Eu me chamo Katarina, tenho dezenove anos e, se tem uma coisa que eu sei sobre mim desde os quinze, é que sou uma ninfeta de carteirinha. Corpo de academia pura: bunda empinada de tanto agachar, cintura fina, peitos firmes que mal cabem no top de lycra, coxas grossas e definidas que chamam atenção até no supermercado. Rata de academia, como eu mesma me chamo. Treino todo santo dia, suando, gemendo baixinho no último repetição, imaginando que é outra coisa que tá entrando em mim. Porque tesão, pra mim, é combustível. Sempre foi.
Comecei a namorar o João faz uns três meses. Ele é bonitinho, educado, tem um carro legal e me leva pra sair nos finais de semana. Sexo com ele é… normal. Gostoso, claro. Ele me come direitinho, me faz gozar quase sempre, mas não tem aquela fome que eu preciso. Eu já era da parada de trair bem antes dele. No colégio, já traía o namoradinho da época com o professor de educação física. Depois, com o primo da minha melhor amiga. Depois, com o cara casado que malhava no mesmo horário que eu. Trair me deixa molhada pra caralho. É tipo um vício. Mas com o João, até agora, eu estava comportada. Quase. Porque o tesão que eu sentia quando via o pai dele… esse era novo. E perigoso.
A primeira vez que eu vi o sogro foi no dia que o João me levou pra almoçar na casa da família. Era um domingo ensolarado, daqueles que o calor de Ibiúna parece grudar na pele. Eu tinha colocado um shortinho jeans bem curto, daqueles que deixam metade da bunda de fora, e um cropped branco justo que marcava os bicos dos meus peitos. Cabelo preso num rabo de cavalo alto, batom vermelho, perfume doce. Queria impressionar a mãe do João, mas acabei impressionando foi outra pessoa.
Ele se chamava Roberto. Quarenta e seis anos, recém-divorciado da mãe do João há menos de um mês. Alto, ombros largos de quem ainda levanta peso pesado, cabelo preto com alguns fios grisalhos nas têmporas, barba bem aparada e um sorriso de quem sabe exatamente o efeito que causa nas mulheres. Corpo de homem maduro: peito largo, braços grossos, abdômen ainda marcado por baixo da camisa polo preta que ele usava. A calça jeans escura marcava as coxas fortes e, puta merda, o volume entre as pernas quando ele se levantou pra me cumprimentar. Eu senti um calor subir direto pro meio das minhas pernas só de apertar a mão dele.
— Katarina, né? O João não parava de falar de você — disse ele, com a voz grave, rouca, daqueles homens que fumaram a vida inteira e agora soam ainda mais safados. Os olhos dele desceram devagar pelo meu corpo, sem vergonha nenhuma. Pararam nos meus peitos, depois na curva da minha cintura, e eu juro que senti a calcinha molhar ali mesmo, na sala de estar.
Eu sorri, daquele jeito inocente que eu sei fazer quando quero parecer boazinha, mas por dentro eu já estava imaginando ele me jogando contra a parede.
— Prazer, seu Roberto. O João também fala muito do senhor.
Mentira. O João falava pouco do pai. Mas eu já tinha decorado cada detalhe que ele deixou escapar: que o pai era separado há pouco tempo, que ainda malhava todo dia, que as mulheres da academia viviam dando em cima dele. E agora eu entendia o porquê.
Durante o almoço eu sentei de frente pra ele. A mãe do João era simpática, falava sem parar sobre o divórcio, sobre como o Roberto era “difícil de lidar”, sobre como ele “não mudava”. Eu fingia prestar atenção, mas meus olhos não paravam de voltar pra ele. Pra forma como a camisa esticava nos bíceps quando ele cortava a carne. Pro jeito que ele lambia o canto da boca depois de beber o vinho. Pro olhar que ele me lançava de vez em quando — direto, pesado, como se já estivesse imaginando eu de quatro pra ele.
Meu corpo reagia sozinho. Os mamilos endurecidos roçando no tecido do cropped. A buceta latejando, molhada, quente. Eu apertava as coxas por baixo da mesa, tentando aliviar a pressão, mas só piorava. Eu já era da parada de trair, sim. Mas nunca tinha sentido um tesão tão bruto, tão imediato, por alguém que eu mal conhecia. Era como se o meu corpo soubesse antes da minha cabeça: esse homem ia me foder de um jeito que o filho dele nunca conseguiria.
