Meu tio tirou minha virgindade na cama de titia

Um conto erótico de Samibaixinha
Categoria: Heterossexual
Contém 2751 palavras
Data: 21/04/2026 14:56:49

Muito prazer, me chamo Samira, esse é meu nome real. Por muito tempo tive medo de ser descoberta, mas hoje tudo que eu mais quero é que esse conto chegue na minha família e faça com que algumas máscaras caiam. Não vou revelar a idade que perdi a virgindade para não dar b.o. Mas posso dizer que o titio me iniciou desde cedo, graças a Deus.

Antes de tudo, gostaria de pedir para aqueles que se incomodam com adultério, talaricagem e diferenças de idade se retirarem deste conto e evitarem meu perfil. Mantenho um relacionamento com meu tio, esposo da irmã do meu pai e não me envergonho disso.

Podem me chamar de puta, talarica, vadia, mas eu não tenho culpa de ter conhecido e ter chamado a atenção do marido da minha tia. Nós nos amamos e planejamos ficar juntos e ele vai se divorciar dela para ficar comigo.

Mas o conto não é sobre isso. É sobre o dia que ele me iniciou.

Obviamente, nos conhecemos desde antes, mas só passamos a nos enxergar com atração anos depois.

Sempre fui a "pequena" da família. Baixinha, com meus cachos loiros batendo na cintura, eu parecia uma boneca.

Isso começou em 2023 e dura até hoje, confesso. Eu já tinha um corpo que atraía olhares. Meus peitinhos são pequenos (por isso vou colocar silicone quando eu puder) mas minha cintura é fina e também sempre tive uma bunda grande que parecia ter vida própria. E eu sabia que o tio Rodrigo, marido da minha tia, notava isso.

Naquele dia, minha tia precisou passar o dia no hospital com minha avó operada, e eu me ofereci para ajudar a cuidar do meu primo pequeno. O problema é que o Rodrigo estava em casa.

Juro que até aquele dia eu não tinha segundas intenções com ele. Apesar de notar comportamentos estranhos nele desde sempre, eu não o via como um homem, apenas como meu tio.

Naquele dia eu vestia uma camiseta da Hello Kitty e um shorts jeans desfiado na barra. Quando cheguei lá minha tia, irmã do meu pai, deixou as instruções para cuidar do neném e saiu em seguida. E eu fiquei lá, sozinha com o safado do Rodrigo.

A manhã passou até que tranquila. O Rodrigo ficou na dele, assistindo a um jogo de futebol europeu, em um desses canais de esporte de TV por assinatura. Ele estava de bermuda e sem camisa, e até cheguei a notar que às vezes ele apertava o pau enquanto me encarava. Mas achei que era coisa da minha cabeça.

Que ingênua.

Como eu nunca tive muito peito, não tinha o costume de usar sutiã. E isso não passou despercebido por ele.

— Tá com frio, né, Samira? — ele perguntou, encarando meus mamilos.

— Um pouco — respondi sem notar a conotação sexual. Ele soltou uma risada rouca, finalmente me encarando.

— Percebi. Seus peitinhos estão bem marcados na blusa. Estão com frio também?

Senti meu rosto arder. O choque daquela frase direta me deixou sem voz. Ele apenas riu, satisfeito com meu embaraço. Acabei o deixando sem resposta.

Realmente não esperava que ele seria tão direto. Mas aquilo era só o começo.

Passaram-se os minutos e um pouco antes do almoço, ele se fechou no quarto e eu não questionei, já que aquela era a casa dele, e ele poderia fazer o que ele quisesse.

O momento que tudo mudou começou com o choro do meu primo. Ele precisava de uma troca de fraldas, mas eu vasculhei o quarto dele todo e não encontrei o pacote de fraldas limpas. Sem saída, fui até o quarto dos meus tios e entrei.

E que bom que entrei.

Titio estava deitado na cama, completamente nu. Sua mão envolvia o pau, que não era nada chocante, homens se masturbam o tempo inteiro, mas para uma virgenzinha na época foi babado. Ele tem cerca de 17 cm, grosso, reto, com uma cabeça pontuda e arroxeada (sei que existem paus maiores, mas eu amo esse homem e amo o pau dele).

Os movimentos dele tinham um ritmo frenético. Mas o susto foi mútuo e quando me viu ele tentou se cobrir com o edredom, e eu girei os calcanhares para sair do quarto, mas a necessidade falou mais alto e tinha que dar meia volta.

