Quem mora em cidades do interior sabe oque vou dizer, por aqui se você é rico você manda na cidade, se é político você provavelmente é rico e se você não é nada disso, você manda em todos, menos neles, sendo policial.
Bom, eu não sou nenhum destes, me chamo Pedro e tenho 22 anos, 1,80 cm e 85kg, branco, cabelo liso mas de traços africanos, lábios grossos e nariz achatado. Como podem imaginar pelas medidas, sou magrelo.
Sendo só mais um, moro com meus pais, trabalho de motoboy, com uma moto 150 cc que meu pai me ajudou a pagar, ela é meu único bem e a uso pra trabalhar e pra sair de rolê nos finais de semana.
Era uma sexta a noite e eu fazia minhas entregas, quando fui parado pela PM, de tanto procurar pelo em ovo, resolveram implicar com o escapamento da moto que realmente não é o original, mas não é nada demais, apenas um pouco barulhento. Tentei argumentar com o Marcelo, vizinho de rua que estava de serviço, mas ele fez questão de me humilhar ainda mais.
- Marcelo, você me conhece cara, sabe que eu sou trabalhador, e a moto é meu ganha pão, me quebra essa por favor?
- Cala a boca, eu não sou seu amigo, nem tenho parente vagabundo, você com esse chassi aí deve chupar lata até umas horas, é noia com certeza. Lixo!
Que humilhação... Caminhei pra chegar em casa e chorei contando tudo pro meu pai, que chorou também por saber que o filho fora humilhado e não poderia fazer nada porque o cara tem farda e se tem farda tem passe livre.
Sábado por volta das 11:14 e eu estava no mercado comprando cerveja pra tomar a noite com meu velho, mas vejo Naiara, esposa do Marcelo carregando seis sacolas pesadas. Me aproximo oferecendo ajuda, não por ela não ter qualquer culpa pelo marido, mas pra poder ver de perto aquele rabo perfeito.
Naiara é uma loira de cabelos a altura das costas, louro claro, quase pérola, pele branca perfeita e olhos verdes, lábios carnudos e nariz arrebitado. É uma criação perfeita da natureza, com seios não muito volumosos mas que marcavam sua blusa de alcinha de cor branca. Usava também uma calça jeans, daquelas de funkeira e juro... Não sobrava nada de tecido, seu corpão preenchia a calça todinha, quase explodindo o tecido, que perfeição de rabo, era maravilhoso de se olhar e eu só não moraria nele rabo, porque na frente dava pra ver a testa marcando a calça... Que tesão de mulher e ainda era doce e gentil, tinha nada a ver com o pau no ** do marido.
- Posso te ajudar vizinha?
- Se não for incomodo, as sacolas estão um peso!
Prontamente agarro as sacolas e seguimos para sua casa, serão cerca de três quarteirões.
- Ansioso para o show? Me pergunta Naiara, uma vez que haveria um rodeio no próximo final de semana e um show grande ia rolar.
- Que jeito lindona, tô sem moto, o show é longe e eu não quero voltar a pé.
- É mesmo, não sabia que estava sem moto, oque aconteceu?
- Seu marido prendeu ela e me deu mó esculacho...
Naiara de ruboriza na hora e me pede perdão enquanto estende as mãos para tomar as sacolas, oque prontamente recuso lhe dizendo que não misturo as coisas e ela sempre foi muito gentil comigo e além disso não é todo dia que posso estar ao lado da mulher mais deliciosa da cidade. Ela fica vermelha e desta vez abaixa a cabeça, sem jeito pelo elogio.
- Me desculpe, passei do ponto, e você, vai ao show?
- Nem vou, Marcelo vai trabalhar todos os dias da festa, e sozinha ele não me deixa ir.
Seguimos em direção a sua casa, paro no portão mas ela me convida pra entrar, e vendo meu receio diz que o marido não está em casa. Passo pelo portão a seguindo, aquela bunda requebrando por sob o jeans oque me provoca uma ereção que disfarço com as sacolas. Chegando a cozinha, coloco as sacolas sobre a pia e meu pau duro se torna notório.
- Posso usar o banheiro? Pergunto constrangido colocando as mãos sobre o pau.
Ela me autoriza e aponta a direção do banheiro, entro o mais rápido possível e vejo um cesto de roupas, oque me trás apenas um pensamento. Vou comer a mulher desse corno na punheta, não aguento de tesão enquanto revirou as roupas e acho uma calcinha rosa de renda que pego na mão e cheiro com toda força dos meus pulmões.
Que delícia, um aroma forte de buceta me invade o corpo, o tesão explode e em menos de um minuto encharco aquela calcinha de porra, a deixo escorrendo, pingando, totalmente molhada e jogo de volta no cesto ao acabar de limpar o pau com ela. Lavo as mãos e saio do banheiro e de imediato um barulho no portão, alguém o está abrindo. Naiara corre em minha direção gesticulando pra que eu me esconda, as luzes do giroflex brilhando na janela deixam claro. É Marcelo.
