Festa em casal “ O dia mais louco de nossas vidas”

Um conto erótico de CR7
Categoria: Heterossexual
Contém 690 palavras
Data: 21/04/2026 08:04:49
Última revisão: 21/04/2026 10:40:27

Meu nome é Joaquim e sou casado com Patrícia a 9 anos somos jovens e temos várias fantasias que desejamos realizar. Vou relatar nossa maior aventura até hoje. Eu sempre soube que viajar com a Patrícia mexia com alguma coisa diferente dentro de mim. Mas naquela noite, em Curitiba, ficou claro que não era só comigo.

A boate estava cheia, luz baixa, música pesada vibrando no peito. Quando ela começou a dançar, não foi só pra mim. Eu percebi na hora.

Ela se movia com intenção.

Se aproximou, encostou o corpo no meu… e depois se afastou só o suficiente pra que outros pudessem ver. Não era distração. Era escolha.

Ela bebeu muito e estava muito solta, usava um vestido colado preto deixando suas pernas quase todas a mostra, a parte de cima era sem alças: começou a dançar e balançar a bunda esfregado no meu cacete que já estava latejando.

Eu segurei a cintura dela, puxei de volta, tentando trazer aquele momento só pra gente. Mas ela girou, passou as mãos pelo próprio corpo com calma, mantendo o olhar no meu… e deixando o resto da pista acompanhar.

Ali eu entendi: ela estava gostando daquilo

Tinha muita gente na pista e perto dela uns moleques de 18, 19 anos bebendo e olhando pra ela dançar….

O jeito que ela me olhava era quase um desafio. Como se dissesse que eu podia ir até onde quisesse… mas não éramos os únicos assistindo.

Senti os olhares ao redor. Alguns discretos. Outros nem tanto.

E ela sabia.

Patrícia se aproximou de novo, mais lenta, mais intensa. O corpo colado no meu, mas o rosto levemente virado, consciente de tudo ao redor.

— Levei ela para um lado da pista de danças onde as luzes eram mais baixas e tirei pelo zíper meu pau para fora ela levantou levemente a perna e para meu delírio ela estava sem calcinha e toda molhada, o pau entrou sem dificuldades.

Minha mão apertou a cintura dela com mais força. Eu já não estava tentando esconder nada. E, pelo jeito, ela também não.

Ela inclinou a cabeça, deixou o cabelo cair de um lado, expondo o pescoço… e ficou ali por um segundo a mais do que o necessário.

— estávamos bebados em uma cidade longe de onde moramos e transando no meio de uma pista de dança…

Quando chegou perto do meu ouvido, a voz dela veio baixa, quase um sussurro que só eu podia ouvir mas o corpo dela continuava dizendo outra coisa para todo mundo.

— temos que parar mas eu não consigo amor ( ela fala)

A música continuava, as pessoas ainda estavam ali… mas nada mais parecia importar.

Um dos jovens passou para ir ao banheiro e nos viu, eu sabia que ele iria falar para os amigos.

Coloquei um dos seios dela para fora e ela não se importou deixando-o a mostra.

Quando o rapaz voltava do banheiro deu de cara com os peitos dela de fora olhou com espanto eu tentei cobrir e ela segurou minha mão para deixar ele ver. Fiquei louco de tesão.

O sexo era lento e com muito tesão olhávamos tudo ao redor e éramos notados por alguns, eu tentava cobrir os peitos dela e falava:

-Cobre amor…

E ela:

-Deixa amor tem nada não…

Continuamos nossa transa e ela com o seio de fora para quem quisesse ver até que o rapaz junto com seus amigos se aproximaram.

Eu quando vi falei:

- Se cubra amor!

E ela:

- Deixa amor! Eles estão com inveja!

Meu tesão aumentou e abri ainda mais suas pernas deixando sua bunda totalmente a mostra.

Um dos caras começou a pegar no pau por cima da calça e outro começou a se masturbar no meio da festa.

Eu vendo a situação falei:

-Amor estão se masturbando olhando para sua bunda…

E ela virando os olhos fala:

-Eles me querem tbm amor é isso me deixa louca de tesão.

Estamos loucos até que eu não aguento e gozo em sua buceta ela segundos depois também goza. Baixamos nossa cabeça e saímos de lá. Hoje quando transamos ainda lembramos desse dia. O dia mais louco de nossas vidas.

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