REALIDADE PARALELA – Mundo de Prazeres - Coelhinha de Pauscoa.
O dia na praia tinha sido mágico. A volta para casa, no entanto, foi de uma tensão deliciosa. Erick segurou minha mão no carro por bastante tempo. Os dedos entrelaçados, o polegar dele acariciando o dorso da minha mão.
Eu não conseguia parar de tocar nele. Coloquei minha mão na coxa dele enquanto ele dirigia, sentindo os músculos se contraírem com meu toque. Subi a mão devagar, acariciando, desci de volta. Ele suspirou fundo. Em resposta, ele passou a mão na minha perna – começou no joelho, subiu até a metade da coxa, desceu. O toque era macio, quase inocente, mas me incendiava.
O rádio tocava baixo. Uma música qualquer, eu estava mais atenta ao que ocorria ao redor. Em alguns trechos, a gente cantava junto, com uma sintonia incrível, e acabávamos rindo. Ele olhava para mim de vez em quando. Eu oscilava entre ele e a escuridão lá fora. O céu já escuro todo estrelado. As luzes da cidade já haviam desaparecido, apenas a estrada e a vegetação. Tivemos várias conversas aleatórias. Nada importante. Mas o que realmente importava era o que estava por vir. A tensão crescia a cada quilômetro, a cada toque, a cada olhar.
Chegamos em casa depois das 22h, tudo escuro. A casa estava vazia. O tempo era nosso.
— Vivi — ele chamou, enquanto eu guardava as coisas da praia.
— Hum?
— Você está com fome?
Olhei para ele. Fiquei admirando aquele homem maravilhoso por alguns segundos que pareciam se estender na minha imaginação. Suspirei.
— De quê?
Ele sorriu. Não respondeu.
— Vamos tomar um banho primeiro — sugeri. — Depois a gente vê o que tem na geladeira.
Subimos. No corredor, ele segurou minha mão.
— Vem comigo — disse, a voz baixa.
Ele me puxou para o banheiro. Abriu a porta, ligou o chuveiro. A água quente começou a correr, o vapor subindo. Ele tirou a camiseta, depois a bermuda. Eu desamarrei a parte de cima do biquíni, tirei a de baixo. Entramos juntos no box.
A água caiu sobre nós. Ele me abraçou por trás, a boca no meu pescoço, os lábios molhados, o rosto roçando minha pele. Eu fechei os olhos, sentindo cada contato que me arrepiava. Ele pegou o sabonete, ensaboou minhas costas, meus ombros, desceu até minha bunda. As mãos dele deslizavam devagar, com uma intimidade que doía de tão boa.
— Você é tão linda — ele sussurrou no meu ouvido.
Virei-me de frente para ele. Peguei o sabonete e ensaboei o peito dele, os braços, a barriga. Desci até o pau, que já estava duro, apontando para mim. Ensaboeei devagar, sentindo o peso na minha mão. Ele gemeu, encostou a testa na minha.
— Vivi…
— Shhh… deixa eu cuidar de você.
Ensaboei suas pernas, suas coxas, seu saco. Ele se apoiou na parede, entregue. Depois nos enxaguamos, a água quente escorrendo pelos nossos corpos grudados. Ele me beijou debaixo do chuveiro, a língua encontrando a minha, a água escorrendo nos nossos rostos. Ficamos assim por um longo tempo, apenas sentindo.
Então ele me virou de frente para a parede. Apoiou minhas mãos nos azulejos, passou o pau pela minha buceta, pincelando, e entrou devagar. A água escorria pelos nossos corpos, o vapor subia. Ele me comeu ali mesmo, em pé, devagar, sem pressa. Cada estocada era profunda, calma, como se tivéssemos todo o tempo do mundo. Eu gemia baixo, as costas na parede, sentindo o pau dele preencher cada centímetro da minha buceta. Ele segurava minha perna, quase me pegando no colo, me prensando no azulejo do banheiro. Quando eu comecei a gozar, pulsando, ele não resistiu e gozou junto. Não durou muito – era só uma rapidinha, uma amostra do que viria. Mas foi gostosa, molhada, quente. Ele gozou dentro de mim, e a água levou o leite escorrendo pelas minhas pernas.
Saímos do banho, nos secamos. Eu me enrolei na toalha e fui para o meu quarto. Deitei na cama, exausta, o corpo ainda quente do banho, a mente flutuando. Erick me deu um beijo, ajeitou meus cabelos e saiu. Queria ficar abraçada com ele mais um pouco. Pensei em levantar e segui-lo, mas naquele momento estava exausta, com as pernas ainda bambas. Não consegui pensar em mais nada, apenas cochilei daquele jeito que eu estava, nua, alheia a qualquer coisa, despreocupada.
