A VOLTA PRA CASA NAS FERIAS DE JANEIRO.

Um conto erótico de clownmimic
Categoria: Heterossexual
Contém 2258 palavras
Data: 20/04/2026 00:42:39

Boa tarde… ou talvez boa noite, leitores.

Este é o meu segundo conto.

Deixei a imaginação correr solta, sem freios, explorando cada detalhe com intensidade… e prazer.

Espero, sinceramente, que vocês sintam ao ler tudo aquilo que eu senti ao escrever.

Que cada palavra desperte algo… que provoque, instigue… e, quem sabe, faça vocês se perderem tanto quanto eu me perdi no prazer.

Aproveitem.

Tudo começou em janeiro desse ano. Estava na faculdade de Artes Plásticas, junto com colegas, e criamos um jogo entre a gente e o denominamos 21picante.

Era uma mistura do jogo 21 de cartas, com regras picantes, em que os participantes iriam perdendo as peças de roupa e, depois, aqueles que estão sem roupas quando perdiam eram obrigados a pagar castigos picantes.

Nosso grupo era formado por 6 amigos, três homens e três mulheres, e nos juntávamos na república para jogar entre a gente; era uma putaria que só.

Mas o relato aconteceu quando voltei para casa nas férias de janeiro. Meu nome é Raphael, Rafa para os mais próximos, tenho 22 anos, minha mãe é mãe solo e professora de zumba no clube da cidade, meu relato aconteceu entre mim e ela.

Na verdade, eu sou adotado, mas isso não impediu que a senhora Andreia me amasse como um filho. Eu sempre a provoquei, chamando-a de senhora Andreia; ela fica bravinha, dizendo: “senhora não, mãe ou só Andreia”.

Chegando em casa, fui logo vê-la, mas Andreia não havia chegado ainda do clube, então resolvi fazer um lanche em casa. Enquanto isso, liguei a TV e fiquei zapeando os canais. Depois de um tempo, ouvi o barulho do carro; Andreia tinha chegado e fui encontrá-la.

Minha mãe era muito gostosa e tinha um corpão daqueles. Por ser professora de dança, seu corpo era para mim perfeito.

Cheguei e disse: "Oi, senhora Andreia, seja bem-vinda, rsrs (risos). Rafa, quando você chegou?"

Por que você não me ligou? Eu te buscava na rodoviária.

Ela me abraçou e me beijou, e aproveitou e me deu um biliscão fraco e disse: "Já falei sobre tirar senhora ao falar comigo, né?"

Tô brincando, respondi. Ah, eu não te avisei porque cheguei mais cedo e vim de carona com Albertinho. Aproveitei e trouxe um vinho; sei que você gosta.

Nossa, Rafa, obrigado. Aproveita e abre para que possamos tomar um gole.

Claro, vou pegar o saca-rolhas.

Estava com saudade do meu menino, hoje já um homenzinho rsrs (risos).

Você sabe que eu te amo; vê se de vez em quando me liga pra falar como você está, né?

Tá, da próxima eu ligo.

Aproveita que você chegou, pega sua roupa e a roupa suja do banheiro para que eu possa lavar.

Fui recolher a roupa e, quando estava no banheiro pegando a roupa suja, vi a calcinha da Andreia ali. Aproveitei e dei uma cheirada gostosa. Nossa, como era bom aquele cheiro.

Estava voltando para o lavabo quando meu celular toca. Pego para ver quem era; era o Albertinho perguntando se eu já havia comprado o baralho e disse que tinha comprado sim. Juntando com o baralho que nós já tínhamos, iria ficar mais legal o 21 picante.

Nessa hora, não percebi que Andreia estava do meu lado, ouvindo a conversa, e estava curiosa com o jogo. Depois que desliguei o celular, ela veio e me disse: "Que 21 é esse, Rafa? É o 21 de baralho."

Eu levo um susto e, para desbaratinar, falo: "É, sim".

Nossa, eu também gosto de jogar 21. Já que você comprou um baralho, vamos jogar. Eu, claro, mas não iria dizer que o nosso 21 era diferente. Fomos para a sala. Andreia, aproveita e leva alguns amendoins e o vinho que eu trouxe depois que arrumei o baralho.

Entreguei as cartas para ela e pensei: vai ser um 21 normal. Foi quando Andreia me disse: "Rafa, posso te perguntar algo?"

Pode sim.

O que é esse 21 picante que eu ouvi você falar no telefone? Nessa hora eu engoli seco e disse: "Ah, nada de mais, é uma forma de jogar que jogamos entre a gente, mais nada de mais." Tentei mudar a conversa, mas não conseguia sair. Ela responde: "Ah, vamos jogar para eu saber como é."

