Comendo o Cu da Minha Prima na Nossa "Last Dance" - Crônicas Familiares - Capítulo 6

Um conto erótico de Noite
Categoria: Heterossexual
Contém 3946 palavras
Data: 19/03/2026 18:07:32

Meses se passaram desde aquela festa de aniversário na chácara do tio Maurício. Minha vida em São Paulo seguiu o ritmo de sempre, escritório, academia cedo, apartamento. Durante esse tempo, Laura e eu trocamos muitas mensagens, toda semana ela mandava algo, uma foto inocente que virava safada em segundos, uma mensagem de boa noite que acabava em áudio rouco falando o que queria fazer se eu estivesse perto. Eu respondia, flertava de volta, mas no fundo ficava preocupado. Ela era nova, impulsiva, e eu via nos textos dela um tom que ia além de tesão, tinha saudade, perguntas sobre quando eu ia a Campinas de novo, indiretas de que sentia falta “de verdade”. Denise, por outro lado, mandava pouco, só um oi aqui e ali, mas sempre com aquele tom debochado que dizia que ela sabia de tudo e não ia esquecer.

Eu tentava manter distância, mas cada foto da Laura fazia o pau endurecer na hora, e a culpa vinha junto, se ela se apaixonasse de verdade, ia ser um inferno que ninguém ia conseguir esconder.

Estava em casa, sentado no sofá, assistindo um seriado qualquer que certamente eu desistiria antes do terceiro episódio e meu celular toca com uma mensagem dela.

“Oi, primo...”

“Oi, Laura.”

“Eu tô aqui pensando em você de novo. Faz meses e ainda sinto saudade daquele fim de semana inteiro. Do seu cheiro, da sua boca, do jeito que você me olhava... caralho, Henrique.”

Eu respirei fundo. “Oi, Laura. Eu também penso às vezes. Mas a gente combinou que era só aquilo, né?”

“Combinou, mas meu corpo não combinou. Tô molhada só de lembrar. Sinto vontade de você dentro de mim de novo... saudade de você me enchendo toda.”

“Laura... para. Você sabe que não dá. Se a gente continuar, vai dar ruim. Sua mãe já desconfiou, minha família inteira tá perto. Eu não quero te machucar.”

“Eu sei que é perigoso, mas é mais forte que eu. Não consigo parar de pensar nisso. Me diz que você não sente falta também?”

“Sinto, sim. Muito. Mas é exatamente por isso que a gente precisa parar. Você é nova, tem a vida toda pela frente. Se virar amor de verdade, não vai ter como assumir. Vai ser pior.”

“Então me dá um último fim de semana. Um last dance, primo. Meus pais vão viajar na próxima sexta e a casa estará vazia. Vem pra Campinas. Só nós dois, sem ninguém pra atrapalhar. Depois disso eu prometo que paro. Mas eu preciso sentir você mais uma vez... Por favor.”

Fiquei em silêncio, o pau já endurecendo só de ouvir ela falar assim, mas a culpa apertava o meu peito. Eu sabia que estava pisando em terreno perigoso de novo, mas a imagem dela de quatro, gemendo baixo, não saía da cabeça.

“Tá bom... eu vou. Mas é a última vez, Laura. Depois disso a gente para de vez.”

Chegou sexta, terminei o expediente no escritório, joguei a mala no banco de trás e peguei a estrada pra Campinas.

O trânsito estava pesado, iria levar alguns minutos. Comer a Laura obviamente valia o esforço e o risco. Cheguei por volta das nove da noite, a casa enorme do tio Maurício brilhando no fim da rua arborizada. Ele era muito bem-sucedido, advogado de sucesso, casa grande com portão automático, piscina, jardim bem cuidado, garagem pra seis carros. Mandei mensagem: “Cheguei.”

Ela respondeu na hora: “Entra na garagem, já abri.”

O portão subiu devagar, entrei com o carro, estacionei ao lado do SUV do tio.

Desci, e lá estava ela na porta interna da garagem, iluminada pela luz fria do teto. Linda pra caralho. Vestida de academia, shortinho cinza justo marcando as coxas finas e a bunda arrebitada, top preto cropped colado nos peitos pequenos e empinados, mamilos marcando de leve o tecido, cabelo preso num rabo de cavalo alto com alguns fios escapando. Suor sutil na testa e no pescoço, como se tivesse acabado de malhar, mas era óbvio que se produziu pra parecer que estava voltando da academia. O shortinho subia alto nas pernas, deixando a curva da virilha à mostra, e o top terminava logo abaixo dos seios, barriga lisa exposta brilhando de leve.

