sua vida amorosa hoje? Tem pretendentes ou... você gostaria que saíssemos, conversássemos mais, talvez uma tentativa de reaproximação...?

- Bom, Lucas, acho que aquela vida que eu tinha aqui não existe mais, eu era sozinha, já me virava desde cedo, agora tenho uma experiência familiar melhor, conheço mais gente, acho que progredi esteticamente, e... se você me entende... não acho... eloquente... retomarmos o que passou. Sei que tivemos caminhos bem diferentes e por isso mesmo sinto que o que nós tivemos foi uma descoberta... algo mais singelo... e não sei como você interpreta aqueles tempos, mas pra mim, foi o inicio da pavimentação de uma jornada que se desdobrou em novos desafios.

- Sim, sim Karina... queria apenas entender ou saber se algo ficou mal resolvido, sei lá.

- Estou adorando rever você, Lucas, foi muito importante na minha vida! Éramos dois pombinhos apaixonados,ahahahahahah... olha só... vou precisar me instalar por aqui, ver como anda o mercado, mas queria muito que a gente mantivesse alguma química. Acho legal se mantivéssemos algo mais cordial. Quando a gente inicia um novo ciclo não significa que a gente abandone antigos laços criados.

E assim, toda a perspectiva de uma retomada foi por água abaixo. Ela realmente não era mais aquela menina dócil. Tava bem mais vivida que ele, era evidente.

Enquanto isso, Marcelo chegava na festa. Médico amigo de Ângela e Ferdinando, apareceu sem a esposa. Quando foi cumprimentar os anfitriões, deu de cara com Helena. Os olhares de ambos se chocaram e permaneceram por alguns instantes.

- E aí, cara? Cadê a Letícia? Não veio?

- Não, ela não quis vir...

- Ah, que pena. Essa é Helena. Ela é mãe de um ex-namorado da Karina que está por aí pela festa.

- Muito prazer

- O prazer foi todo meu, Helena...

- Ei, garçom! Traz uma bebida aqui.

- Não, Ferdinando, não estou bebendo. A pressão tem subido muito, a minha, a da casa...

E assim a festa foi rolando. No final, todos aproveitaram bem. Tão bem, que Helena e Lucas beberam e não combinaram quem seria o motorista da rodada.

- Ué, Lucas... você bebeu?

- Bebi. Como a senhora veio dirigindo, achei que não ia beber.

- Meu Deus, que confusão! Me empolguei e acabei passando da conta... e agora? Como vamos voltar pra casa sem risco de levar uma bela multa???

Marcelo se prontificou.

- Não se preocupe, Helena. Levarei vocês com o maior prazer. De lá, pego um carro por aplicativo e retorno pra pegar meu carro.

- Ai, que vergonha! Não tenho nem como negar tamanha gentileza.

E assim, após as despedidas, Marcelo foi levar mãe e filho em casa. No caminho, passaram por uma blitz, foram parados e seguiram adiante. A cortesia de Marcelo tinha sido fundamental.

- Ai, Marcelo, não sei como agradecer essa ajuda, muito obrigada! Muito obrigada mesmo!!

- Não há de que Helena. Não esqueça que salvo vidas...

Ambos riram. Lucas notou algum sinal de interação e saiu logo do carro. Alguns minutos depois Helena entrou.

- Nossa, que festão! Há muito não vou pra uma assim.

- Realmente foi muito boa. Me diverti demais.

- Nossa como a Karina está diferente. Não é mais aquela menina que você namorou, isso ficou nítido.

- Conversamos bastante. De fato, não temos mais nada a ver. O que passou, passou.

- É, mas não pude deixar de notar que seus olhos brilharam um pouco ao vê-la.

- Foi o choque. Não sabia que ela estava tão diferente.

- Ainda bem que está levando numa boa. É assim que tem que ser.

E assim terminou aquele ano, com festas, reencontros, e novas possibilidades.

