O Leitor Jota Arregaçou Meu Cu

Um conto erótico de escritorpervertido
Categoria: Gay
Contém 3900 palavras
Data: 21/04/2026 13:11:11
Última revisão: 21/04/2026 17:21:00

Eu ia à natação umas duas vezes por semana na academia onde malhava, por vezes tinha algum homem olhando minha bunda. Eu não podia culpá-los, adorava usar sunguinha para mostrar o tamanho do meu rabão que, modéstia à parte, sempre foi grande. Minha sunga apertadinha deixava bem marcadinho e redondo. Eu ainda agachava com ela quase entrando no meu rabo no alongamento. Às vezes até deixava o tecido colar bem rente ao meu cuzinho pulsando piscando e exibia para algum safado ver as preguinhas mandando beijo.

Nada demais acontecia, não tinha ninguém que se atrevia a fazer algo até um homem atraente chegar. Ele ficava olhando intensamente para minha bunda, eu fazia questão de fazer poses para ele, de deixá-lo saber que eu gostava dele se atrair pelo meu rabo avantajado e o meu corpo em geral. Esse mesmo homem se aproximou de mim um dia para conversar, perguntou meu nome. Foram conversas e flertes descontraídos, ele era bem educado e humoroso. Continuamos a nos conhecer até chegarmos em um determinado ponto num certo dia.

— Eu gosto de escrever. — Mencionei casualmente quando estávamos sentados na beira da piscina.

— Adoro ler. — Ele que já me tinha revelado várias coisas confessou.

— Que tipos de coisa você gosta de ler? — Perguntei olhando nos olhos dele.

— Muitas coisas, aventuras, contos… Leio também uns contos eróticos em um site… — A voz dele adquiriu um tom sedutor.

— Eu escrevo às vezes… Pra um site também. Meus contos mais eróticos são mais focados em anal… — Arrisquei olhando para ele, meu rosto ficava vermelho.

— É a casa dos contos? Tem um escritor bem bundudinho que eu sempre comento nos contos dele… — Ele jogou um verde.

— Seu nome nesse site… É Jota? — A possibilidade era mínima de ser meu leitor assíduo, mas perguntar não doía.

— Sim, sou o Jota… É você que é o escritor pervertido? — Ele foi direto ao ponto.

— Sou!

Fiquei sem palavras. Nem em um milhão de anos eu pensaria em conhecer um leitor em um momento espontâneo. Ainda mais um que gostava de ler e comentar em todos os meus contos, um que se deliciava nas minhas aventuras anais e que sabia sobre meu vício em tomar no cu. Era o leitor com quem eu mais fantasiava comendo meu rabo, um que me fazia querer sentar no colo dele e sentir a pica me entalando no fundo do meu cu. Eu seria submisso anal para o Jota sem ele nem pedir, era esmagador o tanto de tesão que ele fazia eu sentir no cu com os comentários dele. Eu sempre imaginava ele lendo e ficando ereto para a minha dedicação ao sexo na minha bunda. E agora, com ele na minha frente, via o quão gostoso ele era.

Fiquei sem jeito ao olhar de canto de olho o pauzão dele crescendo na sunga. Estava tremendo quando levei minha mão até a coxa dele.

— É você mesmo o escritorpervertido? — Ele me perguntou sussurrando.

— Sou eu sim… — Foram poucas palavras, me levantei indo para o vestiário com o rosto convidando Jota a me acompanhar.

— Você é viciadinho em tomar no cu mesmo? — Ele me perguntou quando entramos em um banheiro com chuveiro e ele fechou a porta.

— Sou. Eu amo ser arrombado… — Analisamos um ao outro, ele bem mais alto do que eu que tenho só 1,62 de altura. Liguei o chuveiro virando meu bumbum em direção ao Jota.

— Caralho, você é rabudão demais igual nos seus contos. — Jota me empurrou contra a parede esfregando o pacote no meu bumbum.

— Gosta de bundão? — Perguntei empinando meu bumbum para ele.