Era linda.

Ela sorriu de canto, olhos castanhos brilhando, voz baixa e rouca: “Chegou, primo...”

Cheguei perto dela na garagem, o ar ainda quente do motor do carro misturado com o cheiro de borracha e gasolina. Olhei pra ela de cima a baixo e disse baixo:

“Cheguei. Você está linda.”

Ela sorriu, corando um pouco, ajustando o rabo de cavalo como se quisesse disfarçar o esforço pra parecer casual.

“Obrigada... estava na academia agora há pouco.”

Dei mais um passo, e ela não esperou. Se adiantou rápido, corpo colando no meu e a boca na minha num beijo urgente e ofegante, língua invadindo, mãos subindo pela minha nuca e puxando forte. O gosto dela, suor salgado, hortelã do chiclete e tesão explodiu na boca. Ela gemeu baixo contra meus lábios:

“Nossa... que saudade...”

Soltou por um segundo, olhos castanhos brilhando perto dos meus, respiração acelerada batendo no meu rosto.

“Vamos entrar!”

Puxou minha mão, dedos entrelaçados, e me levou pela porta interna, atravessando a lavanderia até a cozinha ampla e vazia da casa. A porta bateu atrás de nós, e ela me empurrou contra a bancada de granito, corpo inteiro colado, quadril rebolando devagar contra o volume já duro na minha calça.

Chegamos na sala, enorme pra caralho, sofá de couro claro que devia custar uma fortuna, tapete felpudo, tv gigante na parede, luz baixa das arandelas dando um clima quente e silencioso. Laura me puxou pela mão, corpo colado no meu, e me empurrou contra o encosto do sofá. Boca na minha de novo, beijo urgente, língua dançando, mãos dela subindo pela minha camisa e as unhas arranhando leve as costas.

Tirei os tênis dela pelos calcanhares, um de cada vez, devagar, sentindo o pé quente e suado escorregar pra fora, unhas pintadas de vermelho escuro brilhando na luz fraca. Ela riu baixo contra minha boca, ofegante: “Tá com pressa, primo?”

“Não... nem um pouco.”

A mão direita desceu pelo corpo dela, deslizando pela barriga lisa exposta, dedos traçando a borda do short de academia cinza. Apertei de leve por cima do tecido, sentindo o calor irradiando dali, a buceta estava inchada e molhada marcando o pano. Comecei a masturbar devagar, polegar circulando onde o clitóris devia estar, pressionando ritmado, o shortinho ficando escuro no centro, o tecido estava absorvendo o tesão dela. Ela gemeu rouco, quadril se mexendo contra minha mão, coxas finas tremendo de leve.

“Assim...”

O tecido ficou encharcado rápido, molhado e quente, contorno dos lábios grossos aparecendo claro no cinza claro do short. Aumentei a pressão, dedos deslizando pra frente e pra trás por cima, sentindo ela pulsar, clitóris endurecendo sob o pano. Ela apertou meus ombros, unhas cravando, respiração acelerando:

“A roupa está atrapalhando...”

Abaixei o shortinho junto com a calcinha de uma vez, deixando a buceta lisinha e vermelha exposta, brilhando de tesão, um fio grosso escorrendo pela coxa interna. Ajoelhei devagar no tapete, puxei ela pra beira do sofá, pernas abertas sobre meus ombros. Cheiro dela invadiu tudo, suor de academia com gosto meio salgado meio doce.

Comecei lambendo devagar a entrada, minha língua plana passando pelos lábios inchados, sentindo o gosto forte e quente dela na ponta da língua. Subi devagar, traçando a linha entre os lábios, sentindo o calor e a umidade escorrendo. Cheguei no clitóris, toquei de leve com a ponta da língua, circulando devagar, depois pressionei mais firme, lambendo em movimentos curtos e rápidos, sentindo o pontinho endurecer e pulsar contra a língua.

Ela gemeu baixo, mão na minha nuca, puxando o cabelo de leve, quadril se erguendo contra minha boca:

“Porra... assim... continua...”

Enfiei um dedo devagar na buceta molhada, sentindo as paredes quentes se fecharem ao redor, depois um segundo, curvando pra cima pra acertar o ponto certo. Acelerei o ritmo dos dedos, entrando e saindo ritmado, enquanto a língua ficava no clitóris, lambendo firme, alternando entre círculos e chupadinhas leves. Ela tremia, coxas apertando minha cabeça, respiração acelerando, gemidos virando gritinhos abafados:

“Vai... assim... tô sentindo... caralho...”