No ano seguinte, Lucas já estava na etapa de estágio na faculdade, no entanto, os grandes acontecimentos não foram na sua vida. Helena estava numa feirinha de artesanato quando encontrou Ângela, mãe de Karina.

- Nossa, que coincidência! Como vai?

- Bem. E aí, como vão as coisas? Não esqueço aquele festão na sua casa, foi ótima!

- Festa é comigo mesma!

Conversaram um pouco e renovaram os contatos.

- Olha, eu e Ferdinando participamos de algumas corridas de rua. Gostaria de treinar com a gente e quem sabe competir também?

- Menina, eu tô precisando me exercitar mais. Talvez seja uma boa idéia sim. Competir não sei, mas correr por atividade física, eu topo.

- Que bom! Vamos nos falando. Nossos filhos não namoram mais, porém, acho que devem prosseguir na amizade. Karina gosta muito dele, citou ele várias vezes na França.

- Sim, sim! Sempre gostei muito da Karina, confesso que achei ela bem diferente de quando namorava o Lucas, mas é isso mesmo, o tempo passa como aprendizado.

- Então vamos nos falando.

- Ok, tchau!

Já Karina foi trabalhar numa agência publicitária que sempre fotografava modelos e atores para divulgação em outdoors e redes sociais. Em um dia de trabalho teve uma grata surpresa. Deu de cara com um loiro musculoso que apareceu para um comercial de whey protein. Quando se encararam a surpresa foi mútua.

- Karina?

- Luan?

Os ex-colegas de ensino médio estavam ali cara-a-cara. Luan era o outrora gordinho quase obeso de pouca fala, que compunha um terno junto com ela e Lucas, e sumiu após deixar o colégio onde estudavam. Agora estava com longos cabelos e tônus muscular bem chamativo. Se abraçaram mutuamente, com aquela alegria de pessoas que eram próximas e não se viam há tempos.

- Caralho, velho, como você tá diferente!!!

- Você também, mulher! Eita que tá bonita, viu!!

- Cara... Você... tá lindo!

- Pô, a gente cansa de ser o patinho feio. Quando deixei a escola parti pra mudança pessoal e corporal. Uma garota que conheci que me estimulou a modelo comercial.

- Uau! E como ela acertou hein? Bendito incentivo! Meu Deus, que bom ver você assim!

Luan nunca foi de ter rede social, mas quando mergulhou na vida fitness criou um perfil pra mostrar sua evolução física. Os dois bateram um longo papo após a sessão - que foi um sucesso. Karina contou do término com Lucas, sua estadia na França, e seu novo ofício fotográfico. E também do reencontro dos dois na festa de Natal, já quase um ano atrás.

- Queria muito rever o Lucas novamente. Convivemos pouco, era apenas aquele ambiente escolar e trabalhos na sua casa. Éramos chegados, mas nunca criamos aquela intimidade toda. Eu me achava um cara bem desimportante... Lembro que alertei do seu interesse por ele e quando o namoro de vocês pegou aí foi que me isolei mais.

- Porra, Luan, realmente ficamos muito apaixonados com o progresso do namoro que nem nos demos conta de que você ia se afastando. Foi mal mesmo, não tivemos nenhuma intenção. E quando você saiu do colégio deu um sumidão. Que bom que se redimiu e se tornou esse... pedação de mal caminho!!

- Você também tá um mulheraço! Olha... já que estamos aqui posso dizer que achava você uma graça, até considerei que combinávamos, mas relevava. Coisas de adolescente mamão, ahahahahahahah...

- É, mas nos espantamos um ao outro aqui e... bem, posso falar que combinamos bastante agora, viu?

- É... combinamos sim...

- Poxa, Luan, que felicidade ver você como um novo homem. Muito orgulhosa!

- Vejo que você é bem dedicada ao trabalho, também está reluzente, uma beleza... impactante! Vamos marcar alguma coisa mais descontraída, fora desse ambiente de trabalho.

