O Christian havia me levado para comer Udon na augusta, após sairmos de pinheiros, eu estava curtindo bastante apesar de achar muita comida, mas o ambiente com ar condicionado, temperatura quentinha, seco e limpo, me fez sentir melhor, já tinha até esquecido o episódio do vento na minha saia, quando saímos de lá para andar um pouco e fazer digestão, descendo para uma praça no final da rua Augusta, cheia de bares e skatistas.
A garoa tinha passado, caminhamos juntos pela praça, encontramos um banco para sentar e nos beijar um pouco mais, as carícias, uma das mãos dele, nas minhas costas a outra, na minha coxa, nos beijamos por um tempo e depois fomos sentar em uma mesa de bar, continuando os assuntos sobre músicas e instrumentos e arranjos, eu vejo nos olhos dele o quão ele considera importante que eu consiga manter uma conversa profunda sobre um assunto que ele ama, quando estávamos nos levantando para andar mais...
“Você existe mesmo?”, ele me perguntou com um sorriso lindo, eu dei uma risadinha vermelha, “Não sei, talvez tua imaginação tenha me criado para se satisfazer.”, ele riu do atrevimento, “Olha, pelo que me lembro, acho que minha imaginação caprichou de verdade então nesse quesito.”, Eu fiquei toda vermelha e dei risada com um tapinha no peito dele de indignação fingida, ele me abraça e minha respiração para e novamente nos beijamos.
“Eu…”, respiro fundo, estou prestes a cruzar uma linha delicada, “Você mexe comigo de uma forma intensa e eu não sei como… Eu estou com medo, mas não quero abrir mão de você.”, ele sorri, abraçado comigo acariciando minhas costas nuas, “Você gosta de como se sente?”, faço que sim com a cabeça, “Então vamos deixar acontecer indiazinha, não precisa ter medo…”, eu sorrio, meio sem jeito e sinalizo que sim com a cabeça.
Uma resposta evasiva, não era o que eu esperava pelo que vejo em seus olhos, devo ter levado alguns segundos processando isso, o fato de que ele encerrou o assunto, antes de conseguir dizer algo, com o rosto apoiado no ombro dele, “Se você me magoar eu nunca vou te perdoar Christian.”, ele sorri e acaricia meus cabelos, “Eu também jamais me perdoaria Kelly.”, ele fala com seu jeito confiante e carinhoso, mas pela primeira vez, meu coração não tem certeza se ele vai conseguir cumprir…
Um beijo acontece e ele é uma delícia e com um beijo intenso, mãos acariciando minhas costas nuas, eu com as minhas apoiadas em seu peito, ele exorcizou todos os pensamentos que queriam estragar nosso clima, seus lábios exploram minha mandíbula, queixo, orelha, estremeço inteira e eventualmente meus suspiros viram um gemidinho contido de prazer apertando uma coxa na outra.
“Kelly eu não consigo tirar a visão da sua bundinha da minha cabeça…”, eu dou risada vermelha, tinha dado uma esquecida de leve que ele tinha visto, “Por que é um safado..”, respondo entre os suspiros e gemidinhos que os lábios dele na minha orelha me causam, arrepiada e estremecendo de leve, eu subo para o colo dele, no banco da praça longe dos olhos.
“Agora eu que mando.”, falo com um sorrisinho sapeca e começo a beijar a boca dele, alisando o peito dele com as minhas unhas, sorrindo, me divertindo, ele que não é bobo e sabe o quanto já estou excitada, não pensa duas vezes, mete as duas mãos na minha bunda, alisando, me segurando pela bunda, a posição deixa elas bem aberta e eu sinto o indicador dele alisando minha florzinha do bumbum, separada pela saia super levinha e por um único fiozinho de tecido do dedo dele.
Eu suspiro com a safadeza inesperada, toda vermelha, mas logo meu corpo relaxou e continuamos nos beijando comigo rebolando no colo dele, na ponta dos dedos dele, até que canso e me afasto, sorrindo. “É muito safado.”, puxando a saia, que a safadeza dele, fez ficar ‘mordida’ pelo meu bumbum, presa entre as bandas redondinhas, claro deixei ele ver isso.