Aumentei a velocidade dos dedos e mantive a língua pressionando forte no clitóris, sugando de leve a cada passada. Ela curvou as costas e senti suas unhas cravando no meu ombro. Seu quadril se erguendo contra minha boca:

“Tô quase... porra... não para...”

O gozo veio forte e senti a buceta apertando meus dedos em espasmos ritmados, um jorro quente escorrendo pela minha mão e pingando no tapete. Ela caiu pra trás no sofá, ofegante, pernas abertas, olhos semicerrados, sorriso safado no rosto corado:

“Você... me mata assim...”

Ela levou alguns minutos pra se recompor, deitada de costas no sofá, pernas ainda abertas, respiração pesada, peito subindo e descendo devagar. Os olhos semicerrados, sorriso preguiçoso no rosto corado, suor brilhando na barriga lisa. Passou a mão no cabelo, soltando o rabo de cavalo, fios caindo bagunçados nos ombros.

“Vamos jantar?” disse ela com um tom calmo, quase sério. “Tô morrendo de fome... e precisamos conversar.”

Pedimos comida japonesa pelo iFood — sushi, sashimi, tempurá, rolinhos primavera. Enquanto esperávamos, ela se levantou, vestiu uma camiseta larga que pegou no braço do sofá, mas não colocou calcinha nem short. Ficou só de camiseta com a bunda aparecendo a cada passo, coxas ainda brilhando de suor. Sentamos na mesa da cozinha sob a luz amarelada do teto. Abrimos as embalagens e pusemos a mesa.

Ela puxou a conversa, séria, uma Laura que eu não conhecia. Olhos castanhos fixos nos meus, voz baixa e firme, sem o tom safado de antes.

“Primo... eu sei que não podemos continuar. Você é incrível, me come como eu nunca imaginei que seria possível. Me faz sentir coisas que eu nem sabia que existiam. Mas não tem como. Eu realmente entendo. Falei com a tia Denise também. Ela me explicou tudo... o risco, a família, o que acontece se virar amor de verdade. Ela disse que a gente precisa parar antes que vire uma bagunça maior.”

Eu parei de mastigar e parei o hashi no ar. “Eu adoro você, Laura. De verdade. Mas é exatamente por isso que a gente precisa frear. Se continuar, vai virar romance, e aí não tem volta. Não dá pra assumir, não dá pra contar pra ninguém. Vai machucar os dois.”

Ela assentiu devagar, olhos brilhando um pouco, mas sem chorar. “Eu sei. E eu quero fazer desse fim de semana a última dança. Satisfazer todos os desejos que eu tenho. Tudo o que eu imaginei nesses meses. Sem culpa e depois... cada um segue seu caminho.”

Fiquei impressionado com a seriedade dela. Não era a menina impulsiva que eu conhecia. Era uma mulher que tinha pensado, pesado, decidido. Ela pegou o hashi de novo, mas o olhar não saía do meu.

“Então tá bom”, respondi com a voz baixa. “Vamos fazer desse fim de semana a última vez. Mas antes... me conta uma coisa. Gostei do que falou no final. O que você tem de desejo de verdade? O que tem pensado nessas últimas semanas quando se toca?”

Laura parou de comer, baixou o hashi devagar e me olhou direto nos olhos. Respirou fundo, como se estivesse tomando coragem.

“Eu me masturbo quase todo dia lendo contos e livros eróticos. Fico molhada pra caralho com as histórias. Eu morro de vontade de fazer algumas coisas que só li.”

“Que coisas?”

Vejo que ela ficou corada com a pergunta, nem parecia que eu havia acabado de chupá-la.

“Ah, coisas... igual outro dia na casinha, você chegou perto de um desses fetiches...”

Me lembrei na hora que enquanto eu a comia apoiada no balcão eu comecei a brincar com o cuzinho dela, rosinha, ela pediu para parar, mas depois pediu para eu continuar.

“Comecei a te entender, estou gostando do rumo dessa conversa, Prima...”

“Pare de me chamar de prima! Parece que tem tara em comer parente!” Disse ela, em tom de piada.

“Você acha? Olha quem fala, a menina que deu para o primo!”.

