Dois dias se passaram desde o ocorrido, não temos coragem de tocar no assunto. Visivelmente para nossas mentes é um tabu. Mas para os corpos não, o caminhão só tem uma cama e dormimos juntos, hoje é a terceira noite. Estamos no pátio dê um grande posto, parei o caminhão num canto mal iluminado, tomamos banho, jantamos e nos deitamos. Carlinha usa somente uma calcinha rendada rosa e sutiã. Eu uso somente uma samba canção. Deitados de conchinha o tesão na baixa, meu pau invade sua bundinha juvenil. O roça, roça acontece e eu nem disfarço mais. Nunca fui pai, não criei essa menina e agora a quero como mulher.
Tiro o pau de dentro da cueca e posiciono nos lábios de sua vagina. Puxo o forro pro lado e deixo expostos os lábios da bucetinha. Meu saco doía, são quase 36 horas de pau duro, quem é homem sabe que tanto tesão acumulado faz o saco doer... Pincelo a caceta em seu sexo, Carla está quieta...
- Tá dormindo, filha?
- Não pai.
- Filha, papai tá com muito tesão, você se importa se eu usar minha filhinha como puta pra me aliviar?
- Você é um pai safado mesmo né? Eu sou sua filhinha, não pode me comer...
- Você diz isso, mas sua xota tá ensopada já, putinha. Eu sempre fui um pai ausente pra você, agora quero ser um macho presente pra minha putinha.
Carla arrebita a bunda e desço sua calcinha pelas pernas a tirando de vez. Continuo roçando a pica em sua minúscula gruta, não vou colocar as mãos pra guiar a vara. Carla ajeita a anca sobre a cabeça da pica, a vadiazinha é experiente, arreganha sua perna apoiando a ponta do pé esquerdo no tecido da "parede" da cama.
Empurro a vara, que melada percorre os lábios da bucetinha e sai pela frente lançando baba sobre a cama... Carla geme.
- Ain, tentação do caralho. Pai tarado.
- Vai comer sua filha vai?
- Huuuum ,huuum ,huuum... Se você pedir esse presente, papai te dá...
Respondo entre grunhidos de tesão enquanto nós esfregamos.
Carla se vira de frente para mim e tira seu sutiã, de imediato abocanho seus seios, cabem perfeitamente em meus lábios e os mamo, mamo como se o filho fosse eu, faminto, necessitado. Carla treme e já estou entre suas pernas, minha pica pressionada afasta os lábios de sua xota, se eu empurrar só um pouco irei conhecer o útero de minha garotinha.
- Come filho da puta, tarado, pervertido, depravado... Nunca fui sua filha, você me fez pra ser sua puta. Agora estou aqui pra ser...
- Carla, você saiu dessas bolas pro útero da mãe, e hoje minha bolas vão preencher o seu útero. Vou fechar o ciclo e te completar como minha puta. Mas primeiro você vai me mostrar como você mama um macho.
Me levanto ficando de joelhos na cama a prendendo embaixo de mim, levo a pica até sua boca e a deixo saborear a cabeça toda babada. Seus lábios estalam, barulham e carinham a cabeça de minha pica. Sem aviso enterro o pau em sua garganta...
- Aaaaaaihhh Cadela, engole pica vagabunda.
Carla tenta responder mas engasga, engasga e tosse... Tiro o pau de sua boca e a preencho com meu saco que fica todo babado. Esfrego o saco em seu rosto todo, ela fica fascinada, vejo em seu semblante olhos de paixão... Minha menina me ama, ama como mulher.
Me posiciono entre suas pernas, colocando uma sobre o banco do motorista, a outra seguro. Está toda aberta minha menina, boceta lisa, pequena e apertada. Quero meter, preciso meter e me aliviar... Mas antes vou chupar, quero o mel da minha menina. A solto e mando levantar. Carla senta no painel e abre as pernas, está servido meu banquete, enfio a língua em seu canal, sentindo seu salgadinho maravilhoso de mulher, chupo, cheiro e passo a língua nela toda. Esfrego meu rosto, quero me perfumar com seu cheiro.
Puxo seu copo mais pra baixo, Carla segura suas pernas a altura dos joelhos e as puxa se curvando, tenho acesso a seu cuzinho agora, é minha sobremesa da qual me sirvo e me delicio. Seu cu é rosado, quente, doce e guloso, Carla aperta minha língua piscando o anel, já são cinco minutos entre linguadas na bucetinha e no cu... Não aguento mais, meu pau chora pingando baba pelo carpete, preciso do conforto da buceta de minha filha.
