S&M: Leilão

Um conto erótico de Yumi Submissa
Categoria: Heterossexual
Contém 2008 palavras
Data: 19/03/2026 20:47:50
Última revisão: 02/04/2026 22:37:28

Um a um os senhores de escravos foram voltando às suas mesas enquanto nós permanecíamos de joelhos no chão. Confesso que não tinha graça nenhuma ficar ali de joelhos, sem saber o que aconteceria a seguir. O palco à nossa frente havia sido limpo e um "podium" foi colocado no meio. As jaulas que tínhamos visto no hall de entrada tinham sido carregadas até o local e haviam sido empilhadas. Em seus interiores, seres humanos que por algum desvio psíquico achavam bom ser tratados feito mercadoria, feito escravos, trancafiados numa jaula.

Eu ainda não sabia, mas haveria um leilão, onde aqueles seres enjaulados trocariam de mãos e iriam para o controle de pessoas das quais nada sabiam. E entregariam suas vidas a essas pessoas, para fazerem com elas o que bem quisessem. Isso é uma coisa muito maluca quando você para para pensar. Ok, eu também era uma escrava, mas conhecia meus feitores. Não aceitaria ser vendida assim, sem saber para onde iria.

-Vai haver um leilão de escravos, Yumi - disse minha tia Saori - Esses escravos enjaulados vão trocar de donos e em nada poderão opinar.

Eu tinha muito o que perguntar, mas não podia. Lembra que ela me instruiu, quando chegamos ao evento, que eu não devia perguntar nada, mas que ela me informaria o essencial?

Olhei aquelas pessoas assustadas dentro das jaulas, como se fossem animais sendo levados para ser vendidos numa feira. Será que estavam assustados mesmos ou suas expressões compunham o "cosplay"? Em alguns notei um tom de excitação. Pareciam ter medo, mas também pareciam gostar de sentir o que sentiam. De repente vi em uma das jaulas uma garota que estava ao lado de uma mesa, perto de mim, até pouco tempo atrás. Ela era uma das mais assustadas. Olhei para o lugar onde ela esteve até pouco tempo antes, o lugar agora vazio. Eu tinha visto quando dois homens sussurraram alguma coisa pra ela e ela se levantou, acompanhando-os. Na hora não dei muita atenção. Mas pensando bem, ela talvez tenha sido surpreendida com sua colocação à venda.

De repente me ocorreu um medo terrível... E se eu fosse ser vendida? Eu não tinha sido informada de nada desde que cheguei, e assim, se eu fosse ser vendida também não estaria sabendo. A tensão tomou conta do meu ser. A primeira jaula foi aberta e uma mulher que devia ter entre quarenta ou quarenta e cinco anos foi levada até o pódium. Ela estava de calcinha, sutiã, amordaçada e algemada.

Suas mãos foram soltas e ela recebeu ordens de andar no palco, como se fosse uma modelo desfilando, mas claramente ela não levava jeito ou talvez estivesse muito nervosa. Um chicote cortou o ar e ela foi atingida nas nádegas dando um grito bem alto apesar da mordaça e tentou andar de jeito mais sensual. Ela foi conduzida ao pódio e subiu nele, quando pude ver que ela chorava. Um estilete foi usado e cortou as alças do seu sutiã fazendo seus peitos caírem pesadamente. Eram peitos bem grandes e, na minha opinião, bonitos, e que estavam seguros pelo sutiã. Em seguida sua calcinha foi cortada e jogada fora. Ela recebeu algumas ordens como "abra os braços", "gire", "abras as pernas", "vire de costas"

Em seguida começaram os lances. Ao final ela foi vendida por uns 5 mil reais, mais ou menos.Ela foi descida do palco e se posicionou ao lado da mesa de seu comprador, de joelhos, mãos às costas. Ao todo foram leiloados dez escravos, apenas dois homens e o restante eram mulheres. Um dos homens era nitidamente afeminado e o outro, pelo contrário, parecia muito másculo. Um rapaz de físico bastante privilegiado, que foi comprado por uma dominadora. Tentei imaginar que planos ela teria pra ele e no dia seguinte, quando Saori me contou, fiquei com dó do rapaz. Ela disse que a mulher que o comprou era bastante cruel e que raramente usava seus escravos como machos. Que o mais provável é que o rapaz másculo fosse feminilizado pouco a pouco, convencido psicologicamente e enrabado por consolos e outros homens, forçado a usar maquiagem e roupas femininas. Ela gostava de feminilizar rapazes e sempre adquiria escravos musculosos para esse fim.

A última venda, e a mais cara da noite, foi de uma mulher que devia ter pouco mais de 20 anos, muito bonita, de coxas grossas, típica frequentadora de academia, cujo preço alcançou uns 20 mil reais.