A janta correu leve, mas eu não tinha ido até lá para jantar, eu tinha que comer muito bem a Laura, afinal, aquela seria a “last dance” desse affair que me tirava o sono.

“Terminou?”

“Terminei!”

“Então vamos lá pra cima...”. Os dois queriam muito, era evidente.

Subimos as escadas devagar, o silêncio da casa enorme só quebrado pelo rangido da madeira sob os pés. Ela me levou pro quarto dos pais dela, quarto gigante, cama king size com lençóis brancos impecáveis, cabeceira alta de madeira escura, espelho grande no armário, luz suave do abajur lateral. O ar cheirava a lavanda do difusor e a perfume dela.

Ela parou na porta do banheiro privativo, virou pra mim com um sorriso tímido, mas safado.

“Quero tomar um banho antes... quero ficar pronta pra você. Me dá uns minutos?”

Eu não tinha como discordar. Assenti, sentindo o pau pulsar só de imaginar o que ela ia preparar.

“Vai. Eu espero aqui.”

Ela entrou, fechou a porta. Ouvi a água começar a cair, vapor escapando pela fresta. Peguei o celular, sentei na beira da cama e abri o iFood. Procurei “sex shop” em Campinas, coisa da modernidade, tem delivery rápido. Achei uma loja boa, comprei lubrificante à base de água, um plug anal pequeno e delicado (preto, com base larga e brilhante), e um vibrador bullet discreto, rosa, com controle remoto. Foi caro pra caralho, mas a entrega veio em 15 minutos de estimativa.

Chegou até antes, devia ser perto. Desci correndo e recebi a sacola de papel pardo simples, abri, joguei as embalagens no lixo, guardei tudo na gaveta da mesinha de cabeceira. Fiquei esperando, sentado na cama, ansioso.

A porta do banheiro abriu devagar. Ela saiu deslumbrante.

Magrinha, pele clara brilhando de creme hidratante, lingerie preta que parecia escolhida pra matar. O sutiã transparente, tecido fino como tule, deixando os peitos pequenos e empinados completamente visíveis, mamilos rosados duros e apontando, contornados pela renda fina. A calcinha também transparente, fio dental atrás sumindo entre as nádegas arrebitadas, na frente um triângulo de renda preta que mal cobria a buceta lisinha, deixando ver os lábios inchados e rosados por baixo. Meias de nylon 3/4 pretas, subindo até meio da coxa, com elástico rendado no topo, marcando a pele clara e deixando a curva da coxa fina exposta. Cabelo solto agora, ondulado e úmido nas pontas, caindo pelos ombros e nas costas. Batom vermelho discreto, cílios longos, sombra escura que fazia os olhos castanhos parecerem ainda maiores.

Ela parou na porta, mãos na cintura, girou devagar pra eu ver tudo.

“Gostou?”

Eu me levantei, voz rouca: “Caralho, Laura... você tá perfeita.”

Ela sorriu, caminhou devagar até mim, quadril balançando, meias sussurrando no tapete. Parou na minha frente, mão no meu peito.

“É pra você. Hoje eu sou só tua.”

Ela se aproximou devagar, mãos subindo pela minha camisa e os dedos frios roçando a pele quente. Desabotoou devagar, puxando a camisa pra fora da calça, depois tirou pela cabeça, jogando no chão. Olhos castanhos fixos no meu peito, descendo até a barriga, depois na protuberância dura na calça.

“Você tá tão duro, Henrique... olha só isso.”

Desceu as mãos pro cinto, abriu devagar, zíper descendo, calça escorregando pelas coxas. A cueca veio junto, pau pulando livre, duro e latejando, veias marcadas, cabeça inchada brilhando. Ela ajoelhou no tapete, sem pressa, olhando de baixo pra cima, sorriso safado nos lábios.

“Que pau gostoso... olha como tá pulsando.”

Segurou a base com a mão esquerda, polegar e indicador formando um anel firme, depois lambeu devagar da base até a cabeça, língua plana passando pela veia principal, sentindo o gosto salgado. Circulou a glande com a ponta da língua, lambendo o pré-gozo, depois abriu a boca e engoliu a cabeça inteira, lábios esticando ao redor, quente e úmida. Subiu e desceu devagar, língua pressionando por baixo, saliva escorrendo pelos cantos.

“Caralho... teu pau é grosso demais... adoro sentir ele abrindo minha boca...”

