Meu Fã Clube K.E.P. 4 = 🎵Hoje é o Que Quiser de Mim🎵

Da série Superstar
Um conto erótico de Kelly
Categoria: Heterossexual
Contém 4035 palavras
Data: 22/04/2026 01:15:01
Última revisão: 23/04/2026 23:22:28

O Christian havia me levado para comer Udon na augusta, após sairmos de pinheiros, eu estava curtindo bastante apesar de achar muita comida, mas o ambiente com ar condicionado, temperatura quentinha, seco e limpo, me fez sentir melhor, já tinha até esquecido o episódio do vento na minha saia, quando saímos de lá para andar um pouco e fazer digestão, descendo para uma praça no final da rua Augusta, cheia de bares e skatistas.

A garoa tinha passado, caminhamos juntos pela praça, encontramos um banco para sentar e nos beijar um pouco mais, as carícias, uma das mãos dele, nas minhas costas a outra, na minha coxa, nos beijamos por um tempo e depois fomos sentar em uma mesa de bar, continuando os assuntos sobre músicas e instrumentos e arranjos, eu vejo nos olhos dele o quão ele considera importante que eu consiga manter uma conversa profunda sobre um assunto que ele ama, quando estávamos nos levantando para andar mais...

“Você existe mesmo?”, ele me perguntou com um sorriso lindo, eu dei uma risadinha vermelha, “Não sei, talvez tua imaginação tenha me criado para se satisfazer.”, ele riu do atrevimento, “Olha, pelo que me lembro, acho que minha imaginação caprichou de verdade então nesse quesito.”, Eu fiquei toda vermelha e dei risada com um tapinha no peito dele de indignação fingida, ele me abraça e minha respiração para e novamente nos beijamos.

“Eu…”, respiro fundo, estou prestes a cruzar uma linha delicada, “Você mexe comigo de uma forma intensa e eu não sei como… Eu estou com medo, mas não quero abrir mão de você.”, ele sorri, abraçado comigo acariciando minhas costas nuas, “Você gosta de como se sente?”, faço que sim com a cabeça, “Então vamos deixar acontecer indiazinha, não precisa ter medo…”, eu sorrio, meio sem jeito e sinalizo que sim com a cabeça.

Uma resposta evasiva, não era o que eu esperava pelo que vejo em seus olhos, devo ter levado alguns segundos processando isso, o fato de que ele encerrou o assunto, antes de conseguir dizer algo, com o rosto apoiado no ombro dele, “Se você me magoar eu nunca vou te perdoar Christian.”, ele sorri e acaricia meus cabelos, “Eu também jamais me perdoaria Kelly.”, ele fala com seu jeito confiante e carinhoso, mas pela primeira vez, meu coração não tem certeza se ele vai conseguir cumprir…

Um beijo acontece e ele é uma delícia e com um beijo intenso, mãos acariciando minhas costas nuas, eu com as minhas apoiadas em seu peito, ele exorcizou todos os pensamentos que queriam estragar nosso clima, seus lábios exploram minha mandíbula, queixo, orelha, estremeço inteira e eventualmente meus suspiros viram um gemidinho contido de prazer apertando uma coxa na outra.

“Kelly eu não consigo tirar a visão da sua bundinha da minha cabeça…”, eu dou risada vermelha, tinha dado uma esquecida de leve que ele tinha visto, “Por que é um safado..”, respondo entre os suspiros e gemidinhos que os lábios dele na minha orelha me causam, arrepiada e estremecendo de leve, eu subo para o colo dele, no banco da praça longe dos olhos.

“Agora eu que mando.”, falo com um sorrisinho sapeca e começo a beijar a boca dele, alisando o peito dele com as minhas unhas, sorrindo, me divertindo, ele que não é bobo e sabe o quanto já estou excitada, não pensa duas vezes, mete as duas mãos na minha bunda, alisando, me segurando pela bunda, a posição deixa elas bem aberta e eu sinto o indicador dele alisando minha florzinha do bumbum, separada pela saia super levinha e por um único fiozinho de tecido do dedo dele.

Eu suspiro com a safadeza inesperada, toda vermelha, mas logo meu corpo relaxou e continuamos nos beijando comigo rebolando no colo dele, na ponta dos dedos dele, até que canso e me afasto, sorrindo. “É muito safado.”, puxando a saia, que a safadeza dele, fez ficar ‘mordida’ pelo meu bumbum, presa entre as bandas redondinhas, claro deixei ele ver isso.

“Desculpa Kelly mas você está me deixando louco mulher…”, a desculpinha sem a mínima vergonha com um sorriso safado, eu sorrio de volta, mas faço uma carinha de falsa brava com um sorrisinho, lançando meu desafio supremo para a nossa noite… “Está bem senhor louco de tesão. Saiba que eu tomei pílula, e aí? O que exatamente pretende fazer quanto a isso? Hein?”, desafio feito, o sorriso dele, é intenso e maravilhoso, também um certo ar de quem sempre teve planos para esse momento.

Ele se levanta e me segura pelas mãos, “Têm certeza?”, eu sorrio sapeca, claro que tenho, apesar de já ter me tocado no que está acontecendo, “Aproveita Christian…” eu abraço ele com os braços ao redor do pescoço dele, só para testar seu tesão sussurro no ouvido dele, “Hoje sou todinha sua.”, percebo sua tensão imediata, “To… Di… Nha…”, ele com os músculos contraídos de tesão, quase explodindo a sensação de que se ele pudesse, ele me fodia aqui mesmo no chão, na praça lotada e cheia de gente.