- Vamos sim!Pega meu zap aí.

Os dois ficaram tão felizes em se verem novamente depois de alguns anos e modificados em todos os sentidos, que nem cogitaram convidar Lucas para um programa em conjunto... Ficou nítido uma química entre os dois ali que não tinha espaço pra mais um.

Mais ou menos no mesmo período, Lucas e Zeca se encontraram num barzinho. Os dois mal se viam. Zeca trabalhava como burro de carga na casa de material de construção do pai e também estava rodando uber. Se no começo da vizinhança os dois iam bastante à praia e pedalavam pelas áreas, isso foi diminuindo com a faculdade de um e o aumento da carga trabalhista pro outro.

- Porra, bicho, finalmente uma folguinha no sábado. Tive que brigar com meu pai pra ter esse espaço! Não faço mais nada a não ser trabalhar.

- Velho, você precisa se desprender um pouco do trabalho. Respeito seu pai, mas ele tá lhe explorando!

- É, eu sei, mas sabe como é... O pai dele era comerciante, o avô dele também, ele acha que assim que as coisas vão pra frente. Sei que não passo fome por isso, mas tá demais. Ainda rodo por aplicativo! Tive que dar essa parada esse fim de semena porque não lembro a última vez que dei uma curtida e tomar um chopinho de boa!

Nisso o celular de Lucas toca.

- Oi, “maninha”, tudo bem? Você tá por aqui na área? Olha, eu tô aqui com um brother num bar. Vem pra cá. Você tá com quem? Com uma prima? Venham pra cá. Tô aguardando.

- Sua “irmã”?

- É, ela disse que veio com uma prima pra uma exposição aí no Centro de Convenções e queriam aproveitar pra curtir um pouco. Perguntou se eu tava de bobeira e pedi pra elas virem.

- Lembro que ela flertou uma vez comigo,mas ela tava muito novinha. Ela tem quantos anos agora?

- Se não me engano, ela já está pra completar 18.

- Bem, agora dá pra rolar,ahahahahaha... Ela tem namorado?

- Que eu saiba não. Nas últimas vezes que fui ver meu pai, nem encontrei com ela. Alías, dificilmente a vejo. Passou dos 15, essas meninas começam a “periguetar”. Dão nó em pingo d’água.

Meia hora depois, Michele chegou com a prima. Cumprimentos feitos, ela lembrou logo de Zeca.

- Ei. Você não é o vizinho da rua? Que trabalha numa loja, algo assim?

- Eu mesmo! Casa de material de construção, sou um dos sócios, ahahahahahah

- Puxa, cara, continua gato, ahahahaha...

O papo foi rolando e Michele e Zeca pareciam bem antenados. O grupo de samba começou a tocar e Zeca puxou Michele pra uma dança. Na pista, deram um show! Zeca era pé de valsa e Michele adorava “mexer a raba”. Já a prima de Michele estava esperando o namorado e não saia do celular. Não demorou muito e começou a pegação no meio do samba. A prima logo comentou “seu amigo é rápido no gatilho”.

Retornaram pra mesa aos beijos. Logo após, chega o namorado da prima de Michele. Vendo que estava ficando de bobeira, Lucas saiu meio que à francesa do lugar, quando os dois casais passaram a bailar pelo local.

No fim daquela noite, Zeca e Michele receberam o convite da prima e do namorado pra darem uma esticada na casa deles pra beber a saideira. Foram, mas não teve mais birita. Cada casal foi pra um quarto e lá estavam eufóricos num local propício para “abates”. Para ambos ficarem a vontade, o casal ao lado ligou um som alto. Zeca mamava os peitos médios de Michelle, ela em pé, oferecendo a ele seus mamilos enrijecidos. Abraçado à cintura dela, ele mordiscava os dois seios, enquanto ela gemia baixinho. Michele colocou a mão dentro do calção e já foi se assustando um pouco.