Estou simplificando para não tornar o texto maçante, mas a venda envolvia prazos de posse, liberdade relativa, tempo de disponibilidade diária conforme os contratos de cada um. Quem comprava já tinha lido a ficha completa e os termos antes de fazer seus lances. Assim, um preço maior não significava necessariamente que um escravo era melhor ou pior, mas que talvez os termos de sua posse fossem do agrado de quem comprava, como por exemplo, disponibilidade integral, enquanto que outro escravo tinha que ter horários livres para ir a faculdade ou para trabalhar. Enfim, era um grande cosplay de escravidão, uma brincadeira de adultos bem resolvidos e que a qualquer momento ou pela vontade de um deles, podia parar.

Após o leilão as performances continuaram. Algumas bem brutas, que não me agradavam (sou meio baunilha rsrsr), Houve uma de um mestre de shibari bastante jovem, com duas escravas, as quais ele amarrava, pendurava, dava surra de tapas nas nádegas, nas faces, nos seios, e fodia, fodia muito. Fodia a boca delas, o cu, a buceta. Foi uma das performances mais excitantes da noite na minha opinião. Os três eram jovens, bonitos e "fotogênicos".

Se fosse contar tudo que aconteceu nessa noite, ia ficar uma meia dúzia de capítulos só falando dela, por isso seguirei adiante.

Em certo momento, meus senhores Roger e Saori decidiram que era hora de ir embora e saímos. Saori me ordenou para andar de quatro e me senti incomodadinha, mas foi só até chegarmos no corredor de saída. Ela mandou que eu me levantasse e Roger inspecionou minha buceta com seus dedos, pra ver se eu estava excitada. Encontrou-a toda babadinha e dei um gemidinho sacana no contato dos dedos dele. Eu estava doida pra ser usada. Tudo que tinha visto naquela noite tinha me deixado a mil e já tinha chegado naquele evento a mil. Abrí ligeiramente as pernas para facilitar pra ele e até mexi um pouco a cintura me esfregando em seus dedos, me oferecendo pra ele. Minha tia notou e ele também. Quando retirou seus dedos achei que ele ia dar para eu limpar, mas deu para minha tia, que estranhou a atitude e demorou um pouco para lamber os dedos, mas aceitou sua posição de subalterna a ele. Caminhamos para fora, mas nos dirigimos para a direção oposta aonde tínhamos deixado o carro. Roger tinha reservado um chalé para passarmos a noite. Era um chalé, obviamente, temático. Logo que entramos parei para contemplar as paredes, com argolas, chicotes, peças de imobilização e roldanas com cordas no teto para pendurar escravos, além de peças decorativas como cavaletes de imobilização e uma gaiola similar àquela em que os escravos tinham ficados presos antes do leilão.

Roger segurou meu pescoço e me fez ajoelhar, pondo minha cara no chão. Imediatamente empinei a bunda e distanciei os joelhos, como uma escrava deve fazer para agradar seu amo. Ele ordenou que Saori ficasse nua e em seguida segurou em minha ancas e meteu com muita vontade na minha bucetinha. Eu gritei muito alto, de tanta satisfação. Ele estava louco de tesão e começou a meter com muita gana. Tanta que às vezes cutucava fundo na entrada do meu útero e doía bastante. Mas nem por isso eu queria que parasse. Ele estava me alargando pra valer e gozei feito uma vadia logo no começo. Continuei gozando a cada um ou dois minutos.

-Japonesa safada! - ele falava as vezes e continuava metendo. Todo meu sofrimento durante o dia valia a pena naquela hora, principalmente porque logo em seguida ele emendou um "japonesa safada da buceta apertada" e me enchi de orgulho, esguichando gozo,. Gozo mesmo, não mijo como nesses vídeos de internet. Estava muito excitada e quando olhei para o lado vi que minha tia já tinha se despido e olhava, estupefata, o quão empolgado o Roger estava.

-Vem cá , Saori! - ele gritou - deita embaixo dela e lambe a buceta dessa cadelinha!

Saori não gostou. Deu pra notar. Mas obedeceu. Entrou com dificuldade mas não alcançava para me chupar,

Então, ele parou de meter e me mandou sentar na cara dela.

-Vai Yumi! Esfrega buceta na cara dessa outra vadia.

