Beta da Helô 3 - Luz Acessa - Part 6

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 2531 palavras
Data: 20/04/2026 17:43:49

No outro dia de manhã Helô me acordou com um beijinho na boca, seus lábios macios logo de manhã era uma delícia.

“Quero café.” Ela falou.

“Vou fazer meu amor.”

Ela gemeu “mais antes me chupa.”

Eu sorri “amor, normalmente quem acorda de tesão e pau duro é o homem.”

“Eu nunca vi você acordar de pau duro.”

“Já viu sim.”

Ela sorriu e gemendo “vem amor.”

Enterrei meu rosto na sua bucetinha, seus pelinhos estavam crescendo e me fazia cosquinha era gostoso e sua bucetinha com um cheiro único, ela não tinha tomado banho ontem então devem imaginar toda aquela bagunça, ela estava com tesão era difícil ver ela assim logo de manhã, lambi por mais alguns minutos ela gozou na minha boca.

Eu olhei ela se recuperando “sai daí amor.”

Fiquei sem entender, ela me puxou pelo cabelo e ela gemeu “você peidou?” ela rindo “sim.”

“Quase foi na minha cara.”

Ela riu “sabe quando eu sento no seu rosto fico bem com a minha … na sua cara e você fica sem fôlego.”

“Eu gosto.”

Ela riu “nessa posição não teria saído.”

“Se for um peido assim tá bom, nem tem cheiro.”

Ela riu “quem fede é você, meu pum cheira bem.”

“Tá bem, vou comprar o seu café da manhã.”

Coloquei a minha roupa com o pau duro e fui na padaria comprar pão de queijo, quando voltei, ela estava bolando um baseado, fiz um café e comemos.

“Duas coisas que eu quero sempre, gozar de manhã e maconha com café.”

“Amor namorar comigo é sucesso, você vai ter sempre.”

“É você tem suas vantagens.”

Terminamos de comer e fomos tomar um banho junto, como estava maravilhosa aquela água, lavei ela todinha e depois me lavei, saímos do banho “eu primeiro.”

Ela ficou parada com os braços abertos, eu sequei ela com a toalha, ela ficou rindo “muito obrigado meu amor.”

“Por você eu faço qualquer coisa.”

Ela gostou de ouvir podia ver as suas bochechas ficando vermelha, o seu sorriso.

“Você me ama?” Ela falou com dedinho na boca.

“Te amo um montão.”

“Até mesmo quando acontecem outras coisas.”

Eu sabia muito bem onde ela queria chegar.

“Sim meu amor, todas as humilhação que você me faz passar.”

Ela riu “ontem não vi você não reclamar especialmente quando me chupou depois… acho que a palavra certa me limpou com a boca.”

Meu pau ficou bem duro na hora. “Eu te amo meu amor.”

“Ama mesmo? Ama minha vagina com cheiro de xixi?”

“Sim.”

“Minha saliva, meu suor, meu esperma?”

“Sim amor!”

Ela riu “será que eu esqueci de algo.”

Fiquei olhando com atenção.

“Você gosta especialmente… (ela riu) comer o esperma de outros homens da vagina da sua namorada, não é, meu namorado corno.”

Meu pau pulsava toda vez que ela me chamava de corno, era humilhante escutar aquilo, mas não era mentira.

“Sim meu amor.”

“Amor vou no salão de beleza tá bom.”

“Tá bom.”

Era humilhante mesmo ela olhando meu pauzinho duro e pulsando depois dela falar aquilo, ela cantarolando se trocou, e pediu pra eu arrumar a casa, eu deixei a casa um brinco e depois fiz o almoço já era as 14:00 horas minha namorada não podia fazer esforço pois tinha uma festa e tinha que aproveitar o máximo.

Às 15:00 ela foi saindo “amor te mando o valor o Pix.”

“Tá bom.”

Eu finalmente pude fazer minhas coisas, fui lavar o carro e depois tomei uma cerveja fumando maconha, quando eu vejo Helô me mandando mensagem, era um Pix no valor de 250 reais, mãos e pés, sobrancelha, cílios e cabelo.