Nos demos as mãos e voltamos para o carro… E ali eu percebi algo que foi como um pequeno check… Novamente eu fui a primeira a falar de motel.

… … … … … … … … …

Logo estávamos a caminho de um motel na marginal, (Sei lá qual sempre confundo as duas e já desisti, aliás, são só duas, essa cidade é bem confusa….), dentro do carro eu pensava, pela primeira vez havia o que pesar, momentos bons, mas também aquela pequena sombra, se eu estava ou não indo rápida de mais para o Christian, eu respiro fundo e olho para as estrelas…

‘Eu acho que estou amando…’ O pensamento me atropela como um carro a 100 por hora na marginal, o medo de magoar o Christian vem em seguida, como se todo o peso do mundo pudesse estar sobre mim, ‘Estamos só nos divertindo’, falei para mim mesma, se o Christian se apaixonar por mim, será o fim, ele vai se machucar e muito, ‘mas e se eu me apaixonar por ele…’, eu fecho os olhos.

‘Eu aguento… Ele não.’... É a conclusão que eu chego e por causa dela, essa única decisão de manter meus segredos do homem que amo, para sua própria segurança, eu ligo o rádio, por coincidência a música tocando é minha, o título, ‘Sobre Minha Estrela’, eu me empolguei cantando o refrãozinho, olhando para ele, deixando ele entender a letra como também um desejo, nada como cantar uma música sobre estar apaixonada, para o cara por quem estou apaixonada.

🎵Me diga o que você quer e eu,

Te dou.

Quão fantástico é estar com você.

Amor. 🎵

Foi nesse clima muito mais leve, que chegamos no motel na marginal que ele queria me levar, eu olho toda fascinada, quando passamos da entrada, era diferente de tudo o que eu já tinha visto, várias casinhas uma do lado da outra, com uma garagem em baixo para o carro totalmente, privativo, totalmente particular, eu olho para ele, depois para as casas que vão passando até chegar a nossa, ele estaciona o carro e ativa a porta automática.

… … … … … … … … …

Eu estava tão elétrica e contente, que ele vem me beijar eu afasto ele com um risinho sapeca, me viro e subo correndo as escadas da garagem para o quarto, deixando ele vislumbrar minha bundinha enquanto subo, olho para trás com um sorriso, ele está paralisado pensando no que viu, eu dou uma levantadinha na saia de propósito mostrando uma última vez meu bumbum bronzeadinho e sem nada, já que a calcinha não cobre nada do bumbum antes de entrar no quarto, deixando ele com essa imagem.

Ele entra no quarto quase ofegante, sorrio, vendo o efeito, não sei nem descrever aquele homem negro atlético, de jeans preto, camiseta do pink floyd, barba perfeita, que deixa ele com um ar de homão safado e responsável, tranças afros na altura dos ombros, olhando para mim como se fosse me devorar todinha e eu o completo oposto.

Minha sandálha salto agulha de 10cm me deixava com os mesmos 1,80 dele, mas sou uma indiazinha com pele cor-de-canela, no momento bem bronzeada, magrinha, seios médios e muito bonitos, (obrigada), bundinha pequena mas bem redondinha, marcada pela cintura fina e as pernas longas, tudo em forma graças a minha rotina de academia e natação, olhos negros e cabelos em cachos negros ate meus quadris, no momento em um rabo de cavalo.

Eu estava de saia soltinha e esvoaçante, toda rodada nas pernas, de tecido super leve e semi-transparente, dourada, blusinha de seda branquinha com as costas expostas, pelo olhar dele, eu me senti um literal bife no prato, ou talvez seja melhor dizer, um futuro franguinho assado, quando ele começa a falar, retomando o controle, ou talvez, me informando que vai se soltar essa noite.

“Sabe porque eu gosto desse motel de chalés?”, eu sorrio, com a pegadinha, faço que não com a cabeça, “Porque o quarto é a prova de som, vou poder te fazer gritar a-von-ta-de.”, ele fala isso e eu dou uma risadinha, nervosa, vermelha, sentindo as forças nas pernas falharem de leve, eu me senti molhar a calcinha de tão excitada, “Que safado.”, ele percebe, claro que percebeu, até minha respiração mudou, “Você me transformou em um safado.”, eu sorrio e me entrego ao sacrifício, “Então cala a boca e vem me fazer gritar.”...

Ele veio e o beijo explodiu nos meus lábios, ele solta minha blusa nas costas, ficando só um tecido solto preso no meu pescoço, suas mãos invadem o espaço, apertam meus seios, eu termino de arrancar a blusa já gemendo com o ataque a forma como beija, lambe, manipula com as mãos, me arrancando gemidos, que não faço questão de conter, ou de deixar baixo, enquanto me leva para a cama.

Esse quarto tinha uma cama grande e alta, uma mesa com duas cadeiras para serviço de quarto, uma poltrona tradicional e um banheiro enorme…

Ele continua me beijando em pé do lado da cama, abaixou minha saia que sai fácil, descendo pelas coxas, aí ele se afasta e mata sua curiosidade, minha calcinha é minúscula, um pequeno triângulo de tecido amarelinho que cobre muito pouco além da bocetinha, quase nada, além disso um fiozinho bem fininho dá a volta no meu quadril, logo acima da bundinha forma um literal ‘T’, com o encontro entre o fio que dá a volta e o fio que sai do bumbum, sendo coroado com uma borboletinha bordada.

