Minha Mel, a transex que me fez ficar viciado e minha quase namoradinha, havia viajado para Minas para ver a mãe. Logo ela ia viajar para a Itália, passar uma temporada lá. Enquanto ela estava aqui comigo, era quase uma trepada rápida por dia ou uma foda longa nos finais de semana. Realmente a gente estava quase casalzinho.
Até no lugar onde almoçava todo dia, o garçom Gerson me provocou dizendo: “Cadê a potranca, douto?” Eu ria, dizendo que deixei amarrada e ela fugiu. Realmente ela chamava atenção por onde passava, mesmo com roupas mais discretas, como jeans ou leggings.
Estava voltando para meu escritório. Então uma voz me chamou.
Uma mulher. Olhando com atenção, era uma transexual alta, com corpo escultural. Usava óculos de armação rosa. Tinha curvas generosas que chamavam atenção. Seus cabelos loiros, com mechas mais claras, longas e volumosas até a metade das costas. Um rosto bonito e lábios carnudos, de batom, um rosa que combinava com o cropped que usava.
O cropped também era rosa, justo, leve, que marcava seus seios empinados, deixando a barriga bronzeada aparecer com uma cinturinha. A saia jeans curta e apertada, com seus quadris largos e a bunda redonda e empinada — a barra da saia mal chegava ao meio das coxas grossas e bem torneadas, revelando pernas longas e sensuais. Nos pés, sandálias de salto alto e fino, delicadas, que alongavam ainda mais sua silhueta e faziam seu andar rebolar de forma provocante.
— Doutor Glauco, tudo bem!
— Oi, tudo bem, melhor agora!
Ela riu, tirando os óculos, claros olhos grandes com delineado preto bem feito. Engraçado que quase nunca uma gostosa dessas puxava papo comigo. Quem seria?
— Ai, sou amiga da Melzinha, meu nome é Nycolly! Ela inclusive indicou o senhor para resolver um problema pra mim.
— Ah, que bacana! Sou muito amigo da Mel. Posso tentar te ajudar, sim.
— Ai, por favor, doutor, trouxe até a papelada.
— Está meio calor hoje, acabei de vir do almoço. A gente pode tomar um café lá e você me explica, mostrando a papelada.
Nykolly topou na hora, com um sorriso. E voltamos à padoca de onde eu tinha acabado de sair. Ao entrarmos, os olhares do pessoal se voltaram para ela. Homens cochicharam e as mulheres com aquele olhar meio de curiosidade e indignação. Nem liguei. Nos sentamos, mas ela pediu licença e foi ao banheiro. O garçom Gerson chegou perto e comentou: “Achou outra potranca, hein, douto!” Apenas ri e pedi um expresso com leite.
voltou num rebolado e se sentou ao meu lado. Para minha surpresa e do restante dos clientes.
Ela me mostrou a papelada e explicou o problema. Olhei e analisei. Coisa simples. Dei um desconto e falei que resolvia. Ela adorou, dizendo que estava super feliz e aliviada.
Pediu para o Gerson um X-TUDO, para minha surpresa, com uma coca 600 ml. Falou que estava com fome, que mal jantou ontem. Correria da profissão. Rimos.
Acompanhei ela comendo, falando um pouco da Mel, que ia deixar o país, e outras coisas. Ela comentou que ia ficar com o quarto da Mel e com algumas coisas dela. Quando olhei no relógio, já era dez para as quatro. Pedi licença e respondi umas mensagens de zap. Ela comeu tudo e pediu um café, para minha surpresa. Já estava com a coxa encostada na minha e ombro com ombro. Não me importei. Era falante e tinha uma voz doce.
Pedi a conta. Ela insistiu em pagar, mas não deixei! Brinquei que pagava na próxima. Passei meu contato no cartão, mas ela disse que já tinha, com um sorriso, e perguntou se eu tinha compromisso ou outra coisa. Brinquei, dizendo que tinha que terminar uma maratona na Netflix sozinho. Daí veio o convite.
Tomei uma ducha para tirar o suor e ao sair ela sentada na cabeceira da cama do Hotel.