Nessa hora eu fiquei vermelho e disse: "Ah, Andreia, é um pouco complicado jogarmos juntos."

Por quê?

Então eu conto para ela como funciona o jogo; ela ri e diz: "É só isso? Vocês perdem as peças de roupa? Na minha época de faculdade, nós jogávamos pôquer assim."

Então, Andrei, é o que acontece depois que os jogadores perdem a roupa: eles são obrigados a pagar penitências.

Ela olha para mim, dizendo: "Vamos tentar jogar, mas eu quero jogar do jeito que vocês jogam."

Não sei se era o vinho ou o que era, mas concordei. O primeiro a bater 21 foi Andreia, que olhou para mim e disse: "Vai, Rafa, tira a camisa." Não acreditei que estava jogando com ela, mas não iria deixar barato.

O próximo a bater fui eu, fiquei olhando pra ver se ela teria mesmo coragem. Então, Andreia tira a camisa. Chegou na melhor parte; eu só estava de cueca e ela de calcinha e sutiã.

Pensei: "Preciso ganhar mais duas vezes e vou ver esse corpão gostoso."

Bati e Andreia teve que tirar o sutiã. Ela começa a tirar. Nossa, que peitos lindos, durinhos, com o bico bem rosinha. Aquilo começou a me excitar e eu comecei a ficar de pau duro. Percebi que Andreia estava gostando de se mostrar para mim.

Olhei para ela e disse: "Você quer parar?" Ela olhou para mim com uma cara que eu nunca tinha visto; era uma cara de desejo. Ela falou: "Não, Rafa, vamos até o fim."

Não demora muito, eu bato novamente. Ela se levanta, vira de costas para mim, vira a bunda para o meu lado e tira a calcinha. Devagar, ela estava excitada, dava para ver tudo, com o máximo de detalhes, seu cu, sua buceta, estava toda meladinha.

Meu pau estava fora da pele, já não conseguia raciocinar direito; foi quando ela falou: "Bati".

Eu me levanto, tiro a cueca e mostro para ela que eu estava de pau duro. Ela olha para ele e morde o canto da boca.

Ela vira pra mim e responde: "Nossa, Rafa, seu pau era grande assim e lindo." Antes de continuar com qualquer jogo, Andreia se aproxima de mim, sinto seu corpo encostar no meu e me beija de língua. Seu peito encosta junto ao meu, meu pau fica rosando nela. Ela chega no meu ouvido e, com uma voz sedutora, fala: "Meu homenzinho cresceu." Ela me joga no sofá, coloca seu pé por cima do meu rosto, põe sua buceta próxima da minha boca e fala:

¡Me chupa, Rafa!

Eu, sem pensar duas vezes, começo a chupá-la. Eu sentia o mel que sua buceta soltava passando em minha boca; ela gemia como se estivesse em êxtase enquanto eu a chupava.

Ela rebolava sua buceta na minha boca; foi quando ela pegou no meu pau, começou a me chupar. Ela passava a língua em volta da cabeça do meu pau, depois lambia meu pau da base à cabeça, depois colocava ele todo dentro da boca e chupava. Ficamos ali fazendo um 69 gostoso.

Então ela sai e se deita no sofá, abre as pernas, me mostrando aquela bucetona maravilhosa rosinha, e fala: "Vem, meu garotão, me fode com gosto." Eu falo pra ela: "Vou pegar uma camisinha." Ela responde: "Não precisa, eu tomei meu remédio hoje e é um dia seguro."

Nessa hora meu pau estava duro, quase latejando de tesão. Começo a esfregar meu pau na sua buceta molhadinha e começo a enfiar meu pau nela. Ela cruza suas pernas nas minhas costas, então começo a bombar cada vez mais rápido. Enquanto isso, eu pego em seus peitos e começo a chupar e dar leves mordidas em seus bicos. A cada enfiada que eu dava nela, ela gemia de prazer. Foi quando eu virei para ela e disse no ouvido dela: "quero foder esse seu cuzinho gostoso".

Ela se levanta, apoia-se no sofá, fica de quatro para mim, empina a bunda e abre o cuzinho para mim. Nessa hora, eu começo a lamber seu cu para lubrificar, enfio a língua bem lá dentro, devagar, para massagear. Eu enfio o dedo para ver quão apertado ele era; ela gemia baixinho.

Começo a enfiar meu pau em seu cu e sinto seu cu se contrair e apertar meu pau; isso me deixa mais excitado e começo a fodê-la com gosto.