Foi impressionante, ele só abaixou para me beijar. Meu pauzinho babava de tesão, sentir Jota pegando nos meus peitões malhados, puxando meus mamilos, enquanto esfregava o pau duro na minha bunda, mesmo que nós dois ainda estivéssemos de sunga, me fazia derreter com meu anel anal pulsando. O beijo dele era como nas minhas fantasias, intenso e natural. Ele abaixou minha sunga enquanto beijávamos, apertava meu bundão branquinho, liso depilado, e abriu as bandas enquanto separava os lábios dos meus.

— Que cuzinho lindo nesse rabão gostoso! — Jota massageava a entrada fazendo meu pauzinho babar mais ainda. Eu fazia biquinho e piscava o cu pra ele. — Vontade de arrebentar esse cu!

— Delícia… Eu quero mesmo fazer muito anal com você! — Eu ficava sem palavras de novo, minha vontade de presentear Jota com meu cu para ele estourar todinho já era intensa antes de encontrá-lo, agora era ainda maior!

— Toma… — Jota começou a penetrar meu cu com um dedo.

— Calma, deixa eu voltar depiladinho na próxima e vamos pra casa…

Eu estava inseguro, queria fazer mais limpinho e depiladinho para o Jota. Também estava muito nervoso e tímido, queria fazer algo especial para o meu querido leitor. Combinamos de nos ver na próxima semana e sair depois da aula.

Eu me depilei todo no dia, deixei tudo lisinho para o Jota, até meu pauzinho estava completamente sem pelos. Coloquei um plug de um um tamanho médio no meu cu e uma sunguinha branquinha para ir para a natação no dia que combinamos. Chegando lá trocamos umas palavras, a surpresa foi no alongamento livre. Eu fiz questão de ficar de quatro. Deixei a sunga branquinha deslizar no meu rego, fui mostrando a ele a base do plug penetrado no meu cu. Estava tão excitado que nem me importei se alguém visse, eu queria que o Jota soubesse o quanto ele me gerava tesão no cu, o quanto eu estava pronto para ser submisso anal a ele.

Seguimos para a aula como normalmente, Jota olhava para o meu rumo sorrindo e curioso, havia uma excitação gostosa na fase dele. Nós ficamos na piscina um pouco, esperamos esvaziar enquanto conversávamos sobre ir até a casa dele e fomos para o vestiário assim que não tinha ninguém em volta. Dentro da área de chuveiro, com a porta fechada, começamos a beijar. Eu tocava nos braços e peito do Jota, o corpo dele fazia a excitação subir pelo meu. Ele pegava nas minhas costas e descia até meu bumbum onde abaixou a sunga me apertando e abrindo.

— Eu vi que você tava com um plug de quatro, foi difícil não ficar ereto na aula sabendo que você tava com esse cu entupido! — Jota me ajudou a virar e mostrar minha bunda a ele.

— Tô todo depiladinho, tira o plug pra você ver o quanto eu quero ser putinho pau no cu pra você! — Eu estremecia sentindo ele tirar o plug. Ele viu meu cuzinho safado todo aberto, fechando, piscando, levemente inchado de estar mais de uma hora e meia plugado.

— Caralho, tá todo gulosinho e depiladinho mesmo. — Jota já enfiava dois dedos no meu ânus molhadinho e afundava enquanto tirava a rola simplesmente linda da sunga, depois meteu três dedos em mim enquanto eu batia uma punheta para o pau quentinho dele. — Posso comer esse rabo?

— Calma. — Virei e fiquei de joelhos com a bunda empinada, soquei aquela delícia de rola na minha garganta tão rápido que engasguei soltando baba grossa no pau do Jota. Depois chupei no limite da excitação, aquele pinto era um dos pintos que ficava na minha mente por horas, era um dos paus que eu mais desejava com muita vontade. O gosto maravilhoso superou todas as minhas expectativas. Eu cheguei a chupar as bolas dele achando tudo uma delícia. — Agora sim, enfia essa piroca no meu cu!

— Vem cá bebê, deixa eu sentir esse bundão. — Levantei e empinei meu rabo, Jota abriu e desceu socando a língua bem no fundo. Apertava meu bumbum com vontade e abria minha bunda chegando a distender meu cuzinho antes de subir. Apontou o pau e foi deslizando no meu ânus. — Que bundão do caralho, quero socar até você gritar!

