IRMÃ DO MEU AMIGO, PUTINHA DA IGREJA PT 3

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 1540 palavras
Data: 19/03/2026 12:01:44

No outro dia no cursinho, no intervalo, ela tava lá de novo com o Luis Carlos. Os dois de mãos dadas, rindo como se fossem o casal perfeito da igreja. Eu fiquei olhando de longe, fingindo que tava mexendo no celular, mas por dentro tava fervendo. Quando o intervalo acabou e o namorado dela foi embora primeiro, eu esperei uns minutos e fui pro ponto de ônibus de novo. Cheguei lá com a moto, tirei o capacete e sentei do lado dela como se nada tivesse acontecido. Como se eu não tivesse visto ela de joelhos chupando o próprio pai no campinho escuro.

Ela olhou pro meu capacete vermelho na minha mão e deu um sorrisinho torto. “E aí, Murilo... gostou do show de ontem?”

Eu fiquei petrificado. Congelado. O coração parou um segundo. Ela sabia. Ela tinha visto o capacete. Eu abri a boca pra falar alguma coisa, mas nada saiu. Só um ar preso na garganta.

Ela riu baixo, voz manhosa. “Relaxa, não fica assim. Quer uma chupeta também?”

Eu queria. Meu Deus, como eu queria. Mas não conseguia falar. Meu pau deu sinal na hora, endureceu dentro da calça, marcando forte. Ela olhou pra baixo, viu o volume e sorriu mais largo. “Bom... seu pau respondeu por você.”

Ela pegou minha mão sem pedir licença, me puxou. “Vem cá. Tem uma árvore ali, escuro embaixo dela.”

Eu fui atrás dela, pernas moles, como se estivesse sonhando. A árvore era grande, copa baixa, escondia a gente da rua. Ela me encostou no tronco, abriu meu zíper rápido, tirou meu pau pra fora. Olhou bem, segurou com as duas mãos. “Nossa... maior do que eu imaginava. Sabia que você era bem dotado, mas isso aqui é outro nível.”

Ela riu sozinha, depois começou a me masturbar devagar. Mão subindo da base até a cabeça, apertando a glande, depois descendo de novo. Eu mordi o lábio pra não gemer alto. Tava me controlando pra não gozar em dois segundos. Ela apertava mais forte, olhava nos meus olhos. “Isso sim é um pau, hein Murilo. Quer me comer com ele?”

Eu balancei a cabeça que sim, sem falar nada. Tava louco. Mas aí vi luz de farol na rua. O Corcel azul do seu Adenor se aproximando devagar.

Ela disfarçou na hora, guardou meu pau pra dentro, fechou o zíper. “Vai embora. Depois a gente continua.”

Eu me escondi atrás da árvore, coração na boca, vendo ela entrar no carro como se nada tivesse acontecido. Fui embora tremendo, pau ainda duro, cueca molhada.

No outro dia o telefone fixo tocou. Era o Anderson. “Murilo, você que entende dessas coisas de PC. Meu PC não quer ligar de jeito nenhum. O que acha que é?”

Eu perguntei uns detalhes. Pelo que ele descreveu, era a fonte queimada. “Compra uma fonte nova que eu instalo pra você.”

Ele comprou na hora, mas disse: “Tenho que ir com meu pai numa cidade vizinha buscar umas coisas. Só chego de noite. Vai lá em casa instalar pra mim? Quando eu chegar a gente desenrola com umas minas da igreja que tão no papo.”

Eu disse ok, mas perguntei: “Quem vai tá lá?”

“Minha irmã e minha mãe. Pode ir tranquilo.”

Eu gelei quando ouvi “minha irmã”. Mas depois que ele falou “e minha mãe” eu fiquei um pouco mais aliviado. Pelo menos não ia ficar sozinho com a Karem.

Cheguei lá umas 13h da tarde. Bati na porta, dona Vanusa abriu. Baixinha, corpo ainda em forma, sorriso simpático. “Entra, Murilo. Vai no quarto do Anderson trocar essa fonte.”

Eu entrei, fui pro quarto dele. Abri o PC, troquei a fonte velha pela nova, liguei. Funcionou na hora. Tava orgulhoso, limpando as mãos na calça.

Aí a Karem apareceu na porta. Vestidinho curto, daqueles infantis que ela gostava. Sentou na cama do irmão, abriu as pernas devagar. “Olha aqui que legal”, disse rindo, e ergueu o vestido.

Sem calcinha. Bucetinha linda, lisinha quase toda, só uma setinha de pelinhos desenhada em cima, bem cuidada. Depiladinha em volta, rosadinha, brilhando de umidade. Ela riu alto, balançando as pernas.

De repente dona Vanusa apareceu na porta, cara fechada. “Que safadeza é essa, menina? Deixa o menino trabalhar!”

Karem riu mais ainda, baixou o vestido e saiu dançando pelo corredor. Eu fiquei ali, pau duro de novo, sem saber onde olhar.

Uns minutos depois ela voltou. Sozinha. Fechou a porta devagar, trancou. Veio pra cima de mim, me abraçou forte, me beijou na boca. Língua quente, faminta. Eu respondi na hora, sem pensar. As mãos dela desceram, abriram meu zíper, baixaram calça e cueca juntas.

“Nossa... que pauzão. Deixa eu cuidar bem dele.”