- Caralho! Bem que eu sentia esse pauzão me roçando lá no samba. Nossa, como é grande!

Zeca tinha um pau de respeito, uns 20 centímetros talvez. Ela punhetava, e isso aumentava a libido dos dois, que se beijavam cada vez com mais volúpia. Não demorou e Michele, ajoelhada, começava a mamar aquele pau grosso. Michele sempre foi bem safadinha e teve alguns namoradinhos. Ali, mostrava todo seu talento sexual.

- Ah, gostosa, mama minha rola! Agora que você cresceu, meu pau é todo seu.

- Hum... quando lhe conheci, já imaginei isso, viu?

- Então mata sua vontade, delícia.

Ela voltou a mamar ainda com mais gosto, muita salivação e lambidas por toda a rola. Punhetava chupando a glande e tome boquete! No inicio, com olhinhos fechados, mas logo depois ela fitava os olhos dele com jeitinho de putinha.

Sentado, ele recebia uma feroz espanhola com aqueles peitos grandinhos. Os dois arfavam de tesão. Ela subia e descia os peitos naquele pau, apertando o quanto podia, quase que tentado esmagá-lo. Voltou a passar a lingua nos ovos, punhetando muito. Enfim, Virou-se de costas pra ele e foi sentando devagarinho.

- ahhhhhhhhhhhhhh, que rola boa! Grossona...vai me entupir, meu macho gostoso!

Aumentando o ritmo, começava a quicar no pau de Zeca, este segurando a cintura dela e contribuindo pra foda ficar ainda mais acelerada.

- Quica, gostosa! Vou comer a “irmãzinha” do meu brother do jeito que ela queria.

- Isso, me come, me fode, ahhhhhhhhhh, assim vou gozar, vai soca!

Os cabelos pulavam junto com ela, suor já escorria. O som parecia ainda mais alto, sinal de que no outro quarto o ritmo também estava intenso. Michele curvou pra frente e começou a dançar no pau de Zeca, no balanço de um pagode que tocava na JBL. Após a breve dança, subiu e calvagou agora de frente, trocando beijos, joelhos dobrados na cama, chupadas no pescoço e muita montada! Zeca mamava aqueles peitos e ela mexia a cabeça de um lado pro outro, até chegar a um gozo ruidoso.

- Ahhhhhhhh, porra, tô gozando, soca essa vara em mim!!!

Após a gozada, a foda ficou mais elétrica, ele socava ainda mais e ela ralava e rebolava muito naquela pica. Mais uma virada e começou uma nova cavalgada de costas pra ele, ainda mais intensa, ela sentava com gosto, como se quisesse quebrar o pau do cara. Pernas ainda mais abertas, pés em cima da cama, solavancos de quem sabia foder. Muitos gemidos.

De ladinho, com Zeca atrás dela, ele metia ainda com mais vigor, como se quisesse deixar o pau lá dentro, de recordação pra ela jamais esquecer aquela foda selvagem. A cada enfiada, os fluidos vaginais espirravam. Ela estava muito excitada, se aproximando de mais um gozo.

- Puta que pariu!! Enfia, socaaaaaaaaaaaaaaaa! Me faz... PORRA, CARALHO, AHHHHHHHHHHHHH

Zeca apertava a ponto de esmagar os seios dela, lambia seu rosto suado, por vezes, os dois se linguavam na maior indecência.

Incansáveis, ela estava de costas e ele bombando em cima dela, e nessa posição, as enfiadas eram bem mais rápidas. Os impactos corporais eram mais ruidosos, muita gemedeira. Ele tirava o pau após várias metidas e oferecia o pau pra ela se acabar de mamar e lamber, e voltar a enfiar cada vez mais forte.

De quatro, Michele colocava uma mão no colchão e outra segurava a nadega direita, enquanto Zeca bombava sua buceta mais uma vez, intenso, determinado.

- Toma, delícia! Não canso de foder uma gostosa como você. Vai, geme na minha rola, puta!