Acordei com beijinhos pelo corpo e carícias que me arrepiaram de prazer. Ele veio dando beijinhos de canto de boca, até un selinho bem cuidadoso. Erick estava sentado na beirada da cama, os dedos passeando pelo meu corpo. Ele sorriu quando abri os olhos. Queria sempre acordar assim, pensei.
— Jantar está quase pronto, bela adormecida. Desce quando quiser.
Coloquei apenas uma camisola leve e desci. No caminho para a cozinha eu já sentia um cheiro maravilhoso.
Erick estava de camiseta branca e bermuda colorida. O cheiro era delicioso. Ele preparou um risoto de cogumelos com filé mignon grelhado – algo especial. Uma salada de folhas verdes com tomates cereja cortados ao meio, pingos de azeite e um toque de vinagre balsâmico. Os tomates estavam doces, estouravam na boca. A mesa estava posta com velas, talheres bem arrumados. Uma pequena jarra de suco de laranja natural, uma pequena jarra de suco de morango, e a garrafa de vinho que eu levei para a praia e não tomei.
— Quando você fez tudo isso? — perguntei, surpresa.
— Enquanto você dormia. Queria que fosse especial. O garçom está mal arrumado, mas a comida é boa — ele brincou.
Eu ri.
— Está perfeito assim!
A gente comeu na mesa da cozinha, como um casal de namorados felizes. Deixei o vinho pra lá. Eu adoro suco, em geral só bebia para ficar mais à vontade, mas aqui eu estava mais à vontade do que nunca. Rimos de bobagens. Ele quase mencionou o que não devia – vi nos olhos dele uma hesitação, uma palavra que ia sair – mas eu coloquei o dedo na boca dele e fiz "shhh", e sorri. Não queria pensar nisso. Não naquela noite.
Depois do jantar, pretendiamos nos despedir cada um indo para o seu quarto. Foi um beijo longo, demorado, a língua encontrando a minha, as mãos se apertando. Eu queria dormir com ele, sabíamos que não era o ideal, mas não resisti. Puxei ele para o quarto, abracei-o com força. Caimos na cama rindo. Eu estava segura perto dele.
— Boa noite — sussurrei. Ele me deu um beijo carinhoso.
— Boa noite.
Ele estava de barriga pra cima, e eu me aninhei em seu ombro. Seu braço envolveu minhas costas, a mão grande e quente pousada na minha cintura. Minha cabeça encaixava perfeitamente na curva do ombro dele, e eu sentia sua respiração calma, o peito subindo e descendo devagar. Meu corpo cansado da praia, do banho, relaxou por completo. Minha mente, porém, continuava fervilhando de ideias. Lembrei das compras que fiz e que ainda estavam no armário. A fantasia de coelhinha, o chocolate, o plug de pompom. Eu já havia decidido o que fazer. Ele ficou fazendo carinho até eu dormir e eu dormi pensando nos detalhes.
Acordei muito cedo, antes do sol nascer. Erick estava apagado. O silêncio da casa era absoluto. Levantei devagar, tomando cuidado para não acorda-lo. Tomei um banho rápido, e comecei a me preparar.
Fiz a maquiagem com cuidado. Uma base leve para uniformizar a pele, pó translúcido para tirar o brilho. Nos olhos, um delineado coelinha bem puxado – o traço fino rente aos cílios, subindo num vozinho no canto externo. A sombra branca perolada na pálpebra móvel, um toque de prata no canto interno. Rímel bem aplicado. Nos lábios, um gloss incolor, só para dar brilho. A pontinha preta no nariz. E o blush cremoso, cor de rosa choque – quase framboesa – esfumado nas maçãs do rosto, puxando levemente para as têmporas.
Erick dormia profundamente.
Respirei fundo. Agora é a hora, pensei.
Tirei a fantasia do plástico. O body de renda branca, as orelhas de coelha com aros de metal, o lacinho vermelho no pescoço. A calcinha com abertura total na parte de trás. Peguei o plug, fiquei observando, levemente receosa, pois nunca tinha usado nada assim. Mas olhar o Erick ali pertinho me dava coragem para qualquer coisa. Queria surpreendê-lo.
Toquei o plug algumas vezes, curiosa. Era de silicone, macio, com uma textura agradável. Passei um pouco de gel lubrificante, fiquei brincando um pouco – deslizava fácil. Fiquei pensando que essa experiência seria mais prazerosa com o Erick ajudando. Então apenas imaginei que era a mão dele.