Eu obedeci e obedeci empolgada. Era a primeira vez que eu estava sendo tratada numa posição hierárquica superior a Saori e adorei a sensação. Pus minha bucetinha recém arrombada e toda abertinha em cima do nariz e boca dela e a sufoquei. Pensei em falar "chupa minha buça, sua vadia" mas me controlei e acho que foi bom. Saori me lambia e sorvia meus sucos vaginais. Roger não tinha ejaculado e lamentei por isso, pois adoraria estar escorrendo porra para a boca dela. Eu estava muito empolgada, esfregando com força e velocidade a minha buceta na cara da Saori, totalmente controlada pelo tesão imenso que eu sentia quando o Roger segurou no meu cabelo e me fez levantar. Em seguida segurou meu pulso e algemou com uma algema curta, retirando a outra que tinha correntinha longa. Vi que seu pau estava pleno, cheio de veias e pulsando. Tentei imaginar o que ele faria agora.... me enrabaria? Adoraria! Me açoitaria? ótimo! Foderia minha boca? Qualquer coisa vindo dele me agradaria. Menos o que ele fez. Ele me levou até a gaiola de um metro cúbico no meio da sala e me empurrou pra dentro. Mal me cabia lá dentro e em seguida ele fechou a porta e trancou um cadeado. Não há palavras para descrever minha decepção naquele momento.

Saori continuava deitada no chão, onde eu esfregara a buceta em sua cara e ele a ajudou a se levantar para em seguida a empurrar na cama, com a barriga na cama e pés no assoalho do chalé. Se abaixou sobre ela e se encaixou profundamente em sua buceta, exatamente como tinha feito comigo, e começou a bombar com tanta força que fazia barulho dele batendo na bunda dela e os pés da cama rangendo no chão. Saori gritava e incentivava, se sentindo desejada e, principalmente, sentindo um prazer enorme na buceta, como eu tinha sentido até pouco tempo atrás. Eu olhava invejando. Queria ser eu lá. Queria ser só eu e ele para não ter ficado de lado. Fodia com jeito e com força e Saori gritava, gemia, se contraia. Ele parou por um momento e eu sabia o que ia acontecer. Ele ia sodomizá-la. Ela também sabia e já foi logo abrindo as bandas da bunda para recebê-lo. Ele empurrou devagar e foi alargando o cuzinho indo cada vez mais fundo. Depois começou a ir e voltar, primeiro devagar, depois cada vez mais rápido. Eu quis tocar minha rachinha e me masturbar mas, algemada, não alcançava. Sentia meu tesão de voyer crescendo, sem poder participar.

Ele parou e Saori imediatamente se colocou de joelho, se oferecendo para chupar. De fato, deu umas mamadas, mas em seguida vieram para perto da jaula. Ele apontou a rola e ela a masturbou, fazendo esguinchar sua porra em mim, no meu rosto e corpo. Fiquei toda suja de porra. Em seguida, jogaram um edredom em cima da jaula e foram pra cama. Não demoraram a estar fudendo de novo, mas agora eu já não podia ver nada, na escuridão da minha jaula coberta por um edredom. E me pus a pensar porque me sujeitava a isso... Podia estar em casa, com meu namorado, dando pra ele, sendo fodida na boca, na bundinha, na minha bucetinha. Recebendo oral dele... Mas estava ali, presa numa jaula de um metro cúbico,, coberta por uma manta grossa, completamente no escuro, ouvindo meus algozes se amarem e se divertirem...

Continua

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Comentários

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merece sim as três estrelas, embora seja uma situação pesada, eu realmente, gosto do fato de você deixar claro os contratos, eu sou super baunilha e como já te falei tenho zero talento para escrava, como uma boa peste.

Mas é realmente estranho o tão pouco prazer que você sente nesse conto, não acho que era para deixar esse gosto amargo, não é essa a ideia, a ideia é ser divertido para todos.

Mas como sempre seu conto é didático, se não mais nada, eu gosto de ler, simplesmente, porque você deixa claro, que é uma brincadeira entre adultos consensuais e a maioria, exceto a Yumi estão de alguma forma se divertindo.

Espero ver ela se divertindo também, se não acaba valendo mais a pena cancelar o contrato e buscar um contrato mais justo.

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Ah, mas eu me divirto sim. Nesse conto mesmo, exceto no final que foi brochante pra mim ser jogada naquela jaula, a adrenalina esteve a mil, vi a Saori ser preterida a mim pelo Roger e gozei feito louca quando ele me tomou.

Foi uma noite muito louca. E vai ficar mais louca ainda... acompanhe e verá...

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Então ok. 🥰

Eu fiquei bem confusa por causa de alguns comentários mas lendo os outros contos parece que as pessoas não entendem algumas coisas:

Por exemplo que você não coloca os momentos baunilha na história.

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Sem esses momentos de carinho meu cérebro está sempre flutuando com medo de uma situação abusiva.

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Realmente Yumi é verdade... até agora vc não teve prazer e vantagem nenhuma com o Roger. Saori pode ser submissa, mas recebe muito mais prazer numa noite do que vc desde o início da história. Eu me desligaria e procuraria meu namorado e dava um foda-se bem grande para os dois.