- Ahhhh, mete, enfia, ai que pauzão grosso! É disso que eu gosto, é isso que eu quero, me faz enlouquecer nessa vara!

Mais uma mamada de cacete e ela se deitou de lado. Ajoelhado na cama, ele agora metia mais cadenciado, como se os quadris estivessem cobrando a velocidade de estocadas durante tanto tempo. Não demorou muito e Zeca anunciou o gozo, tirando o pau, betendo uma nervosa bronha, e esporrando esperma naquela bunda farta, que escorria até chegar no lençol.

- Ah, que sonho... porra, Michele, finalmente esse encontro. Liberei você quando mais nova, e agora você tá no quilo certo.

- Ai, gostoso... isso não vai ficar por aqui, não vou deixar um pauzudo desse solto por aí! Não é sempre que encontro uma pica delícia e um metedor nato como você!

Teriam mais algumas fodas de verão até assumirem de vez a relação e começarem um namoro sério.

Na mesmíssima noite, não muito longe dali, estavam Karina e Luan que saíram. Também foram a um barzinho. Após colocarem a conversa em dia, entraram no carro. O clima estava propenso.

- Gostaria de terminar a noite agora, Karina? Ou quer ir pra um lugar menos barulhento?

- Hum... que tal um lugar silencioso onde possa ser permitido um barulho a dois?

O destino colocou aqueles dois pra se encontrarem quando estivessem preparados pra isso. E não perderam tempo. Karina estava de quatro, com a bucetinha exposta pra Luan cair de boca e dar aquela mamada com gosto, com um atraso de pelo menos cinco anos. Dessa vez, ele tinha potencial pra deixar aquela moça arriada de tanto foder. E ele ia se desdobrar em dois pra conseguir.

- Ai Luan, que língua áspera... hum delicia, me chupa, seu gostoso!

E Luan não decepcionou. Arrancou gritos de prazer da fotógrafa, a ex de seu antigo coleguinha. Chupou até o cu.

- Ai, meu cuzinhooooooo... tarado, você é um macho de verdade, não tem nojinho! Ah, me tara, garanhão!

Mais a surpresa maior estava por vir. Apalpando seu parceiro, a fim de devolver o prazer oral, ela se deparou com um monstro de pica. Sua cara de espanto dizia tudo. Ficou sem palavras.

- PUTA QUE PARIU!!! NÃO... ME DIZ QUE VOCÊ NÃO TEM TUDO ISSO!!!! AHHHHHHHHHHHHHHHHHH, É HOJE QUE ME ESBALDO E TOMO SURRA DE PICAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!

Luan tinha um senhor cacete, muito mais de 20 centímetros, uma verdadeira jeba. Aproveitando a admiração de Karina, pegava aquela pica e esfregava na cara dela, batia no rosto até mesmo com certa violência, pois era bem pesada. Karina estava abobada e adorando tudo aquilo.

- Você ainda é maior do que o Ibrahim!!! Meu Deus, como pôde esconder tudo isso na escola!!???

- Na escola eu era o patinho feio, como disse, agora eu sou o galo do terreiro!

- AHAHAHAHA, VEM GALÃO! METE ESSE PINTAÇO!

- Primeiro você vai dar uma mamada caprichada. Quero sentir essa boquinha linda me chupando!

E Karina não perdeu tempo. Alucinada, batia punheta, cospia aquele pau todo. Depois tentou meter tudo na boca, embora nem desse pra chegar na metade. Tinha que molhar muito aquela caceta pra que pudesse deslizar com prazer.

-Caralho, que boquete louco... sabia que você gostava de pau grande, sua carinha sonsa não esconde sua vontade de trepar numa vara!

- Isso, gostoso, me instiga, porque vou ter que precisar ser bem puta pra aguentar um jumento como você!

