Zé chegou na casa de Letícia como fazia uma vez por mês. Caminhoneiro nordestino de 67 anos, pele morena marcada pelo sol da estrada, braços grossos, mão calejada. Barba grisalha por fazer. Jeito rústico de quem nunca pediu licença pra entrar no mundo.
– E aí, coroa? – ele disse, já entrando sem bater.
Letícia não tava. Só a filha dela, Bruna, na sala de shortinho curto e regata folgada, os peitos médios balançando quando ela se levantou do sofá.
– Mamãe foi na padaria – Bruna falou, com aquele sorriso safado que ela tinha. – Senta aí, Zé. Quer uma cerveja?
Zé sentou. Os olhos do velho já tinham percorrido a gordinha da cabeça aos pés. Bruna tinha 35 anos, casada, mas o marido era um banana que não dava conta. Ela era alta, 1,75m, gorda na medida certa – coxona, bunda grande, barriguinha macia, e aqueles seios médios empinados. O shortinho deixava quase metade da bunda de fora.
– Tá gostosa, hein, muié – Zé largou, sem rodeio. – Seu marido tá sabendo?
Bruna riu, entregou a lata de cerveja e sentou do lado dele, bem colada.
– Meu marido não sabe de nada. Nem precisa saber.
Zé tomou um gole, virou o corpo na cadeira, e passou a mão grossa na coxa dela. A pele macia arrepiou.
– Tu sempre foi uma safada, desde novinha. Lembro quando tu tinha 18 anos e eu vinha visitar tua mãe… tu já me olhava de um jeito.
– E você nunca fez nada – Bruna sussurrou, a mão dela descendo devagar até o volume na calça jeans do velho.
– Agora vou fazer.
Ele levantou, puxou Bruna pelo braço, e levou ela pro quarto dos fundos. A cama de casal desarrumada. Ele tirou a camisa – peito cabeludo, barriga dura de velho que ainda carrega peso na estrada. Bruna já tava tirando o shortinho, de propósito devagar, mostrando a calcinha de renda preta enfiada no meio da bunda.
– Tira logo essa porra – Zé ordenou, a voz grossa.
Ela tirou. Ficou pelada. Os seios médios caíram redondos, bicos morenos. A buceta – peludinha, bem cuidada, os fios pretos e grossos – já tava brilhando de molhada.
– Cacete, tu já tá pingando – Zé disse, passando o dedo nos lábios dela e enfiando na boca de Bruna. Ela chupou o próprio mel.
– É que você me deixa assim, seu velho safado.
Zé desabotoou a calça. O pau dele caiu pra fora – grosso, veiudo, cabeça roxa do tamanho de um ovo de codorna. Devia ter uns 18cm, mas a grossura era o que impressionava. Bruna arregalou os olhos.
– Isso não vai caber na minha buceta.
– Vai, sim. Tua mãe aguentava.
– Então você já comeu a mamãe?
– Já, várias vezes. Ela é uma puta gostosa também.
Bruna nem ligou. Abriu as pernas na cama, puxou o velho por cima. Ele enfiou a cabeça do pau na entrada da buceta peluda dela – ela já tava escorrendo tanto que entou com um barulho de boca molhada.
– Aí, caralho… – Bruna gemeu, os olhos revirando. – Enfia tudo, seu caminhoneiro do inferno.
Ele enfiou. Devagar, centímetro por centímetro, a buceta dela abrindo igual boca de peixe. Bruna mordia o lábio, gemia baixo, as unhas arranhando as costas cabeludas do velho.
– Tá gostoso? – ele perguntou, começando a meter.
– Tá… mas fode mais rápido, porra.
Zé acelerou. O pau grosso entrando e saindo da buceta peluda, fazendo um squish squish molhado. Os peitos de Bruna balançavam, ela puxava o cabelo dele, chamava ele de “seu velho safado”, “meu macho”, “bota tudo nessa buceta de puta”.
Enquanto isso, Letícia tinha voltado da padaria. Ouviu o barulho do quarto. Foi na ponta do pé. A porta tava entreaberta.
Ela viu tudo.
A filha dela de perna aberta, o velho Zé montado nela, o pau gigante sumindo dentro da buceta peluda de Bruna. Viu o suor escorrendo no peito cabeludo dele, viu a filha gemendo “goza dentro, seu velho, enche essa buceta de leite”.
Letícia sentiu a calcinha encharcar. Ela mesma, 55 anos, coroa gostosa, buceta raspadinha, bumbum grande. Não resistiu. Enfiou a mão por dentro do shorts, passou o dedo nos lábios lisos dela, começou a se masturbar em pé, olhando a filha ser comida pelo amigo.
Zé gozou. Jorrou dentro de Bruna, e ela gozou junto, se tremendo inteira.
Letícia gozou escondida, tampando a boca com a mão, as pernas bambas.
Aí o velho levantou, o pau ainda babando porra, e viu Letícia na porta.
– Tá gostando do espetáculo, coroa? – ele perguntou.
Letícia entrou, envergonhada mas com os olhos brilhando de tesão.
– Desculpa, eu…
– Não desculpa nada. Senta aqui.
Bruna sorriu, ainda com a buceta escorrendo leite do velho.
– Vem, mãe. A gente já comeu ele junto antes, lembra?
Letícia tirou o shorts e a calcinha. A buceta raspadinha, lisinha, os lábios rosinhas. Ela se ajoelhou na frente de Zé, passou a língua no pau dele – o gosto da própria filha misturado com porra.
– Isso, lambe – Zé mandou. – Depois tu senta nesse pau.
Bruna se levantou, veio por trás da mãe, e começou a beijar o pescoço dela. As duas mulheres – mãe e filha – se beijaram de língua na frente do velho. Letícia passou a mão na buceta melada da filha.
Zé não aguentou. Pegou Letícia pelo cabelo, deitou ela de quatro na cama, a bunda enorme empinada. Enfiou o pau – já duro de novo – na buceta raspadinha dela.
– Aí, caralho, Zé… isso… fode essa coroa…
Bruna sentou na cara da mãe. Letícia lambeu a buceta da filha, lambendo a própria porra do velho que tinha escorrido. Um triângulo de putaria.
Zé metia sem dó na Letícia enquanto ela chupava a filha. Bruna gemia, se esfregava na língua da mãe.
– Goza, mãe… goza na cara do velho…
Letícia gozou primeiro, esguichando no pau de Zé. Ele gozou em seguida, dessa vez na bunda dela, o leite escorrendo pelo cuzinho.
Bruna desceu, limpou a porra da bunda da mãe com a língua.
Os três caíram na cama, suados, exaustos.
Zé acendeu um cigarro.
– Porra, vocês duas são umas vagabundas de primeira.
Letícia riu.
– E você é um velho safado.
Bruna já tava pegando no pau dele de novo.
– Descansa não, caminhoneiro. A noite tá só começando.