— Soca, rasga esse cuzinho então! — Minhas pernas tremiam. Segurar o plug lá por tanto tempo tinha deixado meu cu muito sensível, sentir o pinto durinho do Jota arrombando meu buraco me fazia mijar de tesão. Era muito gostoso sentir alargando, arrebentando minhas paredinhas inchadas e dilatando e distendendo meu interior até chegar no fundo. Jota entupiu meu segundo anel interno, a cabeça grossa entrava no meu cólon me fazendo arrepiar na pressão anal. — Aí que delícia, aí meu cu! Tá abrindo tudo!

— Vem cá rabudo guloso! — Ele socou tudo até o talo, colocou a cabeça no meu ombro e olhou pra baixo porque era bem mais alto que eu. — Olha seu pintinho, tá babando todinho!

— Desculpa! Eu não consigo deixar ele duro durante o anal! — Sempre foi assim comigo, raras vezes e por muito pouco tempo eu mantinha ereção com um pau atolado no meu rabo porque meu corpo todo foca só no cu quando eu tô brincando com ele.

— Calma bebê! — Jota ainda segurava minha piroquinha mole molhadinha enquanto deslizava a pica comendo meu cu, ia entrando e saindo devagar, me fazendo sofrer e gemer porque meu buraco estava completamente sensibilizado do uso do plug por mais de uma hora. Eu já sentia as contrações fazendo eu peidar molhadinho e puxar os beiços do meu cu no pinto dele. — Tá babando todinho é? Porra, é igual nos contos, seu pinto fica mais molhadinho só de tomar no cu! Baixinho bundudo pervertido, vamos estrondar esse cuzão juntos!

Ele começou a deslizar a rola mais intensamente. Eu rebolava meu bundão abrindo para ele ir mais fundo, mastigava o pinto dele piscando meu cu naquele pau enquanto eu puxava para trás ajudando-o a socar. Jota ficava alternando entre ver meu pauzinho balançando e babando sem parar com ele me entupindo de piroca no rabo e o meu bundão engolindo ele com os beicinhos do meu cu inchadinhos.

— Ai Jota, eu vou botar pra fora!

Ele arrebentava meu cuzinho sensível tão gostoso que estimulava minhas profundas contrações fazendo o meu cu puxar, criava essa vontade que fez eu colocar o pinto dele para fora do meu cu. Abaixei colocando minha piroquinha entre minhas pernas, esguichava jatos de urina pulsando enquanto eu abria meu rabo mostrando meu cu quase prolapsando. As paredinhas vermelhas pulavam pra perto do anel todo arregaçado. Jota tinha me dado o primeiro orgasmo anal do dia, quando meu buraquinho fechou eu soquei dois dedos de cada mão usando como ganchos para abrir. Exibia as paredes do meu cu força das a ficarem abertas pulsando para ele saber que eu não me importava com a pressão ou a dor, eu queria mesmo é ser putinho anal dele, ser um safado mostrando o fundo do meu ânus todo aberto para ele.

— Que delícia caralho, puta que pariu, você abre o cuzão gostoso mesmo! — Jota socou a rola para dentro me apertando contra a parede para arrebentar meu cu na pica. Eu puxava para trás ajudando no ritmo que ele socava martelando meu rabo, me fazendo gemer de tesão na destruição do meu cu.

— Para você, comedor e arrombador de cu, eu sou putão anal! Vem arrombar meu cu junto comigo Jota!

Jota me segurava pelo meu quadril fodendo mais forte, a dor e o incômodo anal me faziam tremer com um prazer arrombador delicioso. Ele continuou martelando meu cu que mastigava a pica dele até gozar dentro de mim. Jota urrava gemendo me segurando com a rola gozando e preenchendo meu cu de leite. Eu alcançava um paraíso sendo leitado por ele. Infelizmente, alguém ouviu. Ficamos alerta e tímidos, Jota socou o plug no meu rabo de novo.

— Aguenta até chegarmos na minha casa? — Ele me girou para tomarmos banho juntos.

— Eu vou tentar, mas tá tudo tão sensível lá! — Eu ficava com vontade intensa de colocar o plug para fora na pressão e contrações. — Se você prometer que vamos fazer muito mais anal, eu seguro.

— Prometo sim safado, agora que sei que é gulosão, vou comer ainda mais!

