Os Vizinhos Dos Fundos - Espiando Cadu Pelo Buraco No Muro Ou Cadu Exibindo A Rola Pra Mim

Um conto erótico de Abel
Categoria: Gay
Contém 5045 palavras
Data: 21/04/2026 03:09:10

Eu era inocente e ingênuo. A despeito da idade, já bem crescido, ainda não tinha despertado para ideias diretamente associadas a nenhuma forma de sexo. Mesmo assim, encontrava um prazer intruso em ficar olhando garotos e homens, especialmente para os pelos em suas pernas, nas suas axilas e, também, para o volumes que balançavam dentro de seus shorts.

Alguns garotos riam e caçoavam quando percebiam a direção do meu olhar curioso e já sedento sobre seus corpos; outros me xingavam e ameaçavam me bater; mas havia aqueles que escondiam sorrisos e exibiam a parte que eu estivesse olhando para que eu pudesse admirar melhor.

Nunca passava disso, porém. Eu também não tinha intenções de coisa alguma além de olhar e olhar.

Nos fundos da minha casa havia um muro que dividia o meu quintal do quintal vizinho. Havia muitos anos, parte deste muro veio a cair em um temporal; pelo menos era o que minha mãe dizia. A fenda aberta na divisa entre os dois quintais era grande o suficiente para que uma pessoa passasse livremente de um lado para o outro.

Fazer o reparo do muro nunca tinha sido uma prioridade nem pra minha mãe e nem pra nossa antiga vizinha.

Quando se é mãe solteira e cada centavo que vem sai quase na mesma hora, reparar um muro nos fundos sequer passa pela sua cabeça.

Os anos passaram e a vizinha foi pra outra cidade. Pessoas diferentes alugaram a casa dela e como a convivência sempre se deu de modo agradável e pacífico, gastar dinheiro que não se tinha com o muro ficava sempre pra depois.

Eu lembro de ter ficado chateado quando descobri que nenhuma pessoa da minha idade ia morar na casa quando os novos locatários apareceram com sua mudança.

Eram dois homens em seus vinte anos que se mudaram para ali a fim de ficarem mais perto da empresa em que trabalhavam.

Cadu e Filipe eram vizinhos simpáticos e prestativos. Não faziam farra em casa, mas era comum ouví-los gritando em dia de jogo na TV.

Os dois trabalhavam em horários diferentes: o Cadu trabalhava à noite e o Filipe, durante o dia.

Como minha mãe precisava trabalhar em dois empregos, eu passava os dias praticamente sozinho.

Ela chegava por volta das dez e jantava qualquer coisa que eu tivesse preparado. Conversava comigo um pouco e tombava cansada, adormecendo onde quer que estivesse.

A história que venho contar começa mesmo numa noite em que minha mãe ainda não tinha chegado e eu estava no meu quarto, dançando uma música pop.

Eu tentava imitar uma cantora de quem eu era fã, repetia suas coreografias e encenava seus modos de mulher.

- Ei, Vitinho!

Nem tinha reconhecido a voz, mas o constrangimento foi imediato. Me virei e vi o Filipe me encarando com um sorriso direto. Me encolhi de vergonha e corri pra abaixar o som.

- Só curtindo uma musiquinha aí, né? Coisa boa. - Ele ainda sorria. Percebi seus olhos percorrendo o meu corpo.

- Se liga. - Ele voltou a si. - Será que tem uns dentes de alho aí pra me arrumar? Só vi agora que não tem.

- Vou ver. Peraí.

Fui à fruteira da mesa da cozinha. Tinha umas quatro cabeças de alho ali. Peguei uma e ia me virando pra voltar ao quarto e entregá-la pela janela, quando num susto, dou de cara com Filipe dentro da cozinha sorrindo daquele jeito de novo.

Filipe era um cara bem bonito. Estava sem camisa. Era bem branquinho e tinha um peitoral de quem pratica esportes ou malha. Na barriga firme, alguns pelos formavam um caminho entre o umbigo e o que havia pra dentro de seus shorts. Ali, um volume saltado que eu podia jurar que tinha visto se mexer um pouco; e de novo.