Nessa hora eu olhei em cima da mesa o buquê de rosas mucho, me sentia um fracassado, 150 no buquê, agora 250 pra ela ficar linda para outros nas festa, enquanto eu ficaria em casa sem dinheiro. Não era fácil ser beta, corno e namorado, essas coisas ninguém te conta.

Paguei com uma dor no coração mais tudo foi embora quando ela chegou toda arrumada, um espetáculo, o amor da minha estava de sorriso orelha a orelha.

“Amor eu nunca tive coragem de gastar tanto no salão de beleza, eu nunca tinha ido naquele, como foi você que pagou (deu uma risadinha) não resisti.”

Fazer ela realizar as vontades dela, era bom demais eu ficava feliz.

Aí minha namorada indo pra festa, como estava bela, usando um top preto com manga longa, um tecido fino qualquer coisinha deixava os faróis acesos, como estava apertando os peitos dela, mostrando um decote lindo, a sua barriga lisa era simplesmente um espetáculo a parte de cima, mais ela ainda não tinha finalizado o look, foi quando colocou uma sainha curta nada justa parecendo aquelas dançarina do forró, mais uma saia black e pra fechar colocou uma bota de cano longo preta que iria até joelhos, simplesmente uma deusa.

Não, ela não foi sem calcinha, foi com uma calcinha fio dental preta com renda, um espetáculo e uma bolsa de ombro para colocar os apetrechos de mulheres. Ela estava pronta para a festa eletrônica junto com as amigas.

Logo chegou um carro e ele foi embora, era festa de 12 horas, começa às 18:00 horas e acabava às 6:00 horas, a festa onde tinha o pôr do sol e o nascer do sol, devia ser incrível mesmo.

Bom eu fiquei em casa jogando no celular bebendo e fumando, depois coloquei uma música, e por fim já estava no tédio, ela não iria falar comigo no meio da festa e nem eu queria que isso acontecesse, vi um porno e dormi, no meio da noite tive vários pesadelos, eu sendo corno, eu correndo atrás dela e ela nos braços de outro rindo de mim, mesmo sendo um pesadelo acordei às 5 horas da manhã com pau duro e não consegui dormir.

Helô só veio chegar quase às 9:30 no domingo, olhou pra mim “eu só quero cama.”

E foi dormir eu fiquei sem reação, ela dormiu pelada, mas nem queria entrar no quarto e atrapalhar ela, por volta das 17:00 horas ela acorda, o cabelo dela estava todo bagunçado, sem cílios saiu enquanto dormia ou perdeu bêbada.

Ela tomou um banho e depois ficou na cama em silêncio.

“Posso entrar?”

“Vem aqui meu amor.”

“Tá tudo bem amor vida?” Eu perguntei.

“Está sim, estou com uma leve dor de cabeça mais tá bem.”

Fui buscar água, ela bebeu e ficamos deitados, ela se jogou em cima de mim e contou como foi a festa.

“Na hora que chegamos, vimos que tinha uma revista pesada, tinha um amigo da Márcia que estava com algumas balas, e não tinha onde colocar, eu peguei e coloquei dentro da minha buceta, ele ficou louco as meninas tudo rindo, entramos de boas, e quando eu entreguei o pacote pra ele, ele ficou falando que tinha um cheiro bom e me provocando. Ganhei uma bala dele por causa disso.”

“Legal.”

“Sim a festa era top, tinha dois palcos ao mesmo tempo, muita gente diferente, mas tinha várias igual você, de longe a gente percebia que era beta.”

“Assim você me ofende.”

“Amor, o menino das drogas teve uma hora que me pegou nos braços dele, todo mundo viu a minha bunda e ficou gritando nossa heroína.”

“Porque? Heroína.”

“Porque eu entrei com as drogas.”

“Ahh.”