Depois do almoço, o João foi ajudar a mãe na cozinha. Eu fiquei na sala, fingindo olhar as fotos na estante. Roberto se aproximou por trás. Perto demais. Eu senti o calor do corpo dele nas minhas costas, o cheiro de colônia masculina misturado com suor limpo de quem tinha malhado de manhã.
— Você malha bastante, né? — perguntou ele, baixo, quase no meu ouvido. — Dá pra ver.
Eu me virei devagar, ficando cara a cara com ele. Nossos corpos quase se tocando. Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ele ouvia.
— Todo dia — respondi, mordendo o lábio de leve. — Gosto de sentir o corpo trabalhando. De suar. De ficar… dolorida depois.
Ele sorriu. Um sorriso lento, safado, que fez minha calcinha encharcar de vez.
— Eu também — disse ele. — Talvez a gente possa treinar junto um dia desses.
Não era uma sugestão inocente. E eu não respondi com palavras. Só olhei pra ele, deixando claro nos meus olhos o que eu queria. O que eu já estava imaginando: as mãos grandes dele na minha bunda, o pau dele — que eu tinha certeza que era grosso pra caralho — abrindo caminho onde ninguém nunca tinha entrado direito.
Na outra semana saímos na sexta-feira em uma baladinha na cidade, no sábado de manhã, o João tinha chegado exausto da balada da noite anterior e estava dormindo pesado no quarto dele, nem se mexia. Eram quase onze horas e ele nem sinal de acordar.
Meu celular vibrou com uma mensagem do Roberto:
“Oi Katarina, tudo bem? O João tá dormindo ainda. Preciso de ajuda pra pendurar uma TV nova no quarto de hóspedes aqui em casa. Você tá por perto? É rapidinho, só pra segurar enquanto eu fixo.”
Eu mordi o lábio, sentindo aquele calor familiar subir entre as pernas. Respondi que sim, que estava indo. Coloquei um shortinho jeans bem curto, daqueles que deixam a bunda quase toda de fora quando eu me abaixo, e um cropped branco justo que marcava meus peitos firmes de academia. Cabelo preso em rabo de cavalo alto, tênis e perfume doce. Saí de casa dizendo pros meus pais que ia ajudar uma amiga.
Quando cheguei na casa do Roberto, ele abriu a porta só de regata preta colada no peito largo e short de moletom cinza. O corpo dele ainda estava suado — tinha malhado cedo. Os olhos desceram direto pras minhas pernas e pra curva da minha bunda.
— Obrigado por vir, Katarina. O João tá morto pro mundo lá em cima. Entra.
Eu entrei, sentindo o coração acelerar. A casa estava silenciosa, só o som distante do ronco leve do João vindo do segundo andar.
Subimos pro quarto de hóspedes. A TV grande ainda estava na caixa no chão, ao lado da parede onde ele queria fixar o suporte. Roberto começou a tirar as peças enquanto eu ficava ali, parada, sem saber muito o que fazer.
— Pode me ajudar a segurar a TV enquanto eu parafuso o suporte? — pediu ele, a voz grave.
Eu assenti. A gente levantou a televisão pesada juntos. Nossos corpos se aproximaram bastante. Quando ele se esticou pra alcançar o parafuso no alto, o braço dele roçou de lado no meu peito. Eu senti o bico do meu peito endurecer imediatamente. Ele não afastou o braço de primeira. Ficou ali um segundo a mais, pressionando de leve.
— Desculpa… — murmurou ele, mas o tom não era de quem pedia desculpas de verdade.
Eu sorri, mordendo o lábio.
— Tudo bem… não foi nada.
A gente continuou. Em determinado momento, eu me abaixei pra pegar uma ferramenta que tinha caído. Meu shortinho subiu tanto que quase metade da minha bunda ficou exposta. Quando me levantei, Roberto estava bem atrás de mim. Nossos corpos se esbarraram de novo — dessa vez a bunda dele roçando contra a minha bunda. Eu senti algo duro pressionando contra mim por um segundo.
Ele não se afastou rápido. Em vez disso, colocou as mãos grandes na minha cintura, como se estivesse me ajudando a equilibrar.
— Porra, Katarina… você tem noção do corpo que tem? — sussurrou ele, a voz rouca, bem perto do meu ouvido. — O João tem uma sorte do caralho de namorar uma ninfetinha gostosa dessas. Bundinha empinada de academia, cintura fina… tá me deixando louco desde aquele almoço.
