Minha esposa santinha gostou do marido da irmã parte 5 ( versão clara)

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 809 palavras
Data: 20/04/2026 07:16:06

Oiii eu sou clara irmã mais nova de lia,

Vocês acham que eu vim para este fim de mundo porque sinto saudade do cheiro de bosta de vaca ou da poeira que não sai da pele? Nada disso. Eu vim porque o pânico quase me paralisou na capital.

Eu estava na sala com o Paulo quando o celular dele apitou em cima da mesa. Eu vi. Vi o nome "Sérgio" brilhar na tela. Meu coração parou. O Sérgio é meu porto seguro, meu *sugar daddy*, o dono da multinacional que paga meus preenchimentos, minha academia e aquele carro que o Robson ficou babando. Ele tem 60 anos, mas juro que o bicho tem um vigor de 45 e uma conta bancária de 20 anos de lucro. Se o Paulo lesse o que o Sérgio me escreve — ou pior, o que eu mando pra ele —, meu namoro de fachada com o "galego" acabava ali.

Inventei essa viagem pra casa da Lia num estalo. "Amor, vamos ver minha irmã, o ar do interior faz bem". O Paulo, esse brutamontes de 1,90 m que eu mantenho do lado pra exibir pras amigas, aceitou sem desconfiar. Mal sabe ele que eu só precisava sumir da vista do Sérgio por uns dias e garantir que o Paulo não tivesse tempo de fuçar meu passado.

Chegamos na roça e o choque foi imediato. O Robson, marido da minha irmã, é aquele tipo que eu nem consigo olhar muito: baixinho, gordinho, com cheiro de terra. Mas a Lia... ah, a minha irmãzinha "tímida".

Eu não sou boba. Eu vi como ela olhou pro Paulo quando ele desceu do carro. Aquela carinha de santa, de quem nunca quebrou um prato, não me engana. Eu conheço esse sangue. No café da manhã, ela já estava se exibindo. Um short que não cobria nem o juízo e aquela mania de se esticar na frente dele.

"Tão inocente, né, Lia? Fingindo que está pegando o bule de café quando, na verdade, está esfregando esse bumbum gigante no braço do meu namorado."

Eu fingi que não vi. Dei corda. Falei das festas da capital, dos shoppings, fiz o papel da irmã fútil. Por dentro, eu estava rindo. Se a Lia quer o Paulo, que pegue. Isso até me ajuda; mantém o Paulo ocupado e longe do meu celular.

No rio, a coisa ficou escancarada. A Lia saiu da água parecendo uma miragem e o Paulo... o coitado parecia que ia ter um troço. Ele gaguejava, desviava o olho, mas eu sentia a tensão entre os dois. Eu me afastei pra passar protetor, dando o espaço que eles queriam.

À noite, o clima na janta estava pesado. O Paulo suava frio. A Lia, com aquele vestido transparente de suor, jogando charme até na hora de mastigar uma carne. O Robson ali, com cara de quem não entende nada, mas eu comecei a sentir algo estranho. O Robson não é tão burro quanto parece. Ele olha demais.

Quando eu disse que ia deitar por causa da "enxaqueca", era mentira. Eu só queria ficar sozinha pra checar minhas mensagens do Sérgio.

Eu estava no quarto quando ouvi o barulho do chuveiro. E depois, o silêncio. Um silêncio que gritava. Levantei, fui até a cozinha e chamei pelo Paulo. Nada. Chamei pelo Robson. Nada.

Fui até a porta do banheiro.

— "Paulo? O Robson tá aí fora?"

A voz da Lia veio lá de dentro, rápida demais: "O Paulo tá lá fora fumando com o Robson!"

Eu dei um sorriso no escuro do corredor. Eu sabia que o Paulo não estava fumando. Eu sabia que ele estava ali dentro, ou escondido em algum lugar, sentindo o cheiro da Lia. Voltei pro quarto e bati a porta com força pra eles ouvirem.

Acordei hoje e a cena na cozinha foi patética. O Paulo com cara de quem não dormiu e a Lia toda saltitante. O Robson entrou com aquele papo de "trabalho qualificado" e eles foram pro tal quartinho de ferramentas.

Eu fiquei na cozinha lavando a louça, mas meu ouvido estava lá fora. Eu ouvi a porta bater. Ouvi o silêncio. E depois, eu juro que ouvi um gemido abafado.

Eu sei o que está acontecendo.O paulo está comendo o Lia no meio daquelas ferramentas sujas. E sabe de uma coisa? Eu não dou a mínima. Enquanto ela mantém o galego entretido, meu segredo na capital está seguro.

O que a Lia não sabe é que, enquanto ela acha que está me traindo com o meu namorado, eu estou é rindo da cara dela. Ela fica com o galego sustentado pelo os pais, e eu continuo com o Sérgio e a vida de luxo que ela nem sonha que existe.

Que o sertão pegue fogo. Eu só quero que essa viagem acabe logo pra eu voltar pro meu ar-condicionado e pro meu velho rico.

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