- Opa. Perdendo o olho, Vitinho? - Ele riu e depois levou a mão até o volume, chacoalhando.

- Aqui o alho. - Por mais que eu gostasse de olhar, morria de vergonha de que percebessem meus olhos.

Filipe pegou o alho e prendeu minha mão com a dele. Era uma coisa que ele fazia às vezes. Tanto ele quanto Cadu. Me seguravam e diziam "Tá preso." enquanto, aos risos, me assistiam tentar me soltar.

Ele me girou algumas vezes como se dançasse comigo. Eu podia sentir o perfume que ele devia ter passado antes de sair pro trabalho naquela manhã. Era um cheiro bom que me fazia querer ficar perto dele só pra poder ficar sentindo.

Filipe me girou e sacudiu mais um pouco até que virar de maneira abrupta e prender seu corpo contra o meu.

- Sai agora que eu quero ver! - Sua boca estava muito perto da minha orelha e a respiração me causava arrepios tocando na pele.

Seus braços eram fortes e no encontro dos nossos corpos, eu podia sentir a firmeza de seus músculos. Por falar em músculos, eu sentia também a rigidez de outro músculo seu se forçando contra a minha bundinha redonda quando ele me levantou do chão e ficou me segurando assim.

Não reclamei, nem tentei escapar. Filipe tinha encostado a boca no meu ouvido sutilmente. Fez isso e pressionou o pau contra a minha bunda com mais força.

De repente, me colocou no chão de novo.

Virei para ele curioso. Ele só riu e sacudiu meu cabelo.

- Se quiser, mais tarde, cola lá em casa pra jogar um vídeo game.

- Tá bom.

Mas eu não fui. Tive medo. Mesmo depois que minha mãe dormiu. Eu tive medo que ele quisesse que eu fosse pra poder esfregar seu pau em mim de novo.

Quero dizer, tinha sido bom. A sensação dele me abraçando por trás foi gostosa demais e me deixou mole e leve, mas depois que ele foi embora, comecei a pensar um monte de coisas e preferi não ir jogar vídeo game.

Lembro de ter me sentido muito arrependido por não ir. Me sentia também diferente dos colegas de sala na manhã seguinte. Sequer ouvia direito o que os professores disseram.

Era dia de varrer o quintal todo. A dinâmica era assim, minha mãe trabalhava duro e eu cuidava da nossa casa.

Me recordo de que estava usando um shortinho velho pro qual eu já estava grande demais, o que evidenciava minha bunda carnuda e minhas coxas grossas.

Enquanto varria, ouvi barulho no quintal vizinho, fui até o buraco pra olhar e Cadu estava sentado num banquinho baixo lavando alguns tênis.

- Koé, Vitinho. - Ele disse ao me ver.

- Tudo bem?

- Tudo tranquilo.

Ele também era muito bonito. O corpo era mais delgado do que o do Filipe, mas também exibia traços de atividades físicas. Ele era negro e tinha sobrancelhas bem escuras e grossas que davam firmeza à sua expressão. Também estava sem camisa e usava um short folgado e de tecido fino. Os pelos das coxas, abdome e (eu podia ver quando ele esfregava um tênis com a escova) axilas pareciam mais densos, escuros e crespos que os de Filipe.

Meus olhos saltavam de uma parte a outra. Pela primeira vez na vida, desejei que meus olhos fossem a minha língua.

Como o banco era bem baixo, as penas de Cadu estavam muito abertas para caber ali. Eu percorria os pelos grossos da coxa sumindo para a perna do short quando me deparei com seu pau quase escapando por ali. Eu fiquei vidrado. Podia ver a cabecinha coberta por pele, deixando de fora só um pequeno círculo de vermelho vivo.

Ele nem me olhava. Talvez, nem tivesse se dado conta do meu olhar.

Seu pau se mexeu um pouco e sem que ele fizesse nenhum movimento, a cabeça vermelha foi saindo da pele e escapava pela perna do short.

