Como de costume, vou me apresentar, pois esse é um novo começo por aqui.
Sou dentista, dominador, tenho 27 anos, 1,78 de altura, porte médio, loiro. Sou um cara atraente e sei exatamente o que faço, e principalmente como faço. Sou de São Bernardo.
Isso aconteceu em 2021.
Eu já estava com minha submissa há uns seis meses. Tempo suficiente para conhecer cada reação do corpo dela, cada limite… e principalmente quando ela fingia que tinha um.
Ela era obediente e bem safada. Nossas sessões envolviam spanking, bondage e outras práticas do BDSM. Nunca uma era igual à outra, e isso não era por acaso. Eu gostava de testar, variar, tirar ela da zona de conforto. E ela adorava sentir coisas novas, principalmente quando misturava dor, entrega e prazer.
Fomos convidados para uma festa temática. Naquela época ainda não existia o The Office Club. A festa era da senhora Ana, uma amiga Domme.
Minha sub estava empolgada, seria o primeiro evento dela.
No dia, fui buscá-la em casa. E ali já deu pra perceber o clima.
Ela estava linda. Baixinha, 1,48, magrinha, lisinha. Usava meia arrastão e um vestido tubinho curto que mal cobria a bunda. Bem justo ao corpo, deixando claro que não usava calcinha. Só a meia mesmo. Um arranjo bonito no cabelo e a coleira no pescoço, que chamava atenção.
Ela não estava só bonita. Estava pronta.
A festa estava cheia, muita gente do meio, aquele clima que a gente conhece. Bebemos, dançamos… e em determinado momento ela quis ir para o “X” que estava disponível.
Ela pediu.
E eu deixei.
Ela estava feliz, dava pra ver. Aquilo ali já alimentava algo dentro dela.
Por volta da 1h da manhã fomos embora. A ideia era simples, deixar ela em casa. Não tinha planejado nada além da festa.
Mas com ela, nunca era só isso.
No meio do caminho ela olha pra mim e fala, com aquele tom que eu já conhecia
Meu senhor… posso?
Eu pergunto o quê.
Ela responde que queria me agradar.
Eu deixo.
Ela abre meu zíper rápido, eu ainda de calça social. Começa a brincar, sem freio. Estava tão empolgada que eu já não me segurava. Meu pau ficou duro na hora, pesado.
Peguei no cabelo dela e puxei para baixo, controlando o movimento. Sem cuidado. Fazendo engasgar, perder o ar. Ela lacrimejava, babava, não conseguia manter o ritmo… e mesmo assim não parava.
Aquilo, pra mim, era quase técnico.
Controle de profundidade, ritmo, reação.
Igual consultório. Você sabe até onde ir… e quando decide passar desse limite de propósito.
A rodovia estava vazia, fui diminuindo a velocidade. Achei que ela fosse parar, mas quanto mais eu forçava, mais ela se entregava.
Meu tesão já estava no limite.
Quando chegamos próximo da entrada da Anchieta, entrei em um posto fechado. Escuro, vazio, aquele tipo de lugar que ninguém aparece.
Encostei perto do barracão e fiquei só observando ela me chupando.
Depois fiz ela parar.
Coloquei ela sentada no banco, tirei o vestido e deixei só de sutiã e meia arrastão.
Desci o sutiã e comecei a chupar os seios dela. Minha mão foi direto entre as pernas, pelo buraco da meia. Fui provocando devagar, sentindo ela reagir.
Ela gemia sem controle.
E quanto mais ela gemia, mais eu entrava, sentia, pressionava. Como se estivesse explorando cada resposta dela.
Ela começou a implorar.
Meu senhor, por favor… me come, não aguento mais.
Dentro do carro não dava.
Saí, dei a volta, puxei ela pra fora.
Fiz ela se ajoelhar e me chupar de novo, até deixar tudo completamente babado. Dei tapas no rosto dela, comecei a xingar, chamar de puta, safada… coisas que eu sabia que mexiam com ela.
Ela gostava disso.
Precisava disso.
Quando senti que já estava no ponto, coloquei ela debruçada no capô, rasguei a meia arrastão e entrei sem dó.
Sem calma.
Puxando cabelo, batendo na bunda, xingando.
Comendo ela forte, sem ritmo suave, só intensidade.
Ela gritava, gemia alto, completamente entregue, sem se preocupar com nada.
Depois de um tempo, como demorou pra gozar, ela mesma pediu.
Meu senhor… come meu cuzinho.
Na hora eu ri.
Então toma… sua cadelinha quer dar o cuzinho pro dono?
Tirei e fui pra trás.
Comecei devagar, porque sei que dói. Conheço o corpo, sei respeitar o limite… mas ela não quis saber. Empurrou a bunda pra trás e fez entrar de uma vez.
Eu até senti.
Paramos um segundo pra ela se adaptar.
Mas antes mesmo de eu começar, ela já estava rebolando, pedindo mais.
Me come, meu dono… me arrebenta.
Voltei a bater, a socar, sem dó.
Foi quando olhei pro lado e vi um senhor, uns 60 anos, com o pau pra fora, batendo punheta e olhando.
Aquilo só aumentou o clima.
Continuei mais forte ainda, fazendo ela gemer mais alto.
Quando ela começou a gozar, começou a agradecer.
Obrigada, meu senhor… sua putinha tá gozando…
Logo depois eu gozei dentro dela também.
Quando tirei, saiu tudo babado, pingando.
Ela foi se recompondo, até olhar pro lado e ver o velho.
Ele ainda não tinha gozado.
Ela me olhou.
E eu entendi na hora.
Ela gostou.
Fiz sinal pro velho chegar. Ele veio, meio desajeitado, com a calça na canela.
Olhei pra ela e falei pra se ajoelhar e bater uma pra ele, sem deixar ele encostar nela, sem deixar gozar nela. Só no chão.
Ela começou.
O velho chamando ela de putinha.
Quando eu ia falar algo, ela mesma respondeu que era dele naquele momento, mas que pertencia a mim. Mandou ele agradecer.
O velho olhou pra mim e agradeceu.
Ela acelerou até ele gozar no chão.
Depois levantou, foi até o carro, pegou lenço, limpou a mão e jogou nele.
Entramos no carro e fomos embora.
Silêncio.
Mas não era vazio.
Era aquele silêncio de depois de algo intenso de verdade.
Deixei ela em casa, nos despedimos com um beijo.
Fui pra casa.
Acordei às três da tarde com várias mensagens dela, me agradecendo pela noite.
Mas uma chamou atenção.
Ela perguntou se eu estaria no consultório no dia seguinte.
E aí que tudo muda.
Porque até então ela conhecia o dominador.
Mas ainda não sabia como era estar na cadeira… comigo de luva, máscara… com controle total, sem pra onde fugir.
E isso…
é outro tipo de entrega.
Tivemos outras histórias pelos parques do ABC.
Mas o que aconteceu dentro do consultório…
fica pra próxima.