Com esse homem quase salivando de tesão eu ainda dou uma voltinha para amplificar o efeito da visão, “E aí gostou?”, eu vejo nos olhos dele, que ele perdeu totalmente o controle, ele se aproxima de mim, como um animal selvagem e já me segura pelos cabelos, me fazendo prender a respiração, antes de ser beijada, com força, com vontade, suas mãos explorando meu corpo, abrindo minha bunda, alisando todo o caminho do fiozinho só para me arrancar gemidos.

Ele me vira e faz me apoiar na cama, a bundinha empinada de pernas abertas equilibrada no salto agulha, meu corpo debruçado sobre a cama, sobre os cotovelos, tremendo inteira de medo e tesão do que vai acontecer comigo, ele nem tira minha calcinha, só puxa ela para o lado e mete a cara na minha bocetinha ensopada, me arrancando um grito de prazer enquanto ele se satisfaz, lambe, beija, chupa, esfrega até me sentir tão molhada que escorre.

“Não se mexe.”, a ordem vem com a voz rouca de tesão, quase sem controle, enquanto ele se levanta e arranca a própria roupa sem cerimônias, eu olho para o lado e vejo no espelho o pau grande e grosso, duro como se fosse um monumento a minha provocação, sinto o frio na barriga, de constatar que ainda não sei como aguento tudo isso…

Ele faz pontaria e enterra, não foi bruto, ou com força, mas foi tudo e de uma vez me arrancando o ar dos pulmões seguido de um grito alto, “ASSIM DÓI SEU PUTO”, ele dá uma risadinha safada, “Pode gritar à vontade hoje”, seguido de um tapa que arde tudo, deixando os dedos dele marcado e me arrancando mais um grito, antes de me lembrar que quem têm dó é partitura…

Vou ser sincera e direta, ele me FO-DEU… Ele soca com muita vontade, o som do quadril se chocando com a minha bunda, ou dos tapas ardidos na bunda e nas coxas, que só são abafados pelos gritos que ele arranca de mim, xingando, agarrando os cobertores da cama, me entregando sem mudar de posição, chorando, babando nas cobertas, gozando, uma, duas, três vezes, antes de finalmente socar com força, me fazendo arregalar os olhos, sentindo despejar tudo dentro de mim.

A última socada dele foi com tanta força, que ele quase me atirou para frente, quando ele me solta é exatamente para onde eu vou, me deito de bruços chorando, tremendo inteira, chorando pelo excesso de estímulos, dor e prazer intensos demais para processar, ele espera, se senta do meu lado, acariciando minhas costas, minha bundinha, assim que paro de tremer de choro, ele segura minhas pernas e me vira, de forma um pouco brusca.

Eu dou uma risadinha olho para ele assustada imaginando que ele vai me foder até se saciar dessa vez…

Ele tirou minha sandália do pé direito, beijou meu pézinho de unhas perfeitamente pintadas, depois desceu, beijos, mordidinhas, chupadinhas, pela parte interna da perna, até parar na minha judiada bocetinha, beijando, lambendo, chupando, antes de subir pela esquerda até meu pézinho retirando a outra sandália, aí desceu de novo, mas dessa vez, parou, abracei a cabeça dele com as coxas, uma das mãos em seus cabelos, esfregando o rosto dele na minha boceta enquanto ele lambia e chupava até eu gozar, arqueando minhas costas na cama.

Eu fico toda molinha, “Acabou não indiazinha, quero ver aguentar…”, eu sorrio, ele me puxa para a borda, segurando minhas pernas bem abertas, toda gozada, relaxada, acostumada com o pauzão dele, ele finca como se fosse um bate estaca me arrancando um berro que vem do fundo da minha alma, já começando a socar, judiando, machucando com vontade, me fazendo gozar logo e depois de novo e mais uma vez…

Ele de vez em quando olha para baixo, minhas coxas de menina magra, seguradas pelas suas mãos, o quadril estreito, a bocetinha alargada ao máximo recebendo aquele caralho sem pena, ou para cima, meus seios médios balançando ao sabor das pancadas do seu quadril, minhas mãos agarrando as cobertas, meus olhos perdidos de prazer, revirando nas órbitas, enquanto grito, xingo, desafio a fazer mais forte, ele goza de novo, eu arregalo os olhos gozando, sentindo que começo a chorar de soluçar na cama.

Dessa vez ficamos mais tempo nos recuperando e ele não ficou só sentado na cama me acariciando, ele deitou comigo, me abraçou, braços e pernas entrelaçados, corpos colados, carinho e beijinhos, me ajudando a lidar com o que acabei de passar, eu estou sorrisinhos, mas dolorida, safada, mas acabada, ele sabe que está me destruindo, mas sabe também que eu não vou desistir fácil.

“Me deixa cavalgar seu pau?”, minha posição favorita, a essa altura ele já sabe, “Claro!”, a carinha que ele faz, quando eu quebro ele desse jeito, é linda… Beijo a boca dele, vou descendo pelo seu peito coloco na boca e chupei bastante, até sentir ele duro de novo, muito duro, sorrio olhando para ele, subo sobre seu obelisco e desço com a minha bocetinha, sem colocar os pés dessa vez, já que ele já me estourou por dentro hoje.