Eu fiquei empolgado com as palavras dele e rumamos pra casa dele após o banho. Foi bem difícil segurar o plug até arrumarmos tudo e chegarmos lá. Eu fui o caminho todo espremendo o plug no meu cu para não botar para fora, sentia muito incômodo e muita vontade de deixar sair. Queria que o Jota comesse meu cu mais vezes, então segurei.

Chegando lá, Jota começou a me beijar. Eu fui guiando ele para tirar meu short e cueca. Sentei no colo dele de frente quando sentamos no sofá e levantei meu bumbum para mostrar o plug.

— Deixa eu colocar para fora, eu não tô aguentando! — Eu gemia suando e segurando o plug entupindo meu cu com o leitinho dele dentro.

— Só mais um pouquinho, aguenta só mais um pouco. — Jota pegou a base do plug girando ele dentro de mim para me torturar, para eu sentir ainda mais vontade de colocar para fora com o estímulo. Ele tirou a pica dura dos shorts e apontou para o meu cu quando subitamente e rapidamente tirou o plug.

— Aí meu Deus, meu cu! — Eu virei meus olhos puxando, cagava todo o leitinho e creminho anal quentinho na pica do Jota com as paredinhas vermelhinhas do meu cu saindo só um pouquinho para fora. Ele esfregava o pinto nessas paredinhas pulsando.

— Vem sentar na pica e deixa seu pauzinho molhar!

Eu obedeci mesmo com meu cu extremamente sensível e com dificuldades de engolir a pica do Jota. Era delicioso sentar naquela rola e forçar meu cu a ir até o talo nela. Eu delirava de prazer sentindo o pau dele durinho, sentindo o desejo dele de socar no meu cu, entalar meu rabo com aquela pica e me arrombar. Ser putinho pau no cu para um comedor de rabo pervertido como o Jota me levava ao paraíso! Por isso agachei, comecei a rebolar e a sentar forte. Fodia bem gostoso o meu cu já muito sensível pela quantidade de tempo de uso do plug.

Jota podia ficar descansando deitado, sentindo a pressão do meu cu chupando o pinto dele enquanto eu quicava até o talo. Não importa o quão sensível e estarrecedor era deixar a rola dele entrar no fundo do meu segundo buraco ultrapassando meu reto e arrombando meu cólon, meu maior desejo era mostrar minha submissão de enrabamento a ele. Queria demonstrar que meu cu recebia o pau dele mesmo comigo sofrendo, que eu amava chupar a pica dele com meu bundão guloso enquanto botava leitinho quentinho para fora naquela piroca deliciosa! Meu pauzinho pulava babando pré-gozo e às vezes esguichando urina na barriga dele na pressão anal deliciosa que eu sentia.

— Calma senão eu gozo rápido!

Jota manejou para que eu ficasse de quatro no sofá chupando o pinto dele. Ele ia metendo dedos no meu cu, forçava minhas pregas a abrir enquanto eu engasgava na piroca.

— Vem cá! — Jota ficou por trás de mim e eu estava de quatro colocando meu pauzinho para trás para ele ver. — Vamos ver se aguenta como nos contos! — Senti ele forçar mais, ia mais fundo, colocava todos os dedos da mão dentro do meu cu.

— Vai Jota, pode fistar. — Senti ele fechando a mão e puxei contra ele. O punho foi deslizando para dentro.

— Caralho, engoliu a mão inteira com o cu. — Ele explorava meu cu com a mão inteira dentro.

— Tira só um pouquinho, tá com muita pressão! — Eu sentia ele movendo dentro, indo fundo a penetrar meu segundo anelzinho interno.

— Tiro sim. — Jota deslizou a mão para fora de mim. Eu gemi alto com ele abrindo as bandas do meu bundão, o meu cu floreou, saiu para fora as paredinhas vermelhas enquanto meu pauzinho escorria leitinho. Joga rasgou meu tão gostoso que me botou para gozar de pauzinho mole sem tocar nele.

— Aí que delícia, agora pode foder meu cu de novo!

Ele não perdeu tempo. Depois de massagear minha rosinha anal prolapsada que escorregava de volta para dentro, senti os dedos dele como ganchos escancarando o olho do meu cu para abrir com muita pressão. Eu me enchia de tesão no rabo com ele olhando minhas paredes anais, forçando meu anel do a ficar totalmente aberto numa pressão anal que me fazia arrepiar de tesão.