Cadu, então apertou sua pica e a empurrou para dentro, mas isso fez pouca diferença. O tecido fino e molhado pouco fazia para esconder as pulsações do pau duro. Se ele estivesse usando uma cueca, vai ver, poderia esconder a ereção. Bem, eu não sabia muito de tamanhos de pau, mas pra falar a verdade acho que o dele não passaria escondido nem dentro de uma cueca muito firme...

- Qual foi, Vitinho? Vai ficar parado aí o dia todo? Termina de varrer esse quintal. Bora!

Era comum que Cadu ou Filipe me dessem algumas broncas de leve ou me chamassem a atenção. Eu não ligava. Eles eram sempre legais e atenciosos comigo. Se tivesse qualquer problema, podia chamá-los e eles me ajudavam também.

- Vou varrer. - Respondi assustado como se tivesse acordado de um sonho muito bom.

Assim, não dava mais pra ficar olhando pra ele com olhos de fome como eu estava. Voltei a varrer e passados alguns minutos, o som da escova nos tênis cessou. Só mesmo a minha vassoura no chão do meu quintal.

- Caralho, aí. - Ouvi Cadu do outro lado falando sozinho. - Tenho que dar um mijão. Ah, vou aqui fora mesmo.

Eu me senti em chamas ao ouvir aquilo. "Será que consigo ver?"

Havia um segundo buraco no muro velho, este muitas vezes menor que a fenda que dava pra passar. Era um furo pequeno, quase como um olho mágico, pelo qual dava pra espiar se colocasse o olho bem perto.

Foi o que fiz assim que o ouvi dizendo que ia mijar no quintal mesmo. Fui pronto para procurar onde ele estava e pra minha mais absoluta surpresa, o vi justamente em pé diante do furo de onde eu olhava. "Que sorte."

A altura do furo regulava com sua cintura e vi seu short de tecido surrado e fino, com o elástico frouxou que deixava à mostra os pentelhos cheios e grossos dele.

O pau ainda duro pro baixo do pano e Cadu o balançou com uma das mãos sem despi-lo

- Maior vontade de dar um mijão. Puta que pariu! - Fala pra si mesmo. - Rola chega tá dura, maluco.

Tirou o pau pela perna do short. Todas as vezes em que presenciei caras mijando, era assim que eles faziam. Nunca abaixavam o short como eu, sempre tiravam o pau pela perna. Mas eu nunca tinha visto o ato de tão perto, nem conseguido ver o pau. O mais perto disse que já tinha chegado, era ver o jato forte de mijo que eles colocavam pra fora.

O piru do Cadu era muito grande, não muito grosso, mas bem bonito. A cabeça era vermelha como eu já tinha visto e os pelos pareciam vir de todas as direções, o saco também escapuliu peludo e pesado. Cadu segurou a pica e a sacudiu pra cima e pra baixo.

- Isso que é uma rola de verdade. - Pude ouví-lo rir. - Mulherada pira! Bom, mulherada e os viado porque eu não desperdiço buraquinho nenhum. - Gargalho consigo mesmo ainda brincando de balançar o pau bem na frente do burado por onde eu olhava profundamente concentrado. Percebi que eu passava a língua pelos lábios e que meu próprio pau estava duro a ponto de doer.

- Ah! - Ele suspirou e deixou sair um jato amarelo e forte que atingia a parede abaixo do buraco fazendo um certo barulho.

Parecia que ele não ia acabar de mijar nunca. Eu olhava muito quieto pra ele não perceber que eu estava ali, cheio de vontade de beijar o pau dele e lamber e pegar com minha mão. É. Eu senti muita vontade de segurar o pau dele pra ele mijar.

Antes que eu pudesse perceber o que viria, ele empinou a pica de um jeito que o jato de mijo acertou o buraco em cheio e saindo pelo outro lado direto para o meu rosto. Eu me segurei pra não fazer nenhum barulho. Fiquei quieto ao sentir o jato quente na minha pele. Já que eu não podia tocar o pau diretamente, o mijo dele me tocando parecia um pouco com isso.