Começo a cavalgar com força, gemendo alto aos gritinhos, quicando no caralho enorme sem pena da minha bocetinha já judiada, se ele não teve dó eu também não, “É isso que queria… Machucar…”, gritando e falando olhando para ele, subo meus cabelos exibindo o corpo todo, “Então aguenta a cavalgada dessa valquíria que hoje vou te domar.”, cavalguei com força, com vontade, os gritos e gemidos altos pouco coerentes, quando sai algo são xingamentos, um ‘puta’, um ‘cavalo gostoso’, até que gozei e forte e com força, tremendo inteira, revirando os olhos.

Deito sobre ele, tremendo inteira, “Não consigo me mover.”, ele segura meu quadril empinadinho e soca de baixo para cima, com vontade, me arrancando gritos, “Goza seu gostoso… Me enche!!!.”, consigo sussurrar entre os gritinhos com a boca perto do ouvido dele, “Indiazinha… Gostosa… Do… Caralho!!!!”, ele goza, socando, cada palavra, uma socada forte, que me arranca um grito, lágrimas e quase sou ejetada para fora da cama, olhando para ele com olhos arregalados, gozando junto.

Fiquei detonada ele me leva para o banho, cuidando de mim, molinha, deslizando a mão com amor e algo mais, apoiada na parede, bundinha empinada, “Você acabou comigo.”, falei manhosa, mas já ficando excitada com o algo mais, ele beija meu bumbum, sobe com beijinhos pelas minhas costas, me arrancando suspiros e sussurra no meu ouvido, “Kelly eu quero sua bundinha.”, sinto medo, mas me arrepia toda, me fazendo levantar o bumbum de encontro ao caralho que já mostra sinais.

“Isso vai doer muito Chris…”, ele se diverte, “Não foi você que disse que aguenta tudo…”, suas mãos trabalhando na bocetinha e cintura, tremendo, rebolando o bumbum no pau cada vez mais duro, “Além disso, dói mas é gostoso não é?”, eu dou um risinho vermelha, “Promete ser carinhoso.”, “Eu prometo dar o meu melhor.”, isso é quase um ‘não muito’, mas mesmo com medo, faço que sim.

Voltamos para o quarto, ele me debruça na cama, dessa vez na quina, o que mantém minhas pernas separadas e a bunda arrebitada e escancarada, então começa a me preparar, primeiro com a língua, deixando saliva, me fazendo gemer e relaxar, não é minha primeira vez então me entrego, aí vieram seus dedos, exploraram, giraram, relaxaram, meu cuzinho se abriu para receber dois deles, gemendo, comecei a tocar minha bocetinha de tesão.

Os dedos espalhando gel por fora e por dentro, ele realmente queria que fosse fácil, para nós dois… Ele faz a pontaria e empurra, como eu disse, ele relaxou meu cuzinho todo, deixando fácil para receber um pau, só que não ESSE pau… Entre empurrõezinhos e relaxadas, mais lube, até conseguir entrar, me arrancando um grito, que ecoa pelo quarto e teria feito a alegria de todos os hospedes em outro motel.

“AI MEU CU!!!!”... Finalmente tinha entrado e me arrancado um berro, meus olhos lacrimejam na hora, mas nem tenho tempo de pensar, por que ele começa um vai e vem afundando mais, gritando até ele conseguir socar tudo, me fodendo o rabo pela primeira vez com algo desse calibre, me arrancando gritos enquanto arranho as cobertas com força, nem consigo xingar, dói de mais, apesar de estar ficando gostoso depois de um tempo.

Após um tempo tomando no cu de bruços ele percebe eu já relaxada, me tocando, rebolando, empurrando com força o rabo de encontro a sua virilha, aos gritos, ele tira de mim, sinto o vazio enorme e coloca mais lube que acaba indo direto para dentro, sem bater nas bordas, quando ela espreme a bisnaga de tão arrombado que ele deixou meu rabo, me leva para a cama.

Em cima da cama de joelhos, as pernas bem aberta, uma mão na cabeceira e a bundinha empinada, a outra mão na bocetinha, ele recomeça sem dó nem uma, me arrancando gritos, “Vai putinha goza pelo cu.”, eu xingando de volta, as vezes mando um, “Filho da Puta, arregaça meu cu, não é o que quer safado.”, ele soca, mesmo comigo chorando de tremer inteira, até que ele me surpreende, ele me segura os cabelos e faz eu olhar o teto.

No espelho de teto, a tela dessa posição obscena, baba escorrendo pelas laterais do queixo, quase espumando pela boca para aguentar os olhos quase revirando nas órbitas, a maquiagem totalmente borrada, a bunda pequena e redondinha, toda arreganhada pela posição, com um caralho enorme e grosso entrando e saindo como um pistão, enquanto eu toco minha bocetinha com uma mão e me apoio na parede com a outra, eu me achei tão… Vadia, que sorri e gozei com um berro, revirando os olhos, ele sente e assim que termino ele goza, dando uma socada tão forte que me faz dar um pulinho com a dor repentina que faz tudo se apagar…

Eu desmaiei, porque acordo com ele preocupado, me me chamando, “Kelly, você está bem?”, “Eu não consigo Chris, eu não…”, não consigo organizar minha cabeça nem para ser coerente, ele me pega no colo como uma princesa, me leva para o banho, me coloca de joelhos sentada no chão, porque não consigo ficar em pé e me dá banho com toda a delicadeza e amor do mundo.

