Fazenda vaquinha manhosa - Prólogo

Um conto erótico de ~
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 891 palavras
Data: 20/04/2026 01:38:01

Prologo

Em algum lugar na América Latina, uma enorme estrutura de lona e ferros, abrigava a exposição de éguas e vacas humanas.

Os compradores e vendedores andavam para um lado e para o outro avaliando as peças.

Os vendedores individuais, arrastavam suas vacas em uma focinheira própria para subjugar a peça.

Eram fêmeas em idade fértil, levadas ao extremo da submissão. Na maioria, submissas, convencidas a reproduzir e produzir leite. Além de entretenimento sexual para quem seu “dono” mandasse.

Nos cercados de metal nas laterais formando corredores, os homens que desejavam vender ou arrematar suas peças as colocava em exposição e os compradores erguiam uma placa manifestando interesse.

Era a primeira vez que Hector participava do evento. Ele trazia a sua cadela presa a cinta, sem enxergar por causa de uma venda de couro própria para isso, a cadela de mais ou menos dezenove anos, tinha os peitos e a vagina expostas, eram regras para exposição, os braços para trás e uma plaquinha no pescoço, “Égua 32”, era o número de classificação.

Mas pelo tamanho das tetas, muitos compradores perguntavam-se se não seria uma vaca ao invés de uma égua.

- Já deu cria alguma vez? - perguntaram a Hector.

- Sim! - garantiu. - Pariu dois. Para venda sabe?

O comprador analisou bem a peça e a marcou com um adesivo para manifestar interesse.

Hector queria vender aquela eguinha porque estava com outra em adestramento e aquela já estava ficando velha demais para reprodução e o perfil também não agradava muito para prostituir apesar dos peitos fartos da égua.

Hector começara a adestrar uma década atrás, após a morte da mãe da égua, que era um impedimento. Assim, ele sozinho assumiu a criação, tratou de levar a égua para um sitio, e lá a submeteu, até não oferecer resistência.

A mãe havia dado o nome de Keila mas com a morte da mãe, Hector passou a chamá-la de Cadela, era obediente e não questionava Hector porque sabia do peso da sua mão.

Ele vendia os serviços de prostituta e depois passou a oferecê-la no mercado negro como reprodutora.

Mas agora estava cansado daquela cara de tonta e resolvera tentar a sorte nesse lugar que um cliente havia sugerido.

Hector viu na tabela que as éguas tinham o preço maior que as vacas e por isso a marcou como égua. Havia muitos adesivos na sua peça, isso o animou.

Ele colocou a égua para exposição e foi buscar algo para molhar a goela.

Entregou a guia para um tratador, e ordenou a cadela que obedecesse. Hector seguiu para o barzinho ao lado enquanto bebia um homem, alto vestindo camisa xadrez e chapéu de couro, encostou.

- Sua peça é muito boa - disse - tenho interesse mas queria saber mais da vida dela, preciso conhecer melhor para poder investir, entende? No meu negócio em particular, uma vez vendida, é minha propriedade e não tem retorno.

O homem tinha os “r” um pouco puxados como os sujeitos do sul, Hector foi com a cara do sujeito e decidiu contar quem era a cadela.

Era filha da sua falecida. Sem pai biológico presente. Sem parentes que a quisessem, pelo contrário sempre rejeitaram mãe e filha, restou a Hector que já havia transformado outra como esta em uma cadela boa que ele também havia passado adiante.

- Eu vendi a preço de banana, - disse arrependido. - Com essa vai ser diferente.

Mas nunca havia estado em um lugar como aquele expositório.

Hector explicou que começou colocando ela para andar só de quatro e a ensinou a se raspar e limpar, a obrigou a nunca falar, e sempre temer e obedecer homem, qualquer homem, ele garantia, “é uma questão de raça” entende? O sujeito assentia gostando da narrativa.

Era uma boa fêmea, não desafiava, não perguntava, obedecia cegamente sem nenhum caso de revolta em uma década que havia se passado desde a morte da mãe, e da imposição da “cangalha”.

Ele a vendeu a muitos homens mas tinha os exames da cadela para atestar a saúde, tanto que dera cria, barriga alugada, e foi muito feliz nisso!

Não tinha caries nos dentes, comia pouco e mais frutas e algumas verduras, carne pouca e só como recompensa para forçá-la a evitar o prazer que nesses casos, segundo Hector, era prejudicial.

Hector demonstrava um conhecimento muito pessoal sobre a arte de adestrar. Sua cadela obedecia regras, era disciplinada, mal sabia o que era música mas o barulho de um rebenque, isso ela conhecia bem. Afinal, repetia com orgulho fazia uma década que a cadela só dormia no chão com uns cobertores de taco. Calcinha, sutiã, não conhecia, usava tampões para o sangue.

Ele mesmo aplicava doses de hormônios para controlar isso e a gravidez indesejada. Enfim uma peça de qualidade, garantiu!

No salão de venda, os funcionários do homem de xadrez, recolheram a égua que ouviu pela última vez a voz do antigo dono e adestrador.

Hector deu as ordens a égua na frente do novo dono, feliz com o dinheiro a sua disposição. Saiu sem olhar para trás.

Com a cabeça maquiando a próxima que ia amansar.

Os homens sedaram a nova peça, e a juntou às outras aquisições do produtor que deixou o recinto, ao deixar o funcionário na fazenda, recomendou:

- Deixe elas na solitária, a água, Barnabé sabe o que fazer, - recomendou. - Depois redistribua para um cuidador, vou acompanhando das câmeras quando der apareço.

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