— As... as fraldas. Preciso de fraldas limpas. Onde estão? — perguntei, ainda de costas, o coração acelerado e sem o porquê aquilo não parecia errado.

Ouvi o lençol se mover. Ele caminhou até o armário do corredor, peladão (e duro), e me entregou o pacote. Eu não consegui evitar: meus olhos desceram e eu encarei o pau balançando.

— Nunca viu um pau antes, Samira? — ele provocou, notando meu fascínio aterrorizado. Fiquei paralisada e ele repetiu a pergunta.

— Só o do monitor do acampamento da igreja... ele me mostrou uma vez. Mas eu saí correndo. - Ele riu.

—Por que você correu?

— Porque eu me assustei.

— Você vai correr agora?- ele se aproximou e começou a se masturbar do meu lado.

— Não. Não vou. - disse sem parar de encarar.

— Então você não está assustada?- Fiz que não com a cabeça. - Sua safada. Já encostou em uma rola, bebê?

— Nunca.

— Quer encostar agora? - Minha mente gritava que era errado. Eu ainda tentava lutar contra o meu lado de piranha naquela época. E nas primeiras vezes eu dava para ele, lutava contra a minha culpa depois. Afinal, eu ainda era uma menina ingênua, e ficava balançada com esses discursos moralistas. Mas essa ladainha não durou muito tempo, ainda bem.

— Minha tia não ia gostar. - eu disse.

— Sua tia não está aqui, ela me largou sozinho. Carente, nessa situação.- ele apontou para o próprio pau.

—Mas é errado.- Mas a voz dele, baixa e sedutora, desarmou minhas defesas:

—Ela não vai saber. Eu juro. O proibido é sempre mais gostoso.

Aproximei minha mão, trêmula. Meus dedos fecharam-se ao redor daquela carne quente e pulsante. Comecei um movimento desajeitado, sentindo a textura da pele dele. Mas quando eu estava começando a pegar ritmo, o choro do bebê no outro quarto quebrou o transe. Saí correndo, o rosto em chamas, e me tranquei no quarto da criança.

Depois de trocar a fralda e colocar o pequeno para dormir, saí do quarto tentando recuperar a compostura.

Rodrigo estava no sofá, ainda nu, terminando o que eu havia começado. Ele batia uma punheta gostosa, sem presa.

— Vem aqui, Sami. Senta do meu lado.

Eu estava paralisada, os braços cruzados sobre o peito. Mas seus elogios começaram a me desarmar. Ele disse que sonhava comigo há meses, que eu era a mulher mais linda que já tinha visto. Então eu caminhei até o sofá e me sentei ao lado dele.

Seus lábios encontraram meu pescoço, subindo até minha boca em um beijo que provava o pecado.

A culpa lutava contra o desejo. Eu sabia que era o marido da minha tia, mas o calor que subia pelas minhas pernas era mais forte. Quando nos separamos, ele descruzou os meus braços e levou minha mão de volta ao pinto duro dele.

— Termina para mim, bebê? Por favor? - pediu com uma voz manhosa.

E eu fiz o que ele mandou. Ele começou a grunhir, palavras sujas escapando entre dentes: "Isso, sua putinha... soca mais forte... você é virgenzinha, mas é uma safada, né?".

Não vou mentir, eu me senti mal com os primeiros xingamentos, mas comecei a gostar e me sentir foda.

Senti a mão dele na minha nuca, puxando levemente meus cachos, guiando meu rosto para baixo. Ele queria um boquete

Pela primeira vez na vida, senti o gosto de um homem. Eu o chupei com uma vontade que eu nem sabia que possuía. Nunca tinha feito isso antes, mas acho que fui bem. Em poucos minutos, ele arqueou o corpo.

— Ah. Ah, Sami. Vou gozar!

Tirei a boca a tempo de ver as rajadas quentes atingirem o rosto da Hello Kitty na minha camiseta. Nessa hora o pânico me atingiu como um balde de água fria.

— Minha mãe vai me matar! Ela vai descobrir! — comecei a chorar, desesperada.

— Calma, boneca. Eu lavo. Tira a blusa.

Fiquei apenas de shorts, escondendo meus seios com uma almofada enquanto ele ia à lavanderia. Quando ele voltou, ainda nu, notou meu olhar para o membro agora relaxado.

— É engraçado como ele muda — comentei.