“Meu cu dói…”, choramingando, “Eu já vou passar uma pomada…”, eu aceito, depois do banho me levou para o quarto, cuidou do meu cuzinho machucado e eu adormeci antes dele terminar…

… … … … … … … … …

No dia seguinte, após meu banho, com uma calcinha limpa que tinha trazido na bolsa, do mesmo pack, mas essa é vermelha, ele ficou louco por ela… hi hi hi… Olho em volta, a bisnaga de lube pela metade, o quarto a prova de som, o carro do pai, vejo ele saindo do banheiro, eu deitadinha de bruços na cama olho para ele… “Você me trouxe para esse ‘abatedouro’ na intenção né?”, ele dá risada, “Indiazinha estava na intenção desde que a gente acordou de conchinha no ônibus.”, fico vermelha.

“Me deixou toda dolorida.”, eu falo manhosa, antes de abraçar ele, “Você gostou? Se não quiser a gente não faz mais assim, eu prometo.”, eu sorrio me sentindo corar, acaricio o rosto dele, “Eu amei Chris.”, falei sincera e ele sorri, “Acho que isso coloca um fim a lenda da Índia que diz aguentar qualquer coisa.”, eu dou risada, “Não senhor. Foi divertido até o final, então aguentei.”, ele da risada.

“Que safadinha.”, eu fico toda vermelha, apesar de estar tudo doendo e mal consigo ter força nas pernas suficiente para ficar em pé, estou feliz e satisfeita…

… … … … … … … … …

Pois é, precisei de muito orgulho para não ceder meu posto de que ‘aguento qualquer coisa’, porque o Chris realmente me destruiu, ele me levou para casa, entrei no prédio parecendo que fui atropelada por um trem, linda, arrumadinha e etc, mas mal parava em pé, quando cheguei em casa fui direto para meu quarto e passei o dia inteiro na cama.

A pomada não deixava doer, mas fiquei de cama o dia inteiro, mal conseguia parar de pé, disse ao Alberto que comi algo que me fez mal, não ia dizer para ele, que tive o cu arrebentado por um pauzão enorme. pensando nisso, até sorri ao lembrar da imagem no espelho, me senti uma heroína…

Mas o mérito é do Chris que passou vários minutos me preparando, ele literalmente fez o serviço, me tratando com carinho, jeitinho e me fazendo gozar muito, minhas entranhas estavam doloridas, mas isso é só fase de adaptação, as próximas serão deliciosamente mais fáceis porque sei que ele vai fazer com o mesmo jeitinho…

Nos dias seguintes ainda doía se eu esquecesse a pomada, mas com o tempo parou, eu reportava para o Christian meu status, brincando de provocar, dizendo que ele ‘me arrebentou o cu.’, só para ele mandar algum emoji safado.

Quando já estava recuperada, eu subi na cama nua, com a cara na parede, ajoelhada como da última vez, a bunda toda aberta, com as mãos para trás abrindo ela ainda mais, mostrando minha florzinha fechadinha após a recuperação, e a mensagem que acompanhou a foto, “Viu já estou pronta para mais.”, a resposta dele veio até em áudio, “Você ainda me mata do coração.”, eu ri…

=== === === … … … FIM DA FAIXA 4 … … … === === ===

Música do Título: O Que Quiser de Mim

Intérprete: Cammie

É isso mais um capítulo, esse bastante quente inclusive, eu sei, no próximo capítulo a situação da nossa menina começa a mudar bastante, o drama vai começar a se instalar, Kelly vai começar a ter que lidar com as consequências de suas escolhas, espero que estejam gostando dessa série, aliás, revisei as tags, tinha colocado infidelidade, mas não coloquei traição, já resolvi isso.

Se chegaram até aqui, por favor, votem, comentem, façam uma autora feliz.

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Foto de perfil de GizGizContos: 76Seguidores: 257Seguindo: 40Mensagem Eu sou uma escritora, não escrevo profissionalmente ainda, mas me vejo como uma, já fui incentivada a publicar, mas ainda não escrevi nada que eu ache que mereça isso.

Comentários

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Tipo diferente de Spoiler…

A música do capítulo.

🎵Será que meu destino é te amar?

Ou será viajar nas palavras de amor que eu cantar?

Será que minha vida é você?

Ou que pra me encontrar tenho que te perder?🎵

Destino

Patricia Marx

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Infelizmente geralmente é assim, é preciso perder para aprender a dar valor a pessoa de fé.

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Essa música é doída, mas é real... Principalmente depois que ela toma a decisão que não vai abrir a mão de nem um dos dois, ela se coloca em uma condição delicada.

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Sendo o desejo de todos é solução, quando não que é um problemão.

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😇 Não posso dar spoilers do que vêm pela frente, mas que vai pegar todo mundo de surpresa vai.

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Vindo dessa cabecinha diferenciada é uma surpresa despudorada, mas agradável, aguardando com ansiedade disciplinada kkkkkkkk

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Minha querida Giz, acabei de ler esse capítulo. Não pude ler antes porque passei esses dias OFF...

Eu sei que é chover no molhado, mas a forma como você descreve as transas é muito excitante. Sabe o que mais me excita? É quando você vai citando a forma como a personagem está vestida, como ela vai tirar, como ela está posicionada, as caras e bocas que ela fez. Eu consigo ver tudo claramente e isso excita demais. Você é craque nisso.