Ela ajoelhou. Pegou meu pau com as duas mãos, olhou bem de perto, depois engoliu tudo de uma vez. Com violência. Chupava forte, como se tivesse raiva, como se quisesse me machucar de prazer. Enfiava até a garganta, saía babando, batia na língua, voltava a engolir. Era sádica mesmo. Apertava as bolas com uma mão, puxava o saco pra baixo enquanto chupava a cabeça com força. Eu gemia baixo, segurando na cabeceira da cama pra não cair. Era minha primeira chupeta da vida e tava sendo insana. Ela era boa pra caralho.

Depois de uns minutos ela levantou. Eu pensei que ia me dar a buceta. Passei a mão nela, tava molhada pra cacete. Quando fui enfiar o dedo, ela segurou minha mão. “Não. Não enfia. Sou virgem. Não dou não.”

Eu pisquei, confuso. “Mas como assim?”

Ela riu. “Com esse papo de virgindade da igreja... eu não dou a buceta. Mas dou o cu. Vem cá.”

Ela virou de costas, debruçou na cama, empinou a bunda. “Já passei lubrificante antes de você vir. Pode meter.”

Eu nem pensei mais. Encostei a cabeça no cuzinho apertado dela. Ela gemeu alto quando eu empurrei a cabeça pra dentro. Bem alto mesmo. Eu gelei. “Vai devagar, porra... sua mãe vai ouvir!”

Ela riu entre gemidos. “Relaxa. Mamãe sabe. Continua.”

Eu continuei. Empurrei devagar, sentindo o cuzinho apertar meu pau. Ela gemia: “Nossa... que grosso... que grande... que delícia...”

Eu metia devagar, com medo de machucar. Era minha primeira vez e logo anal. Não sabia o que fazer direito. Em cinco minutos eu não aguentei. Gozei forte dentro dela, tremendo todo.

“Goçou?”, ela perguntou, voz rouca.

“Sim...”

“Relaxa. Deixa ele mais um pouquinho dentro.”

Ela começou a rebolar devagar, meu pau ainda duro dentro do cu dela. Eu tava sensível pra caralho, mas ela não parava.

Aí a porta abriu. Dona Vanusa entrou. Eu me assustei, tentei sair, mas Karem segurou minha bunda. “Não se mexe, Murilo. Fica aí dentro.”

Dona Vanusa parou na porta, olhos arregalados. “Menina, que que é isso? Você tem namorado!”

Karem riu. “Um corno que não tem metade dessa pica aqui.”

Ela tirou meu pau devagar do cu dela, virou pra mãe. “Vem cá, mãe. Limpa o pau dele.”

Dona Vanusa balançou a cabeça. “Filha, não posso. É pecado.”

Karem olhou feio pra ela. “Anda, mãe. Se não... já sabe, né?”

Não precisou falar mais nada. Dona Vanusa, coroa enxuta, corpo ainda bonito, ajoelhou na minha frente. Pegou meu pau todo gozado e começou a mamar. Delicada, diferente da filha. Lambia devagar, limpava com a língua, chupava a cabeça com cuidado. Eu percebi na hora: Karem tinha ela nas mãos. Algum segredo, alguma chantagem. A mãe era submissa, fazia tudo que a filha mandava.

Depois que limpou bem, Karem mandou: “Mãe, tira a roupa.”

Dona Vanusa obedeceu. Ficou nua na minha frente. Buceta peluda, mas bonita, sem barriga, peitos caídos mas firmes. Mais baixa que a filha.

Karem olhou pra mim. “Murilo, você é virgem. Come a buceta dela.”

Eu recusei. “Como assim, Karem?”

Ela me olhou sério. “Come. Só isso.”

Eu fui. Peguei dona Vanusa com cuidado. Tentei beijar a boca dela, mas Karem não deixou. “Sem beijo. Só rola.”

Dona Vanusa me olhou, voz baixa: “Mete, filho. Vai devagar.”

Ela se colocou de quatro na cama. Eu fui atrás. Era minha primeira buceta da vida. Uma coroa gostosa, mãe do meu melhor amigo. Enfiei devagar. Era grande, quente, molhada. Ela gemeu: “Vai devagar, filho... você é abençoado nesse quesito...”

Eu meti inteiro. Ela apertava por dentro, rebolava devagar. Eu segurava na cintura dela, metendo mais fundo a cada estocada. O quarto tava quente, cheiro de sexo no ar. Karem assistia sentada na cadeira, mão na buceta, se masturbando devagar. Dona Vanusa gemia baixo: “Isso... assim... mais forte agora... mete tudo, filho...”

Eu acelerei. O pau entrava e saía, batendo fundo. Ela empinava mais, pedindo: “Vai... vai... me fode gostoso...”

Eu tava louco. Meti forte, sentindo ela tremer. Gozei dentro dela, jorrando tudo, gemendo rouco. Ela apertou por dentro, gozando junto, corpo tremendo.

Depois ela virou, limpou meu pau com a boca de novo, lambendo devagar, limpando cada gota.

Karem sorriu. “Gostou, Murilo? Quem sabe pode ter mais. Na sexta te mando MSN, tá?”

Eu saí dali zonzo, pernas bambas, cabeça girando. Tinha acabado de foder a mãe do meu melhor amigo, depois da filha dela me dar o cu, e tudo sob o comando daquela menina que parecia um anjo na igreja.

E o pior: eu queria mais. Muito mais.

Aquilo tava virando um pesadelo gostoso. E eu tava preso no meio.

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