Ele tirou os dedos que começou a socar no meu cu de quatro. Eu me enchia de me enchia de mais calafrios com minhas pernas tremendo quando ele começou a me fistar de novo. A mão dele saia e entrava arregaçando meu cu, indo mais fundo, metendo um pouco mais do antebraço até eu puxar a mão dele para fora e prolapsar deixando ele ver as paredes do meu cu florescerem em uma rosa anal.

— Porra, agora eu vou foder esse cu. — Senti o punho do Jota sair para o pau dele entrar.

— Ai meu cuzinho tá todo rasgado e arrebentado, mas esse pau é gostoso demais! Bomba essa rola no meu cu!

Eu gemia com meu cu fechando em volta do pinto de Jota para apertá-lo. Eu não consegui segurar e peidei o ar que estava dentro de mim enquanto ele apertava a abria meu bundão, depois ele deslizou a piroca durinha no meu cu piscando e apertando o pau dele durante o bate estaca bem violento.

— Tá aguentando gostoso, você é putinho viciado em tomar no cu mesmo! — Ele me puxou em um beijo quando eu tremia com os olhos cheios de água de tanta pressão no meu fundo do meu ânus.

— Tá gostoso, mas tão difícil de aguentar. — Eu, como um viciado na submissão anal, ainda mais com o Jota, sentia muito orgulho e tesão de levar no rabo mesmo com muito esforço e gemendo, choramingando entre beijos com ele.

— Chorando e mastigando minha rola assim, fica difícil! Vou gozar!

Tremi com Jota atolando o pau todo no meu cu para leitar fundo! Ficamos beijando suados até ele tirar. Eu virei e deitei de pernas abertas mostrando meu pauzinho molhado e meu cu piscando inchado. Eu queria mais no cu mesmo que já estivesse todo fodido e no limite. Falei para o Jota pegar uma garrafa de lubrificante na minha mochila e deslizei para dentro do meu rabo. Jota sorriu ao ver que meu pauzinho ainda babava de tesão mesmo eu tremendo quase não aguentando mais.

— Gostoso desse jeito não tem como resistir! — Ele apertava meus peitões malhados e mordia meus mamilos durinhos enquanto eu apertei a garrafa enchendo meu cu de lubrificante.

— Eu quero mais anal! — Senti ele dedando meu buraco enquanto apertava meus mamilos depois que eu tirei a garrafa do meu cu.

— Pede pra eu arrombar esse cu que eu faço mais.

— Vem Jota, arromba meu cuzão por favor!

Jota não perdeu tempo, enfiou o punho no meu ânus fazendo eu esguichar lubrificante no braço dele de tanta vontade de colocar para fora nas várias contrações anais. Jota dava tapinhas nos meus peitos e puxava meus mamilos fazendo eu pular de sensibilidade enquanto metia a mão no meu cu. Aos poucos, vi a bela piroca dele ficar dura. Ele pegou a garrafinha de lubrificante e enfiou no meu rabo depois de tirar a mão de dentro de mim. Esguichou o resto do lubrificante dentro do meu ânus e deslizou a rola para dentro antes de beijar meu pescoço.

— Aí Jota, meu cuzinho tá entupido demais! — Minhas pernas tremiam muito com ele me segurando no lugar, deliciosamente chupando meu pescoço.

— Quer que tire meu pau de dentro? — Jota recebia meu carinho nas costas e peitos dele.

— Não, pode arrombar mais, pode arrombar tudo! — Depois da permissão, ele apertou meus peitos torturando meus mamilos e rasgando meu cuzão numa martelada tão forte que me fazia cagar lubrificante quentinho na piroca dele. Ele continua deslizando, remexendo em tudo por dentro de mim, bombando no meu cu torturado.

— Caralho seu putinho safado, toma no cu sem parar! — Jota ficou ofegante metralhando meu cu com pirocadas fortes e rápidas.

— Deixa eu sentar, deixa eu servir seu pinto! — Pedi quando vi que ele estava se cansando.