Eu sempre tomo nota, sabia? Não sei se sou capaz para fazer uma história ou capítulo numa visão feminina, mas sem dúvida, você seria (e será) a base e inspiração para quando eu for fazer.

A parte do T, moça? Eu imaginei direitinho até demais kkk

Falando da história agora, eu achei muito esperado ela sentir um incomodo com o Chris. Eu sentia que isso ia acontecer. Estava bom demais para ser verdade. Ela teme magoá-lo, conforme disse no relato, mas acho que ele quem vai magoá-la. Acho que há uma relação entre ele e o Alberto e não é boa. Já falei disso nos meus comentários de capítulos anteriores e reforço aqui.

Além disso, fiquei com uma sensação de que o Luiz vai aparecer nessa história, mas pode ser só impressão.

Nota 10, como sempre. Três estrelas, minha amiga. ❤️❤️❤️

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Fico bastante lisonjeada muito muito obrigada.

Essas tanguinhas com forma “T” são muito certeiras para causar um efeito, Kelly sabia o que queria e fez acontecer, por mais que tenha sido surpreendida por não aguentar tuuuuudo como ela sempre disse.

Mas… Se divertiu.

Ele começou a conversa e ela se arriscou um pouco mais para saber o que ele sente, mas no final decidiu que é melhor assim.

É melhor ele não se apaixonar por ela se não ele vai sofrer muito…

E caso seja ela a se apaixonar, e sabe que já está, não é que ela não vai sofrer… O pensamento real dela é: “Eu aguento, ele não!”.

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Meu deus. Bem aventurado do homem que encontra uma Kelly na vida e ainda tem todos os sinais de que ela tá apaixonada. Que mulher! Que delícia de mulher! Que tesão de mulher!!! Chris é um cara de sorte mas também muito merecedor. Pela forma como trata, pela forma como explora os prazeres de ambos... Eles são um casal delicioso.

PS: Os dois estão se amando mas jovens são burros demais pra notar isso... Auhauhauh

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O problema é que a demora em admitir para só mesmo e para o outro sempre leva a dúvidas e a desnecessários mau entendidos.

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Os males da juventude. No fim, eles vão perceber antes que tudo dê errado...

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E, às vezes, o mal entendidos acabam criando incompatibilidades insuperáveis no futuro. Eu fiquei com o mesmo incomodo dela. Eles parecem combinar bastante, seria uma tristeza se não ficassem juntos.

Mas, porém, contudo, todavia e entretanto, não devemos esquecer que ela tem uma carreira em ascenção, né? O que será prioridade para ela?

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Uma carreira em ascensão e um outro alguém por que a influência do Alberto e um certo controle sobre ela é inegável…

SpoilerInho do mal…..

(De um jeito ou de outro, não quero e não vou perder nem um dos dois, eles vão ter que se entender quanto a isso, eu não aceito perder nem um deles, mesmo que isso seja egoísmo com os dois…)

Afinal ela ama os dois, já amava o Alberto e nessa episódio descobriu que se apaixonou pelo Christian

Um conflito entre eles ela terá que escolher quem ela ama mais…

Tah vindo breve um pov do Alberto e do Christian. Lkkkkkkkk

Que vai deixar mais duvida do que explicar algo.

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POV? UAU. Nos contos da Cat foram importantes.

E ok, ela ama os dois, mas que tipo de amor ela tem pelos dois?

A indecisão sobre quem escolher costuma gerar narrativas interessantíssimas.

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O pov dos dous vai jogar gasolina no incêndio.

Se em Inocência eu dizia que não tem vilão… Só eu digo que não tem santo. 🤷🏻‍♀️

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Rapaz...

Não impactado o estrelato da minha Kelly, então tá valendo.

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🎵And they say

She's so lucky, she's a star

But she cry, cry, cries in her lonely heart, thinking

If there's nothing missing in my life

Then why do these tears come at night? (Oh)🎵

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A questão é que principalmente se o tipo de amor for diferente, fica ainda mais difícil escolher quem... kkkkk... É um fato.

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Estou muito curioso para saber como esses amores diferentes podem ser conflitantes.

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As vezes a resposta é tão mais óbvia do que pensamos, que, está aqui o tempo todo e só vocês não viram.

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O amor pelo Alberto, sentido pela Indiazinha, só pode ser fraternal, sendo assim restam pouquíssimas opções...

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Até pela descrição física, o Negão incorporou Allien o Predador, ele largou o aço na máxima "Amor de Pica Quando Estoura Fica", correu o diferencial da Indiazinha, foi extremamente excitante por ter sido magistralmente descrito, deu certo para a Kelly e o Christian um sexo Ultra Hard, mas assustaria a maior parte das mulheres, a posição no qual a mulher fica inclinada e apoiada na ponta da cama e um Homem dotado soca no cú sem piedade, até se saciar, é para poucas, particularmente nunca peguei uma que aguentasse por muito tempo, a Indiazinha só guentou por orgulho ferido, pois a posição é extremamente prazerosa para ambos, mas com o tempo, a pressão exercida durante o ato, se for desmedida, fica quase insuportável para quem está por baixo, principalmente quando a mulher não tem tanta experiência, mas para o Homem é o Ápice do Prazer Carnal, essa posição no anal, é também antes de mais nada, a posse completa do Homem sobre a Mulher, e o Christian jogou pesado, machucou a Indiazinha que precisou de dias para se recuperar, o efeito poderia ter sido contrário, poderia até afastar uma menina sensível como a Kelly, mas antes de tudo ela é uma safadinha, então ele acertou em cheio, eu teria errado, não teria largado todo o Aço nesse momento, eventualmente mais a frente sim, mas ele soltou quase como um cartão de visita... Bom eu agiria diferente, mas deu certo para o Christian, então que ele não abuse da super conquista dele, pois a Kelly é doidinha mas é adorável, meu medo é de que esse Amor de Pica, acabe destruindo os sonhos dela. Cada vez melhor Giz, parabéns.

