Olá, Sou a Dora. Uma menina que nasceu menino por fora, mas que cedo percebeu que era uma menina.
Este conto recorda uma altura na minha vida bastante reveladora.
Voltanto o mais atrás possivel na minha memória, lembro as férias de verão com a minha familia materna. Somos uma familia bem numerosa e no verão a familia juntava-se na casa da minha avó. Era uma casa enorme (teve 9 filhos) e ao longo dos anos, foram sendo feitas obras de aumento da casa. Hoje conta com 5 quartos e mais 3 cómodos que nesta altura viravam quartos também, para acomodar toda a gente.
Apesar de todos serem bem extrovertidos (e barulhentos), Minha tia (e madrinha) Isabel, sempre se destacou. Era a mais bonita e vistosa. Era ainda mais exuberante e excentrica. Junto com ela, seu marido, Carlos. Policia, sarado com seus 50 e poucos anos. Lembro até hoje o medo que ele me causava na altura. Tipico policia brutamontes. Falava sempre de forma muito agressiva, bem grosso, para todos. Mesmo para a mulher.
Ao mesmo tempo que era um grosso, não tinha pudor em passar a mão no rabo da minha tia, ou até mesmo nas mamas (sobre a roupa), em frente a toda a gente.
Eles eram bastante sexuais e fisicos um com o outro.
A minha madrinha sempre demonstrava uma preferencia (no meio de todos os primos) por mim (talvez por ser madrinha). Tudo era desculpa para me pegar ao colo. passar a mão no rosto. Sempre dava muito mimo.
Por outro lado, sempre que eu via Carlos, meu coração disparava. Achava sempre que me ia bater.
Uns dois anos depois, eu dormia num dos cómodos convertidos em quarto mas que tinha um banheiro partilhado por outros 2 cómodos. Quem passasse para o banheiro, passaria por mim.
Num desses outros 2 cómodos estavam minha madrinha Isabel, e Carlos.
A certa altura (não muito tarde) ouvi barulho deles transando. Todo o mundo fingia que não percebia.
Passado uns minutos, Carlos passou só de cueca a caminho do banheiro. Estava escuro (não percebeu que eu estava acordado) mas ao ligar a luz do banheiro, consegui ver que ainda estava "meia bomba" e tinha pingo na cueca. Tomei susto por ter visto aquilo e pelo tamanho de seu pau. Nunca tinha visto homem excitado, mesmo que meia bomba.
Acho que fiquei ainda com mais medo de Carlos.
Ele voltou para o quarto e pouco depois veio a minha madrinha. Não notei nada de especial. Quando ela voltou para seu comodo, eu fui fazer xixi para dormir depois.
No banheiro, reparei no cesto da roupa, uma calcinha bem sexy, apesar de amarrotada, meio que escondida. Associei logo à minha madrinha e o que ela tinha estado a fazer minutos antes.
Não resisti e peguei. Ao abrir a calcinha, meu coração parecia sair pela boca. Toda ela esta ainda humida e numa zona tinha uma mancha de um liquido meio grudento. Não sei o que me moveu, mas resolvi sentir o cheiro. Surpreendentemente o cheiro acalmou-me. Era quente. Algo intenso, mas não muito. Resolvi passar a lingua. Não era doce, não era amargo, não era salgado e era tudo isso ao meesmo tempo.
Foi a primeira vez que senti aquilo. Como que se quisesse que aqueela calcinha tivesse sido usada por mim.
Decidi vestir. Nunca vou esquecer o toque daquele tecido enfiado no meu rabo. E aquela mancha molhada no meu pinto (micro). Infelizmente, aquele banheiro so tinha um espelho pequeno na parede e eu não me conseguia olhar.
O espelho mais proximo que podia usar, ficava no corredor entre os 3 cómodos. Como minha madrinha e Carlos tinham acabado de deitar, não tive coragem para ir lá (além de que teria de ligar a luz). Fiquei triste mas deitei.
Manhã seguinte acordei com a minha mãe a chamar-me. Iam todos às compras na cidade para almoço. Na minha cabeça, eu iria ficar sozinho e podia ver-me no espelho com o fio dental de minha madrinha.
Inventei que estava meio doente e fiquei.