Aumentou o ritmo, mão punhetando a base no mesmo compasso da boca, garganta relaxando pra engolir mais fundo. Gemidos vibrando no pau, olhos fixos nos meus, lágrimas de esforço no canto dos olhos, mas sem parar. Saliva pingando no queixo, escorrendo pelo pescoço, molhando os peitos pequenos.

“Gosta assim, primo? De ver tua prima engolindo tudo...”

Subia até a cabeça, chupava forte a glande, língua na fenda, depois descia de novo, engolindo até onde conseguia, nariz encostando na barriga. Mão livre apertando as bolas, massageando devagar.

“Quero sentir esse pau gozando na minha garganta... goza na minha boca, vai...”

Eu segurei o cabelo dela, guiando o ritmo, mas segurei o gozo. O pau latejava forte, veias inchadas, cabeça sensível, mas eu não queria acabar ainda.

Ela subiu, boca brilhando de saliva, olhando pra cima com cara de reclamação:

“Por que você não goza? Tô chupando direitinho...”

Eu sorri, voz sôfrega:

“Porque temos bastante coisa pela frente, Laura. Essa noite é longa. Quero te comer de todas as formas antes de gozar.”

Ela riu baixo, lambendo os lábios, ainda ajoelhada e a sua mão me punhetando devagar:

“Tá bom... então me usa como quiser. Mas não me deixa esperando muito...”

Levantei ela devagar, beijei a boca molhada dela, gosto de mim misturado com o dela. Levei pro quarto, joguei ela na cama king size, lençóis brancos amassando sob o corpo dela. Tirei o resto da minha roupa, fiquei nu, pau duro apontando pra ela.

“Deita de costas. Abre as pernas.”

Ela obedeceu, deitou, abriu as pernas devagar, a buceta lisinha inchada de tesão, lábios inchados, clitóris vermelho aparecendo. Ajoelhei entre as coxas, beijei a parte interna, subindo devagar, língua traçando a linha até a entrada. Lambi devagar os lábios, sentindo o gosto salgado e doce, depois subi pro clitóris, circulando devagar, pressionando firme, sugando de leve.

Ela gemeu alto, mão na minha nuca, quadril se erguendo:

“Porra... assim... chupa... me faz gozar de novo...”

Enfiei dois dedos devagar, sentindo as paredes quentes e molhadas se fecharem, curvando pra cima pra acertar o ponto certo. Acelerei o ritmo, dedos batendo fundo, língua firme no clitóris, lambendo rápido, alternando sucção e círculos. Ela tremia, coxas apertando minha cabeça, gemidos virando gritinhos:

“Vai... assim... tô sentindo... caralho... tô gozando...”

A buceta apertou forte meus dedos, jorro quente escorrendo pela minha mão, corpo convulsionando, quadril se erguendo contra minha boca. Gozou forte, gemendo meu nome, pernas tremendo, depois caiu na cama, ofegante, olhos semicerrados.

“Você... me mata assim... agora vem cá... quero te sentir dentro de mim...”

Enquanto ela se recuperava eu abri a gaveta da mesinha, peguei o lubrificante e o plug anal pequeno. Mostrei pra ela, ela arregalou os olhos, mas sorriu safada.

“O que é isso?”

“Vamos fazer anal depois... você pediu. Mas primeiro isso aqui. É pra te acostumar. Já deve ter visto nos contos que lê, né? Plug anal. Pequeno, pra abrir devagar, pra você sentir cheio sem doer.”

Ela riu baixo, voz rouca:

“Você entendeu... eu pedi mesmo. Já vi um... mas nunca usei.”

“Então deita de bruços. Empina essa bundinha pra mim.”

Ela virou, ficou de quatro na cama, joelhos abertos e bunda empinada. Passei lubrificante no plug, depois no cuzinho apertado dela, circulando devagar o anel com o dedo, sentindo ela relaxar aos poucos.

“Respira fundo. Relaxa o cu. Vai entrar devagar, sem forçar.”

Ela respirou fundo, empinando mais, quadril tremendo de leve.

“Assim... devagar...”

Alinhei o plug na entrada, empurrei devagar, a ponta abrindo o anel rosado, esticando a pele clara. Ela gemeu baixo, voz rouca:

“Caralho... tá abrindo...”

Centímetro por centímetro, o plug deslizou, base larga abrindo mais, até entrar até o fim, só a base brilhante visível entre as nádegas. O cuzinho esticado ao redor, pulsando de leve.

“Tá dentro... sente?”

“Sinto... cheio... gostoso...”