Meu corpo inteiro esquentou. Eu senti a buceta latejar e a calcinha molhar na hora.
— Seu Roberto… — eu respondi baixinho, rebolando de leve contra ele sem conseguir me controlar. — O João tá dormindo logo ali…
— Pois é. E eu tô aqui com uma putinha de 19 anos que fica me olhando como se quisesse levar rola. — Ele apertou minha cintura com mais força. — Hoje eu só quero esse cuzinho. Buceta é pra moleque. Cu apertado de vadia novinha é pra homem feito eu.
Ele não esperou resposta. Desceu as mãos e abriu o botão do meu shortinho, puxando ele junto com a calcinha até os joelhos. Minha bunda ficou nua no quarto de hóspedes. Roberto se ajoelhou rápido, abriu minhas nádegas com as duas mãos grandes e cuspiu direto no meu cuzinho rosado.
— Caralho… que cu lindo… — rosnou, antes de enfiar a língua quente e molhada, lambendo devagar, circulando o anelzinho apertado, tentando entrar.
Eu gemi baixinho, empinando a bunda pra ele, segurando na borda da cama pra não cair. A língua dele era quente, insistente, deixando meu cuzinho todo babado.
Quando ele se levantou, ouvi o short dele cair. Senti a cabeça grossa e quente do pau roçando entre minhas nádegas. Era grande, pesado, bem mais grosso que o do João.
— Relaxa esse rabinho, sua putinha — disse ele, cuspindo mais uma vez na rola e pressionando contra o meu anelzinho. — Hoje você vai dar o cu pro sogro enquanto o filho dorme no quarto ao lado.
Ele empurrou devagar. A glande grossa forçou a entrada. Doeu pra caralho. Meu cuzinho se esticou ao redor da rola dele, ardendo, queimando.
— Ai… sogro… tá muito grosso… — eu gemi, mordendo o braço pra não fazer barulho alto.
— Cala a boca e abre esse cu — ele grunhiu, segurando meu rabo de cavalo como rédea. — Engole a pica toda, sua vadia de academia.
Centímetro por centímetro ele foi enfiando. Eu sentia cada veia latejando dentro do meu cu. Quando estava quase todo dentro, ele parou, deixando eu me acostumar com o tamanho. Meu cuzinho piscava loucamente ao redor da rola grossa.
Depois ele começou a meter — devagar no começo, estocadas profundas e ritmadas. Cada vez que ele entrava até o fundo, as bolas pesadas batiam na minha buceta encharcada.
— Porra… que cu apertado da porra… tá me espremendo a rola toda… — ele xingava baixinho, mas com tesão. — Rebola nesse pau, Katarina. Mostra pro sogro como puta safada rebola.
Eu obedeci, rebolando a bunda enquanto ele metia. A dor foi virando um prazer sujo e intenso. Minha buceta pingava no chão, mel escorrendo pelas coxas.
Ele acelerou, metendo mais forte, mais fundo. O som molhado de pele contra pele ecoava baixo no quarto. Ele dava tapas na minha bunda, deixando a pele vermelha.
— Toma no cu, sua ninfetinha! Esse rabinho é meu agora. Diz pra mim… de quem é esse cu?
— Seu… é seu, sogro… — eu gemia, a voz tremendo. — Me fode o cu… me arromba enquanto o João dorme…
Roberto meteu mais bruto, uma mão descendo pra esfregar meu clitóris. O orgasmo veio forte. Meu corpo tremeu inteiro, o cuzinho apertando a rola dele em espasmos. Eu gozei gemendo baixo, mordendo o braço, a buceta jorrando.
Ele não parou. Continuou socando meu cu arrombado até grunhir:
— Caralho… vou gozar dentro… toma toda a porra do sogro no seu rabinho guloso…
Ele gozou fundo, jatos quentes enchendo meu cu. Ficou metendo devagar enquanto esvaziava, empurrando a porra bem pra dentro.
Quando tirou, meu cuzinho ficou aberto, piscando, vazando porra grossa que escorria pelas minhas coxas.
Roberto me virou, me deu um beijo bruto e murmurou contra minha boca:
— Boa menina… agora vai pra casa antes que o João acorde. Mas isso não termina aqui, Katarina. Eu ainda vou te comer de novo. E da próxima vez vai ser ainda pior.
Eu puxei o shortinho pra cima, sentindo a porra dele escorrendo dentro da calcinha, e desci as escadas com as pernas bambas.
O João ainda dormia quando saí da casa.