“Amor aí depois eu queria outra bala, e pedi a ele, ele me pediu um beijo, não podia beijar ele no meio do povo, fomos pra um canto e beijei muito ele, era beijo gostoso, eu sentia o pau dele, mais a gente até olhou não tinha lugar e tinha muitos segurança e gente se beijou e voltamos pra festa.”

“Alguém perguntou algo?”

“Sim.”

“Quem?”

“Minha amigas e eu falei a verdade, falei que estava ficando com o menino das drogas, elas não vão contar a ninguém.”

“Logo todo mundo vai saber que eu sou corno.”

“Aí amor uma hora alguém vai falar, deixa eles falarem.”

“Meu Deus Helô.”

“Amor você tem feito tanta coisa por mim, mas poderia fazer mais uma coisa?”

“Claro meu amor.”

“Vou chamar o Bruno pra vir em casa hoje, vai me deixar sozinha com ele? Ele não te respeita mesmo, perigoso ele me comer bem na sua frente.” ela riu.

“Só me avisar quando eu preciso ir.”

Quando Helô saiu do banho a moto do Bruno encostou, abri o portão e ele entrou, ficamos nos olhando, e Helô sai só de camisola “tô acabada da festa de ontem.”

“Curtiram muito.” Perguntou o Bruno.

“Eu curti e ele ficou em casa.” Helô falou com um sorriso.

Bruno virou o rosto e começou a rir, eu fiquei humilhado.

“Preciso ir em casa pegar umas roupas limpas e já volto.”

Saí deixando os dois, meu tesão me matava e me humilhava, praticamente depois de quase uma hora eu voltei e parei um quarteirão e depois de uns minutos ele saiu de moto.

Quando eu cheguei encontrei Helô de calcinha na cama.

“Oi amor, tá tudo bem?”

“Tá sim, vem aqui.”

Me deitei com ela, “vamos dormir amor?” Helô falou.

“Vocês transaram?”

“Sim.”

“Porque está de calcinha?”

“Quer mesmo saber?” Ela falou com um sorriso malicioso.

“Sim amor.”

“Bruno pediu para armazenar seu lanchinho.”

“Bruno amor?”

Ela riu “sim.”

“Ele sabe?”

“Mais ou menos, (eu já quase tive um treco) calma amor, escuta. Hoje ele me perguntou quando foi a última vez que você me fez gozar… eu menti e falei que foi na noite na qual eu e ele transamos, logo após dele ir embora você me levou pro quarto e me fez gozar com um sexo oral, ele perguntou se você tinha sentido algum gosto estranho (ela riu)... Eu falei que você não tinha notado e hoje ele me insistiu para fazer com você de novo.”

“Amor aquele dia ele tinha gozado três vezes como eu não perceberia.”

“E hoje foi de novo (ela riu) ele nem imagina o tanto que gosta… nem ouse me chamar de putinha (ela falou com um sorrisinho e dedo na boca) pra satisfazer o seu desejo virei um depósito de porra agora.”

Meu pau pulsava demais, eu juro que estava implorando por ela, passou a mão no meu corpo “porque não tira a roupa.”

Tirei a roupa igual a um gato e voltei pra cama. Ela pegou no meu pauzinho com dois dedinho.

“Amor enquanto ele me comia, ele dava tanto tapa na bunda, me chama de puta e vadia, falou que eu namorava um corno, e me obrigava a te xingar enquanto eu gozava na rola dele.”

Ela falou enquanto me masturbava, eu gemia de tesão, eu podia gozar assim mesmo.

“Amor assim que você saiu, ele mandou eu tirar a minha roupa, apertou meus peitos e me pediu pra deitar em cima da mesa, ele tirou o pau dele que estava duro como pedra me comeu em cima da mesa, e quando eu olhei para lado, a porta da sala estava aberta, se alguém me olhasse poderia ver eu deitada em cima da mesa.”

Meu pau não parava de pulsar eu iria gozar se ela não parasse.

“E quando ele gozou meteu o pau fundo e chamando de putinha, depois ele me pegou no colo, e passou pela sala, agora se alguém olhasse iriam ver a sua namorada pelada no colo de outro homem, ele me levou pra esse quarto e continuou metendo, sem parar, falava que minha buceta é muito gostosa e que estava arrombando ela.”