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De fato talvez teria sido mais feliz fazendo isso naquela época. Mas não via as coisas assim

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Pois é...essa é a pergunta....pq???

Será que o seu namorado se tivesse possibilidade não te foderia tão bem como o Roger??? Será que era isso que ele temia qd fazia de tudo para ter separar do seu namorado???

Foi curta história hj!!! Infelizmente...

Sinceramente eu não curto muito esse BDSM mais pesado e sinceramente esse tipo de coisa, leilões e etc, me causa um sentimento muito ruim...será que é apenas cosplay mesmo??? E se for...não é de extremo mal gosto pq a gente sabe o que existe no mundo...trafico humano, sequestro e prostituição infantil forçada e etc...só ver as notícias do piloto de avião preso...

Sinceramente isso depois contra um mundo e um estilo de vida magnífico e que é visto de forma torta por causa de "brincadeiras" como está.

Não estou te culpando e nem querendo ser mais moralista do que sou...e muito menos estraga prazer...estou apenas dando minha impressão...

P mim toda a brincadeira do começo e etc, que realmente era excitante começou a ficar muito além do deveria ser...aquele episódio deles te batendo e te marcando, vc chorando e depois ele dando o pau p vc chupar como consolo...e vc sabendo que eles sabiam que vc queria ver seu namorado e tudo que significava.... sinceramente p mim a partir dai já ficou mais do que eu acho justo p vc!!! E, sinceramente, nunca achei que eles se importam com vc, e é triste apenas....pq uma das pessoas é sua tia...mas...quem sou o julgar...se vc estava ou está feliz com isso...quem sou eu p falar alguma coisa...

Três estrelinhas...mas...essa parte não me desceu bem... novamente...apenas sinto muito por vc!!!

Sinceramente como sempre, te digo isso!!

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Adoro seu feedback

Entre os primeiros contos e esse a ingênua japonesinha vai perdendo a inocência.

Na época, felicidade não era a palavra exata, mas eu não conseguia deixar de ansiar pelo que viria a seguir

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Se eu te contar, o que eu já ouvi falar de contratos de escravos homens... Você ficaria de cabelos em pé... kkkk

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Eu acho que não nao tem como um homem ser 100% hetero e ser submisso numa relação BDSM. Cedo ou tarde ele será usado de um jeito que os heteros não gostam.

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Um amigo diz que gostar de inversão não torna ele menos hétero por ainda ser sexo com uma mulher.

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Ele tem um ponto ai...de fato. Mas a maioria dos homens e mulheres não concordarão com ele.

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Qualquer hora, dá uma pesquisa no Google sobre Findom.

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Dica da Yumi: daqui uns 3 capítulos vai acontecer uma coisa bem inusitada nessa área... rsrsrsrs

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Mas aí sinceramente são homens que já tem esse tipo de propensão...e que sou eu p julgar a preferência de cada um??? Foi o que vc escreveu acima, de forma consensual, e ENTRE DOIS ADULTOS, tudo está valendo...

Vc falou uma coisa que é correta TB, a forma didática como a Yumi nos mostra esse mundo...e ela citou a forma como os escravos masculinos SAO CONDICIONADOS, psicologicamente principalmente, para aceitar e se sujeitar a isso.

Então até que ponto é consensual?? Vc com ctz consegue explicar muito melhor, por ser mulher principalmente, o que é ter um relacionamento abusivo...vc só descobre que é algo abusiv o se alguém de fora te ajuda a perceber isso, e normalmente esse abuso tem muito de condicionamento psicológico...e tudo passa a ser tão "normal", rotineiro, que pode ser que a outra pessoa não perceba ou faça por mal...falo pq isso foi um dos principais motivos p deixar o grupo de BDSM que fazia parte...comecei a perceber o mal que fazia para outras pessoas que passavam a depender psicologicamente de mim...o poder em mãos era ernome e não tinha motivo p isso...na verdade tinha que ser o responsável e cuidar disso, e não prejudicar a pessoa...

Por isso que depois parei quase totalmente as brincadeiras, mesmo bem baunilhas, com minha esposa... principalmente na pandemia, ficamos "neuróticos" (era médico de ps e ubs, me expunha demais, tanto que fui internado e quase morri)...mas voltando...como ficamos isolados, minha esposa com ansiedade, pânico, aumento da dependência emocional...poderia causar muito mal p ela...