— Vou te mostrar o que é engraçado — ele disse levemente irritado, tirando a almofada do meu colo. — Assim você é bem mais bonita.

Cruzei os braços.

— Vai ficar o resto da tarde se escondendo assim? Relaxa princesa.- Ele descruzou os meus braços e eu cruzei de novo. Ele bufou irritado. - Quer uma blusa emprestada? - Fiz que sim com a cabeça. - Então vem.

Ele me levou até o quarto da minha tia para buscar uma blusa emprestada. Mas, assim que entrei, ouvi o estalo da chave na fechadura.

Rodrigo já estava ficando duro novamente. Ele me prensou contra o armário, o hálito quente no meu ouvido:

—Me deixa tirar seu cabaço, linda... deixa...

Neguei uma, duas, três vezes, pensando na família, na moralidade... mas o desejo era um incêndio.

—Se você me der sua bucetinha eu peço um hambúrguer para a gente lanchar, bebê. Deixa vai.

Continuei negando. Mas ele calava com beijos e toques estratégicos.

Eu podia falar não mil vezes, que meu corpo e iria me desmentir todas elas. E quando eu menos esperei, minha voz saiu em um sussurro rouco:

— Me come. Por favor, me come.

Ele desabotoou meu shorts e a peça jeans caiu no chão. Sua mão grande e calejada deslizou pela minha calcinha, encontrando a umidade que eu não conseguia esconder.

— Molhadinha... seu corpo não mente, Sami. Você é a safadinha do titio. E agora você vai levar o que merece.

Ele me beijou. O beijo era ardente, fogoso, intenso, descontrolado. E cada vez mais eu me sentia ansiosa para ter meu corpo invadido por aquele homem.

—Só me promete uma coisa antes de eu te comer.

—O que?

—Sua tia nunca pode descobrir sobre isso.

Ele colocou dois dedos na minha boca e eu fiz que sim enquanto chupava seus dedos.

—Sua safada.- Ele deu um tapa na minha bunda e dei um gritinho animado.

Ele me jogou na cama de casal. O lençol, com o cheiro do amaciante da minha tia, me trouxe uma pontada de culpa, mas o calor do Rodrigo me dominou.

Ele subiu na cama e ficou ajoelhado ao meu lado, masturbando o pênis que havia ejaculado a pouco tempo atrás. Fiquei alguns minutos parada feito uma porta enquanto Rodrigo fazia o pau em pé ficar de novo.

Confesso que o nervosismo começou a bater naquele momento. Só então comecei a pensar na tal da dor que tanto falam, fiquei com medo de sangrar, fiquei com medo não ser bom, até cheguei a pensar se iria caber (bobinha, mal imaginava o quanto uma buceta pode ser arrombada).

—Tá pronta?

— Sim.- Gaguejei, mas confirmei. Ele subiu por cima de mim.

— Abre as pernas.

— Você não vai usar camisinha?- Perguntei assustada, tentando não demonstrar nervosismo.

—Não fode, bebê. Eu não tenho aqui e mesmo se tivesse é horrível, agora cala a boca e abre as pernas.

— Mas e se eu engravidar? Não posso ter um filho agora, meu pai te mata.

— Relaxa princesa, eu gozo fora, ok?- Eu era ingênua, mas nem tanto, já sabia que essa técnica não era tão eficiente. Mas não posso provocar ele até aqui, pra desistir por bobagem. Mesmo com medo de engravidar, eu abri pra ele dando passagem para que ele me penetre.

— Vai doer mais não chora, tá Sami?

— Tabom.

A primeira penetração foi como uma facada. Ele se encaixou na minha entrada e foi pressionando com cuidado. A dor começou a me invadir, era surreal, muito pior do que imaginei, sei que para algumas mulheres nem dói, mas comigo a dor foi infinita. Eu estava sendo rasgada no meio. Aos poucos todo o comprimento do pênis dele estava dentro de mim, mas a dor ainda estava lá e eu segurei as lágrimas pra não chorar.

Eu comecei a gemer de dor, mas ele pensou que eram gemidos de prazer e acelerou. As estocadas que tinham um ritmo devagar e até gentil, passaram a ganhar cadência e pouco a pouco se tornaram fortes e urgentes.

Aquela dor aguda e ardente que me fez gritar e agarrar os lençóis. Senti lágrimas escorrerem.

— Para! Dói! — supliquei e ele parou por um momento.