Ela me pede pra levantar e se ajoelha, fica embaixo do meu saco o dando linguadas, o pau cobre parcialmente seu rosto repousando em seu semblante, a está altura minha pica baba tanto que escorre por seu rosto. Carlinha limpa com os dedos e os lambe. Então abocanha o pau e faz um boquete de quem tem experiência apesar da pouca idade, minha filha desce babando todo membro e sobe sugando de volta sua saliva misturada a meu melado. A seguro pelos cabelos a fazendo ficar em pé e enfio a língua em sua boca, mantendo seus cabelos em minhas mãos como rédeas.
Solto seus cabelos e Carla desaba sobre a cama...
- Vem pai, vem me fazer sua mulher, vem logo...
Me jogo sobre ela que me aguarda com as pernas abertas, como uma esposa pronta pra aliviar o marido.
Coloco a cabeça do pau em sua fenda, é hora de alargar e conquistar seu estreito. Entro lentamente tomando posse do que nasceu de mim pra ser meu. Estou dentro, minha filha me engoliu todo, sinto meu saco esquentar na pele que separa o cu e a buceta e agora é a almofada de descanso de minhas bolas.
Nós beijamos, linguas dançam um na boca do outro.
- Vai papai, rasga sua menininha.. Rasga pai.
Início as bombadas, num papai e mamãe que a cada estocada rompe um tabu, seu sexo é quente, apertado e tem aquela resistência típica da firmeza da musculatura adolescente, sua buceta se nega a lacear, mas meu pau é viril e estou a quase duas semanas sem buceta. Cada metida parece espremer, esmagar meu pau.
Carla grita alto, sem nenhum pudor
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiih aaaaaaaa iiiiii aaaaaaaiiii papai, tá me estourando de dentro pra fora , tá doendo a melhor dor do mundo PAAAAAAAAIIII.
Caralho, que tesão de foda eu penso... Tiro o pau coloco de volta, de novo, de novo, de novo... Agora é assim que vou meter, tirando de dentro e enterrando todo a cada penetração.
Carla me abraça com as pernas, minhas mãos descem e aperto suas nádegas contra meu quadril. O gozo está vindo, posso sentir. Forço o quadril com as bombadas mais fortes que posso dar e despejo um farto volume de gala em seu útero...
- Toma filha, toma gala do saco que te fez . Toma cadelinha do papai... Me dá um filho neto minha puta.
- Ahhh cachorro sem noção, safado, cafajeste... Eu também vou, vou, vou... Fuiiii, gozei. Gozei no seu gozo filho da puta...
A buceta de Carla transborda líquidos, escorre fluidos de nossa foda, mesmo ainda vedada pela minha tora ainda em riste.
- Gozei mas o tesão não baixou Carlinha... Sua xota é viciante.
- Vem, vem ser puta de estrada do seu pai.
Falei abrindo a porta e descendo da cabine com o mastro melado ainda apontando pra lua.
Carla pega suas sandálias de salto e desce também, toda peladinha... Buceta pingando.
Subo no tanque da carreta e auxílio minha filha a me seguir. Atrás da cabine, em pé nos beijamos apaixonadamente. Carla salta e a seguro no ar carregando-a, a pica se aloja em seu útero novamente e começo a bombar enquanto nós beijamos voluptuosamente, Carla balança a cada estocada como se estivesse sobre um cavalo a galopar, suas pernas seguras por meus braços me oferecem a buceta toda em desfrute. Os sons dos quadris batendo domina o breu, as vezes o pau escapa pois o ritmo é intenso e forte e ao meter de novo sua buceta grita, berra um som estridente... Um motor se liga a uns metros e o farol nos ilumina...
- Vai vadia de posto, dá seu show pro motorista, mostra pro motorista como você esvazia as bolas do seu pai...
- Ahhhhhhhh
Grito urrando e despejando tudo que me restava de porra no saco.
- Papai te amo... Meu papai amante... Me ensemina papai...
Carla fala enquanto goza um squirt que me encharca e me lava de mel de buceta. A punho sobre o caminhão a minha frente, e nos beijamos, minha pica amolecida roça seu ventre.. descemos de mãos dadas sob o olhar do curioso anônimo e entramos na cabine para dormir abraçados. Os faróis vão se apagando, sem ter mais um show para ver.
De agora em diante vou ser o marido de minha filha pelo restante desta viagem... Não posso ter mais filhos pois sou vasectomizado, mas Carla não sabe disso e a deixarei sonhar com um filho de seu pai.