“Desculpa Kelly mas você está me deixando louco mulher…”, a desculpinha sem a mínima vergonha com um sorriso safado, eu sorrio de volta, mas faço uma carinha de falsa brava com um sorrisinho, lançando meu desafio supremo para a nossa noite… “Está bem senhor louco de tesão. Saiba que eu tomei pílula, e aí? O que exatamente pretende fazer quanto a isso? Hein?”, desafio feito, o sorriso dele, é intenso e maravilhoso, também um certo ar de quem sempre teve planos para esse momento.
Ele se levanta e me segura pelas mãos, “Têm certeza?”, eu sorrio sapeca, claro que tenho, apesar de já ter me tocado no que está acontecendo, “Aproveita Christian…” eu abraço ele com os braços ao redor do pescoço dele, só para testar seu tesão sussurro no ouvido dele, “Hoje sou todinha sua.”, percebo sua tensão imediata, “To… Di… Nha…”, ele com os músculos contraídos de tesão, quase explodindo a sensação de que se ele pudesse, ele me fodia aqui mesmo no chão, na praça lotada e cheia de gente.
Nos demos as mãos e voltamos para o carro… E ali eu percebi algo que foi como um pequeno check… Novamente eu fui a primeira a falar de motel.
… … … … … … … … …
Logo estávamos a caminho de um motel na marginal, (Sei lá qual sempre confundo as duas e já desisti, aliás, são só duas, essa cidade é bem confusa….), dentro do carro eu pensava, pela primeira vez havia o que pesar, momentos bons, mas também aquela pequena sombra, se eu estava ou não indo rápida de mais para o Christian, eu respiro fundo e olho para as estrelas…
‘Eu acho que estou amando…’ O pensamento me atropela como um carro a 100 por hora na marginal, o medo de magoar o Christian vem em seguida, como se todo o peso do mundo pudesse estar sobre mim, ‘Estamos só nos divertindo’, falei para mim mesma, se o Christian se apaixonar por mim, será o fim, ele vai se machucar e muito, ‘mas e se eu me apaixonar por ele…’, eu fecho os olhos.
‘Eu aguento… Ele não.’... É a conclusão que eu chego e por causa dela, essa única decisão de manter meus segredos do homem que amo, para sua própria segurança, eu ligo o rádio, por coincidência a música tocando é minha, o título, ‘Sobre Minha Estrela’, eu me empolguei cantando o refrãozinho, olhando para ele, deixando ele entender a letra como também um desejo, nada como cantar uma música sobre estar apaixonada, para o cara por quem estou apaixonada.
🎵Me diga o que você quer e eu,
Te dou.
Quão fantástico é estar com você.
Amor. 🎵
Foi nesse clima muito mais leve, que chegamos no motel na marginal que ele queria me levar, eu olho toda fascinada, quando passamos da entrada, era diferente de tudo o que eu já tinha visto, várias casinhas uma do lado da outra, com uma garagem em baixo para o carro totalmente, privativo, totalmente particular, eu olho para ele, depois para as casas que vão passando até chegar a nossa, ele estaciona o carro e ativa a porta automática.
Eu estava tão elétrica e contente, que ele vem me beijar eu afasto ele com um risinho sapeca, me viro e subo correndo as escadas da garagem para o quarto, deixando ele vislumbrar minha bundinha enquanto subo, olho para trás com um sorriso, ele está paralisado pensando no que viu, eu dou uma levantadinha na saia de propósito mostrando uma última vez meu bumbum bronzeadinho e sem nada, já que a calcinha não cobre nada do bumbum antes de entrar no quarto, deixando ele com essa imagem.
Ele entra no quarto quase ofegante, sorrio, vendo o efeito, não sei nem descrever aquele homem negro atlético, de jeans preto, camiseta do pink floyd, barba perfeita, que deixa ele com um ar de homão safado e responsável, tranças afros na altura dos ombros, olhando para mim como se fosse me devorar todinha e eu o completo oposto.
Minha sandálha salto agulha de 10cm me deixava com os mesmos 1,80 dele, mas sou uma indiazinha com pele cor-de-canela, no momento bem bronzeada, magrinha, seios médios e muito bonitos, (obrigada), bundinha pequena mas bem redondinha, marcada pela cintura fina e as pernas longas, tudo em forma graças a minha rotina de academia e natação, olhos negros e cabelos em cachos negros ate meus quadris, no momento em um rabo de cavalo.