Ele parou por um segundo, seus olhos escuros fixos nos meus. Senti o peso do seu corpo sobre o meu. — Calma, Sami. Respira. Vai melhorar, eu prometo — ele sussurrou, a voz rouca de desejo. — É só no começo.

E ele voltou a se movimentar e comecei a chorar, o que irritou ele (com razão).

— Samira assim não não dá. O pior já passou. Agora você precisa relaxar.-

Ele voltou a se mover, lentamente no início. Demorou para que a dor desse lugar ao prazer, mas até isso acontecer eu fui firme e disfarcei meu incômodo. A dor ainda estava lá, mas começou a dar lugar a uma queimação intensa, um prazer que eu nunca imaginei que existisse. Quando meu corpo foi se acostumando ao pau do meu macho, o prazer foi me entorpecendo e naquele momento eu soube que o sexo era uma parte essencial na minha vida. Isso que eu nem gozei naquele dia. Mas eu já estava enfeitiçada pelas sensações que uma foda pode causar em mim.

Meus gemidos mudaram de tom.

— Isso... assim... me come, titio! — eu pedia, sem pensar.

Ele sorriu, um sorriso que misturava desejo e satisfação. Começou a bater mais forte, cada penetração me levando a um lugar novo. Senti as mãos dele agarrarem minhas coxas, me puxando para ele.

— Você é uma delícia, Sami... sempre quis fazer isso com você — ele gemia, seu hálito quente no meu pescoço. - Sempre te desejei. Sempre quis fuder sua bucetinha.

Ele mudou de posição. Me colocou de quatro, a bunda grande para cima. Senti o membro dele entrar de novo, mais fundo dessa vez. A sensação era avassaladora. Meus cachos loiros caíam sobre o travesseiro enquanto eu me empinava e gemia sem parar.

— Olha para essa bunda... é perfeita! — ele disse, dando um tapa estalado que me fez arfar.

A relação continuou, um misto de dor e prazer, culpa e desejo. Eu sentia meu corpo sendo preenchido, dominado por ele.

Me sentia viva.

—Você está chegando?

—Aham.- Menti entre gemidos.

Minha intenção não era fingir, eu só não sabia como era um orgasmo mesmo e todas sensações de prazer, me confundiram e me fizeram pensar estar perto do fim. Mas comecei a ficar impaciente e acabei me tremendo e gemendo mais alto para fingir o orgasmo.

Como prometido, Rodrigo retirou o pau de dentro de mim e gozou nas minhas costas. Ele gozou com um urro, seu corpo relaxando sobre o meu. O cheiro de sexo e suor preenchia o ar.

Antes de sair de cima de mim ele deu um beijo na boca.

Ficamos em silêncio por um tempo. Eu me sentia exausta, dolorida, mas com uma sensação de plenitude estranha.

—Por favor, limpe a bagunça que você provocou para a velha da sua tia não desconfiar de nada. - Apesar de achar um pouco de abuso da parte dele me tratar como empregada depois de comer minha buceta virgem, confesso que gostei de receber ordens dele.

Rodrigo se levantou e foi ao banheiro. Quando voltou, estava vestido.

Voltei para a sala, vestindo uma camiseta da minha tia que ele me emprestara. O clima estava diferente. A tensão tinha dado lugar a um silêncio cúmplice.

Ele pediu os hambúrgueres prometidos e comemos assistindo o filme dos Vingadores.

Quando minha tia e minha avó chegaram, Rodrigo já estava de volta ao sofá, assistindo TV. Eu estava no quarto do meu primo, fingindo que nada tinha acontecido. Mas eu sabia que nada mais seria o mesmo. Eu não era mais a "pequena" Samira. Eu tinha descoberto o prazer proibido, e ele tinha o nome do tio Rodrigo.

E esse foi meu relato verídico do dia em que perdi minha virgindade.

Espero que tenham aproveitado meu relato, desejo que tenham se excitado e se tocado com a história.

Pretendo trazer mais relatos sobre o meu caso de amor com o Rodrigo em breve, o que vocês prefeririam ler, as fodas mais arriscadas, mais selvagens, as amorosas ou as engraçadas, temos boas histórias para compartilhar. Deixem nos comentários. Beijos e orgasmos, até a próxima!!!!

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Foto de perfil genéricaPervertido sem limitesContos: 1Seguidores: 0Seguindo: 1Mensagem Louco para compartilhar as peripécias da minha mente sacana com esses leitoros devasos.

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