Esse tipo de consciência que muitos não tem...um relacionamento, seja qual for, é baseado em trocas, em compromissos de cuidados mútuos e etc...o fetiche faz parte de um momento específico que nem deveria ser o tempo todo, tanto que uma das primeiras indagações que fiz p Yumi foibem relação a linha temporal e a cuidados físicos e psicológicos antes, durante e após...ela ficar dias na "masmorra", recebendo estímulos absurdos de neuro transmissões e etc, indo p parte científica da coisa, não é correto...ela explicou que é uma forma de tentativa de escrita menos maçante e etc...

Vc condicionar uma pessoa, a expondo a estímulos absurdos e inapropriados o tempo todo não é correto...essa sempre foi minha questão com histórias de BDSM deste site, e,inclusive nesta história...além do fato de que ela tem um namorado, que não tem direito de escolha, não recebe um mínimo do que ela oferece para o companheiro da tia, que simplesmente não está nem aí p ela...usa da inexperiência e do tesão do fetiche que está entendo e conhecendo com ele mesmo...e está de certa forma impondo um afastamento, NAO CONSENSUAL, mas TB não combatido, a pessoas que gostam dela e que poderiam prejudicar essa dinâmica.....a história é legal, excitante...mas cheias de situações que disparam alertas, pelo menos para mim que conheço isso de verdade.....mas...a estória está no passado, só dá p fazer sempre esse contra ponto demonstrando essa parte, dentro do que é perceptível p mim...não sou o rei da razão e etc...mas vc se incomoda , e isso não é crítica tá?? Só uma constatação...vc se incomoda com alguns comentários "misóginos" em outras histórias, defende bem as mulheres personagens.....mas numa história que a autora diz ser real...não parece ter a mesma perspicácia em reconhecer um possível relacionamento abusivo... é minha impressão e minha opinião...

O consensual é relativo...se vc já viveu ou conhece uma pessoa que já viveu num relacionamento abusivo de verdade, sabe muito bem disso.....ou então sou apenas um velho moralista e que fica causando em contos eróticos...kkkk.... provavelmente os dois??? Kkkk

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Então você está Ra errado em alguns pontos.

1º Eu falei no meu comentário acima, “BDSM deve ser divertido para todos os envolvidos se está te dando um gosto amargo está errado”, é começar a pensar em conversar. E ver se não é hora de quebrar o contrato.

2º existe sim muito Dom Dome que não sabem se divertir e só querem descontar sua pequenez, mas, em um evento grande organizado eu tendo a acreditar que a organização teve critérios sérios e não tem amador que se acha praticante ali.

Dito isso eu acredito nos contratos e palavras de segurança que as pessoas podem usar para evitar abusos.

Ou seja é tudo consensual.

3º Já vivi sim relacionamento abusivo e ele não era bdsm, se eu for entrar nessa de problematizar vou problematizar todos os casais de todos os contis da CDC, porque qualquer casal onde há uma entrega essa entrega pode ter sido condicionada dentro de uma situação abusiva.

4º Eu defendo personagens de ataque misógino sobre idiotices e babaquice que não estão no texto, se a personagem se prova indefensável eu me retiro da discussão ou nem comento o conto.

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Eu consigo encaixar comportamentos abusivos em qualquer casal…

O que estou fazendo é dar meu voto de confiança para a autora de que regras são seguidas.

Assim como quando vejo um casal baunilha, amorzinho, eu estou partindo do princípio que está tudo bem.

Quanto aos comentários misóginos…. Eu não tenho culpa se vários contos da CDC tem um monte de babaca falando tanta mesa sem noção que chega a dar nojo.

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Resumindo TB p deixar claro (ler o último comentário antes desse).

Eu não te julguei por condenar os idiotas...em 90 porcento das vezes concordamos...as vezes com a ajuda do sensatez...kkkk

O meu posicionamento em relação a dinâmica de relacionamento dessa história não é de hj...e eu acho que só está piorando...ela entrou de forma consensual, inclusive traindo o namorado...tem um contrato em que não pode negar nada, apenas tudo!!! É tipo, literalmente na vdd, isso vai acontecer, se não quiser fala a palavra que paramos tudo!!! Cita uma vez que algo foi interrompido a pedido dela... é igual vc ter que aguentar situações no dia a dia para evitar uma separação... principalmente se vc tiver um dependência emocional e/ou financeira a aquela pessoa....no caso, ela está viciada no fetiche...não quer parar...tem medo de se impor e por isso não tem voz...não tem vontades.. ultimamente não está plenamente satisfeita....está sendo afastada do namorado....mas continua...o início do meu primeiro comentário e a indagação dele própria...pq continuar???

Enfim...vou me conter...muitos textoes logo de manhã...kkk

Não veja o comentário como crítica ou ataque a você...

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Pronto… Organizadinho para ficar bonito.