Depois de alguns minutos de terem saído, eu levantei. Fui direto no banheiro rezando para a calcinha ainda estar lá. Já estava seca, mas estava :)
Botei ela e procurei uma parte de cima para colocar junto. O melhor que consegui foi a parte de cima de um bikini da minha prima de 9 anos (menos dois que eu), mas que dado meu corpo magro, ficou bem em mim.
Saí do banheiro para o corredor. Como o corredor não tem luz natural, preciso ligar a luz. Não sei se foi o simples toque no interruptor, mas segundos depois aparece Carlos na porta de seu cómodo. Ele também tinha ficado.
Eu ia morrendo quando o vi. Fiquei num estado tal, que acho que levitei (no mau sentido).
"Voltei" à realidade com o grito de Carlos.
"Filho da putaaaaa..... tu é viado seu merda?"
Desatei a chorar a dizer que estava só a brincar, em perfeito desespero.
"A brincar o caralho... Com a calcinha aqui enfiada neste rego" - me deu um tapa na cara que me deixou com a cara toda dormente.
"VocE gosta de tomar Vara? Tu quer ver vara? ou é só com os menininhos bebés da tua idade?" - Enquanto gritava comigo, tocava e pegava em mim de qualquer jeito. Senti suas maos nas minha nadegas, no meu rego, no meu cuzinho e até no meu pintinho.
Eu só chorava e assenava com a cabeça que não.
Carlos estava de cueca (a mesma que tinha visto horas atrás) e percebi que a sua cueca ia ficando "mais cheia".
"Se é viado tem que assumir caralho. Tu quer ver pau? Tem que ver pau a sério. Olha aqui" - e comigo numa mão, com a outra baixou um pouco a cueca e pegou sua vara. Mesmo não estando ainda totalmente dura, era uma monstro vista de perto.
Meu panico ainda aumentou, mas ainda assim, senti algo diferente. Havia o medo de sempre por Carlos. Esse sempre se manteve. Mas a vergonha e medo adicional de me ter visto com a calcinha usada de sua esposa e um soutien de minha prima, estava a diluir-se. Estava a ser substituido pela sensação de que "O meu tio está-me a mostrar e a oferecer o seu pau.... a mim. Um menino de 11 anos.
Talvez por inesperado ou simplesmente de já não ter muito a perder, tentei focar no que ele queria dali.
"Se é viado vai ter que fazer de viado" - Disse ainda agressivo, mas num tom bem mais baixo.
Talvez por ter parado de chorar, ele também acalmou um pouco.
"Quer sentir um pau a sério, putinha do tio?" - Sem pensar e sem achar que teria outra opçao, apenas acenei que sim com a cabeça.
Ele dirigiu a minha mão para sua vara que de repente ganhou a sua forma final.
Não posso dizer que fiquei logo com vontade seja do que for, porque todo aquele tamanho me parecia desproporcional.... mesmo para as minhas mãos, não pegava nem metade daquele diametro.
"Sente o cheiro de um caralho a sério" - Disse enquanto com a mão no meu ombro direito me faz ajoelhar à sua frente.
Cheguei a minha cara perto daquele pedaço enoorme de carne. Bem escuro, uma glande que parecia um champignon gigante, com veias salientes até à sua base.
Reconheci parte do cheiro que havia sentido na noite anterior.
Não sei explicar bem isto, mas a sensação da noite anterior de querer que aquela calcinha tivesse sido usada por mim, ganhava agora forma real. Não sabia o que vinha a seguir, mas me entreguei ao papel submisso perante aquele touro desvairado. E de certa forma, começava a usufruir.
"Abre essa boquinha de viado, abre. Bem que sua Madrinha me avisou" - Nem processei o que ele tinha dito, apenas abri o mais que pude a boca e tentei chupar o pouco que conseguia daquela glande enorme.
"Fala a verdade, tu já deu o cu para algum dos seus amiguinhos?" - Senti vergonha de estar a ouvir aquela pergunta. Acenei que não.
"Fala caralho" - segurando vigorosamente meu rosto
"Fala!!!" - Como se receasse que eu dissesse que ele não seria o primeiro
"Não... Nunca fiz nada destas coisas" - disse eu muito trémulo
Dito isto, Carlos mudou completamente. Ficou muito calmo e até meigo. Um Carlos que nunca tinha sequer pensado que poderia existir.
"Não tenha medo do tio.... Eu sei que vc quer, não quer?" - Não ia arriscar nada que não fosse concordar
"O tio trata bem de vc. Vem aqui. Deixa ver sua coninha virgem" - me levando pela mão para seu comodo.
