Parte 15: Natal, Confissões e Lágrimas Escondidas

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 777 palavras
Data: 19/03/2026 15:15:45

O Natal chega, e com ele, Gislaine é convidada por umas amigas de infância para uma viagem por MG – só as meninas, 5 ao todo. Ela aceita ir, animada. Sara já logo determina: "Rufus vai passar o Natal comigo… nada de ficarmos sozinhos." Gislaine zoa a mãe: "Vai se aproveitar dele, né? Safada!" Sara retruca: "E você vai dar igual chuchu na serra durante a viagem, filhota… não negue, sei que vai." Gislaine ri: "Sim, ainda que seja pras amigas… a Cassia, minha amiga trans, vai tá lá. Agora ela tá comendo as amigas também! O pau dela é gostoso de chupar… provavelmente deve ser bom pra rebolar."

Por um momento, falando sério, Sara diz: "Deveria pensar mais nos sentimentos do Rufus, filha… antes que apareça uma mulher que o faça. Aí sim você pode perdê-lo." Gislaine dá de ombros, mas a verdade é que vinha pensando nisso fazia um tempo. "Eu amo o Rufus… não quero perdê-lo, mas também curto minha liberdade de dar pra quem quiser, quando quiser." Reflexiva, fica chorosa: "Talvez eu não seja a mulher ideal pra ele…" Sara a conforta: "Ele te ama, mas se existir um momento pra mudar, é agora." Gislaine concorda, sem falar muito, mas diz que viajaria mesmo assim. Sara suspira: "Você que sabe… mas não reclame do que pode ocorrer."

Rufus chega pouco depois dessa conversa, animado pra mais um dia de trabalho. Percebe o clima estranho, mas como era entre mãe e filha, deixa quieto. Mais tarde, Gislaine explica tudo: "Vou viajar amanhã, uma sexta-feira… volto domingo. São só as meninas." Rufus parece visivelmente incomodado, sabendo que muito sexo rolaria, mas diz: "Tudo bem, amor." Gislaine fica triste com aquilo, mas se mantém firme na decisão.

No dia seguinte, ela parte no final da tarde, e Rufus cumpre o prometido: fica por lá, mesmo depois de Gislaine sair, para passar o Natal na casa de Sara, que seria no sabado. Lá, conversam sobre Gislaine, que preferia se manter na putaria, transando constantemente com outras pessoas, apesar de ter diminuído a frequência. Rufus, inesperadamente, se vira pra Sara: "Acho que algo mudou nessas últimas semanas." Ela não entende: "Explica, Rufus…" Ele respira fundo: "Tô amando você, Sara." Ela congela, depois chora. Rufus fica confuso, achando que ela o amava também – e de fato ama. "Não quero deixar a Gislaine triste… não quero roubar o namorado da minha filha", soluça ela. Mas ele a abraça, beijando-a: "No final, ela deixou margem pra isso. Se não fosse você, seria outra." Rufus a surpreende: "Você foi a razão pra eu não quebrar quando aceitei ser o namoradinho corno da Gislaine. Aquilo tava me destruindo mentalmente e emocionalmente… você foi minha âncora de confiança." Sara chora mais: "Não queria ouvir isso… me faz ver como falhei na criação dela." Ele a confronta: "Você tentou criá-la bem. Gislaine é maravilhosa, mas não quer compromisso – sua vontade de sexo prevalece sobre os sentimentos. Não me arrependo de te amar."

Ouvindo aquilo, Sara volta a beijá-lo, e logo estão nus, num 69 intenso – Rufus lambendo a boceta carnuda e peludinha dela, língua circulando o clitóris enquanto ela engole o pau dele fundo, sugando voraz: "Mmm, delícia… goza na minha boca!" - diz Rufus. E ela goza tremendo, sucos molhando o rosto dele. Sara cavalga nele em seguida, rebolando ritmada: "Ahh, Rufus… tô apaixonada por você! Quero ser sua mulher… já que minha filha não dá o valor que você merece." Ele segura os quadris largos: "Você é incrível!" Rufus a levanta, pressiona contra o guarda-roupa e a fode forte, estocadas profundas na boceta úmida, tapas na bunda ecoando: "Ahh, mais… faz isso sempre, todos os dias, pelo resto da minha vida!", grita ela. "Te amo… você é o homem que nenhum amante foi!" Rufus responde: "Você é a mulher que sempre procurei na Gislaine… No final, a mulher que eu procurava era você! Te amo!"

Então, deitada no chão, pernas abertas, ele a fode forte – estocadas brutas, sentindo as paredes pulsarem, gemidos altos se misturando: "Ahh, issoooo… te amo tanto!" Ela se enrola nas palavras, gozando em ondas: "Puta que… ahh, delícia… goza... aahhhh... comig...huuuum!" Rufus explode num gozo mútuo, jatos quentes enchendo-a, seguido de beijos profundos e carinhos, amor e desejo, corpos colados no chão.

Da janela, do lado de fora, Gislaine chorava, se abraçando, angustiada. Sua amiga cancelara a viagem por conta do falecimento de um tio antes mesmo dela chegar na casa dela, então voltara minutos depois. Mas, quando passou pela janela do quarto, ouvira toda a conversa deles dois, desde o começo praticamente. Ela estava arrasada e sabia que tinha a maior parte da culpa por conta de tudo aquilo…

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