- Ah, que gostoso largar um mijão nessa parede. - Ele dizia absorto em seu alívio. - Parede boa de mijar, cara.

Algo no tom de voz satisfeito dele mexeu uma coisa dentro de mim que eu não conhecia, quando me dei conta, estava com a boca aberta e os lábios encostados no muro, ao redor do buraco por onde vinha o jato de Cadu. Era muito quente e tinha um gosto forte. Mas eu não quis fazer aquilo pelo gosto. Era a voz dele que me fazia ter vontade de sentir na minha boca.

Eu não saberia explicar, tampouco me preocupava em entender. Eu não precisava pensar muito pra sentir que era bom fazer aquilo.

Cheguei engoli um pouco, acho que por curiosidade. Engolir fez eu me sentir estranhamente bem. Como se eu estivesse guardando o mijo do Cadu pra ele. Como se eu estivesse sendo legal com ele.

O jato terminou, no entanto, voltei imediatamente meu olho pro buraquinho. Os últimos fios de mijo iam para o chão sem força de tentarem qualquer outra direção. Cadu balançou o pau e a cabecinha dura ficou toda molhada do mijo que ainda pingava.

- Porra! Que delícia! Olha, parede, você tá de parabéns. - Falou num tom amigável. - Parece que você sabe como cuidar das coisas que um macho te dá. Vou te dar mijão todo dia, paredinha gostosa. - Ele riu e guardou o pau rijo no short. Cadu permaneceu em pé ali.

"Gostou tanto assim da parede que via começar a beijar ela?" Me peguei pensando.

Ele mexia a cintura pra um lado e pro outro, fazendo a piroca pular no short frouxo. Meus olhinhos acompanhavam como se fosse um sessão de hipnose.

Cadu parou, enfiou a mão pelo elástico cansado e ficou apertando o pau por baixo.

- Hummmm. - Ele deixou um gemido escapar. - Tô com tanto tesão na pica agora. Caralho, paredinha, vou ter que largar um leite em tu. Namoral.

Abaixou o short, deixou cair no chão mesmo. Não tinha como ninguém de lugar nenhum, ver nem Cadu nem eu. Só se entrasse num de nossos quintais.

Daí, pude ver com toda a clareza o pirocão liberto e pulsante, apontando reto pra mim. Seus pentelhos me fascinavam: muito fartos, enchiam toda a região em volta do pau, cobriam o sacão e iam se misturar com o pelos da coxa e do abdome. Eu nem picava. Fui tomado por um desejo imenso de sentir o cheiro deles. Eu quis abrir minha boca e chupar os pentelhos dele.

- Imagina se você tivesse uma boquinha agora, hein, paredinha? Ia ser bom, não ia?

Cadu ficou mexendo no pau, levantando e abaixando a pele na cabeça, apertando o tronco, brincando com as bolas, alisando os pentelhos... O tempo todo, como um doido, falando com o muro. Aquilo estava me enlouquecendo.

Mas ele guardou de repente e saiu do alcance da minha visão, acabando com minha festa.

Fiquei olhando mais um pouco pra ver se ele voltava ou se eu conseguia ver onde ele estava. Depois de alguns minutos de silêncio e vazio do outro lado, me dei por vencido e decidi voltar pra vassoura: terminar de varrer aquele quintal de uma vez.

Porém, parecia que Cadu tinha outros planos.

Ele estava sentando no banquinho com a penas abertas de novo, mas agora, se encontrava exatamente na fenda entre nossos quintais. Me encarava enquanto apertava o pau.

- Tava espiando o que aí, Vitinho? - Perguntou sério como se estivesse me passando sermão. - Fofoca é coisa feia, rapá.

- Desculpa, Cadu. - Eu tinha uma mente muito rápida: - Mas eu não tava espiando nada. É que eu enfiei uma barata morta ali ontem e queria ver se as formigas já tinham devorado ela toda.

- Devorado, é? Tu gosta de ver isso? Um bicho devorando uma bicha?

- É legal. - Eu respondi sem entender o que ele queria dizer com a pergunta.