Eu estava de saia soltinha e esvoaçante, toda rodada nas pernas, de tecido super leve e semi-transparente, dourada, blusinha de seda branquinha com as costas expostas, pelo olhar dele, eu me senti um literal bife no prato, ou talvez seja melhor dizer, um futuro franguinho assado, quando ele começa a falar, retomando o controle, ou talvez, me informando que vai se soltar essa noite.
“Sabe porque eu gosto desse motel de chalés?”, eu sorrio, com a pegadinha, faço que não com a cabeça, “Porque o quarto é a prova de som, vou poder te fazer gritar a-von-ta-de.”, ele fala isso e eu dou uma risadinha, nervosa, vermelha, sentindo as forças nas pernas falharem de leve, eu me senti molhar a calcinha de tão excitada, “Que safado.”, ele percebe, claro que percebeu, até minha respiração mudou, “Você me transformou em um safado.”, eu sorrio e me entrego ao sacrifício, “Então cala a boca e vem me fazer gritar.”...
Ele veio e o beijo explodiu nos meus lábios, ele solta minha blusa nas costas, ficando só um tecido solto preso no meu pescoço, suas mãos invadem o espaço, apertam meus seios, eu termino de arrancar a blusa já gemendo com o ataque a forma como beija, lambe, manipula com as mãos, me arrancando gemidos, que não faço questão de conter, ou de deixar baixo, enquanto me leva para a cama.
Esse quarto tinha uma cama grande e alta, uma mesa com duas cadeiras para serviço de quarto, uma poltrona tradicional e um banheiro enorme…
Ele continua me beijando em pé do lado da cama, abaixou minha saia que sai fácil, descendo pelas coxas, aí ele se afasta e mata sua curiosidade, minha calcinha é minúscula, um pequeno triângulo de tecido amarelinho que cobre muito pouco além da bocetinha, quase nada, além disso um fiozinho bem fininho dá a volta no meu quadril, logo acima da bundinha forma um literal ‘T’, com o encontro entre o fio que dá a volta e o fio que sai do bumbum, sendo coroado com uma borboletinha bordada.
Com esse homem quase salivando de tesão eu ainda dou uma voltinha para amplificar o efeito da visão, “E aí gostou?”, eu vejo nos olhos dele, que ele perdeu totalmente o controle, ele se aproxima de mim, como um animal selvagem e já me segura pelos cabelos, me fazendo prender a respiração, antes de ser beijada, com força, com vontade, suas mãos explorando meu corpo, abrindo minha bunda, alisando todo o caminho do fiozinho só para me arrancar gemidos.
Ele me vira e faz me apoiar na cama, a bundinha empinada de pernas abertas equilibrada no salto agulha, meu corpo debruçado sobre a cama, sobre os cotovelos, tremendo inteira de medo e tesão do que vai acontecer comigo, ele nem tira minha calcinha, só puxa ela para o lado e mete a cara na minha bocetinha ensopada, me arrancando um grito de prazer enquanto ele se satisfaz, lambe, beija, chupa, esfrega até me sentir tão molhada que escorre.
“Não se mexe.”, a ordem vem com a voz rouca de tesão, quase sem controle, enquanto ele se levanta e arranca a própria roupa sem cerimônias, eu olho para o lado e vejo no espelho o pau grande e grosso, duro como se fosse um monumento a minha provocação, sinto o frio na barriga, de constatar que ainda não sei como aguento tudo isso…
Ele faz pontaria e enterra, não foi bruto, ou com força, mas foi tudo e de uma vez me arrancando o ar dos pulmões seguido de um grito alto, “ASSIM DÓI SEU PUTO”, ele dá uma risadinha safada, “Pode gritar à vontade hoje”, seguido de um tapa que arde tudo, deixando os dedos dele marcado e me arrancando mais um grito, antes de me lembrar que quem têm dó é partitura…
Vou ser sincera e direta, ele me FO-DEU… Ele soca com muita vontade, o som do quadril se chocando com a minha bunda, ou dos tapas ardidos na bunda e nas coxas, que só são abafados pelos gritos que ele arranca de mim, xingando, agarrando os cobertores da cama, me entregando sem mudar de posição, chorando, babando nas cobertas, gozando, uma, duas, três vezes, antes de finalmente socar com força, me fazendo arregalar os olhos, sentindo despejar tudo dentro de mim.