Primeiro, me masturbei levemente. Erick logo ali do lado, alheio ao que eu estava aprontando. Passei os dedos no clitóris, circulando devagar, sentindo a umidade aumentar, enquanto eu olhava aquele homem maravilhoso deitado na minha cama. O prazer foi subindo aos poucos, minha respiração ficou mais pesada, os dedos mais rápidos. Quando senti que estava molhada o suficiente, me posicionei como uma franguinha assada – o bumbum empinado – e coloquei o plug na entrada do meu cuzinho. Empurrei devagar, bem devagarzinho. A cabeça entrou com um pequeno arfe meu. Eu estava totalmente relaxada, e isso facilitou muito. Foi uma sensação estranha no começo – um preenchimento diferente, mais profundo. O pompom do plug ficou para fora. A excitação era grande, mas teria que esperar.
Eu estava nua, apenas com o plug. Levantei com cuidado e dei uma voltinha para me olhar melhor. Virei o pescoço para trás – o pompom branco balançava, e a cada movimento eu sentia o plug se mexer dentro de mim. Terminei de me arrumar com todo cuidado. Olhava o Erick o tempo todo, imaginando ele acordando e me vendo assim, mas eu ainda não estava pronta.
Vesti a calcinha por cima – era aberta na parte de trás, o pompom do plug balançava livre, mas parecia fazer parte do conjunto. Enquanto isso, o plug pulsava dentro de mim a cada movimento, numa sensação muito prazerosa. Minha vontade era acordá-lo ali com um boquete. Eu estava com muito tesão. Coloquei o body, terminei a fantasia.
No espelho, me vi. Me senti ridiculamente sexy. Era uma coelhinha, sim. Mas uma coelhinha com fome – e com um segredinho. Sorri.
Desci as escadas devagar. A cada passo, o plug se movia dentro de mim, o pompom balançando atrás. A sensação era uma tortura deliciosa.
Peguei o chocolate derretível, desci sem fazer barulho. Silenciei o micro-ondas e esquentei o chocolate até ficar numa textura cremosa, quase líquida. Coloquei na tigela de vidro.
Peguei alguns bombons e fiz um caminho da escada até a cama. Coloquei a cestinha bem no meio da porta para que não tivesse como não ver. Pensei em acordá-lo com um beijo, mas eu queria provocá-lo. Bati na porta de levinho, de uma forma que ele não me visse, e saí andando devagar.
Fui até a sala. Fiquei com a tigela e me escondi num cantinho, do lado do sofá, deixando o rabinho aparecendo.
Fiquei imaginando qual seria a reação do Erick ao chegar na porta e se deparar com a cesta. Não precisei esperar muito.
— Vivi? Um sussurro baixo, rompendo o silêncio da casa.
Silêncio novamente. Depois, o som dos seus passos no corredor, seguindo o rastro de chocolate. Eu estava com a cabeça baixa, como quem acha que está escondida só por estar com os olhos fechados. Tenho certeza de que os olhos dele estavam em mim. Percorrendo meu corpo dos pés à cabeça. Escutava ele se aproximando. Meus seios quase à mostra, tão escondidos como eu, apenas pelo body transparente. Minha cintura fina, o pompom balançando atrás com meus movimentos, as orelhas de coelha na cabeça. E algo nos meus olhos que ele ainda não sabia.
— Vivi… — ele sussurrou, a voz falhando.
— A coelhinha da Pauscoa trouxe chocolate — respondi, me aproximando dele, passando o dedo na tigela e colocando o chocolate nos meus lábios, tentando sensualizar o máximo possível.
Fui até ele devagar, rebolando, como uma modelo na passarela, na ponta dos pés. O plug se movia dentro de mim, e eu sentia cada milímetro. Cheguei perto, peguei um pouco de chocolate e coloquei na boca dele, puxando para um beijo. O chocolate escorria entre nós, quente, doce. A língua dele encontrou a minha, e nos beijamos lambuzados.
Empurrei-o para o sofá. Ele estava sem camisa. Passei um pouco de chocolate na região da cintura dele, na famosa zona do frisson, e comecei a lamber. Os pelos dele se arrepiaram. Ele estava sentindo muito prazer, a respiração ofegante. Fui tirando levemente a bermuda e a cueca. Ele se livrou disso rapidamente.
Desci até o pau. Derramei um pouco de chocolate sobre ele. O pau já estava duro, latejando, já lubrificado pelo próprio tesão.
— Coelhinha quer cenoura — disse, olhando para cima diretamente nos olhos dele.
