O Rancho do Desejo: O Clímax e o Pós Ele 35 e ela 30 anos
O final de semana no rancho começou como qualquer outro, mas o ar estava pesado de eletricidade. Durante o dia, nos passeios, os olhares dela eram brasas; ela se aproximava, esbarrava em mim "sem querer" ou deixava a mão descansar na minha perna por tempo demais. O marido dela, meu amigo, seguia o dia tranquilo, sem notar o incêndio que estava sendo aceso bem debaixo do seu nariz.
Quando a noite caiu e o silêncio dominou o quarto, cada um se ajeitou. O casal na cama e eu no meu colchão no chão, bem ao lado. Na madrugada, ela foi ao banheiro e, na volta, eu já a esperava. Abaixei o short, deixando o pau ereto e pulsante. Ela se ajoelhou e começou a chupar com uma voracidade que me fazia perder o fôlego. Tive que segurar a cabeça dela para não gozar ali mesmo, então a puxei para cima de mim.
Ela montou, sentando devagar, preenchendo-se toda enquanto apertava a buceta molhada contra mim. De repente, o marido soltou um suspiro pesado e se mexeu na cama. O susto foi imediato. Ela congelou e tentou sair de cima, mas eu a segurei firme pelos quadris, mantendo-a presa no meu pau enquanto ficávamos estáticos, sentindo o coração um do outro batendo na garganta.
Assim que ele voltou a roncar pesado, o perigo triplicou o tesão. Ela voltou a cavalgar, agora mais safada do que nunca. Sussurrei no ouvido dela:
— **Você é uma puta, sabia? Tá gostando de cavalgar aqui do lado do corninho?**
— **Tô... você é o meu homem** — ela respondeu, gemendo baixinho.
— **Você vai gozar? Vai gozar do lado de quem?**
— **Vou... vou gozar do lado do meu corno!**
Enquanto ela se acabava, eu joguei a proposta:
— **Você quer duas picas? Vou arrumar um amigo para comer você bem gostoso... você quer?**
— **Quero... eu quero dar para dois** — ela confessou com um gemido arrastado.
O prazer explodiu. Ela cavalgou com uma força frenética até o último espasmo, gozando fundo enquanto eu despejava tudo dentro dela. No auge do clímax, ela se inclinou e me deu um beijo longo, molhado e apaixonado, ainda sentindo o pau latejar dentro dela.
Depois daquele momento intenso, ela desceu devagar, limpou-se e voltou para a cama. Mas antes de dormir, ela esticou a mão para fora do colchão deles e ficou fazendo carinho na minha cabeça, um cafuné suave que me acalmou enquanto o corpo ainda fervia. Ficamos ali, conectados no escuro, até o sono chegar. Foi, sem dúvida, uma noite inesquecível. Lembrando que é histórias real, aventuras que aconteceu.