A última socada dele foi com tanta força, que ele quase me atirou para frente, quando ele me solta é exatamente para onde eu vou, me deito de bruços chorando, tremendo inteira, chorando pelo excesso de estímulos, dor e prazer intensos demais para processar, ele espera, se senta do meu lado, acariciando minhas costas, minha bundinha, assim que paro de tremer de choro, ele segura minhas pernas e me vira, de forma um pouco brusca.
Eu dou uma risadinha olho para ele assustada imaginando que ele vai me foder até se saciar dessa vez…
Ele tirou minha sandália do pé direito, beijou meu pézinho de unhas perfeitamente pintadas, depois desceu, beijos, mordidinhas, chupadinhas, pela parte interna da perna, até parar na minha judiada bocetinha, beijando, lambendo, chupando, antes de subir pela esquerda até meu pézinho retirando a outra sandália, aí desceu de novo, mas dessa vez, parou, abracei a cabeça dele com as coxas, uma das mãos em seus cabelos, esfregando o rosto dele na minha boceta enquanto ele lambia e chupava até eu gozar, arqueando minhas costas na cama.
Eu fico toda molinha, “Acabou não indiazinha, quero ver aguentar…”, eu sorrio, ele me puxa para a borda, segurando minhas pernas bem abertas, toda gozada, relaxada, acostumada com o pauzão dele, ele finca como se fosse um bate estaca me arrancando um berro que vem do fundo da minha alma, já começando a socar, judiando, machucando com vontade, me fazendo gozar logo e depois de novo e mais uma vez…
Ele de vez em quando olha para baixo, minhas coxas de menina magra, seguradas pelas suas mãos, o quadril estreito, a bocetinha alargada ao máximo recebendo aquele caralho sem pena, ou para cima, meus seios médios balançando ao sabor das pancadas do seu quadril, minhas mãos agarrando as cobertas, meus olhos perdidos de prazer, revirando nas órbitas, enquanto grito, xingo, desafio a fazer mais forte, ele goza de novo, eu arregalo os olhos gozando, sentindo que começo a chorar de soluçar na cama.
Dessa vez ficamos mais tempo nos recuperando e ele não ficou só sentado na cama me acariciando, ele deitou comigo, me abraçou, braços e pernas entrelaçados, corpos colados, carinho e beijinhos, me ajudando a lidar com o que acabei de passar, eu estou sorrisinhos, mas dolorida, safada, mas acabada, ele sabe que está me destruindo, mas sabe também que eu não vou desistir fácil.
“Me deixa cavalgar seu pau?”, minha posição favorita, a essa altura ele já sabe, “Claro!”, a carinha que ele faz, quando eu quebro ele desse jeito, é linda… Beijo a boca dele, vou descendo pelo seu peito coloco na boca e chupei bastante, até sentir ele duro de novo, muito duro, sorrio olhando para ele, subo sobre seu obelisco e desço com a minha bocetinha, sem colocar os pés dessa vez, já que ele já me estourou por dentro hoje.
Começo a cavalgar com força, gemendo alto aos gritinhos, quicando no caralho enorme sem pena da minha bocetinha já judiada, se ele não teve dó eu também não, “É isso que queria… Machucar…”, gritando e falando olhando para ele, subo meus cabelos exibindo o corpo todo, “Então aguenta a cavalgada dessa valquíria que hoje vou te domar.”, cavalguei com força, com vontade, os gritos e gemidos altos pouco coerentes, quando sai algo são xingamentos, um ‘puta’, um ‘cavalo gostoso’, até que gozei e forte e com força, tremendo inteira, revirando os olhos.