Nykolly estava sentada na beira da cama, usando apenas um cropped rosa justo que deixava os peitos apertados e mostrando a barriga bronzeada. Na parte de baixo, uma calcinha fio dental branca com o volume do seu pau inchando a parte da frente. Com as pernas ligeiramente abertas, cabelos loiros ondulados caindo sobre os ombros, delineado carregado e lábios rosa provocantes, ela exalava pura sedução.
— Oi, doutor Glauco... tava te esperando.
Cheguei perto e deixei a minha toalha de lado.
— Tá linda, safada.
— Vim preparada, sabe... a Melzinha pediu pra cuidar do senhor enquanto ela estiver em Minas.
— Nossa, estão assim preocupadas comigo?
— Claro, doutor! Sabe que eu vi você chegando com ela naquele hotelzinho perto da Helvetica.
— Sabe de tudo, hein, Nikolly?
— Quero saber mais do senhor — disse ela, ficando de pé e dando um giro sobre a cama, mostrando a bunda com o fio dental afundado no meio das nádegas. Tinha uma bunda maior que a da Mel. Era tão gostosa quanto. Ela desceu e me abraçou, me beijou e pegou no meu pau meio amolecido e já melado na cabeça.
Na mesma hora que enfiou a língua na minha boca, senti outra mão apertando minha bunda. Sua pica já dura escapou e bateu na minha coxa, melando a pele. Olhei e vi a pele clara com veias e a cabeça rosada. Enquanto Nykolly me punhetava, agarrei a pica dela, que a fez gemer:
— Ai, doutor, comi três cuzinhos ontem, só fui ativa. Quero que você me coma meu cuzinho gostoso agora.
Apertei ainda mais sua rola e voltei a beijar, falando:
— Vou te dar uma surra de pau, minha loirinha.
Larguei e, com as duas mãos, apertei sua bunda dura. Ajudei a tirar rápido o fio dental, chupei seus seios. Notei que ela tinha certa pressa. Caiu de joelhos na minha rola e começou a chupar com fundo, sugando como se fosse um canudo grande. Ao mesmo tempo, começou a se punhetar forte. Era delicioso suas chupadas. Fechei os olhos, deixando apenas a sensação e o barulho que escapava da sua boca.
Quase gozei tamanho o tesão e puxei sua cabeça para parar. Dei um beijo gostoso na boca babada. Ela já tinha deixado o gelzinho e a camisinha ao lado, na cabeceira da cama. A deitei de barriga pra cima, encapei a rola, passei bastante gel e, com os dedos melados, dei uma melada no cuzinho. Já estava melado. Para minha surpresa, enquanto tomava banho ela deu uma preparadinha, a safada.
Entendi que ela tava ansiosa e preparada. Meti a cabecinha nessa posição de frango assado, segurando sua cintura. Ela gemeu, deu uma piscada forte com o anel e depois relaxou. Fui invadindo devagar até afundar quase até as bolas. Gemia com os olhos fechados, apertando os seios. Comecei o entra e sai. Ela começou a se punhetar olhando para mim com cara de sem-vergonha. Algo que só vi em Mel e na cdzinha que tinha comido meses atrás.
Senti o pau quente entrando e saindo. Então ela começou a piscar o cuzinho comigo atolado nele. Ia gozar se punhetando. E veio: o pau dela, virado para mim, soltou uma esporrada quente e forte, acertando meu queixo, barriga e peito. Aquela travada do anel me deixou louco. Não segurei mais e gozei com tudo.
Quando tirei o pau, minha surpresa: a camisinha tinha estourado e gozei no cuzinho dela. Pedi desculpa na hora.
Ainda suada e ofegante, ela me abraçou e me beijou.
— Doutor, não fica encanado, não! Fiz o teste semana passada e sempre uso a touca! Não fica preocupado. E outra, a Melzinha me falou que vocês só fazem no pelo. Ela é minha madrinha e disse que posso compartilhar o senhor sem problema.
A safadeza dela me fez beijá-la ainda mais. Enquanto estávamos deitados, ela ainda me mostrou uma foto recente dela e da Mel numa foto de calcinhas de lado, com as necas escapando. Apenas ri por pensar que era sortudo com travesti.