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Visse...escrevi no seu outro comentário...mas acho que vale p esses...kkk...deu trabalho escrever tudo...kkk

Giz, não foi nenhuma estória específica...em 99 porcento dos casos eu concordo com vc!! Acho que apenas na estória da empresa lá, não me lembro o autor agora...que dois caras tinham uma empresa, tinha uma funcionária que depois virou a chefe...e essa funcionário passou a se relacionar com a esposa de um e a filha de outro...desde sempre foi uma história contra o "machismo" deles...o que concordo...mas o modo como é feito importa ...a filha do cara mal tinha da escola e já tinha sido levada p ver o vestiário masculino e etc, além de ter um caso com essa mulher...e a mesma pegou a esposa do outro....mas enfim...acho que esse foi o único que descordamos... principalmente com a ajuda do sensatez, sempre chegamos próximo de um consenso.

Nesse caso por exemplo

"E... Um comentário misógino é algo que vai além do que está sendo falado no texto, é um ataque direto e aberto, falar que a Wanda não sente prazer com o Bruno porque está acostumada com um pau maior é de fuder........."

Nunca vai me ouvir falar sobre isso. Nas minhas histórias, apenas a principal fiquei nesse tipo de coisa de um personagem pq era a primeira...pra alguém que viveu e aprendeu a criar ambientes, a usar outros pontos sensitivos, a enfim, estimular a psique e fuder com a lógica dos sistemas de recompensa...isso que um dom de verdade fez...ia falar sobre isso na continuação da primeira história, que é fantasiosa mas realista...se é que deu p entender...kkk...mas esse tipo de fala é apenas burrice e negativista...pq há mulheres que só sentem prazer com mulheres então??? Hj em dia só ir numa loja e pegar uma "capa " p aumentar o negócio se isso te incomoda tanto...p mim ficar nisso é desculpa, usava para criar enredos...

Igual vc questionar e ficar julgando relacionamentos de milhares de pessoas que tem fé, tem um senso de moralidade baseada nisso, mas são humanos...na vdd são animais pq o prazer é instinto primitivo...inerente a todos os animais com siat nervoso complexo...que tem neurotransmissores e etc...

Voltando p essa história...como eu falei no final do meu comentário...eu sempre fui honesto na minha opinião e sempre demonstrei as mesmas preocupações...

P mim a tia e o companheiro dela está tentando afastar ela do relacionamento dela...isso não está em contrato, ela percebe mas não se rebela..."não consensual, mas TB não combatido". Isso é o clássico dos clássico num relacionamento abusivo...vc sabe, percebe, mas algo a prende nesse ciclo de dor e prazer "literalmente"...pra mim um red flag.

Ela era uma moça jovem, inexperiente e imersa por curiosidade e depois por tesão nesse mundo novo. A juventude e a inexperiência são inimigas da prudência e do alto cuidado...acho que concordamos nisso...

Há situacies, como a que ela teve as nádegas espancadas a ponto de deixar aquelas marcas em que ela não estava consentimento, mas não teve forças para parar o que acontecia...ela está num contrato em que é 8 ou 80...se falar a palavra tudo se acaba...ou seja, ela aceita situações que não concorda, como a visita que o namorado fez, em que o cara comeu ela no sofá e ela só poderia dar p ele se ele a chupasse antes.....enfim da citar inúmeras...que afeta outra pessoa e que ela fez ou fez, mesmo sem querer...como eu indaguei, até ponto isso é consensual e não parte de um sistema de abuso???

A história, se for real, já aconteceu, só podemos comentar e externar nossas opiniões...

P mim o cara não está nem aí p ela, sabe e vai testar os limites até ela não aguentar, embora a tia estando junto piore ainda mais a dinâmica, pq alguém que ela confia.

P mim está claro, e ela mesma (Yumi no caso) concorda que eles estão fazendo de tudo para que ela não se relacione com o namorado...e estão cada vez mais trazendo ela cada deles, numa outra cidade, a isolando...isso é a red flag das red flag...

Sem falar do que na prática ela está fazendo ao namorado e ao próprio relacionamento...aí como eu falei antes, ela teve consciência de tudo e mesmo assim fez.. foi uma escolha...e eu acho isso errado e problemático...como cito sempre em quase as outras histórias do site...já que a temática traição parece ser unânime...consentida ou não...kkkk

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Ok vamos lá a história que você está falando é do Turin a menina não era nem perto de recém saída da escola.

1º Você está falando de uma universitária em fase de estágio no curso de administração estamos falando de uma mulher entre 20 e 21 anos exatamente a idade da Wis.

2º Entendi seu ponto eu vou parar de ler essa saga de forma permanente.

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Pronto já retirei a autora dos meus autores seguidos e espero mesmo que esse seja meu ultimo comentário nessa saga.