Deito sobre ele, tremendo inteira, “Não consigo me mover.”, ele segura meu quadril empinadinho e soca de baixo para cima, com vontade, me arrancando gritos, “Goza seu gostoso… Me enche!!!.”, consigo sussurrar entre os gritinhos com a boca perto do ouvido dele, “Indiazinha… Gostosa… Do… Caralho!!!!”, ele goza, socando, cada palavra, uma socada forte, que me arranca um grito, lágrimas e quase sou ejetada para fora da cama, olhando para ele com olhos arregalados, gozando junto.
Fiquei detonada ele me leva para o banho, cuidando de mim, molinha, deslizando a mão com amor e algo mais, apoiada na parede, bundinha empinada, “Você acabou comigo.”, falei manhosa, mas já ficando excitada com o algo mais, ele beija meu bumbum, sobe com beijinhos pelas minhas costas, me arrancando suspiros e sussurra no meu ouvido, “Kelly eu quero sua bundinha.”, sinto medo, mas me arrepia toda, me fazendo levantar o bumbum de encontro ao caralho que já mostra sinais.
“Isso vai doer muito Chris…”, ele se diverte, “Não foi você que disse que aguenta tudo…”, suas mãos trabalhando na bocetinha e cintura, tremendo, rebolando o bumbum no pau cada vez mais duro, “Além disso, dói mas é gostoso não é?”, eu dou um risinho vermelha, “Promete ser carinhoso.”, “Eu prometo dar o meu melhor.”, isso é quase um ‘não muito’, mas mesmo com medo, faço que sim.
Voltamos para o quarto, ele me debruça na cama, dessa vez na quina, o que mantém minhas pernas separadas e a bunda arrebitada e escancarada, então começa a me preparar, primeiro com a língua, deixando saliva, me fazendo gemer e relaxar, não é minha primeira vez então me entrego, aí vieram seus dedos, exploraram, giraram, relaxaram, meu cuzinho se abriu para receber dois deles, gemendo, comecei a tocar minha bocetinha de tesão.
Os dedos espalhando gel por fora e por dentro, ele realmente queria que fosse fácil, para nós dois… Ele faz a pontaria e empurra, como eu disse, ele relaxou meu cuzinho todo, deixando fácil para receber um pau, só que não ESSE pau… Entre empurrõezinhos e relaxadas, mais lube, até conseguir entrar, me arrancando um grito, que ecoa pelo quarto e teria feito a alegria de todos os hospedes em outro motel.
“AI MEU CU!!!!”... Finalmente tinha entrado e me arrancado um berro, meus olhos lacrimejam na hora, mas nem tenho tempo de pensar, por que ele começa um vai e vem afundando mais, gritando até ele conseguir socar tudo, me fodendo o rabo pela primeira vez com algo desse calibre, me arrancando gritos enquanto arranho as cobertas com força, nem consigo xingar, dói de mais, apesar de estar ficando gostoso depois de um tempo.
Após um tempo tomando no cu de bruços ele percebe eu já relaxada, me tocando, rebolando, empurrando com força o rabo de encontro a sua virilha, aos gritos, ele tira de mim, sinto o vazio enorme e coloca mais lube que acaba indo direto para dentro, sem bater nas bordas, quando ela espreme a bisnaga de tão arrombado que ele deixou meu rabo, me leva para a cama.
Em cima da cama de joelhos, as pernas bem aberta, uma mão na cabeceira e a bundinha empinada, a outra mão na bocetinha, ele recomeça sem dó nem uma, me arrancando gritos, “Vai putinha goza pelo cu.”, eu xingando de volta, as vezes mando um, “Filho da Puta, arregaça meu cu, não é o que quer safado.”, ele soca, mesmo comigo chorando de tremer inteira, até que ele me surpreende, ele me segura os cabelos e faz eu olhar o teto.
No espelho de teto, a tela dessa posição obscena, baba escorrendo pelas laterais do queixo, quase espumando pela boca para aguentar os olhos quase revirando nas órbitas, a maquiagem totalmente borrada, a bunda pequena e redondinha, toda arreganhada pela posição, com um caralho enorme e grosso entrando e saindo como um pistão, enquanto eu toco minha bocetinha com uma mão e me apoio na parede com a outra, eu me achei tão… Vadia, que sorri e gozei com um berro, revirando os olhos, ele sente e assim que termino ele goza, dando uma socada tão forte que me faz dar um pulinho com a dor repentina que faz tudo se apagar…
Eu desmaiei, porque acordo com ele preocupado, me me chamando, “Kelly, você está bem?”, “Eu não consigo Chris, eu não…”, não consigo organizar minha cabeça nem para ser coerente, ele me pega no colo como uma princesa, me leva para o banho, me coloca de joelhos sentada no chão, porque não consigo ficar em pé e me dá banho com toda a delicadeza e amor do mundo.