“Isso, prima! Agora vou comer tua buceta enquanto você usa isso. Quero sentir você apertando os dois buracos ao mesmo tempo. Tá pronta?”

Ela empinou mais, voz tremendo de tesão:

“Tô pronta... vem... me fode com o plug no cu...”

Apontei o pau para a buceta e enfiei devagar, sentindo o plug apertar por dentro, paredes ainda mais apertadas, um calor insano envolvendo o pau. Comecei ritmado, saindo quase todo e voltando fundo, batendo forte, cada estocada fazendo o plug se mexer dentro dela.

Ela gritou baixo, passando a mão no clitóris, se masturbando frenética:

“Porra... assim... me arromba... sinto os dois... caralho, Henrique...”

Acelerei, pau batendo fundo, plug pressionando por dentro, buceta pulsando forte. Ela gozou de novo. Seu corpo tremendo frenético enquanto eu via o cu apertando o plug e sentia sua buceta apertando o meu pau em espasmos violentos.

Tirei devagar. Ainda não havia gozado, estava com o pau latejando. Virei ela de barriga pra cima, beijei a boca, depois desci, chupei a buceta melada esperando ela se recompor.

Assim que se recompôs, ainda de bruços na cama king size, ela empinou a bunda devagar. Passei mais lubrificante na base do plug, depois no pau duro, espalhando devagar com a mão, sentindo o calor da pele dela contra os dedos. O lubrificante escorria frio entre as nádegas, misturando com o mel que pingava da buceta.

“Respira fundo, Laura. Relaxa o cu. Vou tirar o plug devagar.”

Segurei a base, puxei devagar, sentindo o anel apertar e depois ceder, o plug saindo com um som molhado, deixando o cuzinho aberto e rosado, pulsando de leve. Ela gemeu baixo, quadril tremendo.

“Tá vazio agora... quero sentir você aí.”

Peguei o vibrador bullet, liguei no mínimo, encostei de leve no clitóris dela por trás, circulando devagar. Ela arqueou as costas, gemendo rouco:

“Porra... isso...”

Aumentei um pouco a vibração, mantendo no clitóris, enquanto passava mais lubrificante no pau e no cuzinho dela. Alinhei a cabeça grossa na entrada apertada, empurrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo o anel se abrir ao redor da glande, esticando a pele rosada, o calor insano envolvendo cada veia do pau. Ela respirou fundo, empinando mais, voz tremendo:

“Vai... devagar... caralho, tá me abrindo... tá doendo um pouqinho...”

“Quer que eu pare?”

“Não, enfia, vai!”

Entrei até o meio, parei um segundo pra ela se acostumar, depois continuei sentindo as paredes quentes do cu se fecharem apertadas ao redor do pau inteiro, pulsando forte. O plug tinha aberto o caminho, mas ainda era apertado pra caralho, o calor irradiando pelo corpo todo, subindo pela barriga, peito, nuca.

“Tá todo dentro... sente?”

“Sinto... cheio... porra, Henrique... mexe devagar...”

Comecei devagar, saindo quase todo e voltando fundo, sentindo o anel apertar na base a cada estocada. Acelerei aos poucos, batendo fundo, mão na cintura fina puxando-a para trás. O vibrador no clitóris, circulando firme.

Ela gemia alto, mão livre se masturbando a buceta, dedos dentro dela, sentindo o pau no cu pelo outro lado.

“Assim... fode o cu da tua prima... me enche... porra... o vibrador tá me deixando louca...”

Aumentei o ritmo do pau, batendo fundo, o cu apertando forte em cada ida e volta, paredes pulsando, lubrificante escorrendo pelas coxas. O vibrador no máximo, pressionando o clitóris inchado. Ela curvou as costas, as unhas cravando no lençol e o quadril rebolando pra trás:

“Tô quase... vou gozar... caralho... não para...”

Gozei junto com ela. O cu apertou forte em espasmos violentos, sugando o pau inteiro, eu pulsando dentro, jatos quentes enchendo o cuzinho apertado, porra grossa transbordando devagar ao redor da base, escorrendo pelas nádegas e pingando na cama. Ela tremeu, buceta piscando de tesão e o corpo tremendo inteiro, gemidos roucos enchendo o quarto.

Caímos na cama, suados, ofegantes, pau ainda dentro dela, latejando devagar.

Apenas tirei o pau de dentro, melado, abracei ela por trás, que se aninhou em mim e ali dormimos.

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