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Giz...vc mesma falou em dar um voto para a autora. Acho que ela está numa saga de aprendizado...já chegou ou deve estar próxima do limite...

E, mesmo se não comentar...não tem pq parar de ler...e só para te irritar...kkk...a wis demonstrou estar entrando na fase adulta...ainda inocente e inexperiente, apesar de tudo que presenciou...e presenciou muita coisa, seja com a irmã e os "amigos", seja com os pais e a "namorada"...na história do Turin, a garota era ainda mais jovem e inexperiente, com pais protetores ou superprotetores, sem a exposição e experiência de vida (estava começando a vida adulta naquele momento)...se o chefe que levasse ela pro vestiário masculino fosse homem, sua percepção do que aconteceu com ctz seria diferente...e a chefe ainda se relacionou com ela

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Eu não sei Manfi o que pesa para mim é a tag real, não é uma personagem, não existe final feliz para relacionamentos abusivos no mundo real.

Existem traumas, cicatrizes e lembranças que vão te assombrar para sempre, mesmo depois que você tiver ver superado a situação.

E se o caso dela é um abuso, automaticamente todos os casos mostrados na história podem ser, porque a organização do evento não teve filtro…

Simplesmente isso torna a história toda horrível em níveis que não consigo nem respirar só de pensar….

… … …

A gatos da história do Turim era mais velha e mais experiente.

Wus está no começo da sua faculdade.

A outra já estava estagiando.

Eus teve sua primeira vez com o Bruno.

A outra diz que o pai dela não sabia o que ela ja tinha aprontado com as amigas e amigos.

Você comprou a visão do pai dela ao invés do que ela dizia sobre si mesma e a história dizia sobre ela.

Ela era mais velha e muito mais experiente que a Wis, só nenos traumatizada.

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A única pessoa que achava ela inocente era o pai… Porque pais tem visões romantizadas das suas filhas até depois de adultas e casadas.

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Essa parte do leilão já dei minha opinião...mesmo se for tudo cosplay, é algo muito ruim pq sabemos que existem muitas coisas reais....dei um exemplo real que está nos jornais essas semanas....pra mim não representa o BDSM, mesmo essa parte mais "pesada". No meu BDSM, vc para colocar uma coleira com seu nome numa sub, e principalmente, manter depois, vc precisa demonstrar que realmente merece....acho que vc conhece o por que, tipos e progressão das coleiras né? Vou poupar todos de explicar isso...basta procurar no Google ou chat gpt.

Por isso sempre falo da dinâmica, e do comportamento deles com ela...

E fazendo a defesa do diabo...kkk...eles nem cogitaram a ideia, até agora, de "leiloar" ou compartilhar ela...pelo menos até o momento...e ainda gatilhos, sopros de auto preservação...ainda vou continuar lendo, mas....meu primeiro comentário já diz tudo.

Sobre a outra discussão...meu ponto é que o erro do pai e do marido não apaga o erro da outra pessoa...bem simples...essa discussão sobre as garotas e etc apenas tiram o foco do centro da discussão.

Mas não terá consenso, só não precisa afetar briga...

Só p reforçar...a garota poderia ser e ter a vida amorosa e sexual que quisesse...isso não apaga o erro da outra...

Não tem nada haver com o pai da garota da garota, dos rapazes da empresa... acabei escrevendo muito... desculpa a vc e a Yumi por essa discussão fora do lugar.

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Entendi mas discordo…

Se tivesse confirmação de que é tudo cosplay…

Um jogo entre adultos garantido 100% consensuais, eu posso não gostar, eu posso achar que não é para mim, eu posso problematizar, mas….

Se não há vítimas ou crime, não é algo que eu tenha o direito de me opor.

Com as bizarrices que seja, cada um tem o direito de viver sua vida como gosta e consegue.

Essa é a minha opinião com a cena de escreva BDSM.

Mas como você me provou que as ações da autora sao enviesadas por uma situação de abuso psicológico dentro de um relacionamento abusivo….

Sendo uma história real e portanto sem chances de final feliz para todos dentro da mesma situação, nesse caso específico desse conto.

Eu não consigo dar respaldo para nem uma ação ou suposta diversão de adultos, já que você me provou que no caso dessa serie, todos os contratos e palavras de segurança estão deturpados de sua função original de garantir a dignidade e humanidade das pessoas submissas.

Logo são inválidos tornando a brincadeira apresentada perigosa para todos os envolvidos.

Por isso parei de ler e deixei de seguir a escritora.