“Meu cu dói…”, choramingando, “Eu já vou passar uma pomada…”, eu aceito, depois do banho me levou para o quarto, cuidou do meu cuzinho machucado e eu adormeci antes dele terminar…
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No dia seguinte, após meu banho, com uma calcinha limpa que tinha trazido na bolsa, do mesmo pack, mas essa é vermelha, ele ficou louco por ela… hi hi hi… Olho em volta, a bisnaga de lube pela metade, o quarto a prova de som, o carro do pai, vejo ele saindo do banheiro, eu deitadinha de bruços na cama olho para ele… “Você me trouxe para esse ‘abatedouro’ na intenção né?”, ele dá risada, “Indiazinha estava na intenção desde que a gente acordou de conchinha no ônibus.”, fico vermelha.
“Me deixou toda dolorida.”, eu falo manhosa, antes de abraçar ele, “Você gostou? Se não quiser a gente não faz mais assim, eu prometo.”, eu sorrio me sentindo corar, acaricio o rosto dele, “Eu amei Chris.”, falei sincera e ele sorri, “Acho que isso coloca um fim a lenda da Índia que diz aguentar qualquer coisa.”, eu dou risada, “Não senhor. Foi divertido até o final, então aguentei.”, ele da risada.
“Que safadinha.”, eu fico toda vermelha, apesar de estar tudo doendo e mal consigo ter força nas pernas suficiente para ficar em pé, estou feliz e satisfeita…
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Pois é, precisei de muito orgulho para não ceder meu posto de que ‘aguento qualquer coisa’, porque o Chris realmente me destruiu, ele me levou para casa, entrei no prédio parecendo que fui atropelada por um trem, linda, arrumadinha e etc, mas mal parava em pé, quando cheguei em casa fui direto para meu quarto e passei o dia inteiro na cama.
A pomada não deixava doer, mas fiquei de cama o dia inteiro, mal conseguia parar de pé, disse ao Alberto que comi algo que me fez mal, não ia dizer para ele, que tive o cu arrebentado por um pauzão enorme. pensando nisso, até sorri ao lembrar da imagem no espelho, me senti uma heroína…
Mas o mérito é do Chris que passou vários minutos me preparando, ele literalmente fez o serviço, me tratando com carinho, jeitinho e me fazendo gozar muito, minhas entranhas estavam doloridas, mas isso é só fase de adaptação, as próximas serão deliciosamente mais fáceis porque sei que ele vai fazer com o mesmo jeitinho…
Nos dias seguintes ainda doía se eu esquecesse a pomada, mas com o tempo parou, eu reportava para o Christian meu status, brincando de provocar, dizendo que ele ‘me arrebentou o cu.’, só para ele mandar algum emoji safado.
Quando já estava recuperada, eu subi na cama nua, com a cara na parede, ajoelhada como da última vez, a bunda toda aberta, com as mãos para trás abrindo ela ainda mais, mostrando minha florzinha fechadinha após a recuperação, e a mensagem que acompanhou a foto, “Viu já estou pronta para mais.”, a resposta dele veio até em áudio, “Você ainda me mata do coração.”, eu ri…
=== === === … … … FIM DA FAIXA 4 … … … === === ===
Música do Título: O Que Quiser de Mim
Intérprete: Cammie
É isso mais um capítulo, esse bastante quente inclusive, eu sei, no próximo capítulo a situação da nossa menina começa a mudar bastante, o drama vai começar a se instalar, Kelly vai começar a ter que lidar com as consequências de suas escolhas, espero que estejam gostando dessa série, aliás, revisei as tags, tinha colocado infidelidade, mas não coloquei traição, já resolvi isso.
Se chegaram até aqui, por favor, votem, comentem, façam uma autora feliz.