“Amor.” Eu falei quase gozando.

“Você quer me chupar agora?”

“Quero amor.”

Ela me beijou na boca, um beijo gostoso.

“Você me ama muito né.”

“Sim amor.”

“Eu sei amor, que homem iria beijar a sua mulher depois dela ser arrombada por outro.” ela riu.

Meu pau tremia, eu queria gozar mais ainda queria fazer ela gozar.

“Amor o Bruno pediu pra você me chupar com as luzes acesas.”

“Porque?”

“Porque ele acha que você não sabe e ele quer esfregar na sua cara, pra ver e olhar a minha bucetinha, como ele deixou ela.”

Me levantei e liguei luz e voltei “amor consegue descrever o que ver.” Falou Helô querendo me provocar.

Eu tirei a sua calcinha estava meladinha.

“Esta vermelha e inchada, mas qualquer mulher excitada também fica assim, pode passar batido, mas agora eu sabendo que você transando você deve estar arrombada, mas pra ter certeza eu teria que penetra você.”

Ela sorriu.

“Você quer sentar no meu rosto amor.”

Ela explodiu de felicidades, me deitei e quando ela veio sentando na minha cara, eu pude ver o líquido branco escorrendo e pingou no meu rosto, a última vez estava líquido, mais agora aquele sêmen parecia fresco, e quando ela sentou e posicionou a bucetinha na minha boca.

“Isso amor põe toda a língua dentro de mim.”

Helô gemia ao sentir minha língua deslizando na entrada da sua buceta que estava encharcada do esperma do Bruno. Já nos primeiros minutos Helô gemia enlouquecida adorando que eu estava fazendo com a língua.

Helô realmente soltou o peso em cima de mim, seus gemidos mais intensos ela certamente já tinha gozado antes porque ela começou a ter múltiplo orgasmos, era uma luta para tentar respirar, somente depois do seu segundo orgasmo comigo ela se jogou na cama, estava respirando ofegante e suando bastante.

Olhei pro meu pau estava escorrendo pré gozo enorme, eu realmente precisava gozar.

“Gostou amor?” perguntou Helô.

“Sim amor.”

“Que tal a gente tomar um banho tô toda grudada.”

Ela me levou no banho e ficamos nos beijando abraçados debaixo do chuveiro, percebi que a bunda dela ainda estava vermelha com a marca da mão do Bruno.

Passando a mão com carinho “tá doendo amor?”

“Não amor, mas na hora sim, ele me bateu pra judiar.”

“Que filho da puta, ele não te obrigou a fazer nada que você não queria.”

“Ahh… deixa pra lá.”

“Não amor me conta.”

“Eu te falei que ele me comeu na cozinha como se eu fosse um objeto e aínda gozou dentro e fomos pro quarto engatados, sem ele tirar o pau dele.”

“Sim amor.”

“Aí amor ele começou a me comer e como estava tudo lubrificado ele metia com força e com raiva e foi assim até ele gozar de novo, aí ele tirou pra fora o pau todo sujo de esperma e me pediu pra limpar com a boca… e enquanto eu fazia isso ele chamava de vadia, você acredita amor.”

Era pra ter raiva ou mais tesao?

“Não acredito nisso amor.”

Ela ficou em silêncio e terminamos o banho e eu louco pra gozar.

“Amor vamos transar?”

“Não amor, você não vai transar comigo.”

Eu ficava com mais tesão.

“Amor, você pode contar ao Bruno que a gente transou e falei como estava dilatada e que você mal conseguiu me sentir ele vai adorar saber.”

“É uma história legal, mas eu já tomei um banho e não quero me sujar, se você não for dormir pode ir embora.”

Merda seria tão humilhante me masturbar com ela do lado, eu queria gozar então fingir ir embora irritado para me masturbar em casa, mas antes de ir eu peguei a calcinha que ela estava usando para segurar o esperma do Bruno.

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