Volto desesperado e sem conseguir pensar entro no banheiro e me escondo no box e ficou tentando ouvir oque diziam. São pelo menos quatro vozes masculinas, é toda equipe de PM de seu marido que está agora na cozinha, sinto um gelo na espinha, na mínimo eles iriam me torturar antes de me matar...
Não ouço a voz da loira, mas ouço Marcelo dizendo que era rápido, usaria o banheiro e já poderiam seguir patrulhando. Minha pressão caiu, quase desmaiei e vi toda na minha vida passar na minha frente quando a porta se abriu lentamente e fechou em seguida, então foi o box que se abriu e eu com os olhos fechados encolhido no canto, não tinha coragem de encarar o Marcelo. Passa-se um, dois segundos e ele não diz nada. Abro os olhos e pra minha surpresa é ela, enrolada numa toalha me faz sinal de silêncio. A porta se abre novamente, desta vez fazendo barulho.
- Ah, você está aí, achei que tinha saído e deixado a casa aberta. Em todo caso como vai tomar banho com a casa aberta mulher, tá louca?
- Acha mesmo que alguém iria tentar algo com a mulher de um policial bravo como você? Estou sempre segura.
Ela diz enquanto dá um beijinho nele que pelo barulho inicia a urinada.
- Ia dizer pra você cumprimentar os rapazes, mas já que vai tomar banho pode ir. Só me deixa ver essa buceta primeiro... Ele diz puxando a toalha e eu pude também ver, linda, branquinha com pelos ralinhos formando uma faixa. Ela se assusta mas rapidamente sorri disfarçando e diz que vai ficar cheirosa pra ele, entrando no box enquanto outro policial o manda acelerar antes que o Copom os questione.
Naiara da porta do box da mais um beijo em Marcelo, o rabo lindo e branco dela fica em minha frente, uma tatuagem de lacinho em cima do cox, não resisto e começo lamber seus pés, ela não reage pela presença do marido. Eu por minha vez perdi totalmente o juízo, subo lambendo sua panturrilha, beijo a coxa e enfio o nariz em sua bunda, o cheiro da buceta me invade de novo e a pica desperta, nem parece que acabei de gozar.
A porta se fecha e ela se vira rapidamente, e pelo menos por meio segundo antes do tapa me atingir o lado direito do rosto, pude tocar a buceta mais perfeita do mundo com os lábios.
- Você perdeu a noção? Ela dispara enquanto o portão se fecha.
- Não tem como resistir Naiara, você é a mulher mais gostosa da cidade, você é um espetáculo, perfeita. Eu fantasio com você a muito tempo. Ela não responde, se enrola na toalha e me manda sair... Já que estou na chuva, enquanto saio vejo suas roupas no chão do quarto, entre e tiro sua calcinha de dentro da calça jeans, Naiara sai do banheiro e me pega no flagra.
- Oque você tá fazendo, perdeu o juízo?
- Já que não posso ter você de verdade, vou me acabar na punheta todos os dias cheirando seu cheiro.
Digo e dou um tragada profunda no tecido da calcinha branca suada que peguei. O pau estala de novo e ela olha o volume subir a fazendo morder os lábios, corro pra rua.
Olho ao redor e vou direto pra casa pra mais uma punheta com a calcinha de minha musa.
No dia seguinte espero frente a academia em que sei que ela treina, de manhã. As oito ela chega e sai por volta de 9:30, ela está linda, cabelos amarrados top rosa da Nike e um calça legging preta, tênis branco do tipo de corrida e meia a altura do tênis, tudo parece novo, tudo fica lindo nela. Sua pele brilha escorrendo suor pelas costas, pescoço e barriga. Que mulher linda.
Me aproximo tentando conversar e ela acelera o passo. Desconverso dizendo que só quero conversar, só isso.
Caminho a seu lado enquanto a elogio e explico que só poder vê-la já me deixa feliz, sentir seu cheiro já me deixa calmo. Ela sorri, timidamente sorri.
- Marcelo tem tudo, ele tem o mundo podendo te ter todo dia e me consolo em te ver e cheirar sua calcinha roubada.
- Achei o presente que você deixou pra mim no banheiro ontem, você ensopou minha calcinha.
- Sendo sincero, toquei mais uma com a calcinha que você deixou no quarto assim que cheguei em casa. Eu te amo, só de pensar em você meu pau lateja Naiara.
Seu olhar desce fitando minha bermuda já esticada e seus olhos param mirando o volume.
- Mas você está errado, Marcelo não me tem todos os dias, quem dera tivesse. É uma vez por mês e olhe lá.