— Vem sentar! — Nos movemos e me sentei no pinto dele segurando meu buraco para apertar ainda mais.

— Jota, sua rola é tão gostosa que mesmo doendo muito eu tô gostando! — Meus olhos enchiam d’água.

— Que delícia, mas pode relaxar… Solta, solta esse cu e caga lubrificante para mim!

Fiquei vermelho, mas soltei mesmo tímido e meu cu expulsou ainda mais lubrificante e creminho anal branquinho batido no fundo do meu segundo buraco. Jota delirava com meus peidinhos lubrificados e mesmo tremendo muito e esguichando urina eu sentava forte chupando a piroca dele com meu cu até ele gemer alto. Veio mais um preenchimento de leitinho quente numa terceira vez. Segurei o pau dele dentro rebolando e massageando com meu cu, fazendo Jota tremer de prazer enquanto nos beijamos.

Eu botei o pinto dele para fora e o safado ainda pediu para eu virar o cu e mostrar aberto. Ele ainda arreganhou meu anel inchado me fazendo florescer e botar leitinho e lubrificante para fora. Ficava socando no meu cu inchado e brincando com ele.

— Deixa eu chupar seu pau?

Jota me pediu e eu deixei ele chupar tudinho. Meti na boca gostosa dele deslizando meu pauzinho que ficou ereto quando não tinha nada no meu cu e mesmo depois de eu tomar tanto no cu. Meu tesão pelo meu leitor Jota não parava. Soquei meu pau branquinho nele para fazer ele engasgar, entalei a garganta quentinha até leitar a boca deliciosa dele. Jota ainda me pegou de surpresa, levantou para me beijar com leitinho na boca, degustávamos minha porra na língua um do outro. Ele ainda dedava meu cu todo inchado latejando.

— Deixa eu comer seu cu mais uma vez? — Jota me pediu mais.

— Se for você eu tento, pode vir. — Aceitei o desafio.

Jota me colocou contra a parede, abriu meu cu e socou sem dó. Eu tive que me segurar para não gritar. De alguma forma, nesse momento em que eu estava completamente sensível com meu cu todo arrebentado, foi o momento que Jota foi mais bruto. Eu não reclamei, pelo contrário, eu aceitei todas as estocadas com meu pauzinho babando de tesão. Quanto mais ele violentava meu cuzinho todo triturado, mais eu desejava a rola dele.

Doía tanto que eu lacrimejava com a perversão da maneira que ele rasgava meu cu, eu puxava e piscava na rola dele. Era muito suor e tremedeira tentando aguentar o incômodo insuportável no meu rabo, Jota teve que segurar pelo meu quadril para forçar meu bundão a ficar no lugar. Isso me enchia de tesão, a violência anal fazia eu escorrer mais leitinho sem tocar no meu pauzinho mole. O jeito que ele destruía meu cu naquela rola deliciosa fazia eu chegar aí Nirvana anal de tanta dor e prazer imenso no cu, de tanta contração me fazendo ter orgasmos internos no meu ânus que levavam meu pauzinho a esguichar urina! Logo ele me encheu de leite mais uma vez.

Não houve muita conversa, Cai exausto tremendo no abraço de Jota e dormi para acordar mais tarde com o Jota me oferecendo uma pizza.

Após dar meu cu para ele, fiquei estonteado. Queria sentar no pau do Jota o tanto quanto pudesse. Tinha uma viagem marcada com outro leitor meu que também amava anal, eu e Jota combinamos de ir a três para a praia. Essa história fica para a próxima, o importante mesmo é saber que meu estava completamente viciado no jeitinho que Jota tinha destruído e rasgado meu rabão branco todinho.

(Finalmente o conto dedicado ao Jota, muito obrigado pelos comentários!)

Meu e-mail é pervertedwriterass@gmail.com para os interessados em contato, sempre gosto de ouvir dos comedores e dadores de cu.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive escritorpervertido a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de escritorpervertidoescritorpervertidoContos: 37Seguidores: 37Seguindo: 7Mensagem Sou aficcionado em sexo anal. Escrevo contos sobre treino anal, fetiches e foco bastante no prazer do cu misturado com romance. Também gosto de trocar experiências! Aceito críticas e sugestões no meu email: pervertedwriterass@gmail.com

Comentários