Ele deu um sorriso maroto. E eu caí de boca.
Comecei passando a língua na cabeça, circulando devagar, sentindo o gosto do chocolate misturado com o melado dele. Desci pela haste, lambendo dos dois lados, subi de volta. Envolvi a cabeça com os lábios e chupei, fazendo pressão com a língua. Ele gemeu, as mãos no meu cabelo, nas orelhas de coelha. Fui afundando devagar, tentando engoliar o pau dele inteiro, o máximo que eu consegui. Não engasguei – eu queria mais. Subia e descia, alternando entre movimentos rápidos e pausas para lamber o saco. Massageei as bolas dele com os dedos enquanto chupava a cabeça. Ele se contorcia no sofá.
— Vivi… minha coelhinha... assim… não para…
Continuei chupando, alternando entre a cabeça e o saco, a língua deslizando, a boca sugando. O plug dentro de mim pulsava junto com o ritmo. Eu estava tão excitada que sentia um orgasmo próximo só de chupá-lo.
Mas agora era a minha vez.
Peguei mais um pouco de chocolate e deixei escorrer sobre mim – nos seios, na barriga, nas coxas. O chocolate morno escorreu pela renda branca, manchando, grudando na pele. Arfei com a sensação. Atrás de mim, o pompom balançava, e por baixo dele, o plug pulsava. Meu segredinho logo seria descoberto.
Fiz com que ele se deitasse no sofá, efui passando por cima dele, deixando ele me lamber... começando pelos meus peitos e fui em direção ao pau dele novamente. deixando minha buceta diretamente na boca dele, e me curvei para chupar o pau dele ao mesmo tempo em um delicioso 69.
O chocolate ainda escorria de mim, e ele lambia, chupava, enfiava a língua. Eu gemia na boca do pau dele. Nesse momento ele percebeu o plug – senti quando ele tocou no pompom, enquanto me lambia, surpreso. Ele parou por um segundo, mas não disse nada. Apenas continuou, agora mais curioso, a língua contornando o plug, e moveu levemente com os dedos. Eu gemi mais alto, com o pau dele na boca.
Ficamos assim por um longo tempo. Ele lambia meu clitóris com uma precisão incrível, a língua circulando, entrando, sugando, enquanto ele maestralmente acariciava minhas nádegas, roçando com cuidado no pompom do plug. Eu sentia o prazer subir como uma maré, e chupava o pau dele com a mesma vontade, subindo e descendo, lambendo, provocando, depois chupando novamente. Gozei uma vez – um orgasmo rápido, elétrico, que fez minha buceta se contrair na boca dele. O plug pulsou junto, e ele sentiu – sua língua vibrou com a minha contração. Ele continuou, não parou. Eu gozei de novo, mais forte, as pernas tremendo, a respiração falhando. Dessa vez, o plug quase saltou para fora, tão forte foi a pressão, mas Erick mantinha as caricias, empurrando de volta. Ele sentiu, gemeu, e eu senti o pau dele pulsar na minha boca – ele estava quase gozando, mas se segurou. Ele se contorceu, apertou minha cabeça, mas não gozou. Segurou com força, a respiração pesada. Eu parei.
— Não vou gozar ainda — ele disse, a voz falhando. — Quero você inteira.
Ele me virou com facilidade e cuidado, me posicionando em cima dele, direcionando minha buceta para o pau dele. Ser penetrada enquanto estava com o plug foi fantástico – trouxe sensações que nunca havia experimentado. O pau dele entrando na minha buceta, o plug pulsando no meu cu, os dois preenchidos ao mesmo tempo. Deitei meu corpo sobre ele, segurei suas mãos por cima da cabeça e o beijei enquanto ele rebolava embaixo de mim, dando um ritmo maravilhoso. Gozei novamente, um orgasmo que veio dos dois buracos ao mesmo tempo, me deixando tonta, exausta. Eu estava ficando mole.
E era chegada a hora.
Passei a mão no peito dele, deslizando para segurar o pau enquanto eu levantava. Continuei movimentando levemente, sentindo ele escorregar para fora da minha buceta. Me apoiei no sofá com o corpo e o puxei para trás de mim. Sussurrei:
— Quero você no lugar do pompom.
Ele se ajoelhou atrás de mim. Tocou no plug, puxou devagar, com cuidado. Meu cuzinho ficou aberto, pulsando, pronto. Ele pegou o lubrificante que estava separado na cestinha de Pauscoa. Acariciou meu cuzinho com cuidado, passando o gel, massageando com um dedo, depois dois. Eu rebolava bastante, demonstrando claramente o que eu queria que ele fizesse. Ajustava o quadril de uma forma a puxar o dedo dele para o local adequado.