Ela tira os olhos de minha vara e começa a caminhada, rebolando maliciosamente me deixando ainda mais louco, o suor encharca até sua legging, fruto dos exercícios e do calor de mais de 29 graus que já fazia. A sigo logo atrás, e ela me olha vez ou outra de rabo de olho virando a cabeça pro lado. Parando em seu portão ela se vira pra rua, não me olha mas diz.
- Neste final de semana ele estará de serviço na festa, se não tiver medo dele, venha em casa a noite, sexta feira.
Então entrou se escondendo atrás do muro e dizendo - me pra esperar. Ao voltar, que surpresa. Estava sem a legging, com a bucetinha encharcada sob a calcinha, que ela rapidamente abaixa e me entrega totalmente úmida.
Novamente a cheiro, o pau estoura na bermuda e eu me alucino. Ela habilmente punha o cadeado no portão. Não tenho escolha, corro pra casa bater punheta com aquela calcinha no nariz. Antes porém, jogo meu celular dentro do portão.
Chego em casa e corro direto pro quarto, pego meu celular de trabalho, é velho mas vai servir. Cheiro a calcinha e enrolo na pica, modéstia a parte são 22cm, veias inchadas e cabeça rosada toda babada, faço um vídeo curto no qual as mãos nem fecham pela grossura do membro e envio pro celular que deixei com ela.
Recedo então três fotos.
1° Sua linda bunda branquinha toda empinada de quatro frente o espelho.
2° Seios lindos, durinhos com o bico totalmente duros de tesão e auréolas rosadas os quais ela aperta em movimento de pinça com os dedos.
3° Bucetinha com uma fina faixa de pelos, pernas abertas e o dedo próximo com uma baba melada tirada diretamente de seu sexo...
Gozo novamente, gozo litros no ralo de meu banheiro, agora sabendo que logo poderei desfrutar de todo aquilo.
A semana passa lentamente, cada dia parece durar oito anos, mas a quinta chega e eu não bati punheta nenhuma mais, prometi deixar o leite para ela, seria amanhã, ela disse que seria depois das 19 o melhor horário, o mais seguro. Na quinta a noite mal consigo dormir, acho que só adormeci depois das 2 da manhã, tamanha ansiedade.
Sexta - feira, são 15 horas e eu não aguento mais, estou na rua em frente a sua casa, sei que seu marido não está pois fui a base da PM e o vi por lá. A rua está vazia, não vou adiar mais, aproveitando a rua vazia, entro pelo portão, o barulho alerta a casa e Naiara surge na porta, não digo nada a agarro ali mesmo, e beijo seus lábios já invadindo sua boca com minha língua, minha mão direita já está apertando sua bunda, a esquerda empurra a porta e tranca a chave.
- Você é louco, ainda é cedo...
Ela diz, enquanto alisa meu mastro por sobre o short, eu não usava cueca, e o tecido fino a fazia sentir com perfeição o desenho de minha vara e eu o toque macio de sua mão.
Os beijos se intensificam e desço lambendo seu pescoço, chupando ele, não me importo com marcas, mordo sua orelha direita e enfim minha língua em seu interior... Neste ponto meus dedos alisam os lábios de sua buceta, estão unidos, encharcados... Provo seu mel finalmente, olhando - a nos olhos. Me abaixo arrancando seu short de ginástica juntamente da calcinha. Ela empurra minha cabeça, quer evitar que eu a lamba, diz que quer tomar banho e ficar cheirosa pra mim. Não posso esperar, o cheiro dela é meu afrodisíaco mais poderoso. Levanto sua coxa direita e me encaixo entre suas pernas, estou salivando, é o momento de provar verdadeiramente seu sexo e não apenas o cheiro do tecido. Enterro meu rosto na faixa de pelos ralos de sua buceta e respiro profundamente... Aroma de buceta, não de creme ou perfume, cheiro de buceta. De buceta de mulher que se cuida, que é extremamente limpa e vaidosa, cheiro suave de buceta, que atiça qualquer macho. Sem perder mais tempo enterro a língua e sinto os sabores, o suor misturado ao líquido de sua lubrificação, é salgado, deliciosamente salgado... Tento entrar todo lá dentro e fico me esfregando e bebendo seu mel salgado todo tempo.
Baixo sua perna e a boto de costas, me levanto beijando suas costas e mordo seu pescoço e sua nuca. Ela se arrepia e empina o rabo. Era isso, era oque eu queria, não a dou tempo de reagir, enterro a língua em seu cu. Cuzinho rosado, salgado pelo suor, macio e pequenino... Deve ser virgem este rabo, penso enquanto lambo cada preguinha do meu amor, da minha obsessão.