"Sua Boca é muito pequena para o pau do tio. Mas a sua coninha abre bem mais se for com carinho. Confia no tio?" - Diz ele com um mel na voz até então desconhecido.
Acho que entrei numa especie de transe. A adrenalina inicial, aumentada pelo medo e vergonha, desaparecera. Estava calmo. Sabia que era uma criança. Que o meu tio era um adulto. Que aquele pau não fazia muito sentido estar daquele tamanho comigo, mas ao mesmo tempo foi de mim que partiu a ideia de vestir a calcinha da minha madrinha. De me ver com ela vestida. Acho que o meu verdadeiro eu, ser uma mulher, falou mais alto naquele momento. E quiseram as circunstancias que o homem que me fez sentir isto pela primeira vez, fosse um adulto e marido da minha madrinha.
Carlos abriu a gaveta ali do lado e tirou um frasco. Pos um pouco na mão e me deitou de costas, na cama.
Abriu minhas pernas e começou a massajar minhas nadegas. Aos poucos foi abrindo elas e aproximando a massagem de meu anus.
O toque era diferente. Não senti violencia. Pelo contrário, senti que ele me queria dar prazer. E estava a conseguir.
Seus dedos começaram a massajar meu anus. Lembro que da primeira vez senti quase a voar de tao bom.
Foi então que ele abriu um pouco mais as nádegas e senti algo quente e humido na minha coninha. Ele lambia meu anus com uma vontade tal que me arrepiava todo e libertei meu primeiro gemido.
"ahhhhhhhhhh" - Foi estranho eu ouvir-me a mim proprio. Mas foi também o click. A partir dali eu estava a ter sexo com o meu tio. Já não era aquela especie de estupro.
Comecei a entregar-me àquela lambida, empinando e rebulando o meu rabo na boca dele.
Ele introduziu um primeiro e depois segundo dedo (já custou um pouco), mas rapidamente me habituei.
Infelizmente o tempo ia passando e não tardava, todos os outros iam chegar.
Talvez por isso, depois de rebolar nos seus 2 dedos, eles quis logo, finalmente, desflorar sua femea.
Assim que senti a sua glande na minha entrada, percebi que estava em apuros. Cada tentativa de enfiar mais, eu gritava de dor e com a sensação que tinha sido rasgada.
Ele tirou e botou o 3 dedo, eu gritei e disse que não aguentava mais que aquilo.
Ele voltou a tentar colocar de novo sua vara em mim.
Desta vez comecou melhor, mas assim que fazia força, a dor provocava choro, grito e muita dor.
Talvez cansado pelo choro, relaxei um pouco com um pouco da glande dentro de mim. Nesse momento, senti a cabeça do seu caralho romper a minha coninha até então, virgem.
Lembro da dor, do grito, e da sensaçao (desta vez continua) de estar a ser rasgada. Abri as pernas em desespero e tentei sair como pude.
Ao sair de dentro de mim, senti um enorme vazio no meu anus. Sentia até o vento a bater nele.
Botei a mao e percebi k alem de melado, havia já vistigios de sangue.
O meu choro já não era apenas dor. Era a desilusao de nao poder ser como minha madrinha e levar Carlos a dar-me um banho com seu leite.
Jä sem muito tempo...
"Vem aqui, abre a boca para o tio" - pegando em meu queixo.
Carlos punhetou com vigor alguns segundos e me jurrou imenso leite na boca. Com a glande em meus lábios, senti o seu nectar dentro da minha boca. O sabor quee tinha provado na noite anterior (mesmo que ao de leve), era agora saboreado com todo o seu potencial.
"Vai se lavar e tira isso (calcinha). Disfarça com todo o mundo. Depois continuamos. Quero fazer de vc a cadelinha do tio. Vc quer?"
Eu já sem medo e como quem tinha "crescido" anos com aquele momento (dar um orgasmo a um homem adulto), apenas disse meio efeminado "Claro que quero" - Nisto ele me pegou pelo queixo de novo e me deu o meu primeiro beijo de lingua. Sua barba a arranhar no queixo me deixou com vontade de mais. Me coloquei em bicos de pés para ter a certeza que toda a sua lingua entrava na minha boca.
Assim terminou a nossa primeira relaçao. Mas a próxima vez estava prestes a acontecer. :)