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Vamos por pontos.

Sim definitivamente é insuportavelmente dolorido por isso conforme o corpo dela foi relaxando o Chris diminuiu a pressão e mudou de posição…

Mas vamos a outros pontos.

Kelly curte hard, ela é uma masoquista de carteirinha mesmo em Lucky ela tem um momento hard com o Luís que só não machucou tanto, primeiro por que estava acostumada com o pau dele, segundo por que ele não era tão grande na cena da Hidro.

Ela provocou o Chris até o limite na primeira vez deles e houveram outras duas antes dessa, sempre insinuando que ia gostar de ser tratada hard, por isso ele escolheu um "abatedouro" perfeito.

A culpa dessa cena recai sobre o Big e a Camila do Mchmm e o Jopa e Mayara do Bayoux como já falei, por que os dois mexeram muito com a minha libido. Acabei sendo levada a escrever algo hard com um negão com descrição bem específica.

A questão é que cada deslize, fotos públicas, voltar toda machucada de motel, o Alberto está mais próximo de descobrir os dois e o próprio Christian nem sabe da existência de tal pessoa.

Isso VAI dar meda.

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Só pra deixar claro, eu carrego essa "culpa" com um orgulho que você não tem noção!! Rsrsrs

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Kkkkkkkkkkk é muito safado.

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Eu sempre me confundo com isso... É uma crítica ou um elogio? Auhauhauh

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Precisei reescrever porque não achei que ficou compreensível.

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Sim, a transa se sustenta dentro das argumentações que o próprio texto inspira, o Negão acertou, tanto que a Indiazinha tá encantada, eu disse que EU não arriscaria perder uma mina que estivesse afinzaço com sexo extremo logo de cara, só que me daria mal nessa, pois a Kelly gosta da coisa, além disso a cena foi Hard mas não foi Over Hard, ficando longe de abusiva, foi puro tesão e coube nessa fase da estória tranquilamente, no qual o encantamento da Indiazinha tem que se fazer presente.

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Concordo, a chance de assustar a garota se não ver os sinais corretos é muito comum, por isso é sempre bom, conversar com a parceira, para equilibrar as expectativas.

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Entendo seu questionamento, amigo Sensatez. Eu também teria essa preocupação. Porém, penso que a química crescente, assim como a confiança também crescente, entre o casal fez com que isso se tornasse possível. Some-se a isso a própria personalidade da Kelly, de gosta de sexo hard, fato confirmado por nossa autora. O que aconteceu foi inevitável.

O Chris não me pareceu que perdeu o controle da situação em nenhum momento. Ele parecia saber até onde ela aguentaria e chegou até o limite máximo que ela poderia suportar. E até o fato dela precisar de dias para se recuperar era algo esperado (e até certo ponto, desejado) por eles. Algo que, inclusive, alimenta o tesão que eles têm pelo outro.

Foi uma belíssima cena de sexo. Muito excitante mesmo.

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Mas eu não questionei, eu disse que eu não testaria os limites tão avançados naquele momento, sem uma conversa aberta e franca dos limites, mas não por covardia ou falta élan, mas pura cautela excessiva, pois já assustei pensando que estava agindo dentro das expectativas da minha parceira, só que avancei em pontos que não deveria ter avançado o relacionamento acabou recuando, a abou sendo Over.

Mas o Christian teve um risco calculado e fez um gol de placa, só que eu não teria marcado por deixar minhas experiências anteriores tomar a iniciativa no presente, erro recorrente na maioria das pessoas, mas quase que inevitável, também para a maioria das pessoas.

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Você não está errado, o ideal é não assustar a parceira eu particularmente sou uma lebre assustada, mas em um conto, usar as palavras necessárias das conversas de whatsapp onde ela foi sinalizando que estava de boa com o que ele fizesse ia ocupar espaço de mais.

Mas na vida real, você está total e completamente certo.

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Mas se contigo eu teria dado uma bola dentro, ou seja teria acertado, já que combinamos nesse sentido de cautela, mas na vida real, também há mulheres que gostam de impetuosidade, por sinal, acho que já até falamos sobre isso em outra oportunidade, os limites tem que ser conversados previamente, pois para quase todas as mulheres, esse negócio de posso isso, posso aquilo, tá confortável, etc., em excesso e na hora H é totalmente broxante ao extremo, Tomar de assalto aquilo que foi previamente permitido, acrescentando um pouco do inesperado recheado do inusitado, que para mim seria o ideal e que sempre torna a relação uma esperada surpresa agradável, entretanto algumas mulheres acham isso chato, querem rasgar limites pré estabelecidos e confesso que tenho dificuldade em ter essa impetuosidade, minha Arte é tentar surpreender dentro do óbvio pré estabelecido, por exemplo quantas sensações podem surgir nas preliminares, para ambos os parceiros, usando somente nossos sentidos básicos, choque térmico escalodamente intenso, pode ser inebriante associado a uma gama de sabores, somada a privação ou foco em um dos sentidos, essa é uma das surpresas que se pode oferecer dentro da obviedade, que está mais relacionado a minha maneira de escalonar o tesão da relação, não costumo ir logo ao ápice, me divirto com o desejo e a entrega mútua em uma hipérbole escalonada de prazer saudável, aonde vai chegar na intensidade, é consequência e não objetivo.