- Varrer que é bom nada, né? Dá essa porra aqui. - Ele levantou, apontando para a vassoura. A rola dura tensionava o short, baixando ainda mais a linha do elástico; de modo que exibia a moita de pelos da púbis.

Quando chegou perto de mim, o pau se encostou no meu corpo junto com a quentura de seu corpo e com o cheiro que vinha do seu short que começava a molhar da baba que vazava da cabeça.

Cadu começou a varrer ligeiro, olhando pra mim de tempos em tempos. O pau balançava e babava. Os pentelhos saltavam pra fora me chamando.

- Pronto. Pega a pá. - Disse quando juntou as folhas da árvore num montinho no meio do quintal.

- Segura a pá. - Falou firme.

Ele empurrava as folhas com a vassoura e eu colocava no saco de lixo. Não demorou e terminamos o serviço.

Eu me abaixei pra catar alguma coisa no chão e logo senti as mãos de Cadu me puxando a cintura, forçando sua piroca muito dura exatamente no meio das bandas da minha bunda. Nossa! A força dele me puxando e se impondo ao meu corpo é uma coisa que eu nunca esqueço. Era surrealmente bom me sentir naquele jogo. Me perguntava se ele só estava brincando. Se Filipe tinha falado pra ele como tinha me abraçado na noite anterior.

"Será que ele sabe que eu tava olhando o pau dele pelo buraco?"

- Foi assim que Napoleão perdeu a guerra, Vitinho. - Ele riu e me soltou. - Fica dando mole pra malando com essa bundinha que tu tem só... Teu canequinho vai ficar sem nenhuma preguinha pra contar história.

Eu amarrei o saco de lixo e o coloquei no canto. Cadu ainda estava de pau duro e o apertava me olhando.

- Busca uma água pra gente.

Voltei com água e Cadu bebeu vários copos seguidos. Devia estar com muita sede. A gente ficou conversando coisas que não me recordo porque honestamente não conseguia prestar muita atenção. A pica de Cadu pulsada e erguia o short ou se mostrava escapulindo pela perna. Passado algum tempo, Cadu me pergunta zombeteiro:

- Koé, Vitinho? Tua mão tá limpa?

Olhei minha mão.

- Tá.

- Pow, então leva meu pau ali pra mijar. Bebi foi água. - Ele sorria ou ria de mim, de brincadeira.

- Tá. - Respondi me levantando.

- Sério? Era zoeira, rapá. Mas se tu quiser levar... - Ele levantou e a rola pulsava descontrolada agora, parecia doida pra sentir uma mão quente. - Bora pro outro lado pra não ficar fedendo aqui.

Ele pôs a mão no meu ombro e foi me conduzindo até o outro lado. Coisa que eu agradeci, pois estava tão mole e lerdo de expectativa que acho que não teria conseguido sozinho.

- Pow, sempre quis que alguém segurasse minha vara enquanto eu mijo. Tu vai me deixar muito feliz com isso.

- Tá bom. - Eu disse pra não dizer que estava doido pra segurar o pau dele.

- Bota ele pra fora. Vem. - Cadu disse jogando a cintura na minha direção, fazendo o pau pular quando chegamos na mesma altura em que o chão e o muro ainda estavam úmidos de sua mijada anterior. - Pega ele, assim. Vitinho.

Puxei o short dele pra baixo e a pica pulou dando pinotes na minha direção. Notei que a cabeça estava brilhosa do mel que saia do buraquinho. Fiquei vesgo, atônito com aquele pau e pentelhos. Cadu soltou um suspiro quando segurei a rola muito quente e estupidamente enrijecida. Senti uma alegria nova tomar conta de mim. Que gostoso segurar um pau. Eu, que gostava tanto de olhar, não podia imaginar que segurar pudesse ser ainda melhor.

- Caralho. Meu pau tá muito duro, né? Tô tão apertado que nem tenho força pra segurar. Você é realmente um amigo muito bom.

- Eu sou um amigo muito dedicado.

- É mesmo? - Ele me olhava sem sorrir. Os olhos faiscavam grudados nos meus. Intensos. - Vou querer ver essa dedicação toda, então. Assim, aponta ele pro muro. Isso com carinho.