E voltava a abocanhar e mamar feito louca aquela ferramenta. Passava a língua em toda picona, abocanhava os ovos, esfregava no rosto, batia na cara, tava possuída! Cuspia, cuspia, cuspia, e ao mesmo tempo batia punheta, lubrificando o quanto podia aquele linguição. Estava ajoelhada, e quanto mais mamava aquela tora, mais sentia sua buceta inundar. Se dedicava como nunca. A baba era abundante e escorria pelo pescoço e fazia longas tiras até encostar no chão.

- Ah, que chupada... agora fica de quatro, Karina, que vou meter gostoso em você.

- Vai pausudo, enfia nessa putinha que ela adora ser fudida de verdade!

Luan ainda deu fortes tapas naquela bundona rebolando em sua frente e foi ajeitando o cacete. Após algumas provocadas, ele enfim foi empurrando seu colosso afim de proporcionar a ela o prazer merecido.

- AHHHHHHHHH, TÁ ME RASGANDO... PORRA, QUE PICA GIGANTEEEEEEEEEEE

O pau foi alargando aquela bucetinha, deslizando vagarosamente até bater no útero. Daí, foi só lentos movimentos, que iam acelerando, até as socadas fazerem Karina urrar.

- AHHHHHHHHH, AHHHHHHHHH... DETONA!!! DETONA MINHA BUCETA!!!! VOU GOZAR, AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH...

Com o rosto no colchão, Karina tinha espasmos frequentes do forte orgasmo. Já com os pés no colchão, Luan socava com vigor, arrombando aquela fotógrafa cavala.

- Ah, porra! Finalmente tô metendo nessa gostosa! Goza, Karina, pede pra eu cravar a vara em você, vadia!!!

- Ai, Luan, que delícia, soca, mete, enfia, faz essa puta berrar nessa maravilha, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh...

Luan ora puxava os cabelos, ora a cintura, e martelava forte. Em um momento. Karina conseguiu olhar pra trás e vislumbrar aquele loiro suando em bicas metendo nela. O rosto dela era de agradecimento, de orgulho, de felicidade em estar ali sendo arregaçada como sonhava.

Após mais um orgasmo, Karina virou-se para abocanhar a jeba em mais uma sessão de boquete magistral, muita salivação, cusparada, e sugação. Montou em cima de seu garanhão e quicava muito, mexendo seu corpo pra frente e pra trás, alucinada, mexendo os cabelos, com a mão na cabeça para não perder o juízo de vez.

- Ai, Luan, que vara gostosa, eu quero mais, quero gozar, vou quebrar essa pica de tanto sentar, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

- Vai, delícia, tentar quebrar, vai. Monta mesmo, com vontade! Quica na minha pica, se acaba na minha piroca!!!

Mais um orgasmo, os dois gemem alto, Luan mama os peitões que se esbarravam ante as puladas daquela louca. Karina deita de lado, com beijos lascivos em seu comedor, e ele então começa a socar ajoelhado, enquanto Karina segura a polpa da bunda olhando entorpercida de prazer aquele loiro cabeludo meter tudo.

- Porra, Luan, mete vai... ai, que delícia, vou gozar de novo, como é possíveeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeelllll!!!

O show terminou com Karina mais uma vez de quatro, recebendo fortes golpeadas até Luan não aguentar e esguichar porra por todas as costas, bunda, e cabelos de Karina. Os dois deitaram ao lado do outro aos risos e respirações pesadas.

- Isso não acaba aqui, gostoso. Quero você, quero esse cacete até não poder mais

- Delícia... Óbvio que não vou perder você. Adoro você, Karina, não vou lhe abandonar tão cedo.

E os dois se beijam, encerrando aquele encontro explosivo após um reencontro onde os dois se surpreendem pela mudança física de ambos.

(continua...)

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Comentários

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A narrativa está boa, os personagens sendo construídos, mas ainda não entendi qual o caminho dessa história...

:/

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Não sei onde isso vai levar mas esta bem interessante a trama

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