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Concordo com a precisas na hora H perde o tesão.

Como eu disse na minha resposta mas acho que não ficou claro…

Chris e Kelly conversaram sobre limites e expectativas pelo WhatsApp com ela provocando e sendo receptiva com as maldades que ele dizia que ia fazer.

Na hora H ela já chegou pronta inclusive com pílula tomada. Só não tenho tempo de desenvolver todas essas preliminares de dirty talking que acontecem via redes sociais e aplicativos antes de chegar em uma cena como essa de forma segura e confortável para ambos os parceiros.

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Como eu disse, o negão acertou, pois sou realmente inseguro e até reticente nesse assunto, mesmo com uma conversa prévia, não me sinto a vontade se eu não estiver plenamente seguro, para mim uma conversa por ZAP não seria suficiente para largar o Aço, então seria azar meu, pois a Indiazinha não tem medo de ser submeter ao extremo, então eu perderia esse bonde kkkkkkkkkkkkk

Resumindo tenho medo de assustar passando do ponto, já aconteceu comigo mais de uma vez, olha que foram ocasiões menos intensas, mesmo salvaguardando a liberdade poética por ser um conto erótico. kkkk

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Mas para o Zap costuma ser suficiente. ;)

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E o ZAP pode e deve ser suficiente, é só um receio irracional de meu subconsciente que se manifesta devido a toda minha história de vida, como eu já te disse mais de uma vez, sou bastante complicado, minha cabeça é quase disfuncional, quase, por ter a racionalidade e a lógica como eternas companheiras, por isso minhas opiniões a respeito de experiências de terceiros são bastante coerentes, mas quanto as minhas experiências pessoais minhas reflexões não são tão coerentes e confiáveis assim, mas estou trabalhando cada vez mais em mim, para que por exemplo, minha impetuosidade de jovem, que era indomável, volte e me permita calcular menos e partir para o abraço numa situação igual a da Kelly e Christian ficaram, sendo que nesse grau da minha maturidade emocional, eu não faria do mesmo jeito, mas adoraria ter a capacidade de me jogar do mesmo jeito que eles se jogaram, foi seguro, mas extremamente excitante, ou seja, no fundo queria vestir aura predatória do Christian quando uma delícia submissiva se oferece, talvez um dia eu volte a conseguir ou talvez não, talvez dependa também da confiança recíproca que minha parceira me passe.

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Sim acredito que a confiança mútua para algo assim é importantíssimo porque deve ser total.

Principalmente por que a garota precisa ter certeza que se ela pedir para postar tudo acaba…

Não vai ter um aguenta só mais um pouquinho, (que é mais comum que todo mundo pensa), mas em caso de sexo hard, não pode ter duvida, porque o mais um pouquinho vai machucar e muito.

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"o próprio Christian nem sabe da existência de tal pessoa."

Que spoiler para mim! Preciso repensar umas teorias kkkkkk

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Ela falou no conto anterior que ela sabe que a reação do Alberto será com raiva.

E que ela tem medo de qual será a reação do Christian

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Eu estava partindo do pressuposto que eles se conhecem, mas um não sabe que o outro conhece a Kelly. Porém, você confirmou que o Chris sabe nem quem é o Alberto.

Isso reduz as hipóteses a:

1. Ou Alberto conhece o Chris, mesmo de vista e pode gostar ou não dele

2. Ou realmente Alberto sabe nem quem é.

Levantei essas hipóteses e as anteriores porque o seu conto me deu uma sensação de plot twist muito em breve kkk

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As coisas vão virar um caos….

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Tô só aguardando para ver.

No que você se inspirou para fazer esse conto além da música da Britney e das músicas? Tem alguma série, livro ou filme?

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Capitulo bastante focado no sexo, tema sobre oi qual voce escreve muito bem.

Mas ainda percebe-se os medos e conflitos internos.

As cenas quentes que vc escreve são realmente quentes.

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Essa série eu pensei nela meio pornográfica, esse capítulo era para ser junto com o anterior, mas tinha ficado muito grande, exatamente porque a cena de sexo ficou muito grande e não consegui reduzir sem perder o efeito que eu queria.

São praticamente 2000 palavras a cena de sexo em si.

Mas gostei do resultado final, ficou bem erótico, mas não pretendo ficar usando sempre esse recurso, ou perde o impacto.

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Apesar que como eu falei uns contos atrás nessa série a culpa dessa série estar muito erótica é do Mchmm e do Bayoux que mexeram com a minha cabeça com as séries deles, quando eu estava criando o projeto dessa. hahahahahahahahahahahahahahahahaahahahaha

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Por outro lado... Os medos que ela demonstra nesse capítulo terão consequências o restante inteiro da série...

'Eu aguento... Ele não...'.... ;)

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