— Encosta seu pau gostoso — sussurei — e fica paradinho —
Ele então posicionou o pau na entradinha. Eu estava deitada no sofá, olhando para trás, com as mãos apoiadas no braço do sofá, de quatro, os joelhos no tapete, a bunda aberta numa posição linda para ele. Erick estava com um braço apoiado no sofá, uma mão segurando o pau com cuidado na entrada do meu cuzinho, em pé, com as pernas abertas. Eu rebolei e rebolei para provocá-lo. Ele ficou parado, apenas sentindo. Eu segurei a base do pau dele apenas para direcionar melhor, mas meu cuzinho estava totalmente pronto para recebê-lo. Foi fácil a entrada. Devagar.
Comecei a levantar a bunda para fazer o pau entrar mais, dei uma reboladinha e me ajeitei, até encaixar toda a cabeça do pau, e voltei bem devagar. Então comecei a fazer o vai e vem, indo cada vez mais fundo, até a metade. Dei uma parada, depois voltei o vai e vem até encaixar o pau até quase o final. Eu arfei, sentindo cada centímetro. Erick estava em delírio, eu sentia pela respiração ofegante, pelos gemidos contidos. Fui empurrando minha bunda para cima, e entrou tudo. O plug tinha me preparado, mas o pau dele era maior, mais quente, mais real.
Comecei a me masturbar. Passei a mão por baixo, entre minhas pernas, e encontrei meu clitóris, latejando, pulsando. Comecei a circular os dedos, devagar, no ritmo das minhas reboladas. Cada vez que eu empurrava a bunda para trás e o pau dele entrava fundo no meu cu, meus dedos apertavam o clitóris. Era uma sincronia perfeita.
Ele segurou meus quadris com uma das mãos de forma firme, mas não se mexeu. Só sentiu. Só olhou. Eu cavalgava no pau dele, o cu apertando, pulsando. Meu clitóris roçava no sofá, e eu me masturbava enquanto cavalgava, os dedos rápidos, circulando. Erick não arriscava se mover. E eu comecei a me masturbar mais intensamente.
Eu havia descoberto um prazer imenso. Estava gozando de uma forma diferente – um orgasmo que não vinha só do clitóris ou só da buceta, mas de dentro, do cu, um latejamento profundo que subia pela espinha e explodia na cabeça. O orgasmo veio como um choque. Começou no cu, uma pulsação forte, ritmada, que se espalhou pela barriga, pelo peito, fez meus dedos dos pés se contraírem. Eu gozei com um grito, o corpo todo se contraindo, apertando o pau dele com uma força que eu nunca tinha sentido. Minhas pernas tremeram, minhas mãos se crispavam no sofá, a boca aberta num gemido que não saía.
Erick sentiu minha contração. Sentiu meu cu apertando ele como se fosse sugar. Ele não aguentou. Ele explodiu em gozo – eu senti o pau dele pulsar dentro de mim várias vezes rapidamente, cada jato de leite quente preenchendo minhas entranhas, escorrendo pelas bordas, molhando minhas coxas. Uma sensação maravilhosa. Sentir aquele pau daquele jeito foi incrível. Ele gemeu alto, a voz falhando, o corpo todo se contraindo atrás de mim. Ficamos os dois imóveis por um instante, apenas sentindo, apenas pulsando juntos. E eu continuava movimentando, bem devagarzinho.
— Assim… — eu gemia. — Assim…
Ficamos ali, ofegantes, suados, o chocolate derretido grudando na pele, o plug esquecido no tapete, a calcinha jogada ao lado.
— Isso foi… — ele começou.
— Incrível — completei.
Erick não se aguentava em pé. Eu sentia as pernas dele tremendo atrás de mim. Ele saiu com todo o cuidado — o pau escorregou para fora do meu cuzinho devagar, fazendo um som úmido, e eu senti o vazio imediato, uma sensação prazerosa mas que eu preferia que tivesse durado um pouco mais, seguido por um fio de leite quente que escorreu pela minha coxa. Ele gemeu baixo com a sensação. Depois me puxou devagar, me girou no colo dele. Eu encostei a cabeça no ombro dele, as orelhas de coelha caídas para o lado, o corpo todo mole, entregue.
— Vivi — ele disse, depois de um tempo.
— Hum?
— Você é a melhor coelhinha que eu já vi.
— A única — respondi, rindo.
— A única.
E ele me beijou. E eu pensei: quero viver nessa realidade pra sempre.
Beijos,
Vivi