Depois eu me sento no sofá; ainda estava de pau duro. Andreia olha para mim e se senta de frente, enfiando meu pau em sua buceta e começa a sentar enquanto me beija. Eu olho para ela e começo a chupar sua teta novamente. Eu olho pra ela e falo: "Andreia, vou gozar". Eu a pego pela cintura e, enquanto ela está sentada no meu pau, eu começo a gozar dentro da sua buceta. Depois ela começa a pular novamente no meu pau com a buceta toda melada de porra.

Eu tiro meu pau da buceta dela, ela pega e começa a chupar e lamber meu pau, ficando com o rosto todo sujo de porra. Nossa, essa foi a foda mais louca que já tive, e foi com a Andreia. Depois fomos para o banheiro para tomarmos banho juntos. No chuveiro, aproveitei e dei mais uma chupada naquela boceta gostosa.

Depois disso, achei que o clima ia ficar estranho entre a gente, mas, depois do banho, nos encontramos na cozinha. Ela me tratou normalmente; eu olhei para ela e disse:

Que loucura, né! falei, pois queria ver sua reação.

Ela olha para mim, chega bem perto de mim, me dá um beijo e diz: “Agora, você é o homem da casa”.

Você agora vai ter que cuidar da libido da mamãe aqui?

Eu olho para ela e, quando ela vira, eu pego na sua bunda e falo: "pode deixar que da sua libido eu cuido".

Fui dormir. No dia seguinte, de manhã, Andreia me chama: "Rafa, acorda desse aqui na cozinha e vem comer". Levanto, visto um short e desço para tomar café. O que tem pro café? Andreia fala: "Tem pão, presunto e queijo. O suco está na geladeira". Andreia estava de avental. Nossa, ela fica gostosa até assim. Aquilo foi me deixando de pau duro. Quando ela vira para pegar a manteiga, vejo que ela está só com a parte de cima.

Eu levanto da mesa, tiro o short e dou um abraço por trás dela, colocando meu pau entre as pernas dela e encostando em sua buceta, e falo: "Você está gostosa de avental, Andreia." Coloco minhas mãos no seu peito por dentro do avental e começo a massageá-los. Ela olha para mim e fala: "Estou vendo que o seu café vai ser outro."

Enquanto estou abraçado com ela, pego meu pau e enfio em sua buceta e começo a comê-la ali mesmo. Depois eu pego Andreia pelo colo; enquanto estou fodendo-a, eu a levo para a sala, deito-a no sofá e continuo metendo nela com força. O tesão era tanto que Andreia gemia, seu corpo tremia. Eu revezava: horas eu metia nela e horas eu a chupava.

Ficamos ali metendo juntos até a hora do almoço. Como era domingo, Andreia foi para o clube dar aula e eu aproveitei e fui tomar uma sauna. Depois que saí, fui até o salão onde Andreia estava dando aula. Olhava para ela de longe e pensava: "Nossa, aquele corpão é só meu". Lembrando do ocorrido, comecei a ficar de pau duro novamente.

Próximo do fim das férias, resolvi fazer uma surpresa pra Andreia. De manhã, eu acordei mais cedo e preparei uma mesa de café farta pra ela, e fui chamá-la pra comer.

Abro a porta do quarto dela para chamá-la e, quando eu entro, Andreia estava dormindo nua na cama. Ela estava com as pernas meio abertas, mostrando sua buceta rosinha. Eu, vendo aquilo, fico de pau duro, não aguento de tesão e vou acordá-la de um jeito mais que especial.

Eu tiro minha roupa, subo devagar na cama e começo a lamber sua buceta. Ela acorda e diz: "Nossa, quero ser acordada assim toda vez".

Eu subo lambendo-a com a língua até seu peito, chupo seu mamilo e subo. Começamos a nos beijar.

Nesse momento, ali na cama, eu já enfio o meu pau na sua buceta, começo a fodê-la na cama. Começo a aumentar a velocidade enquanto metia naquela buceta.

Ela me vira deitado na cama e começa a cavalgar em mim. Ela pulava, rebolava. Ela tira meu pau da sua buceta e enfia no seu cu e começa a mexer o quadril para frente e para trás. Meu pau dançava dentro do seu cu. O prazer foi tanto que não aguentei, segurei-a pela cintura e comecei a encher seu cu de porra. Ela tira meu pau do seu cu e deita toda acabada na cama.

Eu me levantei, olhei aquele corpo maravilhoso e botei Andreia para me chupar. Eu, com o pau todo melado, não foi problema; ela começou a lamber meu pau, que parecia estar chupando um picolé. Depois disso, eu me deito na cama ao seu lado, ela vira e começamos a nos beijar.

Depois desse dia, nossos encontros nunca mais foram os mesmos, e eu volto todas as vezes pra casa, seja feriado, férias ou semanas de aula vagas, pois, como sou o “homem da casa”, tenho que acalmar a libido de ambos.

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