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Nossa aí vc colocou um peso muito grande né mim...kkk

Não tem como eu provar nada disso, e essa não é minha intenção e nem tentei isso...kkk

Como vou saber o que tinha no contrato do cara que foi leiloado??? Kkkk

Pra mim eu acho errado existir esse tipo de "brincadeira". E não problematizar o problema pq gosto de causar e etc ... realmente esse negócio não desce bem, é exatamente a forma como defini...sem falar que poderia ser considerado crime...vc se prostituir pro vontade própria e por meios próprios não é crime....mas se tiver alguém por trás organizando, cobrando e etc essa outra pessoa está cometendo crime...vc obter lucro com o sexo e corpo de alguém, mesmo de forma "consensual", se for dentro deste formato é crime...se aparecer a polícia lá vc vai justificar como?? A Yumi contaria a versão dela, que começou esse relacionamento, foi pega no meio da rua, tatuada , levada sem saber p onde...não sabia do leilão...aí ela ia falar sobre o leilão dos outros...e ia falar que sentiu medo de ser leiloada TB, mesmo o contrato não garantido esse direito aos "donos"...ela iria se chamar de "escrava"...kkkk...esse contrato dela, a própria menção dele já seria prova contra o tio e a tia...

Agora uma num cenário do cara que foi leiloado...ele vai falar o que p polícia?? Os "dono" vai falar o que?? Que era brincadeira?? Que o dinheiro não caiu e era tudo encenação???

O mundo real é diferente da fantasia...e qd vc quer viver fantasia no mundo real da merda!!! P mim esse tipo de brincadeira nunca série legal, mesmo se fosse uma peça de teatro...ou filme...a não ser que a conclusão do filme seja a única possível, e nesse caso esse tipo de coisa fosse colocado da forma como é...

Mas enfim...tirando essa cena...que não tem como ignorar...mas TB não tem como afirmar que não era cosplay e até os contratos eram falsos...perceba que p mim isso não tem importância...p mim a problemática é existir esse tipo de coisa...

Qt a Yumi com os dois...a dinâmica está errada...está se tornando abusiva...ela tem o poder de parar tudo mas não enxerga ou não se importa com isso...ou os dois...mas vale a pena ouvir sua história até o final...

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Eu fazer o seguinte Manfi.

Para não ficar uma situação onde estou com menos informação e isso parece estar sendo usado para me levar posta três lados diferentes.

Eu vou ler a saga desde o começo.

Ai quando chegar aqui de novo estarei com uma opinião formada.

Mas você colocou sim em dúvida o contrato da Yumi.

Veja um evento sério BDSM principalmente um evento sério S&M, (Slave & Master), como ela diz ser, presta atenção nos contratos e nas pessoas que participam, por isso só com convite e etc, para manter a segurança das escravas e escravos, (tipo de sub que tem fetiche no tratamento de escravo), dito isso…

Se você coloca o Carro ntrato da Yumi em cheque, você coloca a administração do evento em cheque que deveria estar presando pelo bem estar do elo mais fraco e garantir a brincadeira.

Se você coloca a administração em cheque você coloca em cheque todos os contratos dos presentes.

A comunidade S&M só funciona se há confiança total.

Como eu disse não é o meu rolê mas conheço, inclusive a Raquel não é S&M mas já foi castigada com plateia.

Mas como ela não é S&M ela não tem contrato só a palavra de segurança dupla. Uma dela para quando chegou no limite, uma dele para quando ela está exagerando nas provocações para ser punida.

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Okkk...não sei onde vc começou mas acho justo vc ler tudo...até p ter uma conversa melhor...

Até pq a intenção, pra mim não é causar no rolê dela, é apenas não deixar de enxergar o todo, como sempre faço...se der lê os comentários TB, para perceber que sempre fui coerente e sempre me preocupei com ela...apesar da história excitante... principalmente no início...

Eu não curto muito essa parte do BDSM...mas não julgo...já fomos num evento em são Paulo com minha esposa de coleira...kkkk...essa cena em si me pegou por tudo que já disse e não vou me repetir...mas o restante, é só uma jovem inexperiente entrando num mundo que não conhece mas passa a gostar.

Fazer um contra pontos é necessário qd há algo acima do normal...como sempre fiz em todas as histórias...

A não ser nas que não me atraem ou são só uma fantasia baseada numa Idea derrubada de mundo...acho que não é o caso aqui pela construção até agora...mas acendeu a luz p mim.. e sempre fui e sou honesto...

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Foto de perfil de Yumi Submissa

Que tudo essa discussão!

Adorei ler todas essas elocubrações. É incrível como algo escrito pode levar a tantas interpretações diferentes. Fiquei até com vontade de já publicar a próxima parte, que já está feita há algum tempo e responde algumas indagações que vocês fizeram...

Maa vou ser disciplinada e esperar mais uns dias antes de publicar

Obrigado ppr todos esses feedbacks :-*

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