Ela pega minha pica de dentro bermuda, a tira pra fora e punheta, sua mão está toda molhada de meu lubrificante, ela se ajoelha e começa a me punhetar, posso sentir o cheiro de pica subindo e vejo que isso a deu mais tesão. Ela punha a língua pra fora e a passa na ponta de meu pau carinhosamente bebendo meu líquido. Em seguida abocanha só a cabeça do mastro e começa a girar a cabeça de um lado e de outro enquanto segura o mastro com as duas mãos me punhetando.
Ela apanha as roupas do chão e se levanta, caminha em direção a seu quarto, rebola enquanto caminha e eu vou atrás de minha cadela no cio, na verdade sou levado pela pica que ela segura com a ponta dos dedos. Jogou as roupas aos pés da cama, terminou de se despir e agora está toda nua, perfeita. Cavala de ancas largas, coxas grossas, buceta miúda e seios médios. Xota rosa, assim como as auréolas dos seios... Ela se deita e abre as pernas me oferecendo o banquete novamente, não me faço de rogado e a chupo ainda mais forte, brinco com seu clitóris com a língua e chupo gostoso puxando pra dentro de minha boca aquele banquete. Beijo sua barriga e subo com a língua até seus seios e revezo os chupões em ambos, se tivesse um modo, meteria sem tirar os lábios deles. Uma vez mais a beijo apaixonadamente enquanto ajeito a cabeça do mastro na entrada da gruta encharcada, seguro o monstro com o indicador e o polegar da mão direita e começo a pincelar sua gruta úmida... Dou pontadas com a glande sem a penetrar enquanto sigo beijando, lentamente começo a introduzir só a cabeça, ela geme... Repito as entocadas de cabeça sete vezes, mais uma, duas... Na terceira enfio a língua o mais fundo que posso em sua boca e junto dela cravo a pica em seu útero até sentir minhas bolas repousarem no almofadado de sua xota. Nossos olhos reviram e eu solto um urro ao tempo em que ela geme agudamente...
Aaaaaaihhh, aí, aí, deliciiiiia.
Início então as marretadas, uma foda de dois amantes ecoa pelo vazio da casa .
"Plaft, plaft, plaft, plaft... " Cada vez mais rápido, cada vez mais forte. Uma foda de todas as fodas que viraram punhetas por causa dessa xana.
- Que pau gigante, você taaaaa me raaaasgannn, aí, aí, aí... Deixa eu cavalgar essa tora, deixa eu gozar nela.
Retiro o pau ensopado de dentro dela e no momento em que ela tenta me cavalgar, puxo seu sexo pra minha boca novamente, início um 69 que faz ambos perderem o ar no sexo um do outro. São três minutos de sexo oral, no final mais um beijo apaixonado em que compartilho o sabor de sua buceta enquanto sinto o sabor de meu pau em sua boca. Então, finalmente ela subiu, e vagarosamente baixou a gruta quente já laceada sobre meu pau, ela rebola, se contorce, grita e geme... Eu vou, vou, goooozeeeei.
Olho estasiado seus seios balançando enquanto ela chora de tesão gozando, sua cintura se move pra frente e pra trás deixando meu abdômen todo molhado, o cheiro de sexo toma meus pulmões...
Ela sai de cima e a ponho de quatro, encosto sua cabeça no colchão, então os seios, ficando com o rabo totalmente empinado e aberto. Admiro seu cuzinho dentro daquela imensa bunda, o lingueto novamente e beijo o lacinho do cox. Estou atrás dela, lambo as solas de seus pés e enfio o nariz na buceta, absorvendo meu Viagra natural de seu perfume. Então ponho a cabeça da tora na buceta e enterro lentamente, até o final... Início o movimento lento no qual tiro e enterro o pau todo a cada socada, o barulho de sua buceta excitada soltando "pum" a cada bombada ecoa pelo quarto e com o polegar massageio seu anel, sinto o gozo vindo e aviso minha puta casada, meu amor... Vou emprenhar minha cachorra. Ela se vira e abre totalmente as pernas.
- Me ensemina meu garanhão novinho...
É assim o faço, enterro o peru uma vez mais e solto toda gala em seu útero, até a última gota, tremo e urro de prazer sentindo o leite escorrer pela vara em direção a seu útero. Naiara me beija apaixonada, relaxada, gozada e cheia de porra. Estamos realizados e cheirando um ao outro.
São três e quarenta da tarde, o boi está pra chegar. Dou meu pau pra Naiara limpar com seus doces lábios. Nós vestimos e espalhamos desinfetante pelo piso pra remover o cheiro de sexo, abrimos as janelas e o portão se abre, é o corno. Me escondo embaixo da cama e ouço minha puta beijando seu corno com a boca com sabor de pau. Estou realizado, apaixonado e vingado. Tudo ao mesmo tempo.
Essa foi a primeira mas não nossa última foda, na verdade fomos muito além disso. Mas isso é papo pra outro conto se vocês quiserem saber, é claro