Logo senti seu pau vibrando na minha mão enquanto o fluxo do mijo percorria todo o comprimento até ser despejado no muro. Eu ficava olhando pro jato forte que saía, sem nem me dar conta de que estava lambendo os lábios.

Sem que eu esperasse, Cadu deu um solavanco com o corpo e eu senti meu corpo molhado pela quentura do seu mijão. Olhei pra ele assustado, não com o mijo, mas com receio de que ele percebesse que eu tinha gostado.

- Foi mal, Vitinho. Meu pau pulou do nada, cara. Desculpa.

- Tá bom.

- É sua mão, cara. Mãozinha boa pra levar pica pra mijar. Aí, o pau pula logo. Foi mal mesmo.

- Tudo bem. Meio que é legal.

- Sério? - Ele trancou o jato de pronto. - É legal sentir meu mijão? Tu gostou?

- Não sei se tá certo, mas eu meio que gostei. É quentinho.

- É? Quentinho? Gosta quentinho?

- Acho que gosto.

- Acha? Quer descobrir?

Apenas olhei pra ele. Não disse nada. Não fiz nada.

- Vem cá. - Ele tirou o pau da minha mão e me colocou entre ele e o muro. - Só tem um jeito de saber se tu gosta mesmo. Senta aí no chão.

Eu sentei no chão mijado com minhas costas na parede mijada. Sem pergunta, nem objeção. Completamente tomado por um desejo profundo que me deixava todo quente e arrepiado.

Olhei pra cima e Cadu sorria malicioso e todo convencido, segurando a pica na direção do meu rosto.

- Se não gostar, me fala que eu paro, falou? - Ele assumiu seu tom habitual de vizinho gente boa. - Me se gostar, não precisa ter vergonha: aproveita, valeu?

Fiz que sim com a cabeça.

- Fecha o olho que te dar meu mijão.

Ele nem terminou de falar eu senti o mijo esparramado no meu rosto todo, batendo na minha pele, grosso e contínuo. Depois na minha cabeça, peito e barriga, voltando pro meu rosto.

Era um sentimento de me perder, me entregar ao cuidado do Cadu, como se estivesse me dando pra ele cuidar de mim. Até vê-lo mijando antes, eu nunca tinha pensado numa coisa assim. Era o modo como ele falava, a postura de seu corpo, o modo como segurava o pau enorme.

- E aí? Gosta ou não? - Ele interrompeu o mijo mais uma vez.

- Acho que sim. - Respondi abrindo os olhos.

- Então, se esbalda aí no meu mijo, Vitinho. Realiza tua vontade.

Parecia que ele estava lavando meu rosto com uma mangueira.

- Mas tu já sabia que gostava, né? - Ele falou como maldoso e convencido e outra vez prendeu o mijo.

- O quê?

- Tu já sabia que gostava disso antes de pegar no meu pau.

- Hum? - Me fiz de bobo.

- Você acha que eu não sei que você tava olhando aqui pelo buraquinho antes?

Eu fiquei olhando pra ele muito envergonhado.

- Ei, pode ficar de boa, cara. - Ele passou a mão aberta, acariciando o meu rosto molhado. - Não tem que ter vergonha do que tu gosta, não. - Sacudiu o pau fazendo gotas de mijo caírem sobre minha pele. - Sabe, o que você gosta numa ponta, tem alguém que gosta na outra. Tá tudo bem.

- Como assim?

- Tipo, tu descobriu que curte levar um mijão, não foi? - Eu afirmei com a cabeça, enquanto ele me segurava com delicadeza pelo queixo. - Então. Na outra ponta, tem alguém tipo eu que curte largar um mijão em alguém. Tudo suave, entende? Tipo, tu tem uma peça de Lego e eu tenho a peça que encaixa na sua. Pegou a visão?

- Uhum.

- Mas, assim, não pode sair fazendo isso com todo mundo. Tem malandro que vai querer judiar de tu. Tá ligado.

- Tô.

- Isso é papo reto. Tem que ter cuidado.

- Tá bom.

- Pow. - Ele disse soltando meu rosto. - Fiquei com os dedo tudo molhado de mijo. E agora?

Cadu me mostrava seus dedos que nem estavam tão molhados assim.

- Será que dá pra secar aqui?

Ele não esperou resposta e levou os dedos à minha boca, deslizando-os, úmidos, nos meus lábios. Os forçou com gentiliza, apenas para mostrar sua intenção e eu fui abrindo minha boca com os olhos presos aos dele.

Os dois dedos de Cadu estavam na minha boca. Ele sorria satisfeito enquanto fazia-os entrar e sair, escorregando na minha língua.

Eu me sentia dele.

- Tem mais mijão pra sair. Quer?

- Quero.

- Pede.

- Cadu, me dá seu mijão?

Ele abriu minha boca com os dedos e soltou um jato pra dentro dela.

- Bom, né? - Ele gemeu ao meu olhar de pronta devoção. - Hummm e se colocar a cabecinha dentro? Será que fica bom também?

Só consegui olhar pra ele explodindo de vontade.

Então, passou a cabeça vermelha do seu pau pelos meus lábios, soltou um suspiro.

- Não prende a cabeça com a boca. Deixa suave.

Obedeci.

- Agora, tu vai engolir pra me mostrar que tu gosta muito. Já é? Vou soltar de pouquinho em pouquinho pra tu dar conta.

Meus olhos perdidos no vasto matagal dos lindos pentelhos crespos deles. A boca suave ao redor do pau dele. Do jeito que ele falou.

O mijo gostoso de Cadu enchia minha boca enquanto ele soltava gemidos de satisfação, fazendo carícias no meu cabelo.

- Toma. Bebe. - Disse depois de segurar o jato.

Engoli olhando pra ele, que sorria.

- Gosta de beber também?

- Tô gostando de beber o seu. - Ele sorriu de triunfo. E, de fato, estava gostando muito da ideia de estar bebendo o mijo dele, de estar fazendo o que ele queria que eu fizesse e que eu sabia que eu queria fazer também.

- Tá, amorzinho? Tem mais pra tu aqui. - Ele mexou o pau com a cabeça dentro da minha boca e soltou mais mijo.

Quando senti o mijo tomando toda a capacidade da minha boca, tentei avisá-lo segurando suas pernas, mas ele não me deu atenção e se permitiu aliviar em mim, fazendo o mijão vazar pelos meus lábios me molhando todo enquanto eu transbordava dele.

- Hummmm. Isso, amor. Assim, seu viadinho. Deixa teu macho te mijar, minha puta.

Cadu tinha os olhos fechados em satisfação. Sua mão acariciava meu rosto com ternura.

Quando terminou de mijar, ele passou a cabeça molhada na minha língua e ficou esfregando pica no meu rosto.

- Acho que tu não gosta só de mijão não, né? Tá gostando do meu pau passando em você assim?

- Tô, Cadu. - Eu respondi já todo tomado de manha pra ele.

- Acho que tu tá querendo essa pica na tua boca igual um sorvetinho, não tá?

- Uhum. Quero.

- Caralho! Tirei a sorte grande. Namoral. Abre a boquinha, amor. Cadu bota rola na sua boquinha. Abre.

Abri a boca encarando Cadu com devoção. As palavras dele, sua voz, tudo me soava como uma música que eu tinha saudade de ouvir mesmo que nunca tivesse escutado antes. Tudo o que ele queria, era exatamente o que eu queria.

Ele colocou a pica pra dentro da minha boca, mas só metade. Ele disse que eu ainda não ia conseguir tudo.

- Fica suave que eu vou te treinando devagar. Daqui um tempo tu vai engolir meu pau todo e descansar a carinha nos meus pentelhos.

O trânsito da rola dele entrando no meu rosto me alucinava. Mais do que meramente seu pau, sua vontade transferida pra mim, o prazer de se empurrar em mim, seus gemidos...

- Bebê, desculpa, mas sua primeira mamada vai ser rapidinha... Tô a tarde inteira me segurando.

O movimento se intensificou em velocidade. Parecia que o ar faltava a Cadu. Ele se movia com algum desespero e o pau dele dança dentro da minha boca causando sensações indescritível de alegria em poder sentir aquilo.

- Caralho, meu viadinho... Tempão querendo largar um leite na sua boca... Toma pica, toma. Alisa meu saco, vem.

Me senti muito patético tentando segurar o sacão dele que não parava balançando até bater no meu queixo fazendo barulho.

- Ah, porra. Abri essa boca, viado. Abre bem essa boca de puta pra ganhar leite. Abre!

Abri como se estivesse no dentista.

Cadu me olhava enquanto empurrava o seu pau na minha boca.

- Olha pra mim, putinha. Quero ver sua cara tomando seu primeiro leitinho. Vai ser seu primeiro leitinho?

Balancei afirmando.

- Bom. Gosto assim. Gosto de inaugurar viadinho. Olha pra mim. Me adora.

Ele precisava pedir? Eu o olhava como se ele fosse um ídolo, um deus de alguma seita ardente da qual eu fazia parte.

- Sente o gostinho do meu leite. Vicia nele porque quero te dar leite todo dia, meu viadinho... Aaaaaahhhhh. Toma leite, puta! Toma leite de macho.

E senti sua rola se contraindo no conforto da minha boca oferecida a ela. Um, dois jatos do leite dele cair sobre minha língua antes dele me tirar o pau abruptamente. Ele segurou minha boca fechada com a mão que forçava meu rosto a se inclinar entregue a ele e com a outra, segurava a pica pra deixá-la cuspir porra na minha cara.

- Engole meu leite, viado. Aaaaaahhhhh. - Ele urrou e arfou. - Caralho!

Sorriu pra mim de um jeito fofo, devolveu seu pau à minha boca deixando vazar nela o resto de seu leite.

- Porra. Que tempo que quero fazer isso. Caramba. - Cadu continuou mexendo sua cintura pra frente e pra trás enquanto alisava meu cabelo. - Gostou, Vitinho?

- Gostei.

- Engoliu o leitinho do Cadu?

- Engoli.

- Isso, viadinho. Assim que faz. Toma o leitinho todinho.

A vara saiu da minha boca começando a amolecer mais ainda pesava.

- Peraí. - Ele se abaixou e pegou o short dele do chão e limpou o leite que jogou no meu rosto com ele. - Toma. Fica pra tu. Pra tu lamber e cheirar quando eu não tiver perto. Mas quando eu tiver, tu vai cair de cara aqui no verdadeiro.

- Todo dia?

- Quando tu quiser.

- Eu quero todo dia.

- Eu sei que tu quer.

Ele se abaixou e beijou minha boca todo carinhoso e me levantou do chão.

- Aliás, tenho um tempo bom ainda antes de ir trabalhar. Tu acha que quer mais? Tem mais coisa pra te mostrar ainda.

- Quero, Cadu. Quero ficar perto de você o tempo todo.

- De mim ou do meu pau?

- Dos dois, eu acho.

- Hummm, que amigo viadinho dedicado, hein, Vitinho? - Ele sorriu afetuoso. - Bora, vamos ali em casa tomar um banho. Depois vou te levar na cama e te dar mais do que tu tanto gosta, safado.

Eu me deixei levar pra dentro da casa dele. Acho que já nem me lembrava do sarro que o Filipe tinha me dado, mas isso não era um problema. A essa altura, ele já devia estar no trajeto até a casa, pronto pra me fazer lembrar.

<<< Vou mendigar comentário. Na real, escrever é um processo muito solitário. A gente compartilha porque quer tocar os outros de alguma forma. Se te tocou, se te excitou, qualquer coisa, comenta aí. Recebo críticas numa boa também. É só ser legal. Salve um "escritor" abandonado, comente seu texto! :) Obrigado.>>>

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Comentários

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Quanto tempo faz que não leio um conto que me dá tanto tesão